Psicóloga Raquel Blazius

Psicóloga Raquel Blazius Ajudo mães a cuidarem de si para construir um legado emocional mais saudável com seus filhos
• Autora O Despertar da Mãe
• Livro e atendimentos

Eu acho chique quem escolhe a empatia em vez do julgamento.Quem não chama depressão de frescura, preguiça ou falta de De...
01/09/2026

Eu acho chique quem escolhe a empatia em vez do julgamento.

Quem não chama depressão de frescura, preguiça ou falta de Deus.

Quem entende que ansiedade não é exagero.

Quem não chama autismo e TDAH de modinha.

Quem respeita aquilo que não consegue enxergar.

Quem escuta antes de opinar e acolhe antes de rotular.

Quem entende que buscar terapia ou tratamento não é fraqueza.

Quem reconhece que saúde mental também é saúde. 💛

Qual dessas atitudes você também acha chique?

Setembro Amarelo é um convite para falar sobre saúde mental com informação, responsabilidade e menos preconceito.O su*cí...
01/09/2026

Setembro Amarelo é um convite para falar sobre saúde mental com informação, responsabilidade e menos preconceito.

O su*cídio não é frescura, falta de fé, egoísmo ou uma forma de chamar atenção. É uma expressão de sofrimento intenso e precisa ser levado a sério.

Depressão não é apenas tristeza. Ansiedade não é exagero. Autismo e TDAH não são “modinha”, preguiça ou falta de disciplina. São condições reais, que podem afetar a vida, os relacionamentos e a forma como a pessoa percebe o mundo, mesmo quando não são visíveis.

Também é um mito dizer que quem pensa em m*rte não avisa. Muitas pessoas dão sinais, dizem que não aguentam mais, que são um peso ou que gostariam de desaparecer. Essas falas precisam ser acolhidas, não julgadas.

Quando alguém diz “é só pensar positivo”, “isso é falta de Deus” ou “todo mundo tem um pouco”, pode estar minimizando uma dor real e afastando a pessoa da ajuda de que precisa.

Desmistificar esses assuntos também é uma forma de prevenção.

Não precisamos ter a fala perfeita. Podemos começar perguntando:

“Como você está de verdade?”

“Você tem pensado em se machucar ou em não querer mais viver?”

Escutar sem julgamento, levar a sério e incentivar a busca por ajuda profissional pode fazer diferença.

Que a conscientização não fique apenas em setembro. Saúde mental merece cuidado durante todo o ano.

Se este conteúdo fez sentido, salve e compartilhe. Informação também acolhe. 💛

Se houver risco imediato, não deixe a pessoa sozinha. Procure uma UPA ou pronto-socorro, ligue para o SAMU 192 ou para o CVV 188, disponível gratuitamente, 24 horas por dia.

Raquel Blazius

Para quem já ouviu “e como você se sente em relação a isso?” e saiu da sessão pensando nessa pergunta por uma semana int...
27/08/2026

Para quem já ouviu “e como você se sente em relação a isso?” e saiu da sessão pensando nessa pergunta por uma semana inteira.

Por trás das frases clássicas, existe uma profissão que envolve escuta, estudo, responsabilidade e muito cuidado com a história de cada pessoa.

Nem sempre a terapia entrega respostas prontas. Às vezes, ela começa com uma pergunta que ajuda você a enxergar algo que estava difícil de perceber sozinho.

Qual dessas frases você já ouviu?

Como psicóloga, acompanho diariamente algumas realidades que me preocupam profundamente.De um lado, pessoas exaustas, so...
27/08/2026

Como psicóloga, acompanho diariamente algumas realidades que me preocupam profundamente.

De um lado, pessoas exaustas, sobrecarregadas e enfrentando dores emocionais legítimas.

Do outro, uma internet que transforma essa vulnerabilidade em oportunidade de venda: curas em 21 dias, fórmulas mágicas, “destravamentos” emocionais e métodos prontos que prometem resultados iguais para histórias completamente diferentes.

A dor humana não é um algoritmo.

A mente não funciona por fórmulas universais.

E nenhuma história complexa se resolve por meio de um atalho vendido como milagre.

Ao mesmo tempo, ainda existem muitos preconceitos sobre a psicoterapia.

Algumas pessoas acreditam que terapia é falta do que fazer, sinal de fraqueza, coisa de quem “está louco” ou simplesmente um desabafo caro.

Mas cuidar da saúde mental exige coragem.

Exige disposição para olhar para dentro, compreender padrões, reconhecer feridas e assumir responsabilidade pelas próprias escolhas.

A terapia não substitui a fé, os amigos, o lazer, o exercício físico ou outras fontes de apoio.

Ela também não promete eliminar todas as dores da vida.

O que ela oferece é um espaço profissional, ético e humano para que cada pessoa possa compreender melhor a própria experiência e desenvolver recursos para atravessá-la.

Qual desses mitos você mais ouviu ao longo da vida?
Conta aqui nos comentários.

Porque eles não dependem apenas de força de vontade.Muitos hábitos são aprendidos pela repetição e passam a funcionar qu...
13/08/2026

Porque eles não dependem apenas de força de vontade.

Muitos hábitos são aprendidos pela repetição e passam a funcionar quase automaticamente, principalmente quando estão ligados a uma recompensa imediata como alívio, prazer ou distração.

Por exemplo:

-ansiedade → mexer no celular → alívio momentâneo;

-estresse → comer compulsivamente → sensação de conforto;

-medo de falhar → procrastinar → alívio por não precisar começar.

O problema é que, mesmo quando o comportamento traz consequências negativas depois, o cérebro tende a repetir aquilo que oferece uma recompensa rápida.

Para começar a mudar, tente:

-Identificar o gatilho.

-Observar o que você está sentindo.

-Entender qual recompensa está buscando.

-Criar uma alternativa possível.

-Começar com mudanças pequenas e consistentes.

Um deslize não significa que você voltou ao ponto de partida. Ele pode mostrar quais situações ainda precisam de atenção e ajustes.

Mudar um hábito não é lutar contra si mesmo. É compreender o ciclo e construir novas respostas, uma escolha de cada vez.

Salve este post para consultar quando sentir dificuldade e compartilhe com alguém que também está tentando mudar um hábito.

Raquel Blazius
Psicóloga

Quando uma pessoa cresce sentindo que precisa pensar, escolher e viver de acordo com as expectativas da família para ser...
12/08/2026

Quando uma pessoa cresce sentindo que precisa pensar, escolher e viver de acordo com as expectativas da família para ser aceita, pode aprender a confundir amor com aprovação.

Isso pode aparecer em situações como:

-sentir culpa por escolher uma profissão diferente;

-esconder um relacionamento para evitar críticas;

-ter medo de falar sobre suas crenças, escolhas ou identidade;

-mudar de opinião apenas para não decepcionar;

-acreditar que dizer “não” aos pais é ser ingrata;

-viver tentando provar que é uma “boa filha” ou um “bom filho”.

Muitas vezes, esse padrão vem de famílias em que não havia espaço para diálogo, diferença ou autonomia.

Pais que também foram criados sob críticas, medo, comparação e obediência podem repetir esse modelo sem perceber.

Mas compreender a origem não significa justificar o que machuca.

Você pode reconhecer a sua história e, ao mesmo tempo, começar a questionar o lugar que as expectativas da sua família ainda ocupam nas suas decisões.

Uma pergunta importante é:

“Eu realmente quero isso ou estou apenas tentando evitar a culpa, a crítica ou a rejeição?”

Construir autonomia não significa necessariamente romper com a família. Significa aprender a fazer escolhas sem precisar abandonar quem você é para continuar pertencendo.

Amor não deveria exigir que você apague partes de si.

Relações mais saudáveis precisam suportar diferenças, limites e escolhas próprias.

💬 Você já deixou de fazer alguma escolha por medo de decepcionar a sua família?

Compartilhe nos comentários apenas aquilo que se sentir segura para dividir.

📌 Salve este post para reler quando a culpa aparecer e compartilhe com alguém que precisa refletir sobre esse tema.

Raquel Blazius

Se o seu “amor” só alcança o seu filho quando ele faz o que você aprova, pensa como você pensa e vive como você viveria…...
11/08/2026

Se o seu “amor” só alcança o seu filho quando ele faz o que você aprova, pensa como você pensa e vive como você viveria… isso não é amor, é controle.

Muita gente cresce ouvindo “eu te amo”, mas, na prática, só se sente minimamente aceita quando:

– escolhe a profissão que a família considera certa;

– vive o tipo de relacionamento que os pais aprovam;

– segue as mesmas crenças e valores, sem poder questionar.

Isso deixa uma marca profunda: a sensação de que, se você for você mesma, corre o risco de perder o lugar na família.

Então, muitas vezes, você se adapta, se cala, esconde partes suas por medo de decepcionar.

E isso não nasce do nada.

Muitas vezes, esses pais também cresceram em ambientes em que:

– ser filho significava obedecer sem perguntar;

– amor vinha misturado com medo;

– ninguém sabia lidar com diferenças sem transformar isso em ameaça ou desrespeito.

Quem controla demais, quase sempre, também foi controlado.

Mas isso não torna o controle menos doloroso pra quem está do outro lado.

A reflexão aqui é:

– Quanto do que você vive hoje é realmente seu?

– E quanto ainda é roteiro que você segue pra não perder “amor” e pertencimento?

Reconhecer isso não é virar as costas pra sua história.

É começar a admitir que você existe para além do papel de “filha boa” e que relações saudáveis não exigem que você apague quem é para continuar sendo amada.

Você sente que, em algum momento da sua vida, precisou ser “menos você” pra manter o amor ou a aprovação da sua família?

Se quiser, conta aqui nos comentários (só o que você se sentir à vontade pra dividir).

Raquel Blazius

Lidar com algumas pessoas pode ser muito desafiador.Não porque exista algo “errado” em você,mas porque a forma como essa...
11/08/2026

Lidar com algumas pessoas pode ser muito desafiador.

Não porque exista algo “errado” em você,
mas porque a forma como essa pessoa age, fala ou se posiciona tem um impacto real no seu dia a dia e no que você sente.

E nem sempre é alguém com quem você quer ter intimidade ou proximidade.

Às vezes é alguém do trabalho, da família, ou alguém com quem você precisa conviver de algum jeito.

😮‍💨 O desgaste costuma aparecer quando:

-a pessoa fala de um jeito que te desrespeita ou diminui;

-ignora seus limites ou decisões;

-cria clima de tensão, crítica ou cobrança constantes.

E, além do comportamento em si, tem algo profundo aí:

-o lugar que essa pessoa ocupa na sua vida
e o significado que você dá ao jeito como ela te trata.

🧠 Uma pergunta importante é:

-por que justamente essa pessoa te atinge tanto?

-o que torna o gesto, a crítica, o silêncio ou a opinião dela tão relevantes pra você?

-o que está em jogo ali: respeito, segurança, estabilidade, reconhecimento, sensação de valor?

Às vezes, o que dói não é só a frase que ela disse, mas o que aquilo acorda em você:
histórias antigas de não ser levada a sério, de ser desqualificada, de não ter espaço.

💡 E o que muda quando você está mais fortalecido emocionalmente?

-você percebe mais rápido o que te faz mal, em vez de só “aguentar”;

-começa a ajustar a forma de contato dentro do que é possível (mais objetivo, mais curto, mais pontual);

-deixa de levar tudo tão para o lado pessoal, porque enxerga que parte do jeito dela não fala sobre o seu valor;

-consegue se posicionar com mais clareza, mesmo quando não é possível cortar o convívio.

Não é que a convivência deixa de ser desafiadora. É que, quando você está mais fortalecido internamente, essa pessoa deixa de ter tanto poder sobre o seu equilíbrio.

Me conta aqui se você sente dificuldades em lidar com algumas pessoas, e se você percebeu algum padrão nesse tipo de relação.

Raquel Blazius
Psicóloga

Terapia não é só “conversar com alguém legal”.Se fosse só isso, um café com uma amiga resolveria. ☕Na sessão, tem conver...
06/08/2026

Terapia não é só “conversar com alguém legal”.

Se fosse só isso, um café com uma amiga resolveria. ☕

Na sessão, tem conversa, sim.

Mas o foco não é encher o tempo com palavras.

É o que a gente faz com o que você traz:

-organizar o que está caótico aí dentro;

-dar nome a coisas que você só sentia como peso;

-entender padrões que se repetem na sua forma de se tratar e se relacionar;

-olhar pra sua história sem te deixar sozinha com ela.

Terapia não é só “contar a vida e ir embora igual”.

É um trabalho de ir construindo sentido e, a partir daí, possibilidade de escolha.

Na forma como eu trabalho, a sessão é:

-um espaço em que você pode existir inteira,

-sem precisar performar;

-um lugar onde eu não só escuto, mas também aponto quando você está se machucando demais internamente;

-um campo pra você experimentar, talvez pela primeira vez, ser levada a sério na sua dor.

Terapia é um trabalho conjunto.

Não é milagre nem atalho rápido, mas um processo construído encontro a encontro.

📲 Se você sente que só conversar “por aí” já não dá conta do que está vivendo, a terapia que ofereço é um espaço sério e profundo pra transformar conversa em trabalho terapêutico de verdade.

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Raquel Blazius

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Jaboatão Dos Guararapes, PE

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