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Pagin casos macabre casos antigos e recentes que nao tem como deixar na historia pela crueldade e mentes diabolicas dos

CASO MATSUNAGAO casal se conheceu em 2004, através de um site de relacionamentos, o qual Elize utilizava para se oferece...
11/04/2021

CASO MATSUNAGA

O casal se conheceu em 2004, através de um site de relacionamentos, o qual Elize utilizava para se oferecer como pr******ta. Marcos, era casado, mas manteve relacionamento extraconjugal com Elize durante três anos, até que decidiu se divorciar para casar com a moça, em 2009.

Discussões entre o casal vinham acontecendo desde alguns anos antes do crime 2012, sempre por motivos passionais. Elize acreditava estar sendo traída e confirmou o fato ao contratar um detetive particular para seguir Marcos Kitano. A descoberta da traição, segundo a própria assassina confessa, teria sido a motivação para o crime. Abaixo, a sequência de fatos que antecederam o homicídio:

Início de maio de 2012: Elize procura um advogado para discutir sobre um possível divórcio. A mulher desejava saber com o que f**aria caso se separasse de Marcos e que direitos lhe eram reservados.

Na semana de 13 de maio de 2012: Elize contrata um detetive particular para seguir Marcos.

17 de maio de 2012: Elize viaja para a sua cidade natal, Chopinzinho, no interior do Paraná, para visitar sua mãe e apresentá-la a neta, filha do casal Matsunaga. À noite, Elize recebe informações do detetive particular, que confirmara a traição. Ele a manda imagens em que Marcos se encontra com uma pr******ta no centro de São Paulo.

18 de maio de 2012: Ainda em Chopinzinho, a mulher recebe mais informações do detetive, Marcos jantara com a mulher com quem foi filmado no dia anterior.

19 de maio de 2012: Marcos Kitano busca Elize no aeroporto, a partir daí, começam os eventos registrados pelas câmeras de segurança do prédio onde a família morava.

Assasinato

Marcos Kitano desce para buscar uma pizza

A sequência de fatos a seguir foi registrada por câmeras de segurança do prédio onde o casal vivia nos dias 19 e 20 de maio de 2012. Elas foram fundamentais para que o crime fosse desvendado e permitiram acompanhar os últimos momentos de Marcos Kitano vivo:

Às 18h30min do dia 19 de maio de 2012: Marcos, Elize, a filha do casal e uma babá sobem de elevador até a cobertura onde o casal vivia. Eles acabavam de chegar do aeroporto, de uma visita que Elize fez à cidade de Chopinzinho.

Às 19h40min do dia 19 de maio de 2012: a babá deixa o apartamento, nele agora estão ap***s o casal e a filha de um ano. Segundo o depoimento de Elize à Polícia, foi nesse momento que iniciou-se uma discussão entre ambos, quando ela revela que descobrira a traição.

Às 19h30min do dia 19 de maio de 2012: Marcos desce pelo elevador até o térreo para buscar uma pizza. Ele está aparentemente tranquilo e falando ao celular com seu pai. Essas foram as últimas imagens de Kitano vivo.

Depois das 19h30min do dia 19 de maio de 2012: segundo Elize, depois de Kitano voltar, o casal retomou a discussão. Marcos a teria ameaçado dizendo: "vou te mandar de volta para o lixo de onde você veio". Afirmou também que se ele pedisse o divórcio, a filha do casal f**aria com ele, alegando que a guarda não seria dada a uma "pr******ta".

Entre as 19h30min do dia 19 de maio de 2012 até as 11h30min do dia 20 de maio de 2012: Elize assassina Marcos Kitano com um tiro na cabeça a queima-roupa de cima para baixoe esquarteja seu corpo em seis partes; cabeça, braços, tórax e pernas. Depois disso os coloca em s**os plásticos que vão dentro de uma mala preta.

Às 11h30min do dia 20 de maio de 2012: Elize deixa o apartamento carregando as três malas onde estava o corpo de Marcos Kitano.

Ocultação

O corpo de Marcos Kitano foi jogado na beira de uma rodovia em Cotia, próximo a São Paulo, no mesmo dia do crime, 20 de maio de 2012. As primeiras notícias sobre a descoberta do corpo vieram em 23 de maio de 2012 e a partir de 4 de junho de 2012, portanto 15 dias após o crime, quando se deu a identif**ação do corpo, o caso começou a ter destaque na imprensa brasileira, que dava notícias sobre a evolução das investigações sob os títulos de "caso Yoki", o mais usado, e "caso Marcos Kitano".

23 de maio de 2012: são descobertos os restos mortais de um "homem asiático" na beira de uma estrada em Cotia. A primeira grande rede de televisão a noticiar o fato foi a Rede Bandeirantes, destacando o caso como um "crime macabro".

1 de junho de 2012: políciais militares da região começam a ser investigados pelo Departamento do Homicídios e Proteção à Pessoa como suspeitos do crime. Nesse momento, ainda não havia a informação de que o corpo era de Marcos Kitano.

4 de junho de 2012: o corpo é identif**ado como sendo de Marcos Kitano, dado como desaparecido desde o dia do crime.À noite, depois de análises das imagens das câmeras de segurança do prédio em que morava o CEO, deu-se como suspeita Elize Matsunaga, sendo detida sob prisão temporária de cinco dias (posteriormente estendida como prisão preventiva). A informação foi divulgada por Jorge Carrasco, diretor do DHPP. Tal prisão foi motivada pelo fato de Marcos entrar no apartamento, porém não sair e de Elize deixar o prédio com três malas. A partir desse dia, o caso começou a ter ampla cobertura da mídia. O DHPP ainda trabalhava com a hipótese de o CEO ter sido assassinado por policiais militares, as investigações avançavam em sigilo.Elize ficou detida na 97ª DP.

“Nem sei se ele tinha segurança e não sei se estes seguranças dele eram policiais militares. O que posso dizer é que estamos investigando todas as possibilidades. Uma delas é a de crime passional.”

5 de junho de 2012: o advogado da família do empresário, Luiz Flávio Borges D’Urso, afirma acreditar que o crime foi praticado por mais de uma pessoa, ele disse: "é pouco provável que uma única pessoa tenha realizado todo a preparação, execução, o homicídio, o esquartejamento e a manutenção dos pedaços". O delegado responsável pelo caso, Mauro Dias, diz que a polícia agora foca-se na hipótese de crime passional. Segundo ele, existiam evidências de uma traição por parte do empresário. No apartamento do casal, a polícia encontra s**os plásticos iguais aos que estavam o corpo de Marcos, também é encontrada uma grande quantidade de armas, sendo uma do mesmo calibre que matou o empresário, uma calibre .380. Elize é transferida da 97ª DP até a cadeia de Itapevi, na grande São Paulo.

“Me parece que a vítima era colecionador. Ela entregou algumas armas na Guarda Civil Metropolitana para destruir essas armas e uma das armas é o calibre do tiro que a vítima levou.

DEPOIMENTO DE ELIZE
6 de junho de 2012: Elize presta depoimento ao DHPP e confessa o crime. A mulher, que até então, tinha negado qualquer envolvimento com o assassinato, deu detalhes de como cometeu o crime. Apesar de não ter citado nenhuma outra pessoa, a polícia ainda suspeitava da participação de alguém para ajudá-la a esquartejar e abandonar o corpo. Elize contou à polícia que o assassinato ocorreu depois de uma briga que ambos tiveram causada por uma traição de Marcos. Ela disse que atirou na cabeça do marido e deixou o seu corpo num quarto da casa por dez horas para, então, esquartejá-lo quando já estivesse em situação cadavérica e portanto, com o sangue coagulado. Ela disse que o levou para o banheiro da empregada, cortou os membros inferiores, superiores e o decapitou com uma faca de 30cm que estava na cozinha.A polícia encontrou as provas da traição de Marcos, fotos e vídeos que o detetive contratado por Elize tinha feito.Começou a ser feita, no final da noite, a reconstituição do crime para comprovar a versão de Elize.

7 de junho de 2012: peritos concluem a reconstituição do crime e confirmam a versão de Elize sobre como matou o CEO e o esquartejou. A reconstituição foi acompanhada pela mulher e durou aproximadamente seis horas.A Secretaria de Segurança Pública solicitou a prorrogação da prisão temporária de Elize.Após ouvir o depoimento da babá que foi ao apartamento quando o empresário já estava morto, o delegado responsável pelo caso afirmou que o caso estava "praticamente encerrado".

“O depoimento da babá não acrescentou praticamente nada. Ela não teve nenhum envolvimento com o ocorrido.”

8 de junho de 2012: a filha do casal f**a sob a guarda de uma tia de Elize. A família de Marcos Kitano diz que não pretende entrar na justiça para disputar a guarda da filha do casal, que à época, tinha ap***s um ano de idade.A Polícia Rodoviária Federal disse ter parado Elize na rodovia SP-127 e a multado por estar com o licenciamento do veículo vencido há quase um mês. Segundo a PRF, o carro não foi revistado porque tratava-se de uma abordagem administrativa. O Jornal Nacional noticiou que Elize seguia rumo ao estado do Paraná, mas que desistiu da viagem após ser abordada e voltou em direção a São Paulo, deixando o corpo do empresário numa estrada em Cotia. A defesa de Elize disse que o crime não foi premeditado e que a mulher temia perder a guarda da filha. O advogado de Elize, Luciano de Freitas, disse que considera a prisão de Elize até o julgamento desnecessária, ele disse: "se ela quisesse ter fugido, ela teria fugido nesses quinze dias"

JULGAMENTO
JAMAIS FIZ POR CRUELDADE '

Elize contou que atirou após ouvir o marido dizer que ela perderia a guarda da filha. “Quando ele [Marcos] falou que..., ele falou que ia me internar. Quando ele falou que eu não ia mais ver minha filha (...) Eu não aguentei.”
“Eu tava [sic] com medo dele”, falou Elize, que conheceu Marcos na época em que também foi garota de programa. Depois do crime, ela colocou os pedaços do corpo em s**os e malas e os espalhou em Cotia, na Grande São Paulo e na capital. À época, mentiu sobre o sumiço do marido, dizendo que ele tinha fugido com uma amante. Só confessou o crime dias depois à polícia. Em seguida foi presa

“Eu queria falar que eu não queria matar o Marcos. Jamais fiz com crueldade. E se isso... se eu tiver mentido, que Deus me castigue da pior forma possível”, falou Elize, que juntamente com sua defesa, conseguiu convencer a maioria dos jurados de que não matou o executivo com crueldade e por motivo torpe, como acusava a promotoria.

Para a promotoria, Elize cortou Marcos - começando pelo pescoço - quando ele ainda estava vivo. Já a defesa da viúva, feita pelos advogados Rosello Soglio e Luciano e Juliana Santoro, sustenta que a vítima já estava morta quando foi esquartejada.
Elize falou que começou a esquartejar Marcos pelos joelhos e, por último, cortou o pescoço. “Infelizmente a única forma que eu encontrei foi cortá-lo. Infelizmente”, disse ela, que relatou ter f**ado com medo de ser presa e f**ar longe da filha.
Ela alegou ter esquartejado o marido para se livrar do corpo e não ser presa já que estava preocupada com a filha. “A minha filha tava [sic] sozinha em casa. Podia ser que levassem ela pra algum abrigo, eu não sei”.

Durante o julgamento, Elize ficou sentada ao lado dos advogados, onde permaneceu cabisbaixa a maior parte do tempo. Ali, ela ouviu os depoimentos das 16 testemunhas, tanto da defesa quanto da acusação.
O julgamento teve início no dia 28 de novembro e terminou na madrugada do dia 5 de dezembro. O júri popular a condenou por homicídio qualif**ado por recurso que impossibilitou a defesa da vítima e destruição e ocultação de cadáver.
“[Estou] muito [arrependida]. Infelizmente eu não posso voltar no tempo. Mas se eu pudesse, eu voltaria”, disse Elize ao responder uma pergunta de sua defesa. Atualmente ela cumpre a pena em Tremembé, interior de São Paulo.

Sentença

O julgamento durou sete dias e foi um dos mais longos da Justiça de São Paulo. O júri foi formado por quatro mulheres e três homens. Eles f**aram reunidos por mais de 2h30 para definir o julgamento. O juiz Adilson Paukoski deu a sentença às 2h07
Elize ouviu a sentença já vestida com camiseta branca, calça caqui e chinelo de dedos com as mãos para trás. O juiz não permitiu que se fizesse imagens dela.
Ela foi condenada a 18 anos e 9 meses por homicídio sem chances de defesa da vítima, e mais 1 ano, dois meses e 1 dia por destruição e ocultação de cadáver. Os jurados não consideraram as qualif**adoras "motivo torpe" (por vingança e dinheiro) e "meio cruel" (que a vítima ainda estaria viva quando foi esquartejada), pedidas pela promotoria. Elize já cumpriu 4 anos e meio de prisão antes do julgamento.

Júri

Os jurados tiveram de responder às seguintes questões:

Marcos Matsunaga morreu e foi esquartejado no apartamento do casal na noite de 19 de maio de 2012?

Elize matou Marcos Matsunaga?

O júri absolve a ré pela acusação de homícidio?

Ela cometeu o crime sob violenta emoção?

Ela matou por motivo torpe porque queria se vingar do marido e buscava o seguro de vida dele e o dinheiro?

Ela deu chances de defesa para Marcos?

A acusada agiu por meio cruel e a vítima estava viva quando foi esquartejada?

O corpo da vítima foi destruído e ocultado?

Foi Elize quem ocultou o cadáver?

O júri absolve a ré pela acusação de ocultar e destruir o cadáver?

SEMI ABERTO
Elize está presa desde junho de 2012 na penitenciária feminina Santa Maria Eufrázia Pelletier, que abriga outras presas de casos de grande repercussão - como Suzane von Richthofen, condenada pela morte dos pais; e Anna Carolina Jatobá, madrasta de Isabela Nardoni. As duas já cumprem pena no semiaberto.
No regime mais brando, Elize pode trabalhar e estudar fora da unidade, com retorno à noite. Além disso, ela passa a ter direito às saidinhas

AVALIAÇÃO
Na decisão, a magistrada apontou que Elize poderia ir ao semiaberto porque preencheu os requisitos legais exigidos por lei, entre os quais comprovação de lapso temporal de permanência necessária no regime fechado - 2/5 da pena -, por boa conduta carcerária e pelo parecer favorável da promotoria.
Da condenação, a defesa da detenta disse ainda que ela abateu 460 dias de prisão por meio de estudo ou trabalho de costura que executa dentro da unidade.
"Ressalto que foi realizado exame criminológico, cujo resultado afigura-se totalmente positivo para os fins pretendidos, sendo o que se pode inferir do teor do laudo técnico apresentado, através do qual a unanimidade dos integrantes da Comissão de Avaliação atestaram a aptidão da detenta para o gozo do regime intermediário de cumprimento de pena", disse em trecho da decisão.

DEFESA DE ELIZE
"A Justiça reconheceu que Elize Matsunaga vem cumprindo de forma adequada, sempre trabalhando dentro da penitenciária e cumprindo fielmente os deveres do preso. Por isso, foi deferida a progressão para o regime semiaberto após a realização do criminológico que lhe foi completamente favorável",

CASO ELIZABETH MARTINS A adolescente de 17 anos apreendida suspeita de matar a avó e esconder o corpo na casa em que ela...
28/03/2021

CASO ELIZABETH MARTINS

A adolescente de 17 anos apreendida suspeita de matar a avó e esconder o corpo na casa em que elas viviam, em Belo Horizonte, se passou pela vítima desde quando teria cometido o crime, em janeiro do ano de 2019
Ainda segundo a corporação, a suspeita chegou a fazer uma festa na casa mais de um mês após o crime. Conforme a ocorrência, a jovem é filha de uma mulher adotada pela vítima, que também teria criado a adolescente.
Vizinhos do condomínio afirmam que o mal cheiro era forte ao redor do imovel e festas eram frequentes por adolescentes
A equipe da criminalistica achou o corpo enrolado no lençol dentro do quarto com golpes de facas,a porta do quarto estava vedado com um pano impedindo que o odor se alastrase. tudo leva a crer que a neta ja pranejava esquartejar o corpo para retirar com facilidade do local pois ja estava a meses em decomposição

Segundo informações fornecidas pela Polícia Militar, a jovem teria saído de casa na tarde para se divertir e pular Carnaval com os amigos, enquanto o corpo da mulher apodrecia em um quarto desde janeiro.

Segundo o tenente Resende, da PM (Polícia Militar), a jovem confessou o assassinato e relatou que usava o celular da avó para responder mensagens enviadas por familiares e, assim, evitar que o crime fosse descoberto.
— Segundo ela mesma, ela levou a vida normalmente durante dois meses. Inclusive fez festas na casa, levou amigos, utilizou o celular da avó para ninguém desconfiar.

Crime
O corpo de Elizabeth Martins Augusto Amorim, de 57 anos, foi encontrado no quarto dela, em avançado estado de decomposição, nesta segunda-feira 4 de Março de 2019. A mulher vivia com a neta em um condomínio de classe média alta, na região da Pampulha, em Belo Horizonte.

Uma das filhas da vítima, que não via a mãe há dois meses, foi quem acionou a polícia. A casa estava revirada, com vários objetos fora do lugar.

— A filha não conseguia entrar na casa, chamou um chaveiro, percebeu que a casa estava bagunçada e com odor forte. O corpo foi encontrado no quarto enrolado em um lençol.

Dentro da banheira da suíte, foi encontrada uma faca, possivelmente usada para cometer o crime. A janela estava fechada e a porta trancada, isolada com uma lona. No porta-malas no carro da vítima, havia um lençol sujo de sangue.
De acordo com a PM, a adolescente relatou que se desentendeu com a avó, que é considerada mãe de criação, quando chegou de uma festa durante a madrugada.
— Segundo a jovem, a avó estava com uma faca. Ela disse que tomou o objeto da avó e a esfaqueou três vezes, entrou em desespero e tentou ocultar o corpo.
Os filhos de Elizabeth relataram à polícia que a neta e a avó tinham uma boa relação. A vítima recebia uma pensão de cerca de R$ 30 mil, do ex-marido falecido, que era coronel da corporação. A jovem era responsável por administrar as contas da casa.
— Ela cuidava das questões financeiras da vítima, inclusive usando cartão dela.

Um oficial da PM contou que de acordo com as investigações, a suspeita se relaciona com um morador da favela do Índio, no bairro Santa Mônica, na região da Pampulha. “Em suas redes sociais têm muitas fotos dela na favela do Índio. Ela mesma marcava a localização”, contou.
MOTIVAÇÃO
Raul Amorim, filho da vítima, conta que a mãe tinha confiança na jovem e que a garota sabia as senhas dos cartões de banco da mulher. Amorim acredita que o crime teria acontecido após a menor ter gastado cerca de R$ 40 mil da conta de Elizabeth.

As investigações seguem com a Polícia Civil, que apura a participação de outras pessoas no crime. Em depoimento, a jovem disse que agiu sozinha.

Familiares da jovem detida após confessar ter matado a avó em Belo Horizonte, em março de 2019 , denunciam que a autora confessa do crime está fazendo publicações ameaçadoras em uma rede social, mesmo estando reclusa em um Centro de Internação para Menores.

Na página pessoal, a garota diz que a liberdade esta próxima e diz que “quem riu na sua ida, vai chorar na sua volta”. Em outra postagem, a jovem diz aguardar ansiosamente o ano de 2020 e que está ”mais doida que antes”.

EM NOTA SECRETARIA SE PRONUNCIA
"A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), por meio da Subsecretaria de Atendimento Socioeducativo (Suase), informa que a adolescente cumpre medida de internação em Belo Horizonte. Por motivos de segurança, não informamos em qual unidade.
Jovens em cumprimento de medidas socioeducativas eventualmente recebem, por determinação judicial, autorização de saídas para atividades educativas e de saúde. Durante as saídas, os adolescentes permanecem acompanhados por familiares, tendo o dever de retornar à unidade nas datas e horários estipulados pela Justiça.
Nas saídas e nos retornos às unidades, os adolescentes são revistados pelos agentes socioeducativos. A Suase esclarece que não foi encontrado com a adolescente mencionada nenhum celular. Também não foram encontrados celulares durante as revistas realizadas constantemente nos alojamentos da unidade onde ela se encontra."

Edt.sem fotos da vitima

Caso Izaque FurlanIzaque tinha 6 anos era uma criança alegre gostava de brincar como qualquer outra criança,ele teria um...
22/12/2020

Caso Izaque Furlan
Izaque tinha 6 anos era uma criança alegre gostava de brincar como qualquer outra criança,ele teria uma deficiência no pezinho mas nada que o impedisse de andar

Desaparecimento
No dia 25 de agosto de 2017 uma comunidade simples onde morava izaque em uma região metropolitana de Curitiba,em relado de vizinhos da comunidade falaram ter visto o menino em uma esquina em uma pedra logo pela manhã outros disseram ter visto Izaque falar com a ex babá que cuidava tempos atrás onde ela relatou aos vizinhos que teria dado dinheiro para o menino subir a uma panif**adora e afirmou ter dado 2 reais para o menino comprar uma p**a a família pediu a ajuda de vizinhos para encontrá-lo e chamou a Polícia Os investigadores do Serviço, da Polícia Civil, começaram a trabalhar no caso logo que o desaparecimento foi informado.
A mãe de Izaque esteve na Delegacia de Almirante Tamandaré para registrar um Boletim de Ocorrência (B.O.) sobre o desaparecimento

Suspeita
Interrogada Ana maria Gouveia de 19 anos ex babá do menino que Antes de ser presa, a vizinha chegou a dar entrevistas a imprensa dizendo que havia pedido para o menino ir até uma panif**adora comprar pão.se contradisse para a mãe de Izaque afirmando que teria mandado na panif**adora de baixo
Sendo assim teria um segundo suspeito que seria seu companheiro que ja teria passagem por estrupo da sua própria filha

Interrogada
Ana continuava na mesma tese em depoimento falando que teria mandado na panif**adora de cima mas precionada ela foi esclarecendo o fato doque teria acontecido confessando o crime diz ,chamou Izaque na sua casa onde defiriu tijoladas de concreto na cabeça e o esrrangulou com um fio de luz seu companheiro foi indiciado suspeito de participação no assassinato
Ana tambem foi indiciada por estelionato onde ela estava a 2 anos recebendo o benefício de aposentadoria de Izaque pela deficiência no pezinho pois anos antes falou a mae de Izaque quando ela era ainda babá que resolveria conseguindo o benificio que seria de 800 reais assim conseguindo a assinatura em uma procuração da mae e iria contatar um advogado e falava que esse advogado teria cobrado 400 reais pelo caso onde mãe de izaque teria dado esse dinheiro mas nada resolvido.
Ela também teria usado a documentação da família, que é beneficiária do programa Bolsa Família.
A mãe achava que não conseguia sacar por causa de um problema no banco. Ela é muito humilde”, explica o delegado.
Mae de Izaque era catadora de papel

Prisao
A prisão por estelionato motivou a polícia a revistar a casa da suspeita o
corpo do menino de 6 anos, , que desapareceu durante a manhã, foi encontrado no início da tarde no mesmo dia do desaparecimento dentro de uma mala, no forno da casa da mãe da Ana ja presa por estelionato e agora homicídio

Motivação
Diz Ana que a motivação foi por vingança pois ela havia contratado um serviço de tv a cabo e usando o nome da mae de izaque onde descubriu quando venho o técnico cortar e assim ela descubrio e a confrontou deixando ana com raiva.Ana diz que claudinei seu companheiro teve participação o estrangulou e dando um nó carioca que só ele sabia dar esse nó onde ele nega nao ter participado

Juri popular
25 de abril de 2019 a ré no processo Ana maria foi condenada a 22 anos e 9 meses por homicídio qualif**ado por motivo torpe e meio cruel pel dissimulação onde 21 anos pelo homicídio e 1 ano e nove meses por ocultação ocultação de cadáver advogado de Claudinei diz que unicas denúncia partiam da propria ana Segundo ele, “Num primeiro momento ela assumiu a total responsabilidade. Depois ela tentou dividir a culpa com o Claudinei. E em um terceiro momento, ela negou tudo e colocou toda culpa nele. Porém, diante de todas as provas apresentadas, ficou provado que foi ela que cometeu o assassinato e o Claudinei foi absolvido”.
Preso preventivamente há um ano e oito meses, Claudinei Monteiro deixa a cadeia ainda. A família de Izaque pedia a condenação do marido de Ana Maria Goveia. O Ministério Público, procurado irá se manifestar em breve sobre o caso.

(Video no primeiro comentário)

Caso joao Hélio Joao Hélio fernandes Vieites Nascido no dia 18 de março de 2000 joao helio era estudante  da pré-escola ...
18/12/2020

Caso joao Hélio
Joao Hélio fernandes Vieites Nascido no dia 18 de março de 2000 joao helio era estudante da pré-escola particular do rio de janeiro onde cursava o primeiro ano do ensino fundamental tinha 6 anos na epoca do fato

e João Hélio, de seis. Ao parar seu carro em um semáforo, foi rendida por três homens armados, que a abordaram dando ordem para que eles saíssem do veículo. O assalto ocorreu na rua João Vicente em Oswaldo Cruz, Zona Norte. No veículo estavam uma amiga da família e o filho João Hélio no banco traseiro. A filha adolescente viajava ao lado da mãe no banco dianteiro. No momento do assalto, a mãe, sua filha e a amiga conseguiram abandonar o carro. Ao sair, Rosa percebeu que João Hélio não havia conseguido se soltar do cinto de segurança e tentou soltá-lo. No entanto, os bandidos partiram em alta velocidade com o menino preso pela barriga ao cinto de segurança. João Hélio foi arrastado pelo lado de fora do veículo por sete quilômetros, passando pelos bairros de Oswaldo Cruz, Madureira, Campinho e Cascadura. Motoristas e um motociclista que passavam no momento sinalizaram com os faróis. Os ladrões ironizaram dizendo que "o que estava sendo arrastado não era uma criança, mas um mero boneco de Judas", e continuaram a fuga arrastando o corpo do menino pelo asfalto. Segundo testemunhas, moradores gritavam ao ver a criança sendo arrastada pelas ruas. Os criminosos abandonaram o carro na rua Caiari, uma via sem saída no bairro de Cascadura, com o corpo do menino pendurado do lado de fora. O corpo do garoto ficou irreconhecível. Durante o trajeto, ele perdeu os dedos das mãos, os joelhos e a cabeça.

Perseguição
Durante parte do trajeto, os bandidos foram seguidos por um motociclista que presenciou o momento do roubo. Ele levou os policiais até a rua Cerqueira Daltro, próximo a um supermercado. Ali estavam parte da cabeça da vítima e massa encefálica, que foram recolhidas e colocadas em um s**o plástico. O crime mobilizou policiais de três delegacias e do 9º Batalhão da PM (Rocha Miranda, no subúrbio). O delegado do 30º DP (Marechal Hermes) Hércules Pires do Nascimento pediu ajuda à população para localizar os bandidos. O Disque-Denúncia começou a receber telefonemas e ofereceu, de início, uma recompensa de 2 mil reais, que posteriormente subiu para 4 mil reais, por informações que identif**assem os envolvidos.
Uma testemunha bacharel em Direito, Diógenes Alexandre, 24 anos, morador das proximidades, estava no bar da esquina das ruas Cândido Bastos com a Silva Gomes, e viu quando os bandidos passaram arrastando o corpo do menino. Segundo ele, os bandidos chegaram a parar o carro e olharam para trás. Neste momento, a princípio, algumas pessoas pensaram que eles arrastavam um boneco. Mas ele e o dono do bar, viram que era uma criança, pois perceberam o sangue na lataria do carro.
Demonstrando serem conhecedores da área, os assaltantes fecharam e abandonaram o carro ao final da rua Caiari, próximo à escadaria que dá acesso à Praça Três Lagoas. Segundo testemunhas, os bandidos desceram as escadas calmamente. O bacharel em Direito disse que, ao se aproximar do carro, teve certeza de que era o corpo de uma criança. Ele e dois amigos seguiram o carro. "O barulho parecia ser de um papelão sendo arrastado", afirmou. Após assistir a cena, Diógenes ficou dez minutos em estado de choque. "Não tive nenhuma ação, só depois é que lembrei de ligar para a polícia e já era 21h40. Aí ouvi as pessoas falando que havia partes do crânio do menino na rua Cerqueira Daltro e que eles pararam em um sinal, pouco antes do viaduto de Cascadura, onde várias pessoas correram para avisar, chegaram a bater no carro, mas eles continuaram o trajeto, piscando os faróis", disse. Pelo celular avisou à polícia, que chegou pouco depois.

Repercussão
Dezoito horas após o assalto, e diante da repercussão nos noticiários que o caso teve na opinião pública, a Polícia Militar começou as prisões dos envolvidos, prendendo o primeiro: Diego. Este reconhecido pelo pai, o porteiro Kuelginaldo, que foi localizado por meio de denúncia anônima e se comprometeu a colaborar indo à delegacia e um menor com a idade de 16 anos. Eles confessaram o crime, segundo a polícia. De acordo com as investigações, Diego Nascimento da Silva, de 18 anos, ocupou o banco do carona na fuga; Carlos Eduardo Toledo Lima, de 23 anos, foi o condutor do automóvel; e o menor de 16 anos, que foi o responsável por render a mãe de João Hélio e ocupar o banco de trás do veículo Corsa prata roubado de Rosa Cristina Fernandes. Um outro homem, Tiago, chegou a ser preso, mas foi liberado em seguida por não ter sido comprovada a sua ligação com o caso.
No dia seguinte, a polícia pediu a prisão de mais dois suspeitos da morte do menino arrastado. Um dos suspeitos, o condutor do veículo, Carlos Eduardo, é irmão do menor de idade, já detido. À noite, a polícia prendeu novamente Tiago de Abreu Mattos, de 19 anos, o quarto suspeito de ter participado da tentativa de assalto. Segundo a polícia, ele juntamente com mais um quinto elemento, Carlos Roberto da Silva, de 21 anos, levaram os bandidos até o local do assalto, ambos estariam no táxi, que pertencia ao pai de Tiago, utilizado para levar a quadrilha até o local e dar cobertura à fuga. Carlos Eduardo Toledo Lima ainda estava foragido, mas foi preso horas depois. Os cinco acusados tiveram a prisão temporária decretada até 10 de março de 2007.
Testemunhas afirmaram que o carro trafegava em ziguezague e passava perto dos postes na tentativa de se livrar do corpo do menino, informou o delegado. O menor envolvido, confessou ter utilizado revólver de plástico (falso) para realizar o assalto, versão esta, discordada por Rosa Fernandes ao relatar que os bandidos, ao baterem no vidro do automóvel com as armas, produziu um ruído característico de metal em vidro.
Diego Nascimento da Silva, Carlos Eduardo Toledo Lima, Carlos Roberto da Silva e Tiago de Abreu Mattos foram ouvidos na 1ª Vara Criminal de Madureira, no subúrbio do Rio. O comandante-geral da PM, coronel Ubiratan Ângelo, confirmou, em entrevista , que não havia policiais no local do assalto. Ele reconheceu a necessidade de reforço do policiamento. Ubiratan classificou o crime como trágico e contou que o agente que foi ao local começou a chorar e não conseguiu passar a ocorrência.

Laudo
As causas da morte foram: traumatismo craniano, ação contundente (pancada), e laceração do encéfalo.

Sepultamento
João Hélio Fernandes foi sepultado no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste. O velório ocorreu na capela C da mesma necrópole
O secretário de Segurança Pública do estado, José Mariano Beltrame compareceu ao enterro. Beltrame lamentou a banalização da vida, mesma expressão utilizada pelo comandante-geral da Polícia Militar, que também esteve presente no enterro, o coronel Ubiratan de Oliveira Ângelo.
Centenas de pessoas, entre vítimas, famílias de vítimas de outros casos de violência, participaram no dia 14 de fevereiro, da missa de sétimo dia de João Hélio Fernandes, realizada na igreja da Candelária, no centro do Rio. O ato religioso foi transformado em um protesto contra a violência.
O então governador do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB), e sua esposa, Adriana Ancelmo, foram recebidos pela multidão com gritos de "Justiça". Ele cumprimentou os pais de João Hélio e permaneceu na missa durante aproximadamente 15 minutos. O secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, e o comandante-geral da PM, Ubiratan Ângelo, também compareceram à missa, que durou uma hora e meia.
O governador Sérgio Cabral voltou a defender a redução da maioridade penal e a autonomia dos estados brasileiros não só na área penal, mas em todos os segmentos. Cabral foi vaiado quando teve sua presença anunciada na missa. Ao final da missa, cerca de mil pessoas saíram em passeata pela avenida Rio Branco.

Condenação
Em 30 de Janeiro de 2008, quatro dos cinco acusados pelo crime foram condenados por latrocínio, combinado com o artigo 9º da Lei de Crimes Hediondos, a p***s que variam de 39 a 45 anos de prisão. Somadas, as p***s totalizaram 167 anos de reclusão.
Na sentença, a juíza Marcela Assad Caram, da 1ª Vara Criminal de Madureira, afirmou que "seria muita inocência" acreditar que os três jovens que estavam no interior do carro "trafegando com os vidros dianteiros do veículo roubado abertos, não ouviam o barulho alto produzido pelo constante atrito do corpo da pequena vítima contra o solo e a lataria do automóvel".
Carlos Eduardo Toledo Lima foi condenado a 45 anos de prisão, Diego Nascimento da Silva a 44 anos e três meses, Carlos Roberto da Silva e Tiago de Abreu Mattos foram sentenciados cada um com 39 anos de prisão. Apesar da decisão da juíza, mesmo com p***s entre 39 e 45 anos, constitucionalmente, o cumprimento das p***s dos réus não excederá o tempo máximo de 30 anos. A decisão é em primeira instância e, portanto, ainda cabia recurso

Liberdade

Ezequiel Toledo de Lima, irmão de Carlos Eduardo, foi condenado pela 2ª Vara de Infância e Juventude da Capital a cumprir sócio-educativa em uma instituição de jovens infratores. Após cumprir três anos em regime fechado, foi beneficiado com a progressão de regime no dia 8 de fevereiro de 2010 e foi inscrito no Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAAM) do governo federal. A inclusão de Ezequiel foi solicitada através de petição da ONG Projeto Legal, assinada pelos advogados Carlos Nicodemos, presidente da ONG, e Ana Utzeri.
Após protestos contra a inclusão de Ezequiel no PPCAAM, o Ministério Público entrou com uma representação solicitando a anulação da inclusão de Ezequiel no PPCAAM, alegando irregularidades na inclusão pelo fato de não ter sido consultado. Em audiência no dia 24 de fevereiro de 2010, o juiz Marcius da Costa Ferraz decidiu pela exclusão de Ezequiel do PPCAAM e o retorno ao cumprimento de medida sócio-educativa em regime semi-aberto por dois anos no Centro de Recursos Integrados de Atendimento ao Adolescente (CRIAAD) de Conselheiro Paulino, distrito de Nova Friburgo.
Em abril de 2011 Ezequiel voltou às ruas após decisão do juiz Marcius da Costa Ferreira concedendo-lhe o benefício de liberdade assistida.Ezequiel foi preso em 20 de março de 2012 no município de Iguaba Grande, no estado do Rio de Janeiro, acusado dos crimes de posse ilegal de arma de fogo, tráfico e associação para o tráfico, receptação e corrupção ativa. Ezequiel Toledo de Lima foi preso novamento em maio de 2019, sob acusação de furto

Liberado pela justiça
Um dos assassinos do menino João Hélio foi autorizado pela Justiça do Rio de Janeiro a deixar cadeia no dia 30 de agosto de 209
Condenado a 39 anos de prisão, Carlos Roberto da Silva ficou 10 no presídio e, agora, ganhou o direito de cumprir o restante da pena em casa.
Carlos Roberto da Silva, conhecido como “Carlinhos sem pescoço”, será monitorado em casa por uma tornozeleira eletrônica.
De acordo com sentença da Vara de Execuções Penais (VEP) do Rio, Carlos deve permanecer em casa das 22h às 6h. Nos fins de semana e feriados, ele não poderá sair de sua residência. A sentença impõe ainda outras restrição: o condenado não pode deixar o estado sem autorização judicial e qualquer mudança de endereço dentro do estado deve ser comunicada imediatamente ao órgão responsável.

Endereço

Curitiba, PR

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