05/06/2022
Parece que estou viva de novo, meninas 😎
Ontem estava conversando com uns amigos sobre os “twists” da vida e por conta disso percebi como tanta coisa mudou em tão pouco tempo.
Nessa mesma data no ano passado eu estava acabando de chegar em São Paulo de Manaus para me preparar para fazer uma cirurgia no tornozelo e já aguardando ansiosamente para ser liberada pra poder mudar para Florianópolis.
No meio disso, a pandemia me fez mudar de E para I e uma das principais consequências disso foi a reclusão. Mesmo depois que as coisas foram voltando ao “normal”, eu continuei dando sempre preferência a f**ar em casa, quietinha, fazendo as minhas coisas e mantendo as interações por meio de conversas no WhatsApp, vídeo chamadas e ligações.
Mas essa reclusão não vale apenas para as questões de interação, de convivência, mas eu, no meu íntimo, estava sem muita vontade de existir, basicamente.
Um amigo chegou a dizer que eu parecia ter morrido e só agora estava voltando a vida novamente.
Tudo isso com certeza se deve ao fato do Burnout pelo qual passei (e ainda estou superando), mas hoje, mesmo quando é difícil sair de casa, me esforço ao máximo porque meu cérebro f**a tramando contra mim e arruma mil desculpas como “em casa é mais confortável e quentinho”, “se você não sair, não vai ter que se preocupar com lugar para sentar”, “f**ando em casa você vai economizar”, “você pode ir outro dia, porque não f**a jogando hoje?”, etc.
Aos pouquinhos sinto que estou voltando a ser eu mesma, ou melhor, encontrando a minha melhor versão, onde faço as coisas pensando em mim, tendo cuidado comigo e me desafiando quando sinto que estou tentando me sabotar.
E, felizmente, não tô sozinha nessa tour.
Um obrigado especial para e @01.1010.10 (não temos fotos juntas por motivos de “não sei”), por sempre me chamarem pros rolês e por serem mulheres tão maravilhosas e companheiras 💕