24/07/2020
Este é meu filhote. Quatro anos e já sabe deslizar os dedinhos no tablet num joguinho ou escolher seu desenho favorito. Uma nova geração que já nasce digital, virtual, tecnológica. Mesmo ciente desse futuro irreversível, não podemos esquecer as origens, o que nos mantém vivos, nossa natureza.
Esse post é para (re)lembrar que mesmo que nossas vidas sejam guiadas por celulares e computadores, não nos esqueçamos do essencial, do necessário, do mistério que compõe a nossa essência e não consta de telas, cabos ou conexões.
Neste dia da foto percebi que estamos no caminho certo, o da gratidão. Portanto, por vezes levante os olhos das telas e busque admirar o seu redor.
Esteja atento ao equilíbrio!
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