Franco City

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03/06/2026

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ZICO DO BAR: o homem que transformou um balcão em ponto de encontro da cidadeUma vida marcada pelo trabalho, pelo esport...
12/04/2026

ZICO DO BAR: o homem que transformou um balcão em ponto de encontro da cidade
Uma vida marcada pelo trabalho, pelo esporte e pelas histórias que ajudaram a construir Franco da Rocha.

Arlindo Pinto, o conhecido Zico do Bar, nasceu em Franco da Rocha, em 10 de junho de 1938. Filho de um imigrante português que veio trabalhar no Hospital do Juquery e de uma mãe da região de Mairiporã, cresceu em uma cidade ainda em formação, onde as dificuldades eram muitas — e o trabalho começava cedo.
Ainda menino, Zico já dava seus primeiros passos na vida profissional como engraxate, em frente à Estação Ferroviária. Foi ali, entre o movimento dos bares e o vai e vem das pessoas, que começou a construir sua história. O destino mudaria quando foi chamado para trabalhar no Bar da Etelvina — e nunca mais saiu do balcão.
Ao longo dos anos, passou por diferentes experiências: trabalhou em padaria, no hospital do Juquery e até em fábrica. Mas foi no ambiente dos bares que encontrou seu verdadeiro lugar. No início dos anos 1960, assumiu, ao lado de amigos, o bar do clube Expedicionários, onde viveu momentos marcantes — entre jogos de futebol, partidas de bocha, baralhos e histórias que atravessaram gerações.
Apaixonado por esporte, Zico viveu intensamente o futebol local, especialmente o time Expedicionários, que acompanhava com emoção — a ponto de fechar o bar para seguir o time em jogos fora da cidade. Também teve forte atuação na bocha, sendo jogador, dirigente e organizador de campeonatos que movimentavam Franco da Rocha e região.
Na vida pessoal, construiu uma família sólida ao lado da esposa Neuza, com quem teve filhos, netos e uma vida marcada pelo trabalho e pela dedicação. Mas foi no bar que deixou sua maior marca.
Depois de passar por outros pontos comerciais, fixou-se definitivamente na rua Amália Sestini, onde nasceu o Bar do Zico — um verdadeiro símbolo da cidade. Mais do que um comércio, o espaço se tornou ponto de encontro de amigos, trabalhadores, políticos e frequentadores de todas as idades.
Durante décadas, Zico e seu irmão Arthur mantiveram o bar funcionando todos os dias, com uma rotina quase ininterrupta: um abria cedo, o outro fechava à noite. Ali, entre cafés, cervejas e conversas, formou-se uma clientela fiel — que, para ele, sempre foi mais do que freguesia: era amizade.
Nem tudo, porém, foi fácil. Zico enfrentou momentos difíceis, como as enchentes que atingiram a cidade — especialmente a de 1987, que deixou marcas profundas. Ainda assim, seguiu em frente, reconstruindo não apenas o bar, mas também o espírito de convivência que sempre cultivou.
Chegou a se aventurar na política e assumiu, por um período, o cargo de vereador. Mas nunca escondeu que sua verdadeira vocação era outra: estar atrás do balcão, ouvindo histórias e fazendo parte da vida da cidade.
Hoje, ao olhar para trás, Zico resume sua trajetória com simplicidade: tudo o que fez, fez porque gostava. E talvez seja esse o segredo de sua história.
Mais do que um comerciante, Zico se tornou um personagem da memória de Franco da Rocha — alguém que ajudou a manter viva a tradição dos bares como espaço de encontro, conversa e pertencimento.
Porque, no fim das contas, o Bar do Zico não é apenas um bar.
É um pedaço da história da cidade.

Tuca Machado

Publicado originalmente no jornal Juca Post – edição nº 189 – maio de 2007.
A versão integral desta história está no livro ALMANAQUE JUCA POST Nº 2, Editora UICLAP.

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A cidade de Franco da Rocha é rica em histórias e estórias. Ao longo de seus 40 anos de existência, o Juca Post publicou uma imensa quantidade de relatos, crônicas e narrativas marcantes, escritas por seus colaboradores.
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ENTRE GARAPAS E AMIZADES, NASCE UMA HISTÓRIA QUE VIROU TRADIÇÃO EM FRANCO DA ROCHAPraça dos Chiquitos eterniza a memória...
07/04/2026

ENTRE GARAPAS E AMIZADES, NASCE UMA HISTÓRIA QUE VIROU TRADIÇÃO EM FRANCO DA ROCHA
Praça dos Chiquitos eterniza a memória de Benedito Batista de Oliveira e o espírito acolhedor da cidade.

Quem passa pela Pracinha em frente ao Posto de Saúde – o P.S. Municipal – lê aquele nome gravado em sua entrada, pergunta a si mesmo: “Quem foi o Sr. Benedito Batista de Oliveira?”
Nosso amigo Benedito era o famoso garapeiro, que sempre teve sua barraquinha naquele logradouro público.
Esta foi uma maneira de homenagear aquele homem simples e humilde, que muito lutou para criar sua numerosa prole. Nasceu na cidade de Lindóia, no dia oito de outubro de 1919 e faleceu em Franco da Rocha, no dia 06 de Junho de 1996.
O senhor Benedito foi casado com a senhora Rosalina Gomes de Oliveira. Da união feliz desse casal, nasceram os seguintes filhos: Benedito Hipólito, Antônio Carlos, Claudio, Geraldo, Clovis, Edson, Darci, Dirce e Doralice.
No dia 3 de fevereiro de 1969, veio residir em nossa cidade, tendo adotado Franco da Rocha como se fosse sua cidade natal. Homem honesto, trabalhador incansável, tinha sua barraquinha onde servia garapa geladinha aos seus fregueses. Tratava a todos com a maior educação, por isso era muito estimado por todos.
Homenagem muito justa essa de dar à Pracinha o seu honrado nome. É de gente como o senhor Benedito, que Franco da Rocha precisa. O senhor foi, mas deixou seu nome e muita saudade para seus familiares e pessoas que o conheciam.
Seus filhos ainda hoje continuam a tarefa de seu pai, atendendo a todos com carinho e dedicação, sempre oferecendo uma garapinha bem geladinha, como fazia seu querido pai.
Sr. Benedito, onde estiver, receba a homenagem sincera dos amigos de Franco da Rocha.

José Parada (In memoriam)

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Nota (N.R.):
O tradicional trailer do Chiquito’s foi retirado desse local durante a administração do ex-prefeito Kiko Celeguim, sendo posteriormente transferido para a antiga Praça Dom Bosco, ao lado do estacionamento municipal.
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A versão integral desta história está no livro ALMANAQUE JUCA POST Nº 2, Editora UICLAP.

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REPRESA PAIVA CASTRO TROUXE MAIS QUE ÁGUA: TROUXE GENTEBarrageiros de todo o Brasil ajudaram a construir a obra e fizera...
06/04/2026

REPRESA PAIVA CASTRO TROUXE MAIS QUE ÁGUA: TROUXE GENTE
Barrageiros de todo o Brasil ajudaram a construir a obra e fizeram de Franco da Rocha o seu lar.

A história da formação de Franco da Rocha está profundamente ligada ao Hospital do Juquery e às pessoas que ali trabalharam. No entanto, há outras referências igualmente importantes — e são muitas.
Um exemplo marcante é a construção da Represa Paiva Castro, na divisa entre Franco da Rocha e Mairiporã. A obra atraiu trabalhadores de diversas partes do país, que vieram contribuir com a construção da barragem. Esses homens ficaram conhecidos como “barrageiros”.
Eram trabalhadores que deixavam suas cidades em busca de oportunidades, participando da construção de barragens, hidrelétricas, pontes e edifícios por todo o Brasil. Muitos deles acabavam criando raízes nos locais onde encontravam trabalho. Foi assim com o senhor Vicente Ferreira da Silva.
Quem relembra essa história é seu neto, Marco Roberto Soares:
“Era o ano de 1967. Meu avô, assim como alguns de seus companheiros, vieram de Antonina, no Paraná, onde haviam trabalhado na construção de uma barragem — lá existe, inclusive, a ‘Ponte dos Barrageiros’, que recebeu esse nome em homenagem a eles.
Alguns se hospedaram na pensão da Dona Etelvina, outros ficaram no Hotel Pioneiro, até que a vila operária fosse concluída. Era comum que as empresas construíssem essas vilas para abrigar os trabalhadores e suas famílias. Essa, em especial, foi erguida nas proximidades de onde hoje se localizam a capela de Santa Inês e o campo de futebol.
Meu avô, que pretendia permanecer em Franco da Rocha após o término da obra, alugou uma casa na Avenida Washington Luís, no Jardim Progresso, e trouxe para cá toda a família.
Como eram pessoas vindas de fora, encontravam apoio umas nas outras, formando uma verdadeira comunidade. A união entre essas famílias era impressionante. Havia solidariedade em todos os momentos: apadrinhavam os filhos uns dos outros e se tratavam como parentes. As casas estavam sempre abertas para receber amigos — e até mesmo desconhecidos que precisassem de ajuda.
Essas pessoas também contribuíram para o progresso da cidade. Por isso, é importante lembrá-las com carinho e respeito. Muitas já se foram, mas certamente deixaram descendentes que ainda vivem na região.
Guardo comigo as histórias que ouvia do meu avô e de seus amigos — como o Sr. Florêncio, o Sr. Osvaldo, o Sr. Fabrício, entre tantos outros — sobre o cotidiano nas obras das barragens por onde passaram. Eram relatos cheios de entusiasmo, assim como a Franco da Rocha da minha infância.
Se não fosse por eles, talvez eu nem tivesse conhecido esta cidade, pela qual tenho enorme carinho.”
Marco Roberto Soares

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Publicado originalmente no jornal Juca Post – edição nº 179 – agosto 2000.
A versão integral desta história está no livro ALMANAQUE JUCA POST Nº 2, Editora UICLAP.

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A cidade de Franco da Rocha é rica em histórias e estórias. Ao longo de seus 40 anos de existência, o Juca Post publicou uma imensa quantidade de relatos, crônicas e narrativas marcantes, escritas por seus colaboradores.
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Pessoal, mais uma vez postando pra achar minha irmã Larissa que se encontra em situação de rua e usuária de dr**as, prec...
05/04/2026

Pessoal, mais uma vez postando pra achar minha irmã Larissa que se encontra em situação de rua e usuária de dr**as, precisamos achar ela até amanhã urgente, por favor sem julgamentos quem tiver visto ela de quinta pra cá pfv me chamar, grata 🙏🏻🙏🏻🙏🏻

05/04/2026

Aproveitem cidadão francorrochense!!!

Franco da Rocha e região Não custa nada compartilharOla , pessoal esse rapaz tem problema psicológico,e está desaparecid...
05/04/2026

Franco da Rocha e região
Não custa nada compartilhar

Ola , pessoal esse rapaz tem problema psicológico,e está desaparecido desde segunda feira se alguém souber do Paradeiro dele por favor chamar nesse número (11)974104230 falar com Maria ,sou irmã dele ,ele se chama Rodrigo,a família está preocupada com ele pois ele precisa tomar os remédios não temos nenhuma notícia, obrigada.

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07852-000

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