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11/06/2026

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USDA REDUZ A SAFRA DE TRIGO NOS EUACHICAGO, 11 Jun (Reuters) - O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) r...
11/06/2026

USDA REDUZ A SAFRA DE TRIGO NOS EUA

CHICAGO, 11 Jun (Reuters) - O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reduziu nesta quinta-feira em 2% sua previsão para a safra de trigo de inverno do país em relação ao mês anterior, enquanto uma severa seca nas Planícies diminuiu a estimativa de produção de trigo vermelho duro de inverno para o nível mais baixo desde 1957.

O USDA projetou a produção de trigo de inverno dos EUA na safra 2026/27 em 1,030 bilhão de bushels, abaixo da previsão de 1,048 bilhão do mês passado e bem abaixo da safra de inverno do ano passado, de 1,402 bilhão de bushels.

A produção de trigo duro vermelho de inverno, a principal variedade cultivada nos Estados Unidos, foi projetada para cair para 497 milhões de bushels, abaixo da perspectiva de 515 milhões do mês passado e bem abaixo da safra do ano passado, de 804 milhões de bushels.

A queda na produção aumentou a pressão sobre os agricultores norte-americanos, que já enfrentam dificuldades com o aumento dos preços dos combustíveis e fertilizantes devido ao fechamento do Estreito de Ormuz e às interrupções comerciais causadas pelas disputas tarifárias do presidente americano Donald Trump.

A colheita de trigo está em andamento em Estados importantes para a produção de trigo, como Kansas, Oklahoma e Texas, embora alguns agricultores, principalmente em áreas do extremo oeste do cinturão do trigo, tenham encontrado pouca ou nenhuma safra para colher.

O USDA classificou apenas 25% da safra de trigo de inverno dos EUA como em boas a excelentes condições em um relatório semanal divulgado na segunda-feira, o menor índice para esta época do ano nos registros do USDA, que datam de 1986.

CONTRATOS FUTUROS DA SOJA FECHAM EM QUEDA NESTA 5ª, EM CHICAGO O mercado da soja fechou no vermelho nesta quinta-feira (...
11/06/2026

CONTRATOS FUTUROS DA SOJA FECHAM EM QUEDA NESTA 5ª, EM CHICAGO

O mercado da soja fechou no vermelho nesta quinta-feira (11), sentindo a pressão do novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), mas também refletindo a mudança de humor dos mercados após a notícia de que Donald Trump cancelou novos ataques ao Irã.

"A leitura imediata foi de redução do risco de guerra no Oriente Médio, justamente no ponto que mais vinha pressionando petróleo, dólar e ativos de risco", afirmou o analista de mercado da Royal Rural, Pedro Gomes. Perto de 15h30 (Brasília), as cotações do petróleo perdiam mais de 2,3%, levando o barril do WTI a US$ 87,95 e o brent a US$ 90,73. No mesmo momento, subiam ouro, prata e cobre, testando ganhos de mais de 1%.

Assim, as perdas do óleo de soja também se acentuaram e finalizaram o dia com mais de 1% de queda, contribuindo para a pressão sobre os futros do grão, que chegaram a registrar perdas de dois dígitos nas posições mais negociadas na parte final do pregão. As cotações chegaram a recuperar parte do fôlego e terminaram o dia com baixas de 4,25 a 7,25 pontos, e o julho cotado a US$ 11,15 por bushel, e o agosto a US$ 11,21.

O mercado se equilibrou, por mais uma sessão, entre a geopolítica, os fundamentos e o novo e morno relatório do USDA. O relatório trouxe poucas mudanças no cenário norte-americano, matendo produção e estoques finais da safra 2026/27, além do esmagamento e das exportações. Já no cenário global, a estimativa registrou uma leve queda de 441,54 para 441,34 milhões de toneladas, mas os estoques finais foram elevados de 124,78 para 124,88 milhões de toneladas.

No Brasil, os preços da soja também recuaram, diante da combinação de baixas em Chicago e da despencada do dólar frente ao real. A moeda americana perdeu mais de 1%, voltou à casa dos R$ 5,10 e também foi um fator de pressão sobre as cotações tanto nos portos, quanto no interior do país.

Fonte: Notícias Agrícolas

EL NIÑO COMEÇA OFICIALMENTEA Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) confirmou nesta quinta-feira...
11/06/2026

EL NIÑO COMEÇA OFICIALMENTE

A Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) confirmou nesta quinta-feira (11) a formação do El Niño, encerrando meses de expectativa sobre a evolução das condições no Oceano Pacífico. Com isso, o fenômeno climático passa oficialmente a influenciar o clima global e deve ganhar força ao longo do segundo semestre de 2026.

A confirmação já era esperada pelos meteorologistas. Nas últimas semanas, os indicadores atmosféricos passaram a responder ao aquecimento das águas do Pacífico Equatorial, caracterizando o acoplamento entre oceano e atmosfera que define o início do fenômeno.

"Esse anúncio já era esperado. As condições de El Niño, na prática, já estavam ocorrendo. A confirmação da NOAA apenas mostra que não estamos mais falando de previsão. O fenômeno já começou a influenciar o clima global", afirma a meteorologista Estael Sias.

El Niño de alta intensidade

Segundo a NOAA, existe 63% de probabilidade de que o atual episódio alcance a categoria de El Niño muito forte entre novembro de 2026 e janeiro de 2027. Se a projeção se confirmar, o evento poderá integrar o grupo dos mais intensos já registrados desde 1950, ao lado dos históricos episódios de 1982/83, 1997/98 e 2015/16.

Segundo a especialista, a tendência agora é de fortalecimento gradual do sistema, com pico de intensidade previsto entre outubro e dezembro.

"A partir de agora, o fenômeno vai ganhando intensidade e seus efeitos começarão a ser sentidos de forma mais clara no Brasil", destaca.

O que muda para o Brasil

Os impactos do El Niño variam de acordo com a região e a época do ano, mas alguns padrões já são conhecidos pelos meteorologistas.
No Sul do país, o fenômeno costuma aumentar os volumes de chuva e elevar o risco de temporais, enchentes e eventos extremos. O alerta ganha ainda mais importância após os desastres registrados no Rio Grande do Sul em 2024.

"Os estados do Sul entram em alerta. Depois dos eventos de 2024, a vulnerabilidade permanece elevada", ressalta Estael.

Já no Norte e em parte do Nordeste, a tendência é de redução das chuvas, o que pode favorecer períodos de estiagem mais prolongados.

No Centro-Oeste e no Sudeste, os efeitos costumam ser mais irregulares, mas há expectativa de temperaturas acima da média e maior frequência de ondas de calor.

Segundo a meteorologista, algumas dessas mudanças já começam a aparecer.

"Sentiremos na pele a redução gradual das chuvas no Norte e Nordeste, ondas de calor no Sudeste e Centro-Oeste e aumento das precipitações em áreas do Sul, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e sul de Goiás."

Fenômeno pode durar até 2027

Diferentemente de sistemas meteorológicos de curta duração, como frentes frias ou ciclones, o El Niño é um fenômeno climático de longa escala.

Ele ocorre quando as águas superficiais do Pacífico Equatorial Central e Leste permanecem mais quentes que o normal por vários meses.

Esse aquecimento altera a circulação atmosférica global, influenciando os regimes de chuva e temperatura em diversas partes do mundo.

Os modelos climáticos indicam que o fenômeno deve continuar atuando ao longo dos próximos meses e pode persistir até o outono de 2027.

Atenção do agro aumenta

A confirmação do El Niño também reforça a atenção do setor agrícola. Historicamente, o fenômeno influencia diretamente o desenvolvimento das principais culturas brasileiras, alterando o comportamento das chuvas e elevando os riscos climáticos em diferentes regiões produtoras.

Além dos impactos sobre grãos, café, cana-de-açúcar e pecuária, o fortalecimento do fenômeno poderá influenciar a disponibilidade hídrica, o planejamento das safras e os custos de produção ao longo da temporada 2026/27.

Fonte: Notícias Agrícolas

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EXPORTAÇÃO DE CAFÉ BRASILEIRO REGISTRA ALTASÃO PAULO, 11 Jun (Reuters) - As exportações brasileiras de café verde somara...
11/06/2026

EXPORTAÇÃO DE CAFÉ BRASILEIRO REGISTRA ALTA

SÃO PAULO, 11 Jun (Reuters) - As exportações brasileiras de café verde somaram 2,73 milhões de sacas de 60 kg em maio, alta de 4,2% na comparação com o mesmo mês de 2025, impulsionadas por avanço expressivo dos embarques de canéforas, enquanto as vendas de grãos arábica recuaram antes de a colheita da nova safra ganhar ritmo, informou nesta quinta-feira o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

Foi a primeira alta mensal em relação ao mesmo mês do ano anterior desde novembro de 2024, ano que o Brasil fechou com exportações recordes, o que reduziu os estoques desde então, segundo dados do Cecafé.

Os embarques de café canéfora (robusta e conilon) atingiram 601.756 sacas no mês passado, um salto de 193% ante o mesmo mês do ano passado, enquanto os embarques de arábica recuaram 11,9%, para 2,13 milhões de sacas.

O desempenho está dentro do previsto diante do cenário atual de mercado, com a transição da entressafra para a chegada da nova colheita, que começa a ganhar velocidade, disse o presidente do Cecafé, Márcio Ferreira.

"A leve alta em maio reflete a entrada de cafés colhidos já neste ano, principalmente os canéforas, que são nossos conilon e robusta, movimento que deveremos observar com os arábicas a partir dos próximos meses também", disse Ferreira, em nota.

Para os próximos meses, com a expectativa de colheita recorde no Brasil, ele acredita que o país deve elevar os níveis de café a serem remetidos ao exterior.

"O clima foi favorável na maior parte do cinturão cafeeiro e isso possibilitou uma safra com excelente qualidade, produtividade elevada e, consequentemente, bom volume. Em condições normais de temperatura e pressão, passaremos a observar crescimento dos embarques, principalmente no segundo semestre", projetou o presidente do Cecafé.

Considerando todas as formas de café, incluindo industrializados, as exportações totais do país somaram 3,09 milhões de sacas em maio, aumento de 3,6% na comparação anual. A receita cambial, no entanto, caiu 16%, para US$1,05 bilhão, pressionada pela queda de 18,9% no preço médio, para US$340,06 por saca.

No acumulado dos cinco primeiros meses de 2026, o Brasil exportou 14,745 milhões de sacas de café, declínio de 12,4% na comparação entre janeiro e maio do ano passado. As divisas com as exportações somaram US$5,552 bilhões no período, recuo de 14,6% na mesma comparação.

A queda no acumulado do ano é reflexo de uma safra menor e de exportações volumosas em períodos anteriores, explicou Ferreira.

SETOR DE SERVIÇOS CRESCE EM ABRILBRASÍLIA, Jun 11 (Reuters) - O volume do setor de serviços do Brasil cresceu +1,2% em r...
11/06/2026

SETOR DE SERVIÇOS CRESCE EM ABRIL

BRASÍLIA, Jun 11 (Reuters) - O volume do setor de serviços do Brasil cresceu +1,2% em relação a março e teve alta de 1,9% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.

EXPORTAÇÕES DE CARNE SUÍNA SÃO RECORDESAs exportações brasileiras de carne suína in natura e processada alcançaram o mai...
11/06/2026

EXPORTAÇÕES DE CARNE SUÍNA SÃO RECORDES

As exportações brasileiras de carne suína in natura e processada alcançaram o maior volume da história para um mês de maio – considerando-se a série histórica da Secex (Secretaria de Comércio Exterior), iniciada em 1997.

O setor exportou 127,9 mil toneladas de carne suína no mês, volume 7,5% inferior ao de abril, mas 8,8% superior ao observado em maio do ano passado, segundo a Secex.

O Cepea destaca que os embarques de carne suína têm se mantido em bom ritmo ao longo de 2026. Embora tenham sido registradas quedas nos volumes escoados em alguns meses, os resultados permanecem positivos na comparação anual, refletindo os esforços do setor em ampliar as vendas externas, sobretudo no primeiro semestre do ano, que tradicionalmente apresenta menor demanda internacional.

Fonte: Cepea

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EXPORTAÇÕES DE CARNE BOVINA ATINGEM RECORDESOs embarques brasileiros de carne bovina na parcial de 2026 (de janeiro a ma...
11/06/2026

EXPORTAÇÕES DE CARNE BOVINA ATINGEM RECORDES

Os embarques brasileiros de carne bovina na parcial de 2026 (de janeiro a maio) foram recordes da série da Secex, iniciada em 1997, para este período. O País exportou 1,36 milhão de toneladas nos cinco primeiros meses deste ano, volume 14,4% superior ao registrado no mesmo período de 2025 e 26,6% superior à quantidade escoada no mesmo intervalo de 2024.

Em moeda nacional, a receita obtida com as vendas também é recorde para o período e já soma R$ 40,207 bilhões na parcial deste ano, sendo 20,24% superior ao observado entre janeiro e maio de 2025 (R$ 33,44 bilhões). Segundo o Cepea, o dólar elevado e o aumento do preço pago por tonelada (R$ 29,5 mil) explicam esse resultado.

Considerando-se apenas o mês de maio de 2026, o volume embarcado somou 290,453 mil toneladas, altas de 2,5% em relação a abril/26 e de 17,2% frente a maio/25, ainda de acordo com a Secex. O preço pago em Reais foi de R$ 31.135,21/tonelada em maio, com faturamento de R$ 9,04 bilhões, 5,35% acima do verificado em abril e 28,08% superior ao de maio de 2025. Este é o maior montante mensal do ano.

De acordo com pesquisadores do Cepea, o forte desempenho das exportações, tanto em volume quanto em valor, impulsionado pelos preços historicamente elevados da proteína, reforça o papel estratégico do mercado internacional para a pecuária brasileira. Esse cenário ganha ainda mais relevância neste período de transição entre safra e entressafra, marcado por um pequeno aumento da disponibilidade de animais prontos para abate, consumo doméstico enfraquecido e maior competitividade das proteínas concorrentes.

Fonte: Cepea

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