Editora Karuá

Editora Karuá Por que Karuá? Karuá é o nome de uma bromélia que brota no agreste da caatinga. O que nela se d Concorda? Mediar é ser ponte, viabilizar uma ação maior. Como?

A Editora Karuá acredita que escrever ou semear é de quem não se basta e por isso transborda. Por isso propomos uma mediação entre escritor(a) e leitores. A Editora Karuá é a mediadora para que o escritor publique sua obra literária. Em princípio convidamos você, escritor(a), para um café de escuta. Queremos escutar sobre a sua obra literária. Toda história tem sua história e queremos conhecer a s

ua. Após esse primeiro contato, apresentamos a nossa proposta editorial em três fases distintas:

Análise, copidesque e revisão (os ajustes, as intervenções literárias, sugestões...) Apresentação visual de seu livro (formatos, cores, estrutura...) Estratégias de venda para o seu livro, nossa responsabilidade editorial. Além disso... Registro – ISBN, ficha catalográfica, proposta pedagógica, orientações para anexo e apêndices e muito mais! Ficou interessado(a)? Volte ao terceiro parágrafo e agende logo esse café escutatório!

Lançamento do livro “O perigo que ninguém vê”, da bibliotecária Ada Melo.O que dizer de um auditório lotado em plena sex...
02/06/2026

Lançamento do livro “O perigo que ninguém vê”, da bibliotecária Ada Melo.

O que dizer de um auditório lotado em plena sexta-feira à noite para celebrar o lançamento de um livro infantil?
O que dizer ao se ouvir tantas pessoas relatando a trajetória de vida e educação da autora?

O que dizer da presença da secretária de Educação do Município, Terezinha Holanda, de diretoras de colégio, professoras e outras autoridades confirmando cada fala da programação?

O que dizer ao se perceber a emoção do professor Nonato Costa, “culpado” pelo início do processo de editoração, ele preparou os originais e seguiu conosco como um parceiro eficaz, ao apresentar autora e obra?

O que dizer ao se ver crianças atentas participando dos momentos criativos da apresentação, como quando Ada puxou a música “Sou como as borboletas” e quem é visual, até pôde ver uns alados atravessando os limites?!

O que dizer ao se contemplar uma fila bem grandinha para a aquisição do livro “O perigo que ninguém vê?”

Que foi lindo! Que aqueceu o coração de quem participou intensamente do processo de editoração, nós.
Gratidão ao acolhimento! Logo voltaremos à bela Beberibe!

Ontem tivemos uma rica conversa com a escritora e psicóloga Meiri Cunha, autora do livro "Três Contos: Histórias que Flo...
22/05/2026

Ontem tivemos uma rica conversa com a escritora e psicóloga Meiri Cunha, autora do livro "Três Contos: Histórias que Florescem da Criança Interior". A participação dos pedagogos e também escritores Uiara Garcia e Fábio Delano trouxe dois olhares diferentes.

Uiara Garcia apresentou as variadas formas como o leitor poderá dialogar com o livro da Meiri, usando a criatividade do desenho, aventurando-se em mandalas, incrementando seu repertório de contador (a) de histórias.

Fábio Delano, doutor em Linguística, trouxe para a conversa a profundidade dos entretextos que ajudaram a compor o livro, assim como a autenticidade da autora em não temer deixar fluir sua essência nos três contos por ela criados.

Os três apresentaram suas visões sobre a Criança Interior que mora em cada um de nós, e relembraram o amor e o respeito que todas as crianças merecem e a que têm direito.

Gratidão, Meiri Cunha, por mais essa partilha literária.
O prefácio e as epígrafes são do professor Fábio Delano.
Obrigada pela parceria de sempre Uiara Garcia e Will Rodrigues (nosso designer).

O livro está à venda pela UmLivro.com.br

"O perigo que ninguém vê", da Bibliotecária Ada Melo, propõe um diálogo sobre um tema que está nas rodas de conversa de ...
22/05/2026

"O perigo que ninguém vê", da Bibliotecária Ada Melo, propõe um diálogo sobre um tema que está nas rodas de conversa de pais, educadores, irmãos mais velhos, avós... o uso das telas por nossas crianças.

“O perigo que ninguém vê” apresenta a menina Inocência, que começa a passar muito tempo usando o celular e deixando de lado a sua vida real, esquecendo os amigos da escola, não gostando mais de brincar no recreio... Tudo a irritava!

Como Inocência poderia resolver isso?

Um dia especial para se refletir sobre a pessoa que primeiro nos acolhe nesse mundo e geralmente seguirá gastando boa pa...
10/05/2026

Um dia especial para se refletir sobre a pessoa que primeiro nos acolhe nesse mundo e geralmente seguirá gastando boa parte de suas horas cuidando de seus filhos e filhas. Não importa se já são adultos, para elas, as mães, serão sempre filhos e filhas que precisam ser cuidados e amados.
Feliz Dia das Mães!

Às vésperas do dia das mães apresentamos o livro “Três contos: Histórias que Florescem da Criança Interior”, da Psicólog...
09/05/2026

Às vésperas do dia das mães apresentamos o livro “Três contos: Histórias que Florescem da Criança Interior”, da Psicóloga Meiri Cunha.

O livro traz as narrativas que ela contava para seus filhos quando eles eram crianças, mas que fazem bem em qualquer idade.

Meiri traz suas mandalas para ilustrar os contos e apresenta um desenho que ela guardou da neta Beatriz, hoje uma jovem, ao ouvir a história da vovó, que já tinha antecipado o sono da mãe, a Rita (rsrs).

O livro traz uma fonte preciosa para as epígrafes: poemas do Professor Fábio Delano Vidal Carneiro (“Aliterações”, Karuá, 2019).
Vale a pena conferir!

Vendas pelo link: https://loja.umlivro.com.br/tres-contos--historias-que-florescem-da-crianca-interior-8428128/p

Lançamento do livro “A bolsa”, Ensaios sobre a bolsa e seus simbolismos, do Psicanalista Cláudio Almeida, no Shopping Be...
30/01/2026

Lançamento do livro “A bolsa”, Ensaios sobre a bolsa e seus simbolismos, do Psicanalista Cláudio Almeida, no Shopping Benfica

Ontem tivemos a alegria de receber na galeria do Shopping Benfica familiares, amigos, e leitores do Psicanalista Cláudio Almeida.

Após a acolhida feita por Rejane Nascimento, coube à professora, escritora e articuladora do movimento literário Boraler, + Liduina Vidal, apresentar o autor.

Além de seu currículo, Liduína ressaltou o diferencial humano que salta aos olhos de quem com ele convive. O livro, "A bolsa", inclusive, nasceu dessa escutatória, como diria Rubem Alves, capaz de ouvir os ruídos, sussurros ou risos que cada alma só revela em total confiança.

Liduina partilhou a experiência que teve a partir de sua própria bolsa depois da observação feita por Claudio Almeida.

Claudio Almeida nos encantou com suas considerações sobre como cuidar da saúde mental diariamente, por que guardamos tantas mágoas desnecessárias e escondemos no fundo do coração alegrias que só vêm à tona quase a fórceps? Por que não conseguimos enxergar que a felicidade nos persegue?

Claudio deu uma dica preciosa: a cada amanhecer, escolha viver para ser feliz e já inicie sua jornada agradecendo o fato de estar vivo(a). Mas nada de querer viver como se fosse a Pollyanna (palavras dele).

Claudio enfatizou a presença da mãe, dona Samira, 91 anos, lúcida, com quem ele aprendeu a fazer biscoitos – nada é apenas o que parece.
A escritora e nossa consultora pedagógica, Uiara Garcia, homenageou o autor cantando “É preciso saber viver” e foi acompanhada pelos presentes.

A palavra foi facultada e algumas questões foram levantadas e ele respondeu prontamente, sempre com olhar humano e referências na ciência de quem o precedeu.

A fila para os autógrafos foi longa e não faltaram abraços de reencontros.
Gratidão, Shopping Benfica!

Dia 4 de janeiro é dedicado mundialmente ao Sistema Braille, que permite aos cegos ler e escrever. Foi criado pelo franc...
04/01/2026

Dia 4 de janeiro é dedicado mundialmente ao Sistema Braille, que permite aos cegos ler e escrever.

Foi criado pelo francês Louis Braille, que ficou cego aos 3 anos devido a um acidente na oficina do seu pai, que fazia selas e varios objetos de couro, precisando usar sovelas e outros instrumentos pontiagudos.

Louis perfurou o olho esquerdo, sofreu uma infecção grave que acabou por causar cegueira definitiva e total.

Longe de se deixar vencer por esse infortúnio, Louis estudou no Instituto Real dos Jovens Cegos de Paris, com o método Valentin Haüy, que não permitia a escrita, apenas a leitura.

Eram poucos os livros escritos nesse método. Louis, então, seguiu a vida estudando música e aprofundando seus conhecimentos até conhecer o capitão de artilharia do exército de Luís XIII, Charles Barbier de la Serre, que contribuiu com Louis Braille na pesquisa.

Charles possuía um sistema de sinais em relevo para transmitir ordens aos soldados, no período da noite, conhecido como “sonografia”.

Aos 15 anos, 1824, Louis já tinha desenvolvido a base do Sistema Braille; em 1838-39 já era conhecido por “grafia pontilhada”.

O sistema Braille só foi oficialmente aceito em 1843, quando o Instituto Real dos Jovens Cegos de Paris mudou sua sede, e o novo diretor oficializou o método. Com isso, o sistema começou a ser disseminado pela Europa.

Infelizmente, Louis Braille faleceu em 1852, aos 43 anos de idade, de tuberculose, contraída ainda na adolescência.
Quer saber mais? Leia "O corajoso menino torna-se príncipe na cidade luz", da escritora Elinalva Oliveira. As ilustrações são do Maurício dos Santos. Também disponível em fevereiro na versão espanhola, tradução de Flávia Larissa de Oliveira Freitas

No último dia 20, encerrando nossas atividades em 2025, participamos do pré-lançamento do livro “A bolsa: ensaios sobre ...
31/12/2025

No último dia 20, encerrando nossas atividades em 2025, participamos do pré-lançamento do livro “A bolsa: ensaios sobre a bolsa e seus simbolismos”, do psicanalista Cláudio Almeida. Esse momento finalizou o 1º Encontro de Autodescoberta e bem-estar, promovido pelo autor.

O pré-lançamento contou com a presença do público do Encontro, de médicos e professores do Hospital Universitário Walter Cantídio, além de admiradores do trabalho do escritor que também é idealizador do Espaço Viva Feliz de terapias.

Em “A Bolsa”, reflexões profundas se entrelaçam com as vivências de um terapeuta ao longo de anos de prática psicanalítica, onde o ato de abrir e manusear este objeto cotidiano se transforma em uma metáfora poderosa para o crescimento e os desafios humanos. O que se esconde nas profundezas dessa bolsa? Amarras que nos prendem, traumas que nos marcam, mas também alegrias que iluminaram o caminho.

O pré-lançamento foi uma troca de afetos, de partilha de conhecimentos, de perguntas sobre as questões que envolvem o apego-desapego; o que nos torna pesados e como nos tornarmos pessoas mais leves e que ajudem o mundo a ser um lugar menos belicoso.

Em janeiro, dia 29, teremos o lançamento pra valer no Shopping Benfica. É só aguardar...

Lançamento do livro Crônicas do Cotidiano
20/12/2025

Lançamento do livro Crônicas do Cotidiano

Quinta-feira, dia 11 de dezembro de 2025. Lançamento do livro "Confissões de Inverno", do escritor Paulo Razoni.Os amigo...
13/12/2025

Quinta-feira, dia 11 de dezembro de 2025. Lançamento do livro "Confissões de Inverno", do escritor Paulo Razoni.

Os amigos, familiares, colegas de trabalho e leitores foram chegando à medida que os ponteiros  do relógio avançavam e separavam o dia de trabalho e afazeres daquele momento literário, festivo e afetivo.

Os mais eufóricos já compravam o livro e pediam o autógrafo e a postagem que imortaliza esses instantes únicos. Eram prontamente atendidos por Razoni, espelhando alegria em dia de colheita.

Rejane fez a acolhida e em uma dinâmica animada relembrou que literatura e vida se misturam e que ninguém se assustasse se encontrasse em alguma personagem do livro muito dos ali presentes.

Em sua fala meio crua, meio emocionada, Razoni falou do processo de escrita de seu livro, iniciado em 2017, e refeito no período da pandemia para finalmente ser concluído e revelado ao público agora.

Ele agradeceu o apoio da família e dos colegas. Nada se constrói sozinho, apesar da escrita ser um exercício solitário.

Rejane e ele conversaram sobre as inspirações, a construção psicológica das personagens, as camadas tão necessárias para demistificar o dualismo simplório entre os bonzinhos e os vilões.

O professor doutor em Literatura Comparada, Wesclei Ribeiro, prefaciador do livro, citou Sartre, em "O que é Literatura", para enfatizar o cuidado do autor em sua obra para construir, "destruir, edificar, demonstrar (...) testemunhar", portanto nada é superficial, meramente intuitivo, mas meticulosamente erguido, mesmo que para depois ser desfeito. Introspecção, o tênue fio presente em "Confissões de Inverno" foi caminho pisado dos grandes, Clarice Lispector, objeto de pesquisa de Wesclei.

Tivemos palavra facultada, e alguns presentes revelaram suas curiosidades sobre  Thomas Reed, protagonista, mas o autor demonstrou certo apego a Sarah... (rsrs). Ler para conferir.

Razoni recebeu palavras bonitas de incentivo ao seu ofício. Sua mãe revelou-se sua leitora, além de admiradora.

A fila de autógrafos foi cenário perfeito para troca de ideias, reencontros, abraços. Sendo fiel ao livro, foi servido café, chocolate quente e bolo ao final do evento. E foi bom, bom demais.

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