Casos Criminais

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CASO RAFAEL WINQUESNo dia 15 de maio de 2020, Alexandra Dougokenski procurou as autoridades de Planalto- RS para prestar...
06/10/2022

CASO RAFAEL WINQUES

No dia 15 de maio de 2020, Alexandra Dougokenski procurou as autoridades de Planalto- RS para prestar queixa do desaparecimento de seu filho Rafael Winques de 11 anos. De acordo com ela, na noite anterior, o colocou para dormir e quando levantou no dia seguinte, encontrou a porta aberta e ele não estava mais em casa. Alexandra chegou a procurá-lo pela vizinhança e na casa de parentes, no entanto, ela não o encontrou e então resolveu acionar a polícia.
As autoridades iniciaram as buscas por Rafael na região e em cidades vizinhas, no entanto, não obteve sucesso nas primeiras horas e dias.
Inicialmente, os investigadores trabalhavam em três linha de investigação: a primeira era a de que Rafael havia saído sozinho no meio da noite; a segunda era de que alguém havia entrado em sua casa e o levado; e a terceira e mais consistente de todas era de que sua própria mãe havia dado um sumiço nele, uma vez que ela se mostrava apática em relação ao desaparecimento do filho.
No décimo dia de buscas, Alexandra confessou ter matado Rafael. De acordo com ela, na noite de 14 de maio de 2020, o menino estava jogando videogame e não queria dormir, e foi então que ela resolveu dar dois comprimidos de Diazepam para que ele dormisse e não a “incomodasse”. Ainda de acordo com ela, o remédio fez efeito rapidamente e então ela o levou até a cama e em seguida foi se deitar também.
Na manhã do dia seguinte quando ela se levantou, encontrou o menino morto em sua cama, e ela em um ato de desespero, enrolou o corpo em um lençol e o levou para uma casa abandonada da vizinhança, onde deixou seu corpo.
Alexandra afirmou que a morte do filho foi acidental, no entanto, o laudo pericial refutou sua versão, constatando que a causa da morte seria decorrente de estrangulamento.
Com esse laudo em mãos, o delegado interrogou novamente Alexandra e ela afirmou que as marcas do pescoço do menino se deram devido a ela ter colocado nele uma corda para arrastá-lo até o local em que desovou o corpo. Obviamente, essa versão não foi aceita e os policiais continuaram a interrogando, até que no dia 27 de junho ela confessou que ela realmente havia enforcado Rafael com uma corda de varal. De acordo com ela, após dar os comprimidos de Diazepam, o menino ainda continuava muito agitado e não querendo dormir, e ela então em um ato de desespero e extremo estresse resolveu retirar uma corda do varal e o enforcá-lo.
A partir dessa última confissão, Alexandra foi presa e acusada por homicídio quádruplamente qualificado, ocultação de cadáver, falsidade ideológica e fraude processual.
Seu primeiro julgamento foi marcado para junho de 2021, no entanto, acabou sendo adiado para novembro do mesmo ano. Em novembro, o julgamento também não aconteceu, e foi remarcado para março de 2022.
No dia 21 de março de 2022, o julgamento de Alexandra teve início, no entanto, ele durou apenas 11 minutos, pois os advogados de defesa abandonarem a audiência após uma prova que não estava nos autos não ser aceita pelo juiz.
Após esse acontecimento, Alexandra continua presa, aguardando o julgamento que deverá acontecer em abril de 2023.

CASO AILEEN WUORNOSAileen Carol nasceu no dia 19 de fevereiro de 1956 em Michigan, EUA. Seus pais o tiveram ainda adoles...
30/05/2022

CASO AILEEN WUORNOS

Aileen Carol nasceu no dia 19 de fevereiro de 1956 em Michigan, EUA. Seus pais o tiveram ainda adolescentes e a abandonaram na casa de seus avós maternos com apenas 6 meses de vida.
Seus avós já cuidavam de seu irmão Keith, que também fora abandonado anos antes.
Após ser acolhida por seus avós, seu sobrenome passou a ser Wuornos e sua vida, ficou ainda pior do que antes. Seu avô era alcoólatra e frequentemente a estuprava e a espancava.
Com 11 anos de idade, Aileen começou a trocar favores se***is por dr**as, bebidas alcoólicas e comida.
Aos 14 anos ela engravidou após ser estuprada por um amigo de seu avô. Nessa época, ela morava apenas com sua avó, que ao descobrir sobre a gravidez, a expulsou de casa.
Sem ter para aonde ir, Aileen foi para uma casa de apoio a gestantes, onde permaneceu até dar à luz a um menino, que foi posteriormente entregue a adoção.
Após entregar seu filho para adoção, Aileen passou a morar nas ruas e começou a se prostituir para conseguir sobreviver.
Com 20 anos de idade, casou-se com um homem de 69 anos. O casamento durou pouco mais de dois meses, pois o marido pediu o divórcio alegando ser constantemente agredido por sua esposa.
Após o divórcio, Aileen voltou a se prostituir e também nessa época começou a ter problemas com a polícia, sendo presa por furtos, uso de documentos falsos e disparos com arma de fogo.
No ano de 1986, Aileen foi presa por roubo, após um de seus clientes acusá-la de roubo e ameaça com arma de fogo. Ainda no mesmo ano, Aileen começou a frequentar bares homosse***is, onde conheceu Tyria More, com quem começou a se relacionar.
Mesmo após começar a namorar uma mulher, Aileen continuava a se prostituir com homens, para sustentar ela e sua parceira.
No ano de 1989, Aileen começou a cometer também assassinatos. Sua primeira vítima foi seu cliente Richard Mallory de 51 anos. Ela o matou com três tiros, posteriormente enrolou seu corpo em um tapete e o abandonou em uma clareira, fugindo com seu carro e seus pertences. No ano seguinte, ela fez outras seis vítimas, agindo sempre da mesma forma.
Nessa mesma época, a polícia já estava atrás de um Serial Killer, no entanto, a única pista que tinham, era a de que o assassino era alguém baixo, pois sempre que encontravam os carros das vítimas, o banco do motorista estava sempre ajustado para uma pessoa menor dirigir.
A autoria dos assassinatos só começou a ser revelada em 1990, quando Aileen e Tyria envolveram-se em um acidente de carro e antes da polícia chegar, fugiram do local.
Quando os policiais chegaram no local do acidente, constataram que o carro pertencia a Peter Siems, que estava desaparecido há mais de um mês. No veículo não havia nenhuma pista, no entanto, testemunhas conseguiram criar um retrato falado das mulheres que causaram o acidente.
A polícia divulgou fotos das supostas criminosas e várias ligações começaram a chegar, alegando que teriam visto as mulheres. Mesmo com diversas ligações, foi somente em janeiro de 1991 que Aileen foi presa.
Aileen foi presa, no entanto, não havia provas suficientes para incrimina-la e então a polícia concentrou-se em encontrar sua comparsa, que ao ser presa não hesitou em atribuir os assassinatos a sua companheira.
Só a confissão de Tyria não era o suficiente, então a polícia propôs a ela um acordo para que ela arrancasse a confissão de Aileen, e em troca teria sua liberdade.
Tyria aceitou o acordo e no dia 16 de janeiro de 1991, por meio de uma conversa ao telefone, Aileen confessou ter cometido 7 assassinatos, no entanto, alegou legitima defesa em todos eles.
A criminosa foi confrontada com a ligação e formalizou sua confissão, porém, enfatizou que cometeu os crimes por legítíma defesa. Além disso, afirmou categoricamente que sua namorada não teve nenhum envolvimento nos crimes.
Aileen foi julgada e condenada a pena de morte, sendo executada com uma injeção letal em 2002, com 46 anos de idade.

CASO JOSHUA MADDUXNo dia 8 de maio de 2008, o jovem Joshua Maddux saiu de sua casa no Colorado para caminhar, porém, não...
25/05/2022

CASO JOSHUA MADDUX

No dia 8 de maio de 2008, o jovem Joshua Maddux saiu de sua casa no Colorado para caminhar, porém, não retornou mais para casa. Familiares e amigos ficaram preocupados com seu sumiço e iniciaram uma busca por ele ainda no dia 8. No dia seguinte, ainda sem ter pistas de seu paradeiro, seu pai Mike acionou a polícia, para encontrarem Joshua.
Após alguns dias de buscas, o pai de Josh e as irmãs aceitaram que ele havia fugido por conta própria, pois desde o falecimento de seu irmão dois anos antes, ele havia ficado muito deprimido e falava sobre o desejo de mudar para o outro lado do mundo para começar uma nova vida, longe de seu passado.
Sete anos se passaram e um fato muito importante mudou a vida da família Maddux. O corpo de Joshua foi encontrado por um empreiteiro dentro de uma chaminé em uma cabana que estava prestes a ser demolida.
Por conta do longo tempo que o corpo estava ali, sua identidade só pôde ser confirmada pela arcada dentária. Pelo exame, o legista também classificou a morte dele como acidental, pois não havia sinais de agressão nos restos mortais. Além disso, a posição em que o corpo dele foi encontrada demonstrava uma queda acidental, como se ele tivesse tentado entrar pela chaminé e tivesse se desequilibrado e caído.
Pouco tempo após essas informações serem levantadas, o empreiteiro que encontrou Joshua fez uma contestação, afirmando que no dia em que ele achou o corpo, havia uma tela de proteção na chaminé, que impossibilitaria a queda do menino e ele ficando preso nela, não cairia ao solo. Além disso, ele afirmou que essa mesma grade que ele avistou no dia em que encontrou o corpo havia sido retirada e jogada nos entulhos da construção, pois ele havia visto ela lá.
Outra informação que ele deu foi que Josh estava vestido apenas com uma blusa fina em cima, e que as demais peças de roupa estavam dobradas e colocadas cuidadosamente na beirada da lareira, e que no dia seguinte elas também não estavam mais ali, como se alguém tivesse retirado elas de lá, eliminando os vestígios que pudessem o incriminar ou pelo menos colocar em dúvida a causa da morte de Joshua.
Além das informações do empreiteiro, a polícia recebeu uma denúncia dando conta de que no dia de seu sumiço, Joshua estava na companhia de um homem chamado Andrew Newman, que era um criminoso com acusação de assassinato e violência sexual no Novo México. Ele foi colocada como pessoa de interesse da polícia, no entanto, nunca foi interrogado sobre um possível envolvimento na morte de Joshua.
Mesmo após algumas contradições, a morte do menino continuou sendo tratada como acidental e até hoje não teve novos desdobramentos.

CASO KATHLEEN PETERSONNa madrugada de 9 de dezembro de 2001, o romancista Michael Peterson ligou para a emergência deses...
02/03/2022

CASO KATHLEEN PETERSON

Na madrugada de 9 de dezembro de 2001, o romancista Michael Peterson ligou para a emergência desesperado, informando que sua esposa Kathleen havia sofrido um acidente e estava des**ordada.
A ambulância chegou na casa do casal rapidamente, no entanto, a mulher já estava morta e não respondeu às tentativas de reanimação.
Ao ser indagado, Michael afirmou que estava no jardim quando ouviu um barulho vindo do interior de sua casa. Quando entrou na sala, encontrou a esposa caída no chão ao lado da escada e ele imediatamente chamou o socorro.
A versão relatada pelo marido não foi bem aceita, uma vez que os ferimentos de Kathleen não correspondia a uma simples queda, pois tinha diversas lacerações na cabeça e no corpo, algumas recentes e outras um pouco mais antigas.
Como havia sido a última pessoa a ver Kathleen com vida, Michael foi colocado como suspeito número um e o centro da investigação do suposto assassinato.
O corpo da mulher passou pela autópsia e foi determinada que a causa da morte de deu em decorrência de diversos golpes na nuca. Além disso, foi possível identificar também que ela sangrou por cerca de 90 a 120 minutos antes de morrer, o que derruba a tese do marido de que ligou imediatamente para a emergência.
A polícia levantou imagens de câmeras de segurança da região para tentar identificar a entrada de uma terceira pessoa na residência, no entanto, elas não revelaram a entrada de mais ninguém na noite do assassinato.
Sendo assim, Michael foi preso e levado a julgamento. A promotoria defendeu a tese de que ela foi agredida por um objeto contundente por diversas vezes até ser morta e que depois disso, foi deixada sangrando por no mínimo duas horas antes de ser socorrida. A promotoria afirmou também que o objeto cortante com o qual Kathleen foi morta era o atiçador de fogo da lareira, que correspondia com os ferimentos da vítima.
Além disso, a promotoria relacionou Michael a outro caso parecido no ano de 1985, quando a mãe biológica de suas filhas foi encontrada morta em sua casa após uma queda da escada. Coincidentemente, Michael foi a última pessoa a vê-la com vida.
A semelhança entre os casos foi levantada, no entanto o primeiro havia sido tratado apenas como um acidente doméstico e não assassinato. Pela opinião pública, Michael era culpado dessa morte também, mas legalmente isso não foi sustentado, pois não havia provas técnicas que o ligasse a primeira morte. A população totalmente convencida da autoria dos dois crimes, apelidou Michael como o maníaco da escada.
Michael foi condenado no ano de 2003 a prisão perpétua, pelo assassinato de Kathleen. No ano de 2011, após diversas apelações, esse julgamento foi cancelado após sua defesa conseguir desqualificar uma testemunha de acusação por cometer perjúrio.
Ele continuou preso, no entanto, no ano de 2017 ele recorreu a uma apelação judicial chamada Alford plea e conseguiu obter a sua liberdade.
O assassinato de Kathleen é considerado até hoje um dos casos mais enigmáticos por não haver uma confissão e nem detalhamento da dinâmica do crime.
O caso Peterson deu origem a uma série documental chamada Staircase no ano de 2004, contando inicialmente com 8 episódios, sendo lançados 2 outros episódios no ano de 2013 e os últimos no ano de 2018, após a libertação de Michael.

CASO ELIZABETH FRITZLElizabeth Fritzl nasceu no dia 8 de abril de 1966 na Áustria. No dia 28 de agosto de 1984, seu pai ...
11/04/2021

CASO ELIZABETH FRITZL

Elizabeth Fritzl nasceu no dia 8 de abril de 1966 na Áustria. No dia 28 de agosto de 1984, seu pai Josef pediu para que ela o ajudasse a carregar uma porta que estava no porão, ela então foi ajudá-lo, porém quando chegou lá, ele a trancou e a tornou sua refém. Ainda no mesmo dia, a mãe da menina estranhando seu desaparecimento resolveu contatar a polícia informando que a família havia sumido.
A polícia já procurava a menina há mais de um mês sem ter nenhuma pista de seu paradeiro, até que Josef levou até a polícia uma carta escrita pela filha, alegando que ela havia saído de casa para ir a uma espécie de retiro religioso, e que de lá iria embora com alguns amigos e não mais voltaria. A polícia ainda assim demonstrou interesse em procurá-la, porém o pai insistiu para que respeitassem a vontade da filha, que não queria mais morar com eles. Sendo assim, as buscas foram encerradas e o caso foi arquivado.
Josef que obrigou Elizabeth a escrever a carta viu seu plano dando certo e então continuou fazendo a filha de refém. Ela foi mantida por dois anos sem sofrer nenhum dano, no entanto, ao final desse segundo ano, ela começou a ser violentada, e em decorrência disso teve sua primeira gravidez, do próprio pai. Ela gerou a criança e deu a luz, porém, com apenas 66 horas de vida o bebê acabou vindo a óbito e Josef incinerou o corpo para não deixar rastros.
Após mais dois anos, Elizabeth novamente deu a luz, dessa vez a uma menina que chamou de Kerstin. Ao longo dos anos, ela teve outras 5 crianças, em que 3 dessas permaneceram em seu cativeiro e as outras 3 foram levadas por Josef para morar na parte superior.
Como a mãe de Elizabeth não sabia do que acontecia no porão da casa, Josef obrigou Elizabeth a escrever cartas como se estivesse abandonando os filhos para os avós cuidar e depois colocava as crianças em cestas na porta da casa, simulando um abandono. Ele precisou dizer que as crianças eram de fato filhas de Elizabeth pois as crianças eram muito semelhantes a ele, e não poderia justificar dizendo que havia encontrado na rua ou algo do tipo, então melhor maneira que encontrou foi simular um suposto abandono.
As crianças que ficaram na parte superior eram tratadas com todas as regalias e cuidados, já as que ficaram no porão com Elizabeth foram tratadas da pior maneira possível por Josef, que ia alimentá-los a cada 3 dias com uma comida que mais parecia uma ração, além disso, todas as vezes que ele descia, estuprava a mulher, fazendo com que os filhos presenciassem a cena. Embora fossem extremamente mal cuidados pelo homem, Elizabeth dava todo o amor possível para os filhos, além de ensiná-los a ler e escrever, sempre fazia brincadeiras para distraí-los.
Elizabeth permaneceu em cativeiro por 24 anos, até o dia 26 de abril de 2008, quando ela foi libertada por Josef. Essa libertação só foi feita porque no dia 20, a filha mais velha Kerstin passou muito mal e ela implorou para que o homem a levasse no médico, que após muita relutância a deixou na porta do hospital sozinha. Em 19 anos, essa foi a primeira vez que a menina teve contato com o mundo exterior, então ela estava totalmente desnorteada e ao ser questionada dava respostas desconexas porém dizia que a mãe Elizabeth e seus dois irmãos viviam trancafiados em um porão. Os médicos então avisaram os policiais, que logo de imediato ligaram a menina a Elizabeth Fritzl, que havia desaparecido há 24 anos. A polícia então conversou com Josef, que desconversou e fingiu surpresa ao saber que a filha possivelmente era mantida em cativeiro. No entanto, ele sentiu que o cerco estava fechando e resolveu liberar Elizabeth, no entanto a ameaçou ficando com os filhos, dizendo que os mataria se ela contasse algo.
Com sua libertação, a primeira coisa que Elizabeth fez, foi ir ao encontro da filha no hospital. A polícia então resolveu conversar com ela, que a princípio nada quis contar pois temia que o pai fizesse algo aos filhos. A polícia então a pressionou afirmando que a protegeria de quem quer que a estivesse a ameaçando, e então ela resolveu contar tudo o que passou com riquezas de detalhes. Além disso ela relatou que não foi no cativeiro a primeira vez que o pai a estuprou, de acordo com ela, a primeira vez, foi quando ela tinha apenas 11 anos de idade. Com o depoimento, a polícia imediatamente prendeu Josef e libertou os outros dois filhos de Elizabeth.
Josef foi julgado e condenado a prisão perpétua. Elizabeth e os filhos receberam novas identidades e mudaram-se para outro vilarejo na Áustria. Elizabeth nunca quis dar entrevistas, e desde sua libertação não se tem mais notícias dela e dos filhos.

CASO FAMÍLIA WATTSChristopher e Shanann se conheceram no ano de 2010 e se casaram em 2012. A primeira filha do casal cha...
10/03/2021

CASO FAMÍLIA WATTS

Christopher e Shanann se conheceram no ano de 2010 e se casaram em 2012. A primeira filha do casal chamada Bella nasceu em 2013 e a segunda chamada Celeste nasceu em 2015.
Chris e Shanann compraram uma casa em 2013 em Frederick, Colorado. No ano de 2015, a família declarou falência com dúvidas que totalizaram cerca de 450 mil dólares. Depois disso, Christopher começou a trabalhar na Anadarko Petroleum, e Shanann começou a trabalhar em uma empresa de marketing digital.
No ano de 2018, Shanann descobriu sua terceira gravidez, dessa vez um menino, que se chamaria Nico. O casamento que passava por crises antes dela engravidar parecia ter ficado novamente a mil maravilhas, já que agora ele teria um filho, o que era seu maior sonho.
Os dois pareciam um casal extremamente feliz, no entanto, a mulher ainda desconfiava que o marido tinha relações extraconjugais e quando o questionou, ele negou veementemente, alegando que jamais havia a traído.
Com pouco mais de três meses de gravidez, Shanann precisou fazer uma viagem a trabalho e dia amiga Nickole Utoft Atkinson a acompanhou. A viagem durou apenas alguns dias, e no dia 13 Nickole deixou Shanann na porta de sua residência em segurança. Depois disso, ela não conseguiu mais falar com a amiga e na manhã do dia seguinte resolver ir até a casa dos Watts. Quando chegou lá, não encontrou ninguém lá e a casa parecia realmente estar abandonada. Ela apertou a campainha algumas vezes e sem obter resposta desceu imediatamente chamar a polícia, que em instantes chegou ao local.
A primeira ação da polícia foi entrar em contato com Christopher, que estava trabalhando, mas que ao saber da situação retornou imediatamente para casa. Ele prontamente abriu a porta para os policiais averiguarem o local, e em uma primeira vista não identificou nenhum sinal de luta na casa e nem mesmo sinais de que outra pessoa tivesse passado por ali. Ao contrário da polícia, Nickole percebeu que o celular da amiga estava em cima do balcão e achou extremamente estranho pois Shanann nunca saía sem ele.
No dia seguinte ao desaparecimento das filhas e da esposa, Cristopher foi a televisão fazer um apelo para que elas fossem devolvidas em segurança, porém, demonstrou um comportamento extremamente frio ao falar delas. Tal atitude levantou suspeita não só na polícia, mas em toda a população que o consideravam o principal suspeito. Em contrapartida, ele negava veementemente qualquer envolvimento com o sumiço, alegando que assim que Shanann chegou de viagem ele saiu para trabalhar e depois disso não teve mais contato com ela e as filhas.
Dois dias após o desaparecimento, Christopher foi convidado a realizar o teste de polígrafo, e ele imediatamente aceitou sem hesitar. Como já era esperado pela polícia, ele falhou no teste, tornando-se culpado pelo desaparecimento da família. Os investigadores que já tinham quase certeza de que ele havia sumido com a mulher e as filhas, teve a confirmação e então decretou a prisão dele. Logo após esse fato, Christopher decidiu confessar o que havia feito, no entanto pediu para conversar com seu pai antes, pedido esse que foi atendido.
Após a conversa com o pai, Christopher confessou ter assassinado Shanann, no entanto negou ter matado as filhas. De acordo com ele quem havia matado as meninas havia sido a esposa (após ele pedir o divórcio) e ele em um momento de raiva a estrangulou. Após matar a mulher, ele a colocou no carro junto das filhas e a levou até um dos locais de armazenamento de petróleo da empresa que trabalhava.
Os corpos das meninas foram encontrados dentro de um tanque de óleo, já o de Shanann estava enterrado dentro de uma cova rasa próximo ali mesmo.
No dia 21 de Agosto de 2018, Christopher foi formalmente acusado por 3 assassinatos, pois a versão de que quem havia matado as meninas teria sido a esposa, não convenceu a polícia. Além dos assassinatos, ele foi acusado de interrupção ilegal de gravidez e ocultação de cadáver.
Na primeira audiência, ele teve sua fiança negada, no entanto, na segunda a teve fixada em 5 milhões de dólares, sendo obrigado a pagar 15% do valor para ser libertado, o que foi feito no dia 01 de setembro.
Pouco antes de seu julgamento, Christopher confessou os 3 assassinatos. De acordo com essa nova versão, ele teria matado Shanann no quarto do casal, e logo em seguida as meninas que ouviram o barulho perguntaram a ele o tinha acontecido e ele apenas respondeu que a mamãe teria desmaiado e que teria que levá-la ao hospital. Depois disso, levou o corpo da mulher até a caminhonete de trabalho e colocou as meninas sentadas no banco e partiu em direção ao depósito da empresa. Quando chegou lá, enterrou o corpo de Shanann e com o auxílio de um cobertor sufocou as filhas até a morte. Já em seguida jogou seus corpos dentro do tanque de óleo e retornou para casa como se nada tivesse acontecido, para esperar dar sua hora de ir trabalhar.
Christopher foi condenado no dia 19 de novembro e a pedido da família de (que não queria mais mortos) não foi sentenciado a pena de morte e sim a 5 perpétuas, sem possibilidade de liberdade condicional. Além disso, teve adicionado a sua pena 48 anos por interrupção ilegal da gravidez de Shanann e mais 36 anos por ocultação de cadáveres. Christopher que estava respondendo em liberdade, teve sua fiança revogada imediatamente e foi preso.
Como Shanann suspeitava, Christopher tinha uma amante, que inclusive foi investigada por ser uma possível cúmplice, no entanto nada apontou que ela tenha participado do crime sórdido e de fato colocou o homem como único responsável pela morte da família.
Em dezembro de 2018, Christopher foi transferido para uma prisão em outro estado pois sofreu diversas ameaças de morte. O homem que matou cruelmente toda a família, alega que é atormentado pelos assassinatos, no entanto, não demonstra nenhum tipo de arrependimento ou saudade da família, e não derrama nem sequer uma lágrima.

CASO EDMUND KEMPEREdmund Emil Kemper III nasceu dia 18 de dezembro de 1948, em Burbank – Califórnia.Sua infância foi ext...
05/03/2021

CASO EDMUND KEMPER

Edmund Emil Kemper III nasceu dia 18 de dezembro de 1948, em Burbank – Califórnia.
Sua infância foi extremamente conturbada. Sua mãe e suas irmãs a ofendiam e humilhavam constantemente. A situação se agravou ainda mais quando seus pais se divorciaram com apenas 9 anos.
Após o divórcio, Ed mudou-se para Montana com sua mãe e irmãs. Com 10 anos de idade ele confidenciou a sua irmã que estava apaixonado por sua professora, o que poderia ser aceitável para um menino na sua idade, no entanto, logo após ele soltou a seguinte frase: “só se ela estiver morta conseguirei beijá-la”, frase essa extremamente doentia, para sair da boca de uma criança de apenas 10 anos.
Nessa mesma época, ele começou a ter comportamentos estranhos, simulando mortes em câmaras de gás, decepando animais, além de demonstrar um comportamento extremamente antissocial com todos a sua volta.
Aos seus 14 anos, Kemper média 2 metros de altura e pesava mais de 100 quilos, fato que contribuiu ainda mais para sua exclusão, pois todos os colegas de sala tinham medo dele e o consideravam anormal.
Percebendo a excentricidade do filho, sua mãe resolveu transferir a responsabilidade para os avós do menino, que moravam em uma fazenda na Califórnia.
Quando chegou a fazenda, Ed ganhou um rifle do avô, que ele utilizava para caçar animais o dia inteiro.
Ao contrário do avô, a avó de Ed não gostou muito de abrigá-lo, pois sempre ficava a encarando, lhe provocando medo. Ele por sua vez também não gostou dela, pois ela sempre o repreendia por suas atitudes, coisa que seu avô não fazia.
Cansado de ser controlado pela avó, certo dia Ed atirou na cabeça dela, acreditando que seus problemas acabariam, no entanto não pensou nas consequências e acabou tendo que matar o avô também, mesmo gostando muito dele. Por esses crimes, Ed foi internado em um hospital psiquiátrico e acabou sendo diagnosticado como psicótico e paranóico.
Edmund que sempre se sentiu deslocado perante os demais, parecia ter se encontrado e escutava as histórias que seus colegas contavam (principalmente as de estupro) maravilhado.
Após algum tempo na clínica, Ed foi agraciado com 18 meses de liberdade condicional, e apesar de não ser recomendado pelos médicos, voltou a morar com sua mãe.
Ed que tinha o sonho de tornar-se policial, descobriu que isso não seria possível, pois era algo demais para a função. Aos 20 anos, ele comprou um carro um carro semelhante a uma viatura, em que geralmente dava carona para várias mulheres.
Foi exatamente nessa época, que ele começou a dar sequência aos planos macabros que planejava há anos. Ele montou em seu próprio carro um cenário propício para os crimes que planejava cometer. Tirou a antena, travou a porta do passageiro, armazenou s**os plásticos e cobertores dentro do carro, além de armas de fogo e facas.
Ed apanhava as estudantes oferecendo-lhes carona. Quando elas percebiam que ele estava desviando do caminho e o alertava, ele mostrava a armas e as ameaçava. Ele levava essas estudantes a um lugar afastado, as matava sufocando-as com um s**o plástico, acertando-as também com tiros e facadas.
Após matar sua vítima, Ed praticava necrofilia e depois levava o corpo para a casa da mãe, onde as examinava minuciosamente, cortando-as em pedaços e depois as enterrava.
Edmund sentia um imenso prazer em matar e estuprar as colegiais, no entanto, seu maior desejo era fazer o mesmo com sua mãe, o que de fato fez.
Em uma certa noite, ele adentrou o quarto da mãe e a matou com golpes de martelo, a decapitou e após cortar a cabeça dela, transou com o corpo. Mesmo tendo a matado, ele ainda continuava ouvindo a voz dela o humilhando, e então com o auxílio de uma faca arrancou as cordas vocais dela e sobre os restos mortais, despejou tudo o que havia acumulado durante anos de humilhação.
Logo após ter assassinado a própria mãe, ele ligou para uma amiga da família a convidando para jantar. A mulher achou um pouco estranho, mas mesmo assim aceitou o convite, não sabendo ela que estava sendo arrastada para a morte. Ele a matou, a estuprou e a decapitou.
Ed tinha contato com policiais pois ainda tinha o sonho de tornar-se um deles. Nas conversas ele ficava sabendo sobre os tremendos crimes que estavam acontecendo pela região (cometido por ele mesmo) e então se sentia extremamente orgulhoso por o considerarem cruel. Mesmo gostando de ouvir as histórias, Ed começou a ficar entediado por não descobrirem que ele era o autor dos assassinatos e então resolveu ligar para a polícia e confessar que era ele o responsável, inclusive levando-os até os locais que havia desovado os corpos.
Após a confissão, ele foi levado a julgamento e a manobra de seu advogado foi declarar insanidade mental, fato que não foi aceito pelo tribunal, que o condenou pelos 8 crimes que foi acusado. Ao final do julgamento, Ed foi condenado a prisão perpétua com direito a condicional.
Edmund Kemper é considerado um dos serial killers mais cruéis e inteligente dos últimos tempos com QI de 145, e ele inclusive foi utilizado como fonte de estudo para o FBI, pois ele revelava diversas características e pensamentos existentes em criminosos como ele.
Atualmente com 72 anos, Ed encontra-se preso em uma prisão na Califórnia. Ele que cumpre perpétua já teve a oportunidade de sair em condicional se nega a fazer o pedido, pois de acordo com ele, sua vida é extremamente boa e feliz na prisão.

CASO CYNTOIA BROWNCyntoia Denise Mitchell nasceu no dia 29 de janeiro de 1988 em Fort Campbell, no Kentucky. Sua mãe bio...
24/02/2021

CASO CYNTOIA BROWN

Cyntoia Denise Mitchell nasceu no dia 29 de janeiro de 1988 em Fort Campbell, no Kentucky. Sua mãe biológica, Georgina a teve com 16 anos e durante toda a gestação consumiu bebidas e após o nascimento dela a mãe começou a usar dr**as também. Incapaz de cuidar de sua própria filha, Georgina a entregou para Ellenette Brown, que a partir dali cuidou da menina como se fosse sua própria filha, inclusive lhe dando o sobrenome Brown.
Conforme o tempo foi passando, Cyntoia foi ficando cada vez mais rebelde, ficando inclusive detida em um centro de detenção juvenil entre os anos de 2001 a 2003. No ano de 2004, ela conheceu Garion McGlothen, um rapaz de 24 anos que era traficante de dr**as. A menina que na época tinha apenas 16 anos, começou a fazer uso de entorpecente e bebidas alcoólicas, abandonando a casa dos pais para viver com o namorado.
Ao longo de três semanas, eles passaram por diversos hotéis, utilizando todos os tipos possíveis de dr**as, e ele começou a prostituí-la e a agredí-la fisicamente. Cyntoia tentou por diversas vezes terminar o relacionamento, no entanto, sempre que ela tentava ela a ameaçava de morte.
No final da terceira semana, Cyntoia finalmente conseguiu fugir, chegando a um posto de gasolina, onde encontrou um homem de 43 anos chamado Johnny Allen, que a ofereceu carona em troca de favores se***is. Movida pelo desespero, ela aceitou a ajuda do homem, porém, no mesmo instante começou a se arrepender, pois já no carro ela percebeu o tom agressivo e ameaçador na voz do homem. Ao invés de levá-la para um motel, ele a levou para sua casa e de lá não mais deixou ela sair.
De acordo com Cyntoia, o homem a obrigava a manter relações se***is com ela, além de ameacá-las com o seu arsenal de armas. Uma certa noite, Cyntoia deitou-se ao lado de Johnny na cama e fingiu estar dormindo para não precisar manter relações se***is com ele, no entanto, mesmo assim ele tentou estuprá-la e só acabou desistindo por estar muito bêbado. Cansada de ser agredida e violentada, Cyntoia pegou uma das armas que o homem tinha e atirou na cabeça dele, como forma de acabar com o sofrimento que ela vinha passando. Após fazer isso ela fugiu da casa dele levando sua caminhonete e todo seu dinheiro, sendo captura pela polícia dois dias depois do crime.
Já nos depoimentos iniciais Cyntoia confessou ter matado o homem, alegando ter agido em legítima defesa, o que não convenceu a polícia pois de acordo com investigações o homem estaria dormindo na hora em que foi baleado. Outro fato que contribuiu para a anão aceitação da legítima defesa, foi ela ter subtraído bens da vítima.
Cyntoia então ficou sob custódia da polícia e foi julgada como adulta, condenada prisão perpétua, com direito a condicional somente após 51 anos de reclusão em regime fechado.
No ano de 2011 (sete após a condenação) foi lançado um documentário chamado: Me Facing Life: Cyntoia’s Story que contava toda sua história, desde seu nascimento até sua fatídica condenação.
Cyntoia estudou e se formou dentro da prisão, e conseguiu compreender todo o problema social que estava por trás de sua condenação e então começou a escrever sobre a injustiça cometida sobre ela. No ano de 2017, seu caso tomou grande repercussão nas mídias sociais, após diversas celebridades levantarem a , alegando que sua condenação havia sido totalmente injusta.
Mesmo após dois anos de grande repercussão, foi somente no ano de 2019 que o governador do Tennessee Bill Haslam concedeu Clemência judicial a Cyntoia Brown, com 31 anos de idade, no entanto essa era apenas uma liberdade condicional, que deverá ser cumprida pelos próximos 10 anos.
Após sua libertação, Cyntoia passou por um período de readaptação e logo em seguida iniciou um projeto social que dá auxílio a mulheres vítimas de violência física, psicológica e sexual.

Endereço

Fazenda Rio Grande, PR

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