09/09/2026
Educação no Brasil tem ótimo resultado no IDEB e péssimo no PISA.
QUEM SERÁ QUE TÁ MENTINDO?
Pra quem não sabe, o IDEB leva em conta a TAXA DE APROVAÇÃO! Ou seja: não mede apenas aquilo que o aluno aprendeu. Parte da nota depende de quantos alunos são aprovados.
E aí surge um problema óbvio: quando um indicador vira meta política, cria-se um incentivo para melhorar o número, e não a educação.
Isso não é uma teoria conspiratória. LEMBRAM DO CIRO GOMES? Em 2018, ex-alunos de Sobral, cidade apresentada durante anos como modelo educacional e berço político de Ciro Gomes, relataram pressão para fraudar avaliações, inclusive com alunos fazendo provas no lugar de outros. Também houve relatos de política de aprovação automática e... Bingo! A trapaça foi exposta!
Todo brasileiro que não está em coma nos últimos 20 anos sabe bem do esquema de aprovação automática de alunos em troca de incentivos e benesses governamentais...
Ou seja: além de inútil, o IDEB é um péssimo instrumento transformado em troféu político.
Qualquer mogolão consegue entender o erro no método: é perfeitamente possível dar as respostas para o aluno fazer a prova, evitar reprovações e — é claro! — fraudar resultados de toda forma possível para produzir um número bonito no ranking.
É justamente aí que o PISA é muito mais interessante.
O PISA, organizado pela OCDE, avalia estudantes de 15 anos em Matemática, Leitura e Ciências e procura saber não apenas se o aluno decorou determinado conteúdo, mas se consegue utilizar conhecimentos e habilidades para resolver problemas e enfrentar situações da vida real.
E o resultado brasileiro deveria incomodar.
No PISA 2025, quase 44% dos estudantes brasileiros não atingiram sequer o nível mínimo simultaneamente nas três áreas. O Brasil está sempre entre os piores!
Você pode manipular uma taxa de aprovação. Pode criar incentivo para ensinar para uma prova. Pode até produzir um índice bonito.
Mas colocar um adolescente diante de um problema novo e perguntar: “Você sabe pensar, interpretar, raciocinar e aplicar o que aprendeu?”
Aí a conversa muda.
E você acredita nos result