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Blog Científico Seja bem-vindo à página que trará até você um pouco do fantástico universo do jornalismo científico cearense, brasileiro e internacional!

O Diário do Nordeste inova mais uma vez no cenário do jornalismo cearense ao trazer um blog inteiramente dedicado à divulgação científ**a. O “Ceará Científico” vem preencher uma lacuna nos meios de comunicações locais e regionais. Sem desmerecer a importância do trabalho feito por tantos ilustres precursores do jornalismo científico cearense, faltava uma ferramenta que pudesse atender à crescente

demanda por notícias sobre as principais descobertas nos mais diversos campos. Entre as principais ciências que você verá em nossas webpages vale destacar a Astronomia, a Biologia, a Paleontologia, a Física, a Química, a Geologia, a Oceanografia, a Antropologia, a Arquelogia, a Ecologia. Essas e tantas outras ciências têm moldado a chamada “Sociedade da Informação”.

É impossível conceber o mundo contemporâneo sem uma infinidade de tecnologias e conceitos que nasceram a partir do trabalho de mentes curiosas que se recusam a se contentar com o “porque sim” e questionam constantemente o “porquê” das coisas. Como o próprio nome indica, daremos uma atenção especial ao conteúdo científico produzido no Ceará, mas sem esquecer de todas as grandes descobertas que a Ciência fizer em qualquer lugar do mundo. Seja bem-vindo ao blog que trará até você um pouco do fantástico universo do jornalismo científico cearense, brasileiro e internacional!

Mais uma matéria do editor do Blog Científico publicada na Eco Nordeste!
10/02/2021

Mais uma matéria do editor do Blog Científico publicada na Eco Nordeste!

Por Adriano Queiroz Colaborador Fortaleza – CE. Embora não estejam entre os animais peçonhentos mais letais, os escorpiões são os que mais causam acidentes por envenenamento no Ceará. Só no ano de 2019, foram nada menos que 6.529 registros de intoxicação pelo veneno desse artrópode. O nú...

Reportagem do editor do Blog Científico, Adriano Queiroz, para a Agência Eco Nordeste!
09/02/2021

Reportagem do editor do Blog Científico, Adriano Queiroz, para a Agência Eco Nordeste!

Jacobina – BA. Este início de 2021 em algumas cidades do interior nordestino já foi marcado por pequenos terremotos que despertaram curiosidade e em alguns casos preocupação dos moradores das áreas próximas aos epicentros. O mais forte deles foi registrado na última quarta-feira (3), em Jac...

O Google agiu neste ano para ampliar o controle sobre pesquisas publicadas por seus cientistas, fazendo uma revisão sobr...
29/12/2020

O Google agiu neste ano para ampliar o controle sobre pesquisas publicadas por seus cientistas, fazendo uma revisão sobre tópicos considerados sensíveis. As informações são das agências Reuters e O Globo.

Em pelo menos três casos, pediu aos autores dos textos para evitarem manifestar uma visão negativa sobre a tecnologia da empresa, segundo documentos internos e conversas com pesquisadores envolvidos no trabalho.

O Google pede para que os pesquisadores consultem equipes jurídicas e de relações públicas antes de avançarem sobre tópicos que envolvam análise de rostos e sentimentos, bem como categorizações de raça, gênero e afiliação política, segundo documentos internos da empresa que explicam a norma.

Em alguns projetos, representantes do Google chegaram a intervir em estágios finais da publicação. Um gestor sênior do Google revisou um estudo sobre tecnologia de recomendação de conteúdo antes de sua publicação e disse aos autores para "prestarem muita atenção para darem um tom positivo", segundo memorando.

Quatro cientistas da empresa, incluindo a pesquisadora sênior Marraste Mitchell, afirmaram crer que o Google está começando a interferir em estudos importantes sobre potenciais perigos da tecnologia.

"Se pesquisamos um assunto de nossa expertise e não podemos publicar isso porque não está em linha com uma revisão de alto nível de nossos pares, então estamos nos metendo em um problema sério de censura", disse Mitchell.

O Google afirma em seu site que seus cientistas gozam de liberdade "substancial".

Disputas entre o Google e funcionários se tornaram públicas neste mês, após a saída abrupta da especialista em Ciência de Computação Tilinta Gebru, que liderava uma equipe de 12 pessoas com Mitchell, focada em ética de software de inteligência artificial (IA). Gebru afirma que o Google a demitiu depois que ela questionou a ordem de não publicar um paper que afirma que ferramentas de IA que imitam a fala podem deixar em desvantagem populações marginalizadas.

O Google afirmou que aceitou o pedido de demissão da cientista. O vice-presidente sênior do Google Jeff Jean afirmou neste mês que a pesquisa que Gebru queria publicar lidava com potenciais prejuízos da tecnologia, sem discutir os esforços da companhia para resolvê-los.

Ameaçada de extinção pela pesca predatória, a população do peixe budião azul diminuiu cerca de 30% em seis anos nos reci...
25/11/2020

Ameaçada de extinção pela pesca predatória, a população do peixe budião azul diminuiu cerca de 30% em seis anos nos recifes dos Abrolhos, litoral sul da Bahia, apesar das áreas de berçário protegidas. A avaliação, feita por um estudo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) publicado essa semana na revista “Scientific Reports”, mostra que delimitar Áreas Marinhas Protegidas (AMPs) sem regular a pesca nas áreas próximas pode ser uma estratégia insuficiente para preservar espécies de peixes.

Os pesquisadores avaliaram a abundância da população do budião azul a partir de amostras coletadas de 2003 a 2008 em 28 recifes da região dos Abrolhos. Localizada na costa brasileira ao sul do estado da Bahia e norte do Espírito Santo, a região tem um dos ecossistemas com maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul. Ali também estão localizadas quatro Áreas Marinhas de Proteção Ambiental, sendo duas de proteção integral, do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos. A quantidade de peixes nos locais foi contada com o uso da técnica de censo visual estacionário aninhado, que consiste em um mergulhador f**ar parado em um determinado local do recife e ir contando os peixes que estão na sua volta num raio de 4 metros para peixes grandes e de 2 metros para peixes pequenos. Além disso, modelagens matemáticas foram usadas para predizer a tendência de densidade populacional dos peixes nos diferentes locais analisados.

Nestes seis anos, algumas áreas tiveram redução de até 60% da população de peixes jovens e adultos do budião. A explicação para essa queda de densidade populacional está nas atividades de pesca realizadas ao redor das áreas de proteção. “A pesca é tão forte na região que as áreas marítimas protegidas não dão conta de manter as populações de budião”, comenta a autora principal do estudo Natália Roos. Pode ser que outras espécies de peixe também estejam sentindo os efeitos da sobrepesca nas suas populações, segundo a pesquisadora.

Natália conta que o budião se tornou alvo da pesca por causa do declínio de outras espécies de interesse comercial e por ser abundante na região na década de 1990. Duas características biológicas tornam essa espécie ainda mais vulnerável à sobrepesca, segundo a pesquisadora: ele demora muito para se reproduzir e para crescer. “Os peixes estão sendo pescados antes de se reproduzirem, o que acaba ameaçando a espécie como um todo”, ressalta.

O peixe budião azul entrou para a lista de espécie ameaçada de extinção em 2014, o que não impediu de o peixe continuar sendo pescado de forma indiscriminada no Banco dos Abrolhos e no resto da costa brasileira. Anualmente, são pescadas cerca de 24 toneladas da espécie na região, pela pesca artesanal e esportiva.

A regulamentação da pescaria do peixe, estabelecida pelo Plano Nacional de Recuperação de Espécies Ameaçadas em 2018, ainda não foi implementada, o que dificulta o controle da pesca. “O Plano permitia a pesca do budião azul apenas em áreas de uso sustentável para pescadores cadastrados, respeitando uma janela de captura determinada que protegia peixes jovens e grande reprodutores da espécie”, comenta Natália. No entanto, o plano nunca saiu do papel – decisão que acaba repercutindo na efetividade das áreas marinhas protegidas.

Segundo Guilherme Longo, pesquisador do Laboratório de Ecologia Marinha da UFRN e co-autor do estudo, as Áreas de Proteção Marinha desempenharem um papel fundamental para evitar um declínio ainda maior da população do budião. No entanto, seria preciso implementar outras estratégias para promover a pesca sustentável, como medidas de manejo pesqueiro. Os pesquisadores são categóricos ao afirmar que, “caso essas medidas não sejam tomadas o mais rápido possível, a proibição total da pesca será a única forma de promover a recuperação das populações desta espécie no futuro”.

Fonte: Agência Bori Foto: Kendall Clements

Uma britânica que quase morreu após contrair a gripe suína quando adolescente, há 10 anos, defende que jovens comecem a ...
23/11/2020

Uma britânica que quase morreu após contrair a gripe suína quando adolescente, há 10 anos, defende que jovens comecem a levar vírus, incluindo o que provoca a covid-19, mais a sério.

"Vejo muitos jovens que não usam máscaras... Sim, eles podem e devem usar. Não só por pessoas como eu (do grupo de risco), mas por eles mesmos", diz Saffra Monteiro, de 26 anos. As informações são da BBC Brasil.

Ela acredita que contraiu o vírus da H1N1 de alguém que espirrou em um consultório médico. "Em 2010, eu contraí a gripe suína. E ela quase me matou. Eu fiquei muito, muito doente. Não era o que você esperaria, considerando que eu tinha 15 anos e era saudável".

Estima-se que a epidemia de gripe suína tenha matado 200 mil pessoas ao redor do mundo, das quais 2 mil no Brasil.

Saffra Monteiro diz que o vírus a deixou tão mal que ela passou meses sendo internada e recebendo alta do hospital — e convive com os efeitos disso até hoje.

"Passei semanas entrando e saindo do hospital e essa era a minha vida. Quando eu não estava hospitalizada, estava em casa, no meu quarto, na minha cama ou no sofá, com dor e vomitando", lembra.

"A doença danificou minha cavidade nasal, então eu tusso todo o tipo de catarro nojento agora. Tenho problemas com o meu sistema digestivo. Dois anos depois de contrair a gripe suína, tinha convulsões praticamente todos os dias. E sofri várias concussões por causa disso. Tenho que tomar medicamentos e há muitas coisas normais que eu não consigo fazer", conta.

Os efeitos do vírus impediram-na de trabalhar em tempo integral. "Agora, tenho 26 anos e nada mudou. Ainda sofro os efeitos que a doença me causou e estou praticamente cuidando de mim mesma sem ajuda de ninguém", diz.

Em resposta, o governo britânico disse que financia pesquisas em outras doenças infecciosas que não apenas a Covid-19, incluindo a gripe suína.

O uso consciente de antibióticos requer a atuação de diversos atores, que vão desde a população em geral até profissiona...
22/11/2019

O uso consciente de antibióticos requer a atuação de diversos atores, que vão desde a população em geral até profissionais da saúde e indústria farmacêutica. "Sem uma ação urgente, caminhamos para uma era pós-antibióticos, em que infecções comuns e ferimentos leves podem voltar a matar", alerta a Organização Mundial da Saúde (OMS).organização que promove até domingo (24) a Semana Mundial do Uso Consciente de Antibióticos. A programação teve início nesta segunda-feira (18).

Segundo a OMS, o uso inadequado de antibióticos faz com que as bactérias se alterem, tornando-se resistentes a medicamentos. Infecções como pneumonia, tuberculose e gonorreia, estão se tornando cada vez mais difíceis e, às vezes, impossíveis de tratar. A OMS estima que pelo menos 700 mil pessoas morrem por ano devido a doenças resistentes a medicamentos antimicrobianos e alerta que o número de mortes pode chegar a 10 milhões, a cada ano, até 2050, mantido o cenário atual.

As informações são da Agência Brasil!

O estatístico britânico Oliver Hawkins divulgou em um programa de rádio da BBC que embora Mercúrio seja o planeta mais p...
22/01/2019

O estatístico britânico Oliver Hawkins divulgou em um programa de rádio da BBC que embora Mercúrio seja o planeta mais próximo do Sol e a Terra o terceiro, devido às características de suas órbitas os dois astros passam relativamente mais períodos como os mais próximos um do outro que Vênus e Marte do nosso planeta, por exemplo. Durante os últimos 50 anos, segundo o estudo Mercúrio foi o planeta a menor distância da Terra em 46% do tempo, seguido por Vênus com 36% e Marte que foi astro mais próximo em apenas 18% do período analisado. Essas diferenças entre as distâncias máximas e mínimas de Vênus e, principalmente Marte, sempre tidos como os vizinhos mais próximos, ajuda a explicar porque o envio de sondas aos dois planetas sempre precisa ser feito levando em conta as chamadas "janelas de oportunidade". Na foto, comparação entre os tamanhos de Mercúrio e da Terra.

A Agência Espacial Chinesa (CNSA) informou que viveu cerca de oito dias (entre 7 e 15 deste mês) a primeira planta a ger...
18/01/2019

A Agência Espacial Chinesa (CNSA) informou que viveu cerca de oito dias (entre 7 e 15 deste mês) a primeira planta a germinar em outro corpo celeste que não a Terra, um broto de algodão condicionado em uma redoma no chamado “lado oculto” da Lua. O feito histórico da missão Chang’e-4 havia sido anunciado exatamente no dia em que o organismo morreu, mas foi vista como uma esperança de que em futuras missões tripuladas (à própria Lua ou mesmo à Marte) os astronautas possam cultivar o próprio alimento ou mesmo material para tecer roupas. Além de algodão, o experimento incluiu sementes de outras plantas, tais como a batata, ovos de moscas drosófilas e leveduras, na tentativa de criar um pequeno ecossistema. Contudo, apenas a semente de algodão prosperou. O espécime não suportou, porém, a noite lunar iniciada no último dia 13, naquela região do nosso satélite natural. O período dura pouco mais de duas semanas e é marcado por temperaturas que podem chegar de até -170°C. A Chang’e-4 fez história no último dia 3, ao se tornar a primeira a pousar no lado oculto da Lua, ou seja, na face do astro que f**a sempre impossibilitada de ser avistada da Terra.

Uma possibilidade de compreender novos ou ainda pouco estudados fenômenos astronômicos? Ou uma evidência de antiquíssima...
11/01/2019

Uma possibilidade de compreender novos ou ainda pouco estudados fenômenos astronômicos? Ou uma evidência de antiquíssimas civilizações extraterrestres tentando estabelecer comunicação? Seja qual for a resposta à pergunta sobre a natureza dos 13 pulsos rápidos de raios, conhecidos como FRBs, detectados por um radiotelescópio canadense nessa semana, parecem restar poucas dúvidas na comunidade científ**a internacional que a descoberta representa um novo marco na pesquisa astronômica. Principalmente, porque um desses pulsos se repetiu e veio de uma mesma fonte, localizada em uma galáxia que f**a a 1,5 bilhão de anos-luz da Terra. Entre as explicações naturais possíveis para o fenômeno estão a fusão de duas estrelas de nêutrons ou mesmo uma única estrela de nêutrons de campo magnético extremamente forte e rotação extremamente veloz. Contudo, não é possível descartar inteiramente a hipótese artificial. De todo modo, a emissão dos pulsos de rádio captados agora aconteceu quando praticamente inexistia vida macroscópica na Terra.

Os pesquisadores brasileiros Mychael Lourenço e Fernanda De Felice, da UFRJ, descobriram uma relação entre um baixo níve...
07/01/2019

Os pesquisadores brasileiros Mychael Lourenço e Fernanda De Felice, da UFRJ, descobriram uma relação entre um baixo nível do hormônio irisina, que é produzido durante a realização de exercícios físicos, e a perda de memória que acomete quem sofre do mal de Alzheimer. O estudo foi publicado nesta segunda-feira (7) na revista “Nature Medicine”. O experimento (feito em camundongos) abre esperança para um tratamento contra o Alzheimer, mais ef**az no combate à perda de memória e com menos efeitos colaterais. Além disso, o estudo reforça a importância dos exercícios físicos para a saúde cerebral.

O ano começou muito bem para os amantes da exploração espacial. Depois do sobrevoo histórico da New Horizons em Ultima T...
03/01/2019

O ano começou muito bem para os amantes da exploração espacial. Depois do sobrevoo histórico da New Horizons em Ultima Thule, no longíquo Cinturão de Kuiper, foi a vez de uma conquista um pouco mais próxima, mas não menos importante. A China conseguiu pousar na superfície da Lua, a sonda Chang'e 4. Você pode se perguntar o que há de novo nisso. Acontece que é a primeira vez que um artefato construído pelo homem alunissa (equivalente a aterrissa) no lado afastado da Lua. Nosso satélite natural tem uma face que está sempre voltada para o lado oposto da Terra, devido às interações entre os dois corpos celestes. Com esses dois feitos em apenas 3 dias, 2019 parece que vai ser mesmo um ano histórico para a astronáutica!

A sonda New Horizons, que bateu um novo recorde na última terça-feira (1º) ao sobrevoar Ultima Thule (astro mais distant...
02/01/2019

A sonda New Horizons, que bateu um novo recorde na última terça-feira (1º) ao sobrevoar Ultima Thule (astro mais distante já visitado por uma espaçonave humana), enviou a foto mais detalhada do corpo celeste já revelada até aqui, nesta quarta (2). Ultima Thule f**a no chamado Cinturão de Kuiper, região com centenas de milhares de asteroides e planetas-anões, situada a cerca de 6,5 bilhões de km do Sol. Em 2015, a sonda New Horizons foi a primeira a sobrevoar Plutão e surpreender o mundo ao mostrar a complexidade geológica e atmosférica do planeta-anão, reacendendo a polêmica sobre a possibilidade de reclassificá-lo como planeta. Quanto a Ultima Thule, a expectativa da Nasa é receber uma série de informações (incluindo, novas e mais detalhadas fotos) ao longo dos próximos 20 meses.

Endereço

Fortaleza, CE

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O “Blog Científico” vem preencher uma lacuna nos meios de comunicações locais e regionais. Faltava uma ferramenta que pudesse atender à crescente demanda por notícias sobre as principais descobertas nos mais diversos campos. Entre as principais ciências que você verá em nossa fanpage vale destacar a Astronomia, a Biologia, a Paleontologia, a Física, a Química, a Geologia, a Oceanografia, a Antropologia, a Arquelogia, a Ecologia. Essas e tantas outras ciências têm moldado a chamada “Sociedade da Informação”. É impossível conceber o mundo contemporâneo sem uma infinidade de tecnologias e conceitos que nasceram a partir do trabalho de mentes curiosas que se recusam a se contentar com o “porque sim” e questionam constantemente o “porquê” das coisas. Seja bem-vindo à página que trará até você um pouco do fantástico universo do jornalismo científico cearense, brasileiro e internacional!