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A partir de julho de 2026, os veículos importados movidos a bateria e os modelos que usam motores a combustão e bateria ...
08/06/2026

A partir de julho de 2026, os veículos importados movidos a bateria e os modelos que usam motores a combustão e bateria passam a ser tributados com a alíquota máxima de 35 por cento de imposto de importação.

A medida conclui o cronograma de recomposição tarifária iniciado pelo Governo Federal em 2024 e tem como objetivo fortalecer a indústria automotiva instalada no país, incentivar a fabricação local e estimular novos investimentos produtivos.

Com a entrada em vigor da tarifa cheia, a tendência é de aumento sobre os preços dos veículos com essa tecnologia importados. Montadoras que exclusivamente importam seus veículos poderão enfrentar custos maiores para manter seus produtos competitivos, o que pode resultar em reajustes nas tabelas de preços. O impacto varia conforme o nível de nacionalização, a estratégia comercial de cada fabricante e a absorção parcial dos custos pelas empresas.

Diante desse cenário, diversas marcas aceleraram projetos de produção nacional e ampliaram os investimentos em fábricas e fornecedores locais para reduzir as importações e minimizar os efeitos da tributação. Ao mesmo tempo, os modelos fabricados no Brasil seguem contando com vantagens competitivas, incluindo incentivos fiscais concedidos por alguns estados, o que reforça o processo de nacionalização da indústria automotiva.

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Uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante um evento com jovens provocou intenso debate nas redes so...
08/06/2026

Uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante um evento com jovens provocou intenso debate nas redes sociais e entre profissionais da área da saúde. Ao comentar sua trajetória de vida, Lula afirmou que nunca teve tempo para depressão porque “ou trabalhava ou me ferrava”, relacionando sua experiência pessoal às dificuldades enfrentadas durante a juventude.

A fala rapidamente repercutiu e foi interpretada de formas diferentes. Críticos do presidente afirmaram que a declaração minimiza um problema de saúde reconhecido pela medicina e pode reforçar preconceitos contra pessoas que sofrem com transtornos mentais. Nas redes sociais, alguns usuários chegaram a interpretar o comentário como uma sugestão de que a depressão estaria ligada à falta de trabalho ou esforço pessoal.

Por outro lado, apoiadores de Lula argumentam que o presidente não negou a existência da doença, mas apenas relatou sua experiência de vida em um contexto de dificuldades econômicas e necessidade de sobrevivência. Segundo essa interpretação, a declaração teria sido uma reflexão sobre sua trajetória pessoal, e não uma análise médica sobre saúde mental.

Especialistas destacam que a depressão é uma condição reconhecida pela ciência, envolvendo fatores biológicos, genéticos, psicológicos e sociais. O transtorno pode atingir pessoas de diferentes idades, profissões e condições financeiras, independentemente de estarem empregadas ou não.

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A Americanas registrou mais de 4 mil desligamentos durante o mês de abril, em meio ao processo de reestruturação iniciad...
08/06/2026

A Americanas registrou mais de 4 mil desligamentos durante o mês de abril, em meio ao processo de reestruturação iniciado após a crise contábil que levou a empresa à recuperação judicial.

Segundo relatório divulgado pela companhia, foram 4.314 desligamentos no período, enquanto 726 novos funcionários foram contratados. Ao final do mês, a varejista contava com cerca de 22,8 mil empregados sob regime CLT.

O número chamou atenção por ocorrer enquanto a empresa continua reduzindo custos e ajustando sua operação. Nos últimos 12 meses, a rede também fechou 166 lojas, encerrando abril com 1.448 unidades em funcionamento em todo o país. Apesar do enxugamento da estrutura, as lojas físicas seguem sendo o principal canal de vendas da companhia.

Em nota, a Americanas afirmou que a maior parte dos desligamentos não representa uma demissão em massa. Segundo a empresa, aproximadamente 76% das saídas ocorreram devido ao encerramento de contratos temporários da Páscoa e de contratos de experiência. Os demais desligamentos fariam parte da rotatividade habitual do setor varejista.

A companhia segue executando medidas para fortalecer seu caixa, incluindo venda de ativos, centros de distribuição e outros bens. Em abril, a empresa registrou caixa de R$ 185,7 milhões e continua trabalhando para concluir o processo de recuperação financeira iniciado após a descoberta das inconsistências contábeis que desencadearam uma das maiores crises corporativas da história recente do Brasil.

Apesar dos cortes, a empresa informou que continua contratando para atender demandas específicas do negócio e afirma que as contratações temporárias continuam sendo uma prática comum nas datas sazonais mais importantes para o varejo brasileiro.

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Uma sequência de decisões internacionais colocou o Brasil no centro de debates diplomáticos e comerciais nas últimas sem...
07/06/2026

Uma sequência de decisões internacionais colocou o Brasil no centro de debates diplomáticos e comerciais nas últimas semanas. Em um curto espaço de tempo, o país viu duas de suas maiores facções criminosas, PCC e Comando Vermelho, serem classificadas como organizações terroristas pelos Estados Unidos, enquanto parceiros comerciais importantes anunciaram medidas que podem afetar exportações brasileiras.

No campo econômico, a União Europeia comunicou restrições à entrada de determinados produtos de origem animal do Brasil, alegando exigências regulatórias e sanitárias. A decisão provocou reação do governo brasileiro e de representantes do agronegócio, que contestam os fundamentos apresentados pelos europeus.

Ao mesmo tempo, a China mantém medidas de proteção ao seu mercado de carne bovina, incluindo tarifas adicionais para importações que ultrapassem cotas estabelecidas. O país asiático é o principal comprador da carne brasileira e qualquer alteração em suas regras comerciais gera preocupação entre exportadores.

Por outro lado, o governo brasileiro destacou recentemente uma vitória diplomática ao obter o reconhecimento, por parte da China, de todo o território nacional como livre de febre aftosa, medida que pode ampliar oportunidades para exportações de carne e derivados.

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A União Europeia oficializou na sexta-feira (5) o veto à importação de carnes e produtos de origem animal do Brasil, com...
07/06/2026

A União Europeia oficializou na sexta-feira (5) o veto à importação de carnes e produtos de origem animal do Brasil, com suspensão das exportações prevista para entrar em vigor em 3 de setembro de 2026. A decisão foi publicada no Jornal Oficial da UE e assinada pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

O veto atinge carne bovina, de aves, de equídeos, além de peixes, mel e tripas. O bloco alegou que o Brasil não apresentou garantias suficientes de que cumpre o regulamento europeu sobre uso de antimicrobianos, como antibióticos, em criações destinadas à alimentação humana.

Segundo a Comissão Europeia, “não foram recebidas informações que garantam que o Brasil aplicou as medidas necessárias para assegurar o cumprimento dos requisitos” exigidos pelo regulamento. O setor de proteína animal estima perdas de até 1,8 bilhão de dólares por ano caso o veto se concretize em setembro.

O governo Lula afirmou que recebeu a decisão com “surpresa”, classificou a medida como não relacionada a falha sanitária da pecuária nacional e prometeu apresentar as garantias exigidas pelo bloco antes do prazo. Exportações seguem normais até 3 de setembro.

O Brasil é o maior exportador de proteína animal do mundo e a União Europeia representa um dos principais mercados para o agronegócio brasileiro. A decisão aumenta a pressão sobre o governo federal para se adequar às exigências europeias dentro de menos de três meses.

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Desde 1º de janeiro de 2026, a China estabeleceu um teto anual de 1,106 milhão de toneladas para a importação de carne b...
06/06/2026

Desde 1º de janeiro de 2026, a China estabeleceu um teto anual de 1,106 milhão de toneladas para a importação de carne bovina do Brasil com isenção de tarifas. Volumes que ultrapassarem essa cota sofrerão um acréscimo de 55% no imposto, uma medida de proteção que durará três anos e afeta diretamente o principal fornecedor do mercado chinês.

O Brasil normalmente exporta cerca de 1,5 milhão de toneladas de carne bovina para a China anualmente. Isso significa que uma parcela considerável desse total será submetida à taxa extra, prejudicando a competitividade do produto brasileiro. Em maio, o governo chinês já indicou que cerca de metade da cota de 2026 havia sido preenchida, e especialistas preveem que o limite pode ser atingido já em meados do ano.

Apesar das projeções de uma possível redução de até 10% nas exportações de carne bovina em 2026 e do risco de interrupção de envios para a China no segundo semestre, a postura oficial em Brasília tem minimizado a situação, sugerindo que é manejável por meio de negociações e busca por novos mercados. No entanto, a realidade imediata é que a carne que excede o limite enfrenta uma sobretaxa significativa de 55%.

Nos bastidores, o governo Lula tenta negociar com Pequim para ampliar o volume isento a partir de 2027 e suavizar as condições de salvaguarda. Contudo, até o momento, a regra permanece inalterada: a cota de 1,106 milhão de toneladas com tarifa reduzida e a sobretaxa de 55% sobre o excedente continuam válidas. Frigoríficos e pecuaristas expressam preocupação com a pressão sobre os lucros e a dificuldade de redirecionar rapidamente a carne que hoje depende do mercado chinês. Para a economia brasileira, isso implica que o maior comprador de carne bovina do país se tornou mais caro e restrito para os produtores, o que pode diminuir a entrada de dólares do setor, impactar empregos e influenciar o equilíbrio entre exportação e consumo interno.

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Um documento encaminhado ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) revelou um retrato alarmante da influência exer...
06/06/2026

Um documento encaminhado ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) revelou um retrato alarmante da influência exercida pelo crime organizado em áreas dominadas pelo tráfico de dr**as na capital fluminense.

Em certidão anexada a um processo judicial, um oficial de Justiça informou que deixou de cumprir um mandado na região do Complexo da Penha após receber informações de que integrantes do Comando Vermelho (CV), facção criminosa que controla as comunidades locais, proibiu a entrada de agentes do Poder Judiciário.

Segundo o relato oficial, a determinação imposta pelos criminosos alcançaria todas as vias de acesso às comunidades que compõem o complexo, criando um ambiente de risco extremo para servidores públicos responsáveis pelo cumprimento de ordens judiciais. O documento destaca que qualquer oficial de Justiça identificado na região estaria sujeito a ameaças e até mesmo à morte.

A certidão foi elaborada após uma tentativa frustrada de cumprimento de uma ordem judicial. No texto, o servidor descreve que a diligência não pôde ser realizada em razão da falta de condições mínimas de segurança para a atuação dos agentes públicos.

De acordo com o relato, a presença ostensiva de criminosos armados é uma realidade constante nas comunidades da Penha. O oficial menciona a existência de olheiros espalhados pelas ruas e becos, responsáveis por monitorar a movimentação de pessoas estranhas à região, além da circulação frequente de traficantes portando armamentos de guerra, como fuzis e metralhadoras.

O documento também faz referência ao agravamento da situação após uma grande operação policial realizada nos complexos da Penha e do Alemão. Segundo o servidor, o clima de tensão e hostilidade aumentou significativamente após a ação policial ocorrida em 28 de outubro, episódio que resultou em 122 mortes e ampliou os riscos para a presença de representantes do Estado na localidade.

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Durante evento da Petrobras em Sergipe, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou estar “profundamente triste e dec...
30/05/2026

Durante evento da Petrobras em Sergipe, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou estar “profundamente triste e decepcionado” com a decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras.

Ao comentar o assunto, Lula declarou que “o Secretário de Estado dos Estados Unidos, da América do Norte, um senhor chamado Marco Rubio, afirmou que os nossos criminosos aqui são terroristas e que os americanos podem intervir”.

A declaração ocorre após o governo americano anunciar o enquadramento das duas maiores facções criminosas do Brasil em listas internacionais de terrorismo e sanções financeiras, medida que passa a valer a partir de 5 de junho.

Nos bastidores, integrantes do governo brasileiro tentaram convencer autoridades americanas a não adotar a classificação. A posição do Planalto é que PCC e Comando Vermelho não se enquadram juridicamente no conceito de terrorismo previsto na legislação brasileira.

Enquanto isso, Washington amplia o cerco financeiro e jurídico contra as facções, alegando que os grupos representam ameaça à segurança regional e mantêm conexões com redes internacionais do crime organizado.

A fala de Lula deve intensificar o debate político sobre segurança pública, crime organizado e a relação do Brasil com os Estados Unidos, especialmente após a decisão que colocou PCC e Comando Vermelho na mesma categoria aplicada a algumas das principais organizações criminosas transnacionais do mundo.

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Governo diz que velhinhos que estavam no 8 de Janeiro são terroristas, mas não aceita que narcotraficantes sejam chamado...
30/05/2026

Governo diz que velhinhos que estavam no 8 de Janeiro são terroristas, mas não aceita que narcotraficantes sejam chamados de terroristas

A decisão dos Estados Unidos de classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas reacendeu um debate que já vinha dividindo opiniões no país. Críticos do governo Lula apontam uma contradição no discurso adotado por setores da esquerda e por integrantes da base governista em relação ao uso do termo “terrorismo”.

Nas redes sociais, opositores lembram que participantes dos atos de 8 de Janeiro frequentemente foram descritos por autoridades e aliados do governo como terroristas ou golpistas, inclusive pessoas idosas que compareceram às manifestações. Ao mesmo tempo, argumentam que há resistência quando a mesma classificação é aplicada a organizações criminosas responsáveis por tráfico de dr**as, execuções, torturas e outros crimes violentos.

A crítica ganhou força após a repercussão de casos brutais atribuídos a facções criminosas, incluindo episódios de sequestro, assassinato e ocultação de cadáveres que chocaram a população. Para os críticos, grupos que espalham medo, controlam territórios e utilizam violência extrema contra civis se enquadram perfeitamente na definição popular de terrorismo.

Já defensores do governo argumentam que a classificação jurídica de terrorismo possui critérios específicos previstos em lei e que a discussão deve ser feita dentro dos parâmetros legais e diplomáticos adequados. Também sustentam que os atos de 8 de Janeiro tiveram como alvo instituições democráticas, o que justificaria um tratamento diferenciado.

O episódio mostra como o termo “terrorista” se tornou mais um elemento da disputa política brasileira. Enquanto um lado cobra coerência na aplicação da expressão, o outro defende que situações distintas exigem classificações diferentes. No fim, o debate acaba refletindo a profunda polarização que continua marcando o cenário político nacional.

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