30/08/2022
Ao longo de nossa vida aprendemos um conjunto de valores sobre a família, a comunidade e o trabalho, e sobre nós mesmos.
A interação como esse mundo de significados vai sendo entrelaçado com nossas emoções, pois nos submetemos a um código moral normalmente recebido principalmente nossas figuras de autoridade: pais, mães, professores.
Como tudo isso ocorre numa época em que ainda somos seres dependentes e de racionalidade pouco desenvolvida, buscamos ao máximo nos enquadrarmos dentro dessas expectativas que moldam nossa visão de mundo.
O problema é que muitas vezes, a visão de mundo que carregamos, inconscientemente herdada, já se tornou nossa programação mental dominante, ou seja, um conjunto de reações programadas que determinam como nos comportamos diante de pessoas e circunstâncias no dia-dia.
Muitas pessoas acabam atribuindo à má sorte o fato de nunca atingirem os resultados que desejam, quando na verdade há um desejo consciente, racional e outro inconsciente, emocional. Uma mulher que quer ter um bom relacionamento pode sabotar suas chances se tiver presenciado uma mãe que tinha problemas conjugais e falava, por exemplo, que nenhum homem presta.
Um colaborador que sempre ouviu do pai que ele nunca alcançaria sucesso pode dar voltas sem sair do lugar na carreira.
Pelo fato da programação ser enraizada em nossas mentes em tenra idade e seus ordenamentos serem carregados de peso emocional por terem sido impostos por quem amamos e/ou tememos, ainda que sejam incompatíveis com nossa lógica racional ou com as demandas de nossa vida atual, torna-se uma tarefa complexa libertar-se das mesmas sem se sentir culpa e medo de frustrar as expectativas de pessoas queridas.
Para fazer esse processo de se libertar de uma programação mental inadequada aos objetivos que se quer alcançar é preciso aprender a lidar com os sentimentos delicados que surgem nesse processo e integrar no mesmo tom a mente racional e a mente subconsciente e isso alcança-se plenamente através da Hipnoterapia.