08/03/2021
O dia de hoje costuma der uma excelente oportunidade para queixas e lamentações. São expostas, sempre em tom de lamúria, as infinitas dificuldades, desafios e tristezas que é ser mulher nesta sociedade detestável sociedade conservadora, patriarcal, opressora e falocêntrica.
E todas essas lamúrias são como que uma névoa que oculta o que, se observarmos com astúcia, é logo revelado:
O ódio ao feminino.
Por isso, no dia de hoje, ao invés de nos lamentarmos, comemoremos!
Deus imprimiu em nosso coração o dom e privilégio que é ser mulher.
O dom de trazermos ordem ao ambiente em que habitamos e às pessoas que residem nele.
O dom da universalidade, que nos permite que criemos filhos de modo que sejamos, ao mesmo tempo e aleatoriamente, mãe, professora, cientista, cozinheira e rainha, tudo numa só pessoa.
O dom de, com nossa feminilidade, despertarmos o melhor dos homens, sendo uma boa auxiliadora, conforme a vontade divina, e trazendo o equilíbrio de que precisam e que muitas vezes não encontrarão sozinhos.
O dom de poder ser o mundo inteiro para o filho, de modo que ele só queira àquela que, independentemente de quaisquer defeitos, é única e insubstituível.
Porque as obras humanas, no fim do mundo, se extinguirão. Camões irá ruir. Shakespeare irá ruir. A ciência, tecnologia, a Internet... tudo irá ruir um dia.
Mas somente nós, mulheres, temos o potencial de criar, com a permissão divina, uma alma exclusiva e eterna, que jamais se extinguirá, pelos séculos dos séculos.
Não caiam na espiral feminista da lamentação por aquilo que temos de melhor. Eu amo ser mulher, e amo ter esse privilégio.
Ser mulher é um grandioso dom e presente divino.