17/01/2017
Jovens da Geração Z não se prendem a modelos nem padrões de beleza. Estudo do Instituto QualiBest mostra que as nascidas depois de 1995 acreditam que o feio e o bonito estão no olhar do outro.
As jovens brasileiras não se encanam quando o assunto é estética e não se preocupam com a opinião dos outros. No que diz respeito à beleza, esta nova geração (também chamada de "nativa digital") entende que há diferentes padrões do que é belo. Para essas meninas, o "feio" vem do olhar do outro: do preconceito, do insulto, do conflito entre padrões de beleza externos. O feio do outro pode ser o lindo para elas.
Sem se preocupar com padrões, as meninas da geração Z têm o ideal de liberdade. São fluidas: preferem não seguir modelos: gostam de mudar a aparência, os cabelos, as roupas e o estilo para não enjoar de si mesmas. Esses dados fazem parte do estudo "A flor deste botão: a novíssima geração das mulheres brasileiras", conduzido pelo Instituto QualiBest, que mostra como as jovens da geração Z, nascidas depois de 1995, se sentem em relação à beleza e faz ainda um contraponto com as mulheres da geração X.
A liberdade de expressão, para elas, é muito importante: trata-se de um valor profundo desta geração, que acredita verdadeiramente que "lugar de mulher é onde ela quiser". Elas curtem experimentar e não temem mudar de visual, principalmente, a cor dos cabelos: 49% adoram mechas e cabelos coloridos. Para essas jovens não existe um cabelo ideal e sim vários. Mais livres em relação à aparência, essas jovens fazem apenas o que têm vontade e não se sentem presas a padrões sociais.
Efetivamente 25% das meninas já pintam os cabelos e a idade média que começaram é de 14 anos. Como se sentem livres, não fazem estas experimentações para confrontar: para 78% das meninas, o objetivo ao pintar os cabelos é inovar e mudar o visual.
Essas garotas não querem ser aprisionadas em bandeiras. Embora valorizem todas as formas de beleza na diversidade, tal como o cabelo afro, não querem se sentir enquadradas. Assim, confrontadas com três possíveis atitudes em relação ao cabelo, 91% disseram que cada um deve arrumar o cabelo do jeito que se sinta bem, enquanto 8% acreditam que a mulher deve assumir o cabelo crespo, que é lindo, e apenas 1% acha que alisar o cabelo é importante para ser melhor aceita na sociedade.
Para mais informações sobre esse estudo, acesse: https://www.mundodomarketing.com.br/ultimas-noticias/37075/jovens-da-geracao-z-nao-se-prendem-a-modelos-nem-padroes-de-beleza.html?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=news+17.01.17