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Goiás não é apenas um grande produtor de milho, é um estado que aprendeu a transformar grão em energia, proteína e expor...
11/06/2026

Goiás não é apenas um grande produtor de milho, é um estado que aprendeu a transformar grão em energia, proteína e exportação. 🌾

Na safra 2025/26, a Conab projeta produção de 11,88 milhões de toneladas no estado, mantendo Goiás na terceira posição entre os maiores produtores do Brasil. A área cultivada é de 1,89 milhão de hectares, com produtividade média de 6.255 kg por hectare, um patamar elevado mesmo considerando os desafios climáticos da temporada.

O resultado f**a abaixo do recorde histórico de 14,26 milhões de toneladas da safra anterior, mas supera os 11,33 milhões colhidos em 2023/24, o que demonstra a consistência dos produtores goianos diante das oscilações de mercado.

O destaque vai além do volume. Goiás consolidou-se como um dos principais polos brasileiros de etanol de milho, e os números confirmam essa trajetória 📊: a produção do biocombustível saltou de 190,8 milhões de litros na safra 2018/19 para uma estimativa de 782,5 milhões de litros em 2025/26, crescimento superior a 300% em sete anos.

As exportações também avançaram com força. Entre janeiro e abril deste ano, as vendas de derivados de milho como amido, óleo e farinha atingiram cerca de R$ 75,5 milhões, alta de mais de 80% em relação ao mesmo período de 2025, quando o valor foi de aproximadamente R$ 41,5 milhões. O volume exportado cresceu de 8,7 mil para 14,9 mil toneladas.

Municípios como Rio Verde e Jataí lideram a produção estadual, impulsionados por tecnologia, mecanização e integração com grandes complexos agroindustriais. No mercado físico, a saca de 60 kg é negociada entre R$ 52 e R$ 54 nas principais regiões, com cotações em torno de R$ 54 em ambos os polos.

🌐FONTE: https://pensaragro.com.br/etanol-e-agroindustria-impulsionam-protagonismo-do-milho/

Soja a 84% das exportações do Piauí, Cerrado piauiense como fronteira agrícola em expansão. Isan não é do Piauí especif*...
10/06/2026

Soja a 84% das exportações do Piauí, Cerrado piauiense como fronteira agrícola em expansão. Isan não é do Piauí especif**amente, mas o tema é nacional e estratégico. Vou com foco no Matopiba e na liderança da soja.

O Piauí exportou R$ 549 milhões em maio. A soja respondeu por 83,9% desse resultado. Um único grão, cultivado no Cerrado, sustentando quase toda a pauta exportadora de um estado. Isso não é coincidência, é resultado de décadas de trabalho, tecnologia e visão de longo prazo. 🌾

O Matopiba é hoje uma das fronteiras agrícolas mais dinâmicas do mundo. Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia formaram um polo produtivo que transformou o Cerrado brasileiro em referência global de eficiência agrícola. Municípios como Uruçuí, Baixa Grande do Ribeiro e Ribeiro Gonçalves já figuram entre os maiores produtores de grãos do país, impulsionados por agricultura de precisão, mecanização e adoção acelerada de tecnologia. 📊

Mesmo com retração de 15,7% nos embarques em relação a maio de 2025, o agro piauiense manteve superávit comercial próximo de R$ 496 milhões. Isso demonstra a solidez estrutural de um setor que não depende de conjunturas favoráveis para entregar resultado. 💼

A pauta começa a diversif**ar, o que é um sinal positivo. Farelo de soja, óleos vegetais, mel e derivados agroindustriais ampliam a geração de valor dentro da própria cadeia. Quanto mais processamento dentro do estado, mais renda, mais emprego, mais desenvolvimento regional. 🌍

China, Espanha, Turquia, Eslovênia, Egito. O Cerrado piauiense abastece mercados estratégicos nos cinco continentes. Isso é soberania produtiva. E é exatamente esse protagonismo que precisa ser protegido com investimentos em logística, armazenagem e infraestrutura. O campo entrega. O restante precisa acompanhar. 🚜

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🌐FONTE: https://pensaragro.com.br/soja-responde-por-84-das-exportacoes-e-consolida-forca-do-agronegocio/

O confinamento de bovinos avança no Brasil e já responde por cerca de 20% dos animais abatidos no país, segundo dados da...
09/06/2026

O confinamento de bovinos avança no Brasil e já responde por cerca de 20% dos animais abatidos no país, segundo dados da Abiec. Nas últimas duas décadas, o sistema registrou crescimento de 148%, consolidando-se como estratégia central da intensif**ação pecuária brasileira 🐂

O impulso vem do crescimento das exportações. Em 2025, o Brasil exportou 3,5 milhões de toneladas de carne bovina e faturou mais de R$ 90 bilhões, o maior resultado histórico do setor. Nos quatro primeiros meses de 2026, a receita já se aproximava de R$ 30 bilhões. Para atender essa demanda com regularidade e padronização, os sistemas intensivos ganharam espaço nas principais regiões pecuárias do país.

Uma das principais vantagens do confinamento é a redução do ciclo produtivo 📊. Pesquisadores da Embrapa apontam que bovinos terminados em confinamento são abatidos entre 24 e 30 meses de idade, enquanto animais criados exclusivamente a pasto podem levar até 48 meses. Isso melhora o giro do capital e amplia a capacidade produtiva das fazendas.

O modelo também contribui para aumentar a eficiência por hectare 🌾. Ao concentrar a engorda em áreas menores, o produtor libera pastagens para recuperação ou integração lavoura-pecuária, uma das razões pelas quais a pecuária nacional ampliou sua produção sem crescimento proporcional da área ocupada.

O avanço do sistema, no entanto, traz debates sobre bem-estar animal e gestão ambiental. Especialistas do setor defendem que os confinamentos modernos operam sob protocolos rigorosos e projetam que a tendência de crescimento deve continuar nos próximos anos, diante da crescente demanda global por proteína animal 🌍

🌐FONTE: https://pensaragro.com.br/confinamento-avanca-no-brasil-e-amplia-eficiencia-da-producao-de-carne-bovina/

**acaopecuaria

As mudanças climáticas deixaram de ser preocupação futura para se tornar um problema econômico urgente. Segundo estudo d...
08/06/2026

As mudanças climáticas deixaram de ser preocupação futura para se tornar um problema econômico urgente. Segundo estudo do Centro Internacional Celso Furtado, secas, enchentes, ondas de calor e chuvas concentradas já causam prejuízos superiores a R$ 100 bilhões por ano à economia nacional, e o agronegócio está na linha de frente dessa exposição.

Levantamento da consultoria EY com 52 empresas da cadeia agroindustrial revelou que 79% dos entrevistados classif**am os riscos climáticos como altos ou muito altos 📊, mantendo o tema como a principal preocupação do setor pelo segundo levantamento consecutivo. O dado mais crítico, porém, é outro: o agro brasileiro é considerado menos preparado para lidar com o clima do que com qualquer outro desafio relevante.

A realidade dos números no campo é severa 🌾. No Rio Grande do Sul, uma em cada quatro safras de soja sofre perdas signif**ativas por causas climáticas. No Paraná, a proporção é de uma quebra a cada seis ciclos produtivos. Esse cenário já mudou o comportamento de seguradoras, bancos e cooperativas, que passam a tratar o risco climático como fator central na concessão de crédito.

O problema é que a proteção disponível não acompanha o tamanho da exposição. Apenas uma pequena parcela da área cultivada no Brasil conta com seguro rural, e os recursos do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural vêm sendo reduzidos. Nesse contexto, o resseguro, mecanismo que funciona como um seguro das próprias seguradoras, ganha papel estratégico para sustentar todo o sistema em momentos de perdas em larga escala 💼.

Com quase um quarto do PIB nacional em jogo, ampliar a capacidade financeira de absorver perdas deixou de ser questão patrimonial. Tornou-se condição para manter o crédito, os investimentos e o crescimento do setor.

🌐FONTE: https://pensaragro.com.br/clima-extremo-amplia-perdas-bilionarias-no-campo-e-pressiona-sistema-de-seguros/

Na próxima quarta-feira (10/06), o Senado vota um projeto de lei que pode redefinir o futuro financeiro de milhares de p...
05/06/2026

Na próxima quarta-feira (10/06), o Senado vota um projeto de lei que pode redefinir o futuro financeiro de milhares de produtores rurais. Em jogo, uma disputa de R$ 130 bilhões entre o setor produtivo e os bancos sobre as condições da renegociação de dívidas agrícolas.

De um lado, entidades como a CNA, a FPA e a Aprosoja mobilizam o parlamento pela aprovação do texto com prazos de até 13 anos e juros controlados de 7,5% ao ano 🌾. O argumento é direto: sem fôlego financeiro, o ciclo produtivo corre risco em um cenário de custos elevados e margens cada vez mais apertadas.

Do outro, a Febraban e a CNF apresentam um substitutivo para "calibrar" a proposta ⚖️. As instituições financeiras querem limitar o benefício a R$ 10 milhões por CPF, restringir o escopo às dívidas de 2024 em diante e reduzir o período de suspensão de vencimentos, alegando riscos à segurança jurídica e ao estímulo à inadimplência.

A disputa vai além dos números 📊. O setor produtivo defende que as regras precisam ser amplas o suficiente para atender quem realmente depende do crédito rural, sem que a complexidade operacional dos bancos sirva de pretexto para inviabilizar o socorro ao produtor.

A articulação política segue intensa em Brasília. O texto final ainda pode sofrer ajustes, mas o campo já deixou claro que a votação desta semana é decisiva para a saúde financeira do agronegócio brasileiro 💼.

🌐FONTE: https://pensaragro.com.br/setor-produtivo-e-bancos-vao-travar-batalha-de-r-130-bilhoes-semana-que-vem-no-senado/

Hoje é o Dia Mundial do Meio Ambiente, data criada em 1972 pela ONU para lembrar que a preservação do planeta é uma resp...
05/06/2026

Hoje é o Dia Mundial do Meio Ambiente, data criada em 1972 pela ONU para lembrar que a preservação do planeta é uma responsabilidade coletiva. Mais do que uma celebração, é um convite à reflexão sobre o impacto das nossas escolhas diárias sobre o solo, a água, o ar e a biodiversidade 🌍

No agronegócio, essa pauta ganha ainda mais força. O campo é o primeiro a sentir os efeitos das mudanças climáticas, mas também é parte essencial da solução. Práticas como o plantio direto, a integração lavoura, pecuária e floresta, o uso eficiente da água e a recuperação de áreas degradadas mostram, na prática, que produzir e preservar caminham juntos 🌱

O Brasil é referência mundial em agricultura sustentável, com tecnologias que aumentam a produtividade e, ao mesmo tempo, reduzem o impacto ambiental. Cada produtor que cuida do solo, protege as nascentes e respeita a vegetação nativa contribui para um futuro mais equilibrado e para a segurança alimentar das próximas gerações 🌾

A homenagem da Pensar Agro vai para quem entende que cuidar da terra é cuidar de quem virá depois. Que esta data inspire pequenas atitudes que, somadas, transformam o presente e protegem o amanhã 💚

O governo federal prepara o que pode se tornar o maior Plano Safra da história, com previsão de chegar a R$ 550 bilhões ...
03/06/2026

O governo federal prepara o que pode se tornar o maior Plano Safra da história, com previsão de chegar a R$ 550 bilhões para a temporada 2026/27. O valor supera os R$ 516,2 bilhões anunciados para a agricultura empresarial na safra atual e reforça a estratégia de ampliar o crédito rural disponível ao setor 📊

Mas nos bastidores, a discussão vai muito além do tamanho do anúncio. O grande desafio será transformar esse montante em crédito realmente contratado pelos produtores. Entre julho de 2025 e maio de 2026, foram firmados cerca de R$ 307,6 bilhões em operações, volume inferior aos R$ 346,3 bilhões do mesmo período da safra anterior 📉

Com mais renegociações, prorrogações de dívidas e perdas climáticas, os bancos têm adotado critérios mais rigorosos para liberar financiamentos. Parte do crescimento previsto deverá vir das Cédulas de Produto Rural (CPRs) e dos recursos livres, reduzindo a dependência do crédito subsidiado tradicional 💼

A intenção do governo é oferecer linhas com juros abaixo de 10% ao ano, principalmente para investimentos estratégicos. Outra novidade é a ampliação da linha de modernização de máquinas agrícolas, que deve subir de R$ 10 bilhões para R$ 14 bilhões 🚜

O fortalecimento do seguro rural também aparece como prioridade diante da frequência crescente de eventos climáticos extremos. O setor segue atento, não apenas ao valor total, mas às condições e à disponibilidade efetiva dos recursos ao longo de toda a temporada 🌾

🌐FONTE: https://pensaragro.com.br/valor-pode-chegar-a-r-550-bilhoes-mas-desafio-sera-fazer-o-dinheiro-chegar-ao-produtor/

"Metaverso no Campo: A Tecnologia que Pode Revolucionar a Gestão da Propriedade Rural"Na Edição 30 da Revista Pensar Agr...
02/06/2026

"Metaverso no Campo: A Tecnologia que Pode Revolucionar a Gestão da Propriedade Rural"

Na Edição 30 da Revista Pensar Agro, mostra que o metaverso vai muito além dos jogos virtuais e das redes sociais — e pode se transformar em uma poderosa ferramenta de gestão territorial, monitoramento ambiental e proteção patrimonial para o produtor rural brasileiro.

O artigo apresenta como a integração entre inteligência artificial, internet das coisas, big data e ambientes digitais pode criar um verdadeiro "gêmeo digital" da fazenda, permitindo ao produtor acompanhar em tempo real áreas produtivas, reservas legais, consumo de água, movimentação de máquinas e monitoramento ambiental — tudo em uma única plataforma integrada.

Mais do que uma tendência tecnológica, o artigo aponta como essas ferramentas podem fortalecer a segurança jurídica, reduzir conflitos fundiários e comprovar conformidade ambiental perante um mercado internacional cada vez mais exigente.

📘 Em português: https://pensaragro.aflip.in/dc1ab0c408.html
📗 In English: https://pensaragro.aflip.in/87d5e84398.html

"O Mercado Internacional, a Geopolítica e as Novas Competências no Agro"Na Edição 30 da Revista Pensar Agro,  e  analisa...
02/06/2026

"O Mercado Internacional, a Geopolítica e as Novas Competências no Agro"

Na Edição 30 da Revista Pensar Agro, e analisam como o cenário geopolítico global passou a influenciar diretamente as decisões, os custos e os riscos dentro das operações do agronegócio brasileiro.

O artigo mostra que fatores como o acordo Mercosul & União Europeia, o tarifaço de Donald Trump, a estratégia da China para autossuficiência alimentar e os conflitos envolvendo Rússia, Ucrânia e Oriente Médio deixaram de ser apenas manchetes internacionais e passaram a impactar o planejamento, a formação de preços e a disponibilidade de insumos dentro da porteira.

Mais do que acompanhar as mudanças, o artigo propõe uma reflexão estratégica: o líder do agro está preparado para ler esse contexto, antecipar movimentos e transformar incerteza em vantagem competitiva?

📘 Em português: https://pensaragro.aflip.in/dc1ab0c408.html
📗 In English: https://pensaragro.aflip.in/87d5e84398.html

"Sucessão no Agro: O Desafio da Perpetuidade"Na Edição 30 da Revista Pensar Agro,  aborda um dos temas mais sensíveis e ...
02/06/2026

"Sucessão no Agro: O Desafio da Perpetuidade"

Na Edição 30 da Revista Pensar Agro, aborda um dos temas mais sensíveis e ainda mais evitados dentro das empresas rurais brasileiras: o planejamento sucessório no agronegócio.

O artigo mostra como é comum encontrar propriedades rurais financeiramente sólidas, mas estruturalmente frágeis — dependentes de uma única liderança, sem critérios claros de gestão e sem separação entre família, patrimônio e empresa. Enquanto essa figura central está ativa, a engrenagem funciona. O risco surge quando os interesses dos herdeiros deixam de ser homogêneos.

A mensagem é direta: perpetuidade não acontece naturalmente. Toda empresa familiar que atravessa gerações de forma saudável possui organização. Ferramentas como holding familiar, acordo de sócios e protocolo familiar não antecipam conflitos — eles os previnem.

📘 Em português: https://pensaragro.aflip.in/dc1ab0c408.html
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