Universo da Galina

Universo da Galina Aqui você vai encontrar histórias que parecem ficção… mas poderiam acontecer com qualquer um.
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07/06/2026

Ela fingiu perder a memória para descobrir a traição do marido — o que ela ouviu foi de arrepiar

Em “Luciana e a Memória que Nunca Foi Embora”, Luciana acorda no Hospital São Lucas depois de um acidente e encontra Marcelo, seu marido, chorando ao lado da cama. Ela lembra de tudo: das mensagens de Amanda, da traição e da participação silenciosa de Dona Teresa. Mas decide fingir amnésia para observar quem eles seriam quando acreditassem que não poderiam ser cobrados. Durante quatro semanas, Marcelo encena cuidado, Dona Teresa comemora a chance de “recomeçar do zero” e Amanda entra na casa de Luciana como colega preocupada. Em silêncio, Luciana junta provas, prepara a saída e revela: nunca esqueceu nada.

07/06/2026

Galina e o roubo vestido de lei

Galina passa meses cultivando raiz-de-fogo para proteger os menores da vila no inverno. Bode Baltazar e o Porco arrombam o portão: "O Conselho decidiu. Todas as ervas estão confiscadas para o armazém central. Você não vai querer que os filhotes sofram por egoísmo, vai?" Levam tudo. Chutam Luz. Pipo corre da porta dos fundos: "Mãe! Eles estão na encruzilhada vendendo as nossas raízes para um forasteiro! Trocaram por vinho e um relógio de ouro!" Galina vai até a encruzilhada. Chuta o cavalete da tenda do mercador. Luz crava as garras na cara do Porco. Pipo pega um galho. Galina pisa nas caixas de vinho do Bode, estilhaçando tudo. Pega seus s**os de volta. "Quem usa a palavra 'caridade' para roubar o meu suor não leva a minha colheita. Leva o meu desprezo e a marca da minha bota." Moral: não confunda ter um coração bom com ter o sangue frio. Bondade de verdade não exige que você seja capacho de espertinhos. Defenda o seu suor.

06/06/2026

DALVA E O JANTAR QUE NÃO ERA PARA ELA

Em “Dalva e o Jantar que Não Era Para Ela”, Dalva cozinha para a família inteira, mas descobre que só existem cinco pratos na mesa para seis pessoas. Enquanto Ernesto, os filhos e Dona Carmela comem, ela f**a na porta da cozinha como visita indesejada dentro da própria casa. A humilhação vira ruptura quando o celular de Ernesto revela uma mensagem de Lorrane, e Dalva encontra uma marmita com a melhor parte da carne separada para a amante. Sem gritar, Dalva pega um prato, senta no lugar de Ernesto e mostra que a mulher sem lugar na mesa está prestes a parar de servir.

06/06/2026

GALINA E O FRIO QUE NINGUÉM DIVIDIU

Em “Galina e o Frio que Ninguém Dividiu”, a primeira geada chega à vila e todos correm para a Casa da Oleira em busca de ajuda. O Porco leva a cortina pesada de Galina, a Cabra leva seu único cobertor de lã, e a Pata leva o xale que ela usava nas madrugadas. Enquanto a vila dorme aquecida pelos pertences dela, Galina passa a noite tremendo no escuro para proteger Pipo e Luz com o próprio avental amarelo. Pela manhã, os ingratos devolvem tudo reclamando. Então Pipo explode em defesa da mãe, e Galina finalmente fecha a porta para o abuso.

06/06/2026

Savi e a praga que tinha preço...

Há cinco madrugadas, a "Sombra Rastejante" cobre as hortas de pó negro; as folhas secam, a terra parece morta. O pânico toma a vila. O Porco aparece com uma carroça cheia de s**os: "Pó de calcário das montanhas do norte. Custa três moedas de prata ou duas cestas da próxima colheita." Quem pagou amanheceu com a horta verde; quem não pagou, com a horta morta. Savi observa do cipreste. Não acredita em maldição que respeita recibo. Na calada da noite, procura na beira do rio. Encontra pegadas de botas pesadas e um s**o rasgado: cinza de fogão misturada com sal grosso. De manhã, na praça, Savi joga o s**o aos pés do Porco: "A sua 'Sombra Rastejante' usa suspensórios. Sal que queima a raiz de quem não paga, jogado por quem vende a cura." As botas do Porco ainda têm cinza e sal grudados na sola. Ele foge. Moral: quando alguém gritar que o fim está próximo e que só ele tem a chave para te salvar, lembre-se — aquele que vende a cura cara demais, muitas vezes, é o mesmo que envenenou sua água na calada da noite.

05/06/2026

Galice e a chave do celeiro cheio...

Três dias de trabalho. Galice enche o celeiro com a colheita antes da geada. Cansada, mas com a mente clara. O Galo e a Pata chegam com carroça vazia e muitos s**os novos com o selo do Galo. "Viemos transferir sua colheita para meu armazém. Você descansa, nós administramos. É só nos dar a chave." Brasa rosna. Galice percebe: eles não querem ajudar — querem lucrar com seu suor, vendendo o que ela plantou. Ela passa um cadeado, guarda a chave no bolso e responde: "A esperteza do folgado é achar que o cansaço do trabalhador cega os olhos. Quem não teve coragem de sujar as p***s na lama para plantar não vai ter a chave limpa para colher." Moral: ajuda que exige o controle do que é seu não é ajuda — é confisco. O suor é seu, e o mérito também. Feche a porta e guarde a chave.

# # # HASHTAGS LADO A LADO

05/06/2026

Galina e a prima que exigia o melhor lugar...

A Prima Garnizé aparece na Casa da Oleira depois de anos sem ajudar a família. Galina cede a própria cama, dorme no chão com Pipo. A prima reclama do café ralo, exige biscoitos de madrugada. Na quinta-feira, ela chuta Luz contra a parede. Pipo se joga na frente: "Ele não é tapete pra senhora pisar! Ele é da nossa família. A senhora é só uma visita que come do nosso suor e ainda reclama do tempero!" A prima exige que Galina intervenha. Galina pega a mala, coloca do lado de fora. "Sangue é ap***s o que corre nas veias. O que faz a família é o respeito que entra pela porta. Quem levanta o pé para chutar quem eu amo perde o direito de pisar no meu chão." A porta fecha. Moral: o título de "família" não é passe livre para falta de respeito. A verdadeira família honra seu cansaço e acaricia quem você ama.

04/06/2026

Há três madrugadas, a cerca da divisa sul de Galice amanhece deslocada — a terra fértil aparece do lado de fora do arame. A vila cria lendas: "Espírito da Fronteira". O Boi Baltazar sugere que Galice recue o pasto antes que a sombra engula sua casa. Galice não acredita. Passa três horas sentada no escuro, esperando. Brasa rosna. Então ouve: barro cedendo, madeira sendo puxada. Aproxima-se e vê duas sombras: o Galo e Baltazar. Acende a lamparina. Eles tentam mentir: "Viemos verif**ar a lenda." Galice responde: "Fantasma não calça bota. Espírito não sabe enrolar arame farpado." Obriga os dois a devolverem a estaca ao lugar. Moral: o pior monstro não é o que uiva nas lendas — é o vizinho que inventa a assombração para roubar seu quintal enquanto você dorme. Acenda a luz: a maldição era só um covarde com a mão no que é seu.

04/06/2026

Galina e o convite da ingratidão...

03/06/2026

Quando o Galo manipula o ingênuo Cordeirinho a queimar as patas nas brasas em troca de castanhas, Galina surge na noite para curar a dor e entregar uma lição cortante sobre a diferença entre amizade verdadeira e exploração disfarçada,

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Descalvado, SP
13690000

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