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JUSTIÇA APÓS 28 ANOS! ⚖️Um caso que atravessou quase três décadas chega a uma importante etapa: acusado de matar ex-vere...
03/09/2026

JUSTIÇA APÓS 28 ANOS! ⚖️

Um caso que atravessou quase três décadas chega a uma importante etapa: acusado de matar ex-vereador de Penha é condenado a 18 anos de prisão.

A Folha do Estado e a imprensa catarinense e mato-grossense tiveram papel fundamental em manter essa história viva, registrar os fatos e dar visibilidade à busca por justiça.

📰 Leia a reportagem completa na Folha do Estado SC:

Depois de quase três décadas, o caso chegou ao Tribunal do Júri, em Comodoro (MT), e terminou com a condenação de Orteval Lino Fiuza, após 28 anos, a justiça condena a 18 anos de prisão acusado de matar ex-vereador de Penha, de prisão, em regime inicialmente fechado.

Candidato a deputado estadual, Ramos Policial é alvo de BO por acusar trabalhador de tráfico e associação criminosa - O ...
01/09/2026

Candidato a deputado estadual, Ramos Policial é alvo de BO por acusar trabalhador de tráfico e associação criminosa - O acusado rebate acusações e denuncia Ramos a Justiça. https://folhadoestadosc.com.br/candidato-a-deputado-estadual-ramos-policia-e-alvo-de-bo-por-acusar-trabalhador-de-trafico-e-associacao-criminosa/ via do Estado SC

O candidato a deputado estadual Saulo Salustiano Ramos Neto, conhecido como Ramos Polícia, é alvo de um Boletim de Ocorrência registrado por Wellington Carlos Telles, em Itapema, após declarações feitas pelo parlamentar em uma publicação nas redes sociais.

O FIM DO TRABALHO: DA FORÇA HUMANA À ERA DO CONHECIMENTOArtigo | Folha do Estado SCA humanidade pode estar diante de uma...
23/08/2026

O FIM DO TRABALHO: DA FORÇA HUMANA À ERA DO CONHECIMENTO

Artigo | Folha do Estado SC

A humanidade pode estar diante de uma das maiores transformações de sua história. Assim como a mecanização substituiu progressivamente a força humana e animal, a inteligência artificial e a robótica começam a alcançar tarefas cognitivas e produtivas.

Mas a grande questão não é apenas quantos empregos a tecnologia poderá substituir. É outra: quem f**ará com a riqueza produzida pelas máquinas?

Se a produtividade tecnológica permitir produzir cada vez mais com menos trabalho humano, poderemos caminhar para uma sociedade pós-trabalho — não necessariamente sem atividades, mas na qual trabalhar deixe de ser a única condição para sobreviver.

É nesse cenário que o artigo propõe um novo contrato social: o Dividendo Tecnológico Universal, uma participação da sociedade nos ganhos extraordinários produzidos pela automação, inteligência artificial e robotização.

A proposta também discute uma nova valorização do ser humano baseada em conhecimento, palavra e movimento, deslocando o eixo da sobrevivência pela força para uma sociedade orientada pela inteligência, criatividade, cultura e liberdade.

A pergunta que f**a é simples e incômoda:

Se as máquinas produzirem a riqueza, quem terá direito aos dividendos dessa nova economia?

SEGUNDA-FEIRA, NO PORTAL FOLHA DO ESTADO SC

Leia o artigo completo de José Santana e conheça a proposta do novo contrato social:

CONHECIMENTO, PALAVRA E LIBERDADE.

Uma reflexão sobre o futuro do trabalho, da inteligência artificial e da própria humanidade.

ANÁLISE | Justiça dos EUA pode impor uma das maiores derrotas comerciais de Trump e abrir oportunidades para o Brasil ht...
04/08/2026

ANÁLISE | Justiça dos EUA pode impor uma das maiores derrotas comerciais de Trump e abrir oportunidades para o Brasil

https://folhadoestadosc.com.br/analise-justica-dos-eua-pode-impor-uma-das-maiores-derrotas-comerciais-de-trump-e-abrir-oportunidades-para-o-brasil/ via do Estado SC

A decisão de uma coalizão formada por 25 estados norte-americanos de recorrer à Justiça contra as novas tarifas impostas pelo governo do presidente Donald Trump representa um dos mais relevantes embates institucionais entre governos estaduais e o Poder Executivo dos Estados Unidos na área do co...

🗞️ BOLETIM DE NOTÍCIAS – FOLHA DO ESTADO SCDomingo | 02 de agosto de 2026Acompanhe os principais destaques desta edição ...
02/08/2026

🗞️ BOLETIM DE NOTÍCIAS – FOLHA DO ESTADO SC

Domingo | 02 de agosto de 2026

Acompanhe os principais destaques desta edição da Folha do Estado SC, com informações sobre política, segurança pública, eventos, saúde e opinião.

▶️ Política
O Campo Democrático oficializou seus candidatos aos cargos de deputado federal e deputado estadual durante convenção realizada em Florianópolis, marcando oficialmente sua participação nas eleições de 2026.

▶️ Editorial
No editorial deste domingo, a Folha do Estado SC destaca a importância do Agosto Verde, reforçando que investir na primeira infância representa um compromisso com o desenvolvimento social, educacional e econômico das futuras gerações.

▶️ Segurança Pública
A Polícia Civil prendeu, em Itapema, um homem suspeito de matar o próprio pai e roubar duas motocicletas após desavenças familiares. O caso segue sob investigação e causou forte repercussão na região.

▶️ Eventos
Mais de 25 mil pessoas prestigiaram a primeira noite do 8º Arraiá Solidário de Itapema, evento que reuniu atrações culturais, gastronomia típica e ações beneficentes, consolidando-se como um dos maiores eventos populares do município.

▶️ Saúde
Durante o Agosto Dourado, Balneário Camboriú intensif**a as ações de incentivo ao aleitamento materno, promovendo campanhas de conscientização e fortalecendo a coleta de doações de leite humano para atender recém-nascidos que necessitam desse suporte.

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A prevenção é o verdadeiro caminho para combater a corrupção no BrasilO Brasil precisa substituir a cultura da repressão...
01/08/2026

A prevenção é o verdadeiro caminho para combater a corrupção no Brasil

O Brasil precisa substituir a cultura da repressão por uma política permanente de educação, integridade e controle social

Por José Santana
Jornalista – MTB 3982|JI/SC | Graduado em Gestão Pública | Pós-graduado em Direito Constitucional | Fundador e Presidente de Honra do Instituto Olho Vivo | Editor-chefe da Folha do Estado SC

O modelo atual combate os efeitos, mas não as causas

Nas últimas décadas, o Brasil assistiu a grandes operações de combate à corrupção, como a Operação Lava Jato e, em Santa Catarina, a Operação Mensageiro. Ambas evidenciaram a capacidade do Estado de investigar organizações criminosas, responsabilizar agentes públicos e empresários e recuperar parte dos recursos desviados.

Essas operações possuem relevância institucional e representam uma resposta legítima do Estado Democrático de Direito aos crimes contra a Administração Pública. Entretanto, uma reflexão precisa ser feita: o modelo brasileiro de combate à corrupção tem conseguido reduzir, de forma estrutural, a incidência desses crimes?

A sucessão de escândalos em diferentes níveis da administração pública demonstra que a corrupção continua encontrando espaço para prosperar. Isso revela que o problema não está apenas na punição dos responsáveis, mas principalmente na ausência de mecanismos capazes de impedir que os crimes ocorram.

A corrupção já aconteceu quando a investigação começa

Toda operação policial nasce depois que o dano foi produzido.

Quando um inquérito é instaurado, o contrato público já foi assinado. O dinheiro já saiu dos cofres públicos. A licitação já foi direcionada. A fraude já ocorreu. A população já perdeu recursos que deveriam financiar escolas, hospitais, infraestrutura, segurança pública e políticas sociais.

Mesmo quando há condenações, bloqueio de bens ou recuperação parcial de ativos, dificilmente o prejuízo coletivo é integralmente reparado.

Prender corruptos é indispensável.

Entretanto, prender não devolve o tempo perdido, as obras paralisadas, os serviços que deixaram de ser prestados nem a confiança da sociedade nas instituições.

A prevenção precisa se tornar política de Estado

O artigo 37 da Constituição Federal determina que a Administração Pública deve obedecer aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

Esses princípios não foram concebidos apenas para punir irregularidades. Eles existem para orientar uma administração capaz de prevenir desvios e proteger o patrimônio público.

Da mesma forma que a medicina moderna prioriza a prevenção das doenças, o combate à corrupção precisa abandonar uma lógica exclusivamente repressiva para adotar uma estratégia preventiva.

Isso signif**a fortalecer os controles internos, ampliar a transparência, utilizar inteligência artificial na fiscalização de contratos públicos, investir em programas de integridade, auditorias permanentes e incentivar o controle social.

Educação: o investimento com maior retorno social

Existe, porém, uma ferramenta ainda mais poderosa do que qualquer operação policial: a educação.

Nenhuma sociedade combate a corrupção de maneira permanente sem formar cidadãos conscientes.

Ensinar crianças e adolescentes a compreender como funciona o Estado, como são arrecadados os tributos, de que forma ocorre a elaboração do orçamento público, como fiscalizar contratos administrativos e quais são os direitos e deveres do cidadão representa um investimento institucional de longo prazo.

A corrupção prospera onde existe desconhecimento.

A transparência produz resultados apenas quando há cidadãos preparados para interpretar as informações disponibilizadas pelo poder público.

Uma proposta para transformar a cultura brasileira

Como política pública permanente, o Brasil deveria instituir uma Política Nacional de Educação para a Cidadania, Integridade e Gestão Pública, incorporando à grade curricular, do 6º ano do Ensino Fundamental até a conclusão do Ensino Médio, uma disciplina obrigatória voltada à formação cidadã.

As aulas poderiam ser ministradas por profissionais habilitados nas áreas de Gestão Pública, Administração, Direito, Ciências Contábeis, Economia e Ciência Política.

O conteúdo incluiria Constituição Federal, organização do Estado, direitos e deveres fundamentais, orçamento público, educação fiscal, administração pública, transparência, controle social, ética, licitações, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Eleitoral, responsabilidade dos agentes públicos e crimes contra a Administração Pública.

O objetivo não seria formar advogados ou administradores públicos, mas cidadãos capazes de compreender o funcionamento das instituições, fiscalizar a aplicação dos recursos públicos, participar das decisões coletivas e exercer plenamente o controle social previsto pela Constituição.

O maior legado será uma nova geração

O Brasil continuará necessitando da atuação da Polícia Judiciária, do Ministério Público, dos Tribunais de Contas e do Poder Judiciário.

Essas instituições são indispensáveis.

Entretanto, o verdadeiro indicador de sucesso no combate à corrupção não deve ser apenas o número de operações realizadas ou de pessoas presas, mas a redução contínua das oportunidades para que novos esquemas criminosos sejam criados.

Se quisermos construir um país mais íntegro nas próximas décadas, precisamos começar pela sala de aula.

É na escola que se formam valores, consciência cívica, responsabilidade social e respeito ao patrimônio público.

A corrupção não será vencida apenas por investigações, prisões e condenações. Ela será efetivamente reduzida quando o Brasil investir na formação de cidadãos conscientes, éticos e preparados para defender o interesse público.

Mais do que combater corruptos, precisamos construir uma sociedade que não aceite a corrupção como prática tolerável.

Esse talvez seja o maior legado que uma política pública de educação pode deixar para as futuras gerações.

Nota do autor: A construção de um Brasil mais íntegro depende da participação de toda a sociedade. Este artigo não pretende encerrar o debate, mas iniciá-lo. Sua opinião, crítica, sugestão ou proposta é fundamental para aperfeiçoar essa ideia. Compartilhe este texto, participe da discussão e envie suas contribuições à Folha do Estado SC. O combate à corrupção não é responsabilidade exclusiva das instituições; é um compromisso coletivo que começa com o diálogo, a educação e a participação cidadã.

Referências

* Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, especialmente os arts. 5º, 37, 70, 74 e 205.
* Lei nº 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação).
* Lei nº 12.846/2013 (Lei Anticorrupção).
* Lei nº 14.133/2021 (Nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos).
* Lei Complementar nº 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal).

Endereço

Rua 700
Itapema, SC
88220000

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