14/10/2020
🇧🇷 🇺🇸 Reframing Market
Fashion Pact: após um ano, o que realmente mudou?
Já faz um ano que o Fashion Pact foi assinado entre líderes de marcas e a cúpula do G7, para trabalhar de maneira global as questões do impacto ambiental causado pela indústria da moda no aquecimento global, a perda da biodiversidade e a poluição dos oceanos.
Em entrevista para a Forbes, Paul Paulmann vice-presidente do comitê do pacto, afirma que apesar de alguns avanços na redução de carbono em suas operações, as marcas estão longe de alcançar níveis maiores de redução por conta da dificuldade em trabalhar a cadeia de produção, que inclui os fornecedores, e é a maior responsável pelas emissões.
A grande questão é que melhorar os impactos provocados pela cadeia de produção é um processo longo e demorado.
Outra problema é que não adianta trabalhar fornecedores e manufatura na Europa enquanto muitos são terceirizados em países como Bangladesh e China, que não possuem o mesmo nível de controle ambiental, uma questão que faz com que a indústria da moda esteja muito longe de atingir as ambiciosas metas traçadas.
Na foto, o editorial icônico Water & Oil de para
Its has been a year since the signature of Fashion Pact with G7, but what has effectively changed ?
The summit objectives are the environmental impact effects in global warming, lost of biodiversity and oceans pollution.
In a interview for Forbes, Paul Paulmann, co-chair of fashion pact committee, said despite some advances in the carbon emission reduction in the brands, the supply chain, including manufacturers, which is more impactful in the emissions is still to be dealt with.
Another problem is the manufacturing outsourcing to countries outside Europe such as Bangladesh and China, where environmental controls are less enforced.
Theses questions put fashion industry in a level far away of its own sustainability ambitions targets. @ Brasil