Regional FM 90,3

Regional FM 90,3 Página da Rádio Regional FM 90.3 localizada no Vale do Jaguaribe - Ceará.

A Polícia Federal deflagrou a 9ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de irregularidades envolvendo...
18/06/2026

A Polícia Federal deflagrou a 9ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de irregularidades envolvendo o Banco Master e outras instituições do sistema financeiro. A ação foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal e cumpriu mandados em diferentes estados.

Segundo a PF, o STF expediu 18 mandados de busca e apreensão na Bahia, em São Paulo e no Distrito Federal. Também foram determinadas medidas cautelares, como proibição de contato entre investigados e suspensão de passaportes. Entre os alvos citados pela imprensa estão o senador Jaques Wagner, do PT da Bahia, e Augusto Ferreira Lima, dono do Banco Pleno e ex-sócio do Banco Master.

As investigações apuram, em tese, possíveis crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. A operação faz parte de um conjunto de apurações sobre suspeitas de fraudes financeiras ligadas ao Banco Master, caso que já teve outras fases, prisões, bloqueios de bens e medidas determinadas pela Justiça.

O caso ainda está em investigação, e não há conclusão definitiva sobre a responsabilidade dos citados. Defensores da operação afirmam que as medidas são necessárias para apurar possíveis crimes no sistema financeiro. Por outro lado, investigados e suas defesas podem questionar as suspeitas, a extensão das medidas cautelares e eventuais impactos políticos da operação.

A Justiça Federal determinou que o governo federal suspenda anúncios pagos nas redes sociais sobre o fim da escala de tr...
18/06/2026

A Justiça Federal determinou que o governo federal suspenda anúncios pagos nas redes sociais sobre o fim da escala de trabalho 6x1. A decisão atinge apenas conteúdos patrocinados e não impede que autoridades se manifestem publicamente sobre o tema.

A medida foi tomada em uma ação popular apresentada pelo deputado federal Carlos Jordy, do PL do Rio de Janeiro. Segundo a decisão citada pela imprensa, a juíza responsável viu indícios de possível uso irregular de recursos públicos para promover uma proposta que ainda está em discussão no Congresso Nacional.

O debate ocorre em meio à tramitação de propostas sobre a redução da jornada de trabalho. O governo lançou campanha em defesa do fim da escala 6x1 e afirma que a mudança busca ampliar o tempo de descanso dos trabalhadores. Dados divulgados pelo próprio governo apontam que milhões de trabalhadores celetistas cumprem jornada de 44 horas semanais e que parte deles atua na escala 6x1.

O tema, no entanto, envolve questionamentos jurídicos, políticos e econômicos. Defensores da campanha argumentam que o governo pode informar e defender políticas públicas de interesse social. Críticos afirmam que o uso de verba pública para impulsionar uma proposta ainda não aprovada pode desequilibrar o debate e confundir comunicação institucional com promoção política.

Na sua opinião, campanhas oficiais sobre propostas em tramitação ajudam a informar a população ou podem influenciar indevidamente o debate público?

A Confederação Nacional da Indústria, a CNI, estima que parte das exportações brasileiras para os Estados Unidos pode se...
18/06/2026

A Confederação Nacional da Indústria, a CNI, estima que parte das exportações brasileiras para os Estados Unidos pode ser afetada por novas tarifas. Segundo a entidade, 31,6% dos produtos vendidos pelo Brasil ao mercado americano poderiam passar a pagar uma tarifa total de 37,5%, caso as medidas em análise sejam adotadas pelo governo dos Estados Unidos.

A projeção considera propostas do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, o USTR. Atualmente, esses produtos já estão sujeitos a uma tarifa adicional de 10%. Se a nova medida entrar em vigor, o aumento seria de 27,5 pontos percentuais. Outros 3,6% das exportações brasileiras teriam a taxação elevada de 10% para 12,5%.

Entre os produtos que podem ser afetados estão ferro gusa não ligado, açúcar de cana em forma sólida, sebo não comestível, álcool etílico não desnaturado e molduras de madeira de pinho. Segundo a CNI, quando consideradas também outras tarifas setoriais já em vigor nos Estados Unidos, a parcela das exportações brasileiras submetida a algum tipo de sobretaxa poderia chegar a 54,1%.

A indústria brasileira vê a possibilidade com preocupação, porque tarifas maiores podem reduzir a competitividade dos produtos nacionais no mercado americano. Por outro lado, os Estados Unidos alegam que parte das medidas está ligada a investigações comerciais, incluindo regras sobre importações associadas a trabalho forçado. Como as propostas ainda dependem de análise e decisão das autoridades americanas, os efeitos finais ainda não estão definidos.

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, sinalizou preocupação com sua segurança pessoal após assumir a r...
18/06/2026

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, sinalizou preocupação com sua segurança pessoal após assumir a relatoria dos processos ligados ao Banco Master. A declaração ocorreu durante julgamento na Segunda Turma do STF, em meio à análise de prisões relacionadas ao caso.

Segundo a matéria da Gazeta do Povo, Mendonça afirmou que um atentado contra a integridade física do relator poderia comprometer o andamento das investigações. O ministro passou a relatar o caso depois que Dias Toffoli deixou a relatoria e o processo foi redistribuído no Supremo.

As investigações apuram suspeitas de fraudes envolvendo o Banco Master e pessoas ligadas ao empresário Daniel Vorcaro. O STF já determinou prisões preventivas e outras medidas cautelares a pedido da Polícia Federal, mas ainda não há conclusão definitiva sobre todos os fatos investigados. Os citados devem ser tratados como investigados ou suspeitos, conforme a situação processual de cada um.

O caso tem repercussão política, jurídica e econômica, por envolver autoridades, empresários e possíveis impactos no sistema financeiro. Para investigadores, as medidas buscam preservar provas e evitar interferência nas apurações. Por outro lado, defesas e críticos podem questionar decisões judiciais, prisões preventivas e vazamentos de informações ainda sob investigação.

Fonte: Gazeta do Povo

O projeto de lei que trata do fim da escala 6x1 deve passar por mudanças na Câmara dos Deputados após o governo federal ...
17/06/2026

O projeto de lei que trata do fim da escala 6x1 deve passar por mudanças na Câmara dos Deputados após o governo federal retirar o pedido de urgência constitucional da proposta. Com isso, o texto deixa de trancar a pauta do plenário e pode seguir uma tramitação mais lenta, com nova relatoria e mais espaço para negociação entre os parlamentares.

O projeto em discussão é o PL 1838/2026, enviado pelo governo para tratar da redução da escala de trabalho. A retirada da urgência ocorreu depois de pedidos do presidente da Câmara, Hugo Motta, e de líderes partidários. Segundo integrantes da articulação política, a mudança busca reorganizar a tramitação, já que a Câmara também aprovou uma PEC sobre o mesmo tema.

A proposta envolve uma alteração com impacto direto nas relações de trabalho. A PEC aprovada pelos deputados prevê jornada máxima de 40 horas semanais e dois dias de descanso para cada cinco dias trabalhados. Já o projeto de lei deve tratar de regras de aplicação, transição e eventuais ajustes para setores que funcionam em regime contínuo, como comércio, serviços, saúde, alimentação e segurança.

O tema divide opiniões. Defensores afirmam que o fim da escala 6x1 pode melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores, ampliar o tempo de descanso e modernizar as relações de trabalho. Críticos e representantes de alguns setores econômicos questionam os custos da mudança, a dificuldade de adaptação das empresas e os possíveis efeitos sobre preços, contratações e funcionamento de atividades essenciais.

Na sua opinião, o fim da escala 6x1 representa um avanço nas condições de trabalho ou precisa de mais debate para evitar impactos negativos na economia?

O dólar acumula queda frente ao real em 2026, mas o mercado financeiro acompanha com atenção a chamada “Super Quarta”, q...
17/06/2026

O dólar acumula queda frente ao real em 2026, mas o mercado financeiro acompanha com atenção a chamada “Super Quarta”, quando Banco Central do Brasil e Federal Reserve, dos Estados Unidos, anunciam suas decisões sobre juros.

No Brasil, a expectativa de parte dos analistas é de que o Copom avalie um novo corte na Selic ou mantenha a taxa no patamar atual, diante de um cenário que combina inflação acima da meta, atividade econômica em observação e incertezas externas. Nos Estados Unidos, o Fed também decide os juros, em meio a dúvidas sobre inflação, crescimento e os próximos passos da política monetária americana.

A diferença entre os juros brasileiros e americanos influencia diretamente o câmbio. Quando os juros no Brasil seguem elevados em relação aos dos Estados Unidos, investidores podem encontrar mais atratividade em ativos brasileiros, o que favorece a entrada de dólares no país e ajuda a valorizar o real. Por outro lado, mudanças no cenário externo, aumento da aversão ao risco ou sinais mais duros do Fed podem pressionar a moeda brasileira.

Apesar da possibilidade de o dólar testar níveis abaixo de R$ 5, analistas tratam esse movimento com cautela. Para alguns, o real pode continuar sustentado se houver confiança na condução da política econômica e no diferencial de juros. Para outros, fatores como inflação, cenário fiscal, decisões do Fed e riscos internacionais ainda podem limitar uma queda mais forte da moeda americana.

As vendas no comércio varejista brasileiro recuaram 1,5% em abril de 2026 na comparação com março, segundo dados divulga...
17/06/2026

As vendas no comércio varejista brasileiro recuaram 1,5% em abril de 2026 na comparação com março, segundo dados divulgados pelo IBGE. O resultado veio abaixo da expectativa de analistas consultados pela Reuters, que projetavam queda menor, de 0,6%.

Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Comércio, levantamento que acompanha o desempenho do varejo no país. Apesar da queda mensal, o setor ainda registrou crescimento de 1,0% em relação a abril de 2025. No acumulado do ano, o varejo tem alta de 2,0%, e, em 12 meses, avanço de 1,5%.

Entre os segmentos que mais pesaram para o recuo mensal estão combustíveis e lubrificantes, com queda de 6,2%, outros artigos de uso pessoal e doméstico, com baixa de 4,6%, e equipamentos de informática e comunicação, que caíram 4,5%. Por outro lado, supermercados e produtos alimentícios cresceram 1,3%, enquanto livros, jornais, revistas e papelaria avançaram 1,1%.

O resultado indica perda de ritmo no comércio em abril, mas não significa, isoladamente, uma retração generalizada da economia. Para analistas, fatores como juros, renda, crédito, inflação e confiança do consumidor ajudam a explicar o comportamento do varejo. Ao mesmo tempo, os dados anuais ainda mostram crescimento em parte dos indicadores.

A Justiça Eleitoral suspendeu duas propagandas partidárias do PSDB protagonizadas por Ciro Gomes, pré-candidato ao Gover...
16/06/2026

A Justiça Eleitoral suspendeu duas propagandas partidárias do PSDB protagonizadas por Ciro Gomes, pré-candidato ao Governo do Ceará e presidente estadual da sigla. A decisão liminar foi tomada pelo desembargador eleitoral Wilker Macedo Lima, do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará.

O pedido foi apresentado pela Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV. Segundo a decisão, as peças intituladas “O Ceará quer paz” e “O governo omisso é governo cúmplice” teriam sido usadas para dar destaque ao nome de Ciro Gomes, em vez de apresentar propostas, ideias ou posições institucionais do partido.

Na avaliação do magistrado, conforme a decisão citada pela imprensa, a propaganda poderia representar desvirtuamento da finalidade partidária e gerar risco ao equilíbrio do processo eleitoral. A propaganda partidária tem regras próprias e não deve ser confundida com propaganda eleitoral antecipada, especialmente quando há promoção pessoal de pré-candidatos.

O caso ainda pode ter novos desdobramentos, já que se trata de uma decisão liminar. Para os autores da ação, as peças extrapolaram os limites da propaganda partidária. Por outro lado, aliados do PSDB podem argumentar que partidos têm o direito de apresentar críticas políticas e posicionamentos públicos sobre temas de interesse da população.

Na sua opinião, a decisão ajuda a preservar a igualdade na disputa eleitoral ou pode limitar o debate político antes da campanha oficial?

O abate de bovinos no Brasil aumentou 3,3% no primeiro trimestre de 2026, em comparação com o mesmo período do ano passa...
16/06/2026

O abate de bovinos no Brasil aumentou 3,3% no primeiro trimestre de 2026, em comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo dados do IBGE, foram abatidas 10,29 milhões de cabeças de gado sob algum tipo de inspeção sanitária, o maior resultado já registrado para um primeiro trimestre.

Os números fazem parte das Pesquisas Trimestrais da Pecuária, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Além dos bovinos, o levantamento também apontou crescimento no abate de suínos e frangos, indicando aumento da produção animal no país no início do ano.

Apesar da alta na comparação anual, o abate de bovinos caiu 6,8% em relação ao quarto trimestre de 2025. Já a produção de carcaças bovinas chegou a 2,63 milhões de toneladas, avanço de 5,1% sobre o primeiro trimestre do ano anterior, mas queda de 10,2% frente ao trimestre imediatamente anterior.

O resultado pode refletir fatores como demanda interna, exportações, ciclo pecuário e oferta de animais para abate. Para o setor produtivo, o aumento indica maior movimentação da pecuária. Por outro lado, consumidores acompanham os possíveis reflexos nos preços da carne, que dependem também de custos, mercado externo e distribuição.

Integrantes do governo federal defenderam nos últimos dias a discussão sobre possíveis mudanças na forma de cálculo de í...
16/06/2026

Integrantes do governo federal defenderam nos últimos dias a discussão sobre possíveis mudanças na forma de cálculo de índices ligados à inflação no Brasil.

Segundo informações divulgadas pela imprensa nacional, a proposta envolve revisões metodológicas em indicadores econômicos utilizados como referência para decisões do mercado, reajustes e definição de políticas públicas.

Especialistas afirmam que eventuais mudanças podem impactar contratos, análise econômica e decisões sobre juros. Técnicos ligados ao governo defendem que a atualização dos critérios pode aproximar os índices da realidade atual de consumo da população.

Por outro lado, críticos alertam para riscos de insegurança jurídica, perda de credibilidade dos indicadores e questionamentos sobre possível interferência política em dados econômicos.

Atualmente, o IPCA, calculado pelo IBGE, é o principal indicador oficial da inflação brasileira.

O tema segue dividindo opiniões entre economistas, mercado financeiro e integrantes do governo.

Você acredita que mudanças no cálculo da inflação podem melhorar os indicadores econômicos ou gerar novas preocupações?

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