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Pesquisa Sebrae-SP: investimento do MEI para começar a vender marmita é de R$ 3 mil  Estado de São Paulo registra mais d...
11/08/2026

Pesquisa Sebrae-SP: investimento do MEI para começar a vender marmita é de R$ 3 mil
Estado de São Paulo registra mais de 91 mil Microempreendedores Individuais (MEIs) na atividade
Cerca de R$ 3 mil é o valor do investimento inicial realizado pelos Microempreendedores Individuais (MEIs) para começar um negócio de marmita, segundo a pesquisa “Perfil e desafios dos negócios de marmitas” do Sebrae-SP. Só no Estado de São Paulo são 91.587 MEIs na atividade, representando 76% entre os micro e pequenos negócios no segmento.
O levantamento identificou o perfil predominante entre os MEIs: mulher (71,3%), que trabalhava anteriormente com carteira assinada (60%) e começou na atividade para buscar autonomia e independência (25%) ou para complementar sua renda (20%) ou transformar uma habilidade ou ideia em negócio (18%).
De acordo com Pedro Gonçalves, consultor do Sebrae-SP, a pesquisa sugere que o empreendedorismo tem sido, predominantemente, uma alternativa de transição de carreira. “A barreira de entrada para começar um negócio de marmita é baixa. Muitas pessoas começam na cozinha de casa, com utensílios próprios. Por outro lado, a concorrência é alta e exige a necessidade de f**ar atento à gestão do negócio para não f**ar no prejuízo”, alerta.
Em relação ao faturamento, o valor médio mensal registrado é de R$ 4.191. Os MEIs produzem e vendem em torno de 151 a 300 marmitas por mês (36%) ou de 51 a 100 marmitas (29%). Para 65% dos MEIs, os preços de venda variam de R$ 21 a R$ 30.
“Os resultados sugerem um mercado concentrado em preços intermediários, refletindo a necessidade de equilibrar competitividade, custos de produção e poder de compra dos clientes”, comenta Pedro Gonçalves, do Sebrae-SP. A pesquisa aponta que o principal desafio dos MEIs do segmento é o controle de custos (42%), seguido pela concorrência (38%) e pela logística das entregas (29%).
As marmitas tradicionais surgem como a principal oferta do mercado (57%), mas a diversif**ação dos cardápios é uma realidade com opções saudáveis, saladas, congeladas, sopas, vegetarianas, veganas, low carb, sem glúten, sem lactose e sem açúcar. Quando o tema é canal de venda, o destaque é para o WhatsApp com 79%, seguido das redes sociais (59%) e aplicativos de delivery (52%).
ESG
A pesquisa do Sebrae-SP abordou ainda os conhecimentos dos empreendedores sobre o termo ESG, que envolve critérios ambientais, sociais e de governança utilizados para orientar empresas mais responsáveis e sustentáveis.
Embora 34% dos MEIs não conheçam o que é o termo ESG, 61% procuram reduzir o desperdício de alimentos e 55% entendem que separam e destinam corretamente os resíduos. A compra de insumos de produtores locais é praticada por 30%. Já 26% se preocupam com o uso de embalagens biodegradáveis ou recicláveis.
Bauru e região
Na região de Bauru, que abrange os 37 municípios atendidos pelo escritório regional do Sebrae-SP, constam 431 MEIs no segmento de marmitas, de acordo com o Portal do Empreendedor, da Receita Federal, até o dia 1º de agosto. Bauru lidera o ranking regional com 234 MEIs, dos quais 171 são comandados por mulheres. Na sequência aparecem Jaú, com 31 empreendedores; Agudos, com 22; Lençóis Paulista e Lins, com 17 cada; e Pederneiras, com 14 negócios voltados ao fornecimento de alimentos preparados, predominantemente para consumo domiciliar.
Para o consultor de negócios do Sebrae-SP e gestor do programa de Alimentação Fora do Lar, Eduardo Ribeiro Ruiz, o mercado de marmitas segue aquecido e oferece oportunidades para quem deseja iniciar um negócio, mas o sucesso depende de uma gestão eficiente e do foco na experiência do cliente. "O segmento de marmitas continua sendo uma excelente porta de entrada para quem deseja empreender, principalmente porque exige um investimento inicial relativamente baixo. No entanto, desde o primeiro dia, é importante entender que o cliente não compra apenas uma refeição, mas toda a experiência que envolve o produto: a facilidade para fazer o pedido, a qualidade da embalagem, a pontualidade na entrega, a apresentação e, claro, o sabor da comida. Quando o negócio cresce, a gestão passa a ser o principal diferencial competitivo. Controlar custos, utilizar canais digitais para vendas, fidelizar clientes e inovar no cardápio são fatores que fazem a diferença entre apenas vender marmitas e construir uma empresa sólida", destaca.
Metodologia
A pesquisa foi realizada por e-mail entre os dias 18/05/26 e 31/05/26 pelo Instituto Consulting. Foram entrevistados 1.080 MEIs que atuam no segmento de fornecimento de alimentos destinados preponderantemente para consumo domiciliar. O segmento abrange preparação de refeições ou pratos cozidos, inclusive congelados, entregues ou servidos em domicílio (CNAE 5620-1/04).
O levantamento completo está disponível no linkhttps://datasebrae.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Perfil-e-Desafios-dos-Negocios-de-Marmitas.pdf

📞 Brasileiro praticamente não atende mais ao telefone.O motivo? O excesso de ligações de telemarketing, golpes e chamada...
18/07/2026

📞 Brasileiro praticamente não atende mais ao telefone.

O motivo? O excesso de ligações de telemarketing, golpes e chamadas insistentes fez muita gente perder a confiança nesse meio de comunicação. Hoje, quando o celular toca com um número desconhecido, a primeira reação de milhões de brasileiros é simplesmente ignorar a chamada.

O telefone, que já foi a principal forma de contato entre as pessoas, acabou sendo substituído por mensagens em aplicativos, justamente por oferecerem mais controle e segurança.

E você? Ainda atende ligações de números desconhecidos ou prefere esperar uma mensagem?

Via

Jornalismo
por Jornalista

Você limpa a casa, cuida do carro, organiza as . Mas quando foi a última vez que organizou o que está na sua cabeça? Acu...
12/07/2026

Você limpa a casa, cuida do carro, organiza as . Mas quando foi a última vez que organizou o que está na sua cabeça? Acumular silêncios não apaga as suas dores, apenas aumenta a pressão interna. Fazer terapia é ter um lugar seguro para desarmar seus gatilhos emocionais sem ser julgado. Dar voz ao que te dói é o primeiro passo para viver com leveza. Agende o seu horário e comece a se priorizar hoje mesmo.
Gabriela Gianotti Psicóloga. WhatsApp 12 98256-3069.

O que os idosos entendem sobre felicidade que nós ainda insistimos em ignorarQuantas vezes você já transformou um moment...
12/07/2026

O que os idosos entendem sobre felicidade que nós ainda insistimos em ignorar

Quantas vezes você já transformou um momento de descanso em uma fonte de ansiedade? Você está com a família, em um jantar com amigos ou simplesmente sem fazer nada, mas uma parte da sua mente continua na próxima entrega, na reunião da semana que vem ou naquela meta que ainda não foi atingida.
Baseado em uma pesquisa realizada em 145 países, ele mostra que a felicidade costuma seguir uma curva em "U", ela cai na meia-idade e volta a subir na velhice. Isso acontece mesmo diante de perdas comuns do envelhecimento, como problemas de saúde ou redução de capacidades cognitivas.
Segundo os autores, o segredo está no que chamam de compatibilidade entre objetivos. Quando somos jovens ou adultos de meia-idade, estamos concentrados em metas de longo prazo, como carreira, patrimônio, filhos, reputação e segurança financeira. Assim, atividades que geram prazer imediato podem parecer um desperdício de tempo ou até uma ameaça ao sucesso futuro. E isso é um conflito interno que reduz a própria felicidade que buscamos.
Já os idosos tendem a enxergar o tempo de vida como mais limitado. Com isso, suas prioridades mudam. Relacionamentos, bem-estar emocional e momentos signif**ativos deixam de ser distrações e passam a ser objetivos centrais da vida. A felicidade deixa de competir com outras metas e passa a caminhar junto delas.
Os autores se apoiam na teoria da seletividade socioemocional, da psicóloga Laura Carstensen, que mostra que essa mudança não depende necessariamente da idade. Quando pessoas jovens percebem que têm menos tempo disponível, suas prioridades também passam a valorizar mais conexões emocionais e satisfação presente. Da mesma forma, idosos que imaginam ter décadas extras de vida voltam a priorizar objetivos típicos da juventude
O artigo critica dois extremos comuns:
1. O "grind mindset", que trata trabalho, esforço e produtividade como únicos caminhos legítimos para o sucesso, vendo lazer quase como culpa.
2. A mentalidade YOLO ("só se vive uma vez"), que coloca o prazer acima de qualquer planejamento ou propósito de longo prazo.
Os dois geram desequilíbrios porque um leva ao burnout, o outro, à falta de propósito e estabilidade.
Três lições práticas
1. Ampliar a definição de felicidade - Não buscar apenas euforia, diversão intensa ou experiências extraordinárias. Valorizar também sentimentos mais tranquilos, como paz, contentamento e satisfação cotidiana.
2. Escolher atividades que cumpram múltiplos objetivos - Buscar experiências que combinem prazer, relacionamento, aprendizado ou desenvolvimento profissional ao mesmo tempo.
3. Encontrar felicidade com signif**ado - Procurar atividades prazerosas que também gerem senso de propósito, contribuição ou crescimento pessoal.
Para alguém que produz conteúdo sobre comportamento, liderança e trabalho, a provocação que faço é, será que o burnout moderno nasce pouco do trabalho, e sim da incapacidade de enxergar descanso, relações e prazer como parte do próprio sucesso?
Deise Cavignato
Gerente de conteúdo | LinkedIn | Redação Criativa | Agilista | LACP | Professora Universitária | Palestrante | ESG Ver menos

COMUNICADO IMPORTANTE A Fiesp conquistou uma importante vitória judicial com relação a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1)...
23/06/2026

COMUNICADO IMPORTANTE


A Fiesp conquistou uma importante vitória judicial com relação a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1). A Fiesp obteve uma liminar na Justiça Federal de São Paulo que protege, cerca de 130 mil empresas, representadas pela entidade — e por seus mais de 100 sindicatos patronais filiados — contra sanções pelo descumprimento das novas exigências da NR-1. A regra nova impõe o monitoramento de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

Proferida pela juíza Cristiane Farias Rodrigues dos Santos, da 9ª Vara Cível Federal de São Paulo, a decisão determina que o Ministério do Trabalho se abstenha de exigir e de aplicar qualquer sanção às empresas representadas pela Fiesp e seus sindicatos filiados, com fundamento nos fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho.

Em outra iniciativa, a Fiesp impetrou, em maio, Mandado de Segurança contra ato do ministro de Estado do Trabalho para questionar a falta de produção do Estudo de Análise de Impacto Regulatório (AIR) referente as alterações na NR-1 que incluíram em seu rol os riscos psicossociais.

Mais recentemente, a Fiesp ingressou com pedido de Amicus Curie, no Supremo Tribunal Federal (STF), em ação proposta pela Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino. A ADPF, baseada nos argumentos da ação promovida pela Fiesp em São Paulo, já foi distribuída ao Ministro André Mendonça, cuja decisão, quando proferida, terá reflexos de âmbito nacional.

Paulo Skaf
Presidente

21/06/2026
21/06/2026

Procon-SP: itens juninos têm variação de até 631%

Pesquisa observou preços de diferentes segmentos, como canjica, pinhão e milho para pipoca

A depender do supermercado, um pacote de 200g de pão de hot dog pode custar até 631% mais caro em meio ao período de festejos juninos no município - de R$ 4,09 a R$ 29,90. Este foi o maior indicador observado pelo Procon-SP entre os 50 produtos pesquisados em nove comércios, entre as prateleiras repletas de canjica, milho para pipoca, pinhão, produtos a granel, entre outros.

Nesse sentido, é fundamental pesquisar bem os preços ao preparar comidas típicas de inverno. Ao todo, as equipes do Procon-SP visitaram 78 estabelecimentos de 11 municípios, realizando a coleta de preços entre 8 e 16 de junho, abrangendo, além da capital: Bauru, Campinas, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São José dos Campos, São José do Rio Preto, São Vicente e Sorocaba.

Em comparação com os preços médios dos itens em comum com as demais cidades, se o quilo de uma espiga de milho a granel custa R$ 14,05 em Bauru, ele é encontrado no valor de R$ 6,04 em Presidente Prudente. Foi em São José dos Campos, que os produtos apresentaram os menores valores, enquanto em Ribeirão Preto a média foi de R$ 86,25.

Confira as pesquisas em: https://www.procon.sp.gov.br/pesquisa-de-itens-juninos-de-2026/

*Orientações*

Na compra de alimentos, lembre-se de que os produtos embalados devem conter a data de validade, nome, endereço e CNPJ do fabricante, além do selo LUPA (indica se o produto contém altos níveis de açúcar, gorduras saturadas e sódio).

Ainda, produtos fabricados e embalados pelo estabelecimento (doces, tortas, salgados e bolos) devem ter informações sobre data de validade, peso, ingredientes e se contém glúten e alergênicos. Na compra a granel, verifique o peso, a qualidade e a aparência do alimento (sujidade, umidade).

*Quermesses*

Nas quermesses, observe a higiene do que está sendo vendido. Verifique se os alimentos estão adequadamente acondicionados e refrigerados. Algumas quermesses utilizam cartão de consumação para a compra de comidas, bebidas e brincadeiras.

Ao adotar esse sistema de pagamento, o fornecedor é obrigado a informar de maneira clara e ostensiva sobre as condições de utilização e a forma de reembolso. O fornecedor não pode recusar o pagamento em dinheiro vivo.

Depois do grande sucesso nas 8 cidades em que passou, onde foi visto por mais de 5.200 crianças e adultos, o Circuito de...
08/06/2026

Depois do grande sucesso nas 8 cidades em que passou, onde foi visto por mais de 5.200 crianças e adultos, o Circuito de Teatro Infantil Ambiental – Pasqualino e a Natureza vai realizar mais 4 apresentações extras, nos dias 9 e 10 de junho.

Para celebrar o encerramento desta temporada de circulação, nos dias 09 e 10 de junho de 2026, o “Circuito de Teatro Infantil Ambiental – Pasqualino e a Natureza” vai realizar quatro apresentações extras nas cidades de Bom Jesus dos Perdões e Francisco Morato, conforme as datas abaixo:

Apresentações extras:
Dia 09 de Junho de 2026 (terça-feira) - BOM JESUS DOS PERDÕES
Local: EMEF Sergio Viana - R. Eliseu Corrêa Dias, 325 - Jd B Horizonte, Bom Jesus dos Perdões
Sessões: 10h e 14h.

Dia 10 de Junho de 2026 (quarta-feira) - FRANCISCO MORATO
Local: EM Doutor Francisco Morato - R. Reinaldo Porchart, 298 - Centro, Francisco Morato - SP, 07910-170
Sessões: 09h e 14h.

“Pasqualino e a Natureza” mistura arte, diversão e educação ambiental, mostrando de forma leve e poética como cuidar do planeta é importante. Inspirado no cinema mudo, no teatro físico, na mímica e na palhaçaria, o espetáculo conta sua história sem palavras, envolvendo o público de todas as idades em uma conversa visual sobre o cuidado com a natureza e o equilíbrio do planeta.

O projeto foi contemplado pelo Edital Transformando Energia em Cultura e tem patrocínio da Neoenergia, por meio da Lei Rouanet – Lei Federal de Incentivo à Cultura. A iniciativa dialoga com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e incentiva o uso consciente de energia e o cuidado com o meio ambiente, em ações que aproximam crianças, escolas e famílias dos temas da sustentabilidade e da inclusão.

Foto Paulo Drumond

MÚCIO DISSE O QUE TODO MILITAR/FFAA SABE — MAS NINGUÉM NO GOVERNO QUER OUVIR No dia 27 de maio, em evento fechado com ex...
02/06/2026

MÚCIO DISSE O QUE TODO MILITAR/FFAA SABE — MAS NINGUÉM NO GOVERNO QUER OUVIR
No dia 27 de maio, em evento fechado com executivos da Base Industrial de Defesa em Brasília, o ministro José Múcio Monteiro fez um diagnóstico que raramente se ouve da boca de um civil à frente da pasta: "Nós fizemos um diagnóstico nosso, a Defesa é precaríssima.
A Defesa brasileira é incompatível com o tamanho e as potencialidades do Brasil. Nós não temos defesa. Eu digo que a sociedade precisa saber. Muita gente pensa que nós temos como nos defender; nós não temos." Apenas agora, com a publicação do jornalista Marcelo Godoy no Estadão, o conteúdo veio a público.
O ministro não ficou na retórica. Ilustrou o despreparo com números concretos e constrangedores: em caso de conflito na região Norte — a fronteira mais vulnerável e mais cobiçada do território brasileiro —, a Marinha levaria 20 dias para chegar ao local, e os blindados do Exército, concentrados no Sul e no Centro-Oeste, demorariam 55 dias.
"Se houvesse um conflito real, quando nós chegássemos lá, o inimigo já estaria instalado", resumiu Múcio. É um diagnóstico que qualquer oficial com serviço operacional reconhece como verdadeiro — e que a sociedade civil nunca ouviu com essa clareza vindo de dentro do próprio governo.
O que torna o desabafo politicamente explosivo é o que aconteceu nos dias seguintes. Em 29 de maio, o governo Lula anunciou o contingenciamento de R$ 4,4 bilhões do orçamento do Ministério da Defesa.
Na mesma semana, os Estados Unidos classif**aram o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras — deslocando o enfrentamento dessas facções do campo policial também para o militar, com implicações para as Forças Armadas brasileiras.
O país que não tem como se defender perdeu R$ 4,4 bilhões do orçamento de Defesa e não deu resposta adequada à classif**ação americana. Tudo na mesma semana.
O paradoxo é cruel — e não é acidental. Lula nunca priorizou a Defesa Nacional em nenhum dos seus três mandatos. O orçamento militar é cronicamente insuficiente, o reequipamento das três Forças se arrasta por décadas, e a Amazônia — o maior patrimônio estratégico do país — permanece com cobertura operacional incompatível com sua dimensão e com as ameaças reais que enfrenta.
A pergunta que f**a, depois do desabafo de Múcio, é simples e sem resposta honesta por parte do Palácio do Planalto: um governo que corta R$ 4,4 bilhões da Defesa no mesmo mês em que seu próprio ministro admite que o Brasil não tem como se defender — esse governo leva a sério a soberania nacional?

Endereço

Jacareí, SP
12340-601

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