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Após GWM, mais duas fabricantes de veículos podem se instalar no ES Depois de anunciar em fevereiro um acordo com a chin...
11/04/2026

Após GWM, mais duas fabricantes de veículos podem se instalar no ES Depois de anunciar em fevereiro um acordo com a chinesa GWM (Great Wall Motors) para a instalação de uma indústria de veículos em Aracruz, o Espírito Santo está negociando a chegada de mais duas montadoras em terras capixabas.
Conduzidas pela agência de atração de investimentos do Estado, a Nova ES, as conversas estão sendo mantidas com o grupo Caoa e a Shineray, especializada em motos. Depois de anunciar em fevereiro um acordo com a chinesa GWM (Great Wall Motors) para a instalação de uma indústria de veículos em Aracruz, o Espírito Santo está negociando a chegada de mais duas montadoras em terras capixabas.
Conduzidas pela agência de atração de investimentos do Estado, a Nova ES, as conversas estão sendo mantidas com o grupo Caoa e a Shineray, especializada em motos. A movimentação para atrair o grupo Caoa vem num momento em que a empresa – com fábrica em Anápolis (GO) – busca instalar uma nova unidade para atingir a meta de produção de 200 mil veículos por ano. Atualmente, produz 160 mil unidades. O grupo fabrica carros da chinesa Chery e iniciou, no mês passado, a montagem de SUVs da Changan, também da China.
Segundo Danilo Pescuma, diretor de Negócios da Nova ES, essa é uma das oportunidades que o time da agência vem monitorando. Já iniciamos recentemente uma aproximação institucional com a empresa para apresentar as condições e os diferenciais competitivos que o Espírito Santo oferece para a atração desse projeto", afirma Pescuma.
Outro trabalho realizado pela agência de atração de investimentos é com a Shineray. Executivos da montadora chinesa visitaram recentemente o Espírito Santo, onde tiveram reunião com a Nova ES. Danilo Pescuma afirma que a equipe está atuando junto à empresa para construir possíveis modelos de operação da fabricante de motos no Estado Sabemos que o Estado se apresenta naturalmente como uma alternativa muito competitiva, com a combinação de localização estratégica, estrutura logística e ambiente de negócios favorável e esses fatores que são determinantes em projetos desse porte", detalha Pescuma.
A Shineray foi uma das primeiras montadoras a disponibilizar modelos elétricos no Brasil. A empresa tem um parque fabril no Complexo Industrial de Suape, em Pernambuco, com capacidade de produção de até 300 mil unidades por ano.

De boia-fria ao maior império de bolos da Sodiê: a história de Cleusa MariaFundadora da Sodiê Doces relembra a construçã...
31/03/2026

De boia-fria ao maior império de bolos da Sodiê: a história de Cleusa Maria
Fundadora da Sodiê Doces relembra a construção de uma rede que nasceu em 20 m² e virou referência no franchising Antes de se tornar um dos nomes mais conhecidos do franchising brasileiro, Cleusa Maria da Silva viveu uma realidade que ainda marca milhões de mulheres no país. Começou com trabalho braçal desde cedo, teve o estudo interrompido pela pobreza, a maternidade sob pressão e a sensação persistente de que a vida estava dada de antemão, como um destino herdado pelo contexto.

No caso dela, o roteiro parecia traçado por gerações. Filha de uma família muito pobre, terceira entre dez irmãos, Cleusa Maria cresceu vendo avós, pais e filhos repetirem o mesmo ciclo de trabalho pesado na roça. A diferença é que ela decidiu não aceitar aquilo como normal.

“Se minha vida mudou é porque, de alguma forma, aquela vida me indignava”, diz Cleusa Maria, em entrevista ao Aprendiz de Cozinheira. “Não me revoltava, mas em algum lugar eu sentia que, se eu buscasse de verdade, a minha vida podia mudar e a da minha família também.”

E esse pensamento marca a trajetória da fundadora da Sodiê. O ponto de partida não foi vocação romântica, paixão precoce pela confeitaria nem um plano de negócios desenhado com antecedência. Foi necessidade.

Houve também inconformismo, imaginação e uma capacidade rara de agir quando a oportunidade apareceu. Essa combinação, mais do que qualquer discurso motivacional, é o centro de sua história.

A empresa que ela criou oficialmente em 1997, em Salto, no interior paulista, começaria em um espaço de apenas 20 metros quadrados e acabaria se transformando em uma rede nacional com centenas de lojas.

A Sodiê iniciou sua expansão por franquias em 2007, chegou a 50 lojas franqueadas em 2009 e abriu sua primeira unidade internacional em 2019, em Orlando. Em 2024, Cleusa foi escolhida como vencedora do programa Empreendedor do Ano Brasil, da EY, e, em 2025, a Sodiê recebeu da ABF o prêmio de Franqueador do Ano.

Mas, para entender Cleusa, é preciso voltar ao começo. Ela tinha quase 13 anos quando o pai morreu. A mãe ficou com dez filhos pequenos. A solução foi todo mundo começar a trabalhar. A família passou a viver em dois cômodos, no fundo da casa dos avós, e as crianças acompanharam a mãe na rotina de boia-fria.

Cleusa cortou cana, carpiu soja, trabalhou no sol e na chuva. “Se nada mudasse, meu filho também continuaria nessa linha de sucessão”, pensou. A ruptura começou quando um tio, vindo de São Paulo, perguntou à mãe se ela queria “dar” uma criança para aliviar a carga de criar tantos filhos.

A resposta da mãe foi não imediatamente. “Meus filhos não são cachorro”, disse a mãe de Cleusa. A menina, porém, ouviu a conversa e enxergou uma saída. Pegou o endereço do tio e foi sozinha para São Paulo. “Tomei um grande perdido em São Paulo, mas consegui chegar na casa do meu tio”, lembra. Dois dias depois, já estava trabalhando como empregada doméstica em Pinheiros.

A casa da patroa, rica, foi também uma escola brutal de comparação social. Cleusa viu abundância pela primeira vez. Na casa pobre em que crescera, havia um sabonete para o mês inteiro. Na casa onde passou a trabalhar, tudo vinha em caixas fechadas, em quantidade, em excesso. “Era um outro mundo que eu nem sabia que existia.”

Cleusa Maria, fundadora da Sodiê Doces
Cleusa Maria, fundadora da Sodiê Doces
Divulgação
Pediu à patroa para sair mais cedo e estudar. Tinha só até a quarta série. Terminou o fundamental trabalhando de dia e estudando à noite. Depois, conseguiu uma vaga de recepcionista. A mudança parece pequena, mas para ela significou menos subserviência, mais autonomia, mais chance de redesenhar seu caminho.

No interior paulista, quando trabalhava em uma pequena empresa, conheceu Dona Rosa, esposa do gerente. Ele abriu um negócio próprio, adoeceu e morreu pouco depois, vítima de câncer. Dona Rosa fazia bolos. Cleusa a ajudava em pequenas tarefas e, num momento de maior aperto, ouviu da chefa o pedido para assumir parte daquela clientela.

No início, ela recusou. Não tinha dinheiro sequer para comprar uma batedeira. A máquina custava metade do seu salário. Também nunca havia feito bolo. A insistência de Dona Rosa foi decisiva e coincidiu com uma emergência. Dona Rosa havia quebrado a perna e pediu para produzir um bolo de família. Cleusa topou aprender.

Passou a noite seguindo instruções, montou o recheio, finalizou a encomenda e ouviu no dia seguinte uma frase que guarda até hoje: “Você é uma pessoa abençoada. Você fez em um dia o que eu levei dez anos para aprender.”

Dona Rosa então apareceu com a batedeira nas mãos. “Pague quando você puder”, disse. E prometeu comprar bolos para os funcionários e repassar clientes. Cleusa aceitou.

Começava ali uma rotina que ela mesma descreve como desumana, mas necessária. Trabalhava das sete da manhã às cinco da tarde. No almoço, corria para casa, assava um bolo, voltava ao serviço, recheava à noite, entregava de madrugada. A mãe ajudava com brigadeiros e recheios.

O filho pequeno f**ava entre uma tarefa e outra, no centro daquela equação impossível de maternidade, renda e exaustão. “Durante dois anos eu fiz isso. Trabalhava na empresa, fazia meus bolos em casa, cuidava do meu filho e da vida.”

Até que o cansaço venceu. Ela pediu demissão e abriu a primeira loja, em Salto, com 20 metros quadrados. Sem carro, levava os bolos a pé. Assava em casa, vendia na loja, montava balcão, atendia cliente, fechava caixa. “Eu trabalhei cinco anos sem folgar um único dia”, conta. “Eu trabalhava de sol a sol, ou até um pouco mais.”

Cleusa não sonhava com uma rede nacional. Sonhava com três coisas objetivas: dar uma vida melhor ao filho, tirar a mãe da boia-fria e ter uma casa para morar. “Era uma obsessão”, afirma. “Eu trabalhava incansavelmente com esses três objetivos.”

O primeiro deles foi a casa. Fez uma de dois quartos, sala e cozinha. “Eu pensava até na importância de ter um sofá, porque eu nunca tinha tido um.” Levou cerca de dez anos para concluir a construção.

Mais do que falar sobre empreendedorismo puro e números corporativos, conversar com Cleusa é muito sobre a falta de alternativa emocional para o fracasso. “Eu não tinha o direito de pensar em desistir”, diz. “Se eu desistisse, seria pior. Eu voltaria a trabalhar de funcionária e não seria melhor do que eu ter meu próprio negócio. Eu não podia pensar em desistir. Eu não tinha essa alternativa”, conta ela.

A mãe foi tirada do trabalho braçal com a ajuda de uma bala de coco. Cleusa viu Ana Maria Braga ensinar uma receita na televisão, pediu à mãe que aprendesse, insistiu até que desse certo e passou a vender as balas junto com os bolos.

“Minha mãe queimou as mãos, mas eu insisti”, conta. “Até que um dia ela estava fazendo uma bala maravilhosa.” Foi assim que deixou de ser boia-fria. A casa comprada para a mãe viria depois. “Um dia eu a vi sentada na varanda, numa poltrona, e pensei: eu ganhei minha vida.”

Se a origem da empresa é uma história de sobrevivência, o crescimento do negócio já revela intuição comercial apurada. Sem verba de marketing, Cleusa encontrou no próprio produto a melhor propaganda. Sua grande sacada foi vender bolo em fatia, algo incomum na época. Em vez de obrigar o cliente a levar um bolo inteiro, ela permitia que famílias sentassem à mesa e provassem sabores diferentes. “O meu grande marketing eram os próprios clientes”, resume. “Quando iam fazer um aniversário, já tinham na memória o produto que haviam consumido em fatias.”

A ideia tinha base em experiência própria. Antes de abrir a loja, ela foi a Jundiaí conhecer uma confeitaria famosa sobre a qual ouvira falar na televisão. Queria comprar um pedaço de bolo para experimentar.

Não tinha dinheiro para isso porque a loja só vendia o bolo inteiro. Orientaram que ela fosse ao centro da cidade, onde outra pessoa revendia a marca em fatias. Ela comprou, mas quando chegou em casa, duas das quatro fatias estavam azedas.

A lição desse dia veio em dose dupla. Vender em pedaços ampliava o acesso e a lembrança do cliente, mas terceirizar a responsabilidade pelo produto podia destruir uma marca. “Eu não lembro o nome de quem me vendeu o bolo ruim”, diz. “Mas eu lembro de quem era a marca.”

Por isso, decidiu que não teria revenda externa. Até hoje, a Sodiê trabalha com produção dentro das lojas ou em cozinhas centrais do próprio franqueado, nunca com um terceiro independente revendendo o produto. A rede também mantém cardápio padronizado e insumos homologados.

A expansão via franquias veio por oportunidade, não por planejamento. Um cliente, passou meses insistindo para abrir uma unidade em São Paulo. Cleusa sequer conhecia a palavra “franchising”.

Um dia, pegou um ônibus, foi à ABF (Associação Brasileira de Franchising), fez curso, comprou livros e decidiu estudar o sistema. Ligou para o interessado e deu a resposta: ele seria o primeiro franqueado. “Dois anos depois eu tinha 50 lojas.”

Nem esse salto aconteceu sem conflito. O medo de que alguém vendesse a própria casa para investir na marca a atormentava. Para uma mulher cujo maior sonho era justamente ter uma casa, a possibilidade de outra pessoa perdê-la em seu negócio era quase insuportável. “Isso me fazia muito mal.”

Aprendeu a separar a sua responsabilidade, de estrutura, suporte e método, da responsabilidade do franqueado, de operação e gestão. A fala é reveladora porque mostra uma empreendedora pouco seduzida pela retórica da expansão a qualquer custo. Seu discurso é pragmático. “Cada centavo que eu ganhava eu investia na empresa para que ela pudesse ter alicerce e dar bom suporte às pessoas.”

Mas Cleusa precisou mudar o nome da rede, que ainda se chamava Sensações quando veio o problema de registro, por causa da marca Sensação, da Nestlé. Cleusa conta que já tinha 74 lojas quando a advogada avisou que a situação havia se agravado.

O novo nome nasceu de forma doméstica, quase por acaso, juntando as sílabas iniciais de Sofia e Diego, filhos de Cleusa. Veio então uma das travessias mais duras da empresa: trocar fachadas, tapetes, comunicação visual, identidade inteira. “Passei quase quatro anos no vermelho absoluto”, afirma. “Cada centavo que eu ganhava era para pagar a troca de marca.” Ainda assim, a Sodiê Doces atravessou a crise e continuou crescendo.

Os reconhecimentos recentes colocaram essa história num novo patamar. Em 2024, Cleusa venceu o programa Empreendedor do Ano Brasil, da EY. A rede foi descrita pela consultoria, à época, como uma operação com mais de 375 lojas no Brasil e duas nos Estados Unidos.

No mesmo período, a empresa foi eleita Franquia do Ano no prêmio As Melhores Franquias do Brasil, da Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Em 2025, recebeu da ABF o prêmio de Franqueador do Ano. “Peguei todos os prêmios em 2024 e 2025. Deus foi muito generoso comigo.”

Cleusa diz não ter sofrido preconceito por ser mulher. Na verdade, ela nem teve tempo de pensar nisso. “Se houve, eu trabalhei tanto, mas tanto, que eu não percebi.” Lembra apenas de um episódio, vindo de outra mulher, que desistiu de comprar uma franquia ao descobrir que ela não tinha faculdade. “Não me abalou.”

As maiores dificuldades hoje estão no que Cleusa sempre teve como valor central. Encontrar mão de obra para trabalhar. A dificuldade para contratar hoje afeta toda a cadeia, da produção à gerência, da operação ao suporte e já ameaça o funcionamento regular de lojas aos domingos. “O trabalho traz dignidade”, resume.

“Quem não sabe onde quer chegar não chega a lugar nenhum”, diz ela. A frase soa como conselho de autoajuda, mas, na boca de Cleusa, ganha outro peso. Porque vem de quem saiu de uma casa onde faltava sabonete, serviu café, aprendeu a fazer bolo na urgência, carregou forma a pé para uma loja de bairro e transformou um pedaço de bolo em ferramenta de expansão.

Num país que costuma romantizar a superação sem discutir suas estruturas, ouvir Cleusa é lembrar que empreendedorismo, muitas vezes, não nasce do sonho. Nasce do limite. E, quando encontra disciplina, inteligência prática e oportunidade, pode acabar mudando uma sucessão

Drones marítimos ucranianos podem ser usados no Estreito de OrmuzPresidente da Ucrânia afirmou que medida faz parte de n...
30/03/2026

Drones marítimos ucranianos podem ser usados no Estreito de Ormuz
Presidente da Ucrânia afirmou que medida faz parte de novos acordos com aliados no Oriente Médio, em meio à escalada do conflito na regiãoPresidente da Ucrânia afirmou que medida faz parte de novos acordos com aliados no Oriente Médio, em meio à escalada do conflito na região O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que drones marítimos ucranianos podem ser usados no Estreito de Ormuz, enquanto a violência regional compromete o trânsito na importante rota de navegação.Em mensagem de áudio compartilhada com jornalistas, Zelensky disse que o uso dos drones faz parte de “novos acordos a serem firmados” com aliados no Oriente Médio.

“Abordamos essa questão porque é um assunto urgente e sensível para o mundo inteiro, diante da atual crise energética”, afirmou Zelensky. “Eles sabem que podem contar com nossa experiência nessa área”, acrescentou Os ataques de forças dos EUA e de Israel ao Irã desde 28 de fevereiro têm convulsionado a região, provocando retaliações iranianas que praticamente bloquearam o estreito — que liga o Irã a Omã — elevando os preços do petróleo e pressionando o fornecimento de alimentos.

Líderes árabes “entendem que nossas forças armadas foram muito bem-sucedidas em desbloquear o Corredor do Mar Negro”, disse Zelensky. “Quanto a outras áreas, como o Estreito de Ormuz, na minha opinião, os Estados Unidos estão lidando com isso. Estamos certamente prontos para auxiliar nossos parceiros.”

O Exército

Leapmotor A10 é lançado com porte de VW T-Cross e custa menos de R$ 50 mil Novo SUV de entrada da marca chinesa tem gran...
30/03/2026

Leapmotor A10 é lançado com porte de VW T-Cross e custa menos de R$ 50 mil Novo SUV de entrada da marca chinesa tem grandes chances de chegar ao Brasil; autonomia chega aos 500 km
A10 finalmente começa a chegar às lojas na China. Nova aposta da marca para o mercado de SUVs compactos, o modelo estreia com preços bastante agressivos e com a promessa de abocanhar uma fatia importante do segmento. Por lá, a tabela começa em 65.800 yuans e alcança 86.800 yuans, algo como R$ 49.940 e R$ 65.900 em conversão direta, respectivamente Posicionado abaixo do B10 e do C10, o A10 tem pretensões globais e, além da China, já está confirmado para países da Europa. Por lá, onde recebe o nome de B03X, brigará com Renault 4, Peugeot e-2008, Kia EV3 e outros. O lançamento no Brasil também vem sendo bastante cogitado e ganha força dentro dos ambiciosos planos da marca para o país. A Leapmotor, vale lembrar, já confirmou que usará a fábrica da Stellantis em Goiana (PE) para produzir carros híbridos e elétricos no Brasil. Fora da China, a marca é controlada pelo grupo euro-americano, que detém 20% de suas ações. Leapmotor A10 tem porte de T-Cross e Renegade
Em termos dimensionais, o A10 possui 4,27 metros de comprimento, 1,81 m de largura, 1,63 m de altura e cerca de 2,60 m de distância entre-eixos. É aproximadamente o mesmo porte de um Jeep Renegade ou Volkswagen T-Cross, por exemplo. No visual, destaque para faróis com o padrão de LED característico da marca, capô com corte reto, para-choque com sutil entrada inferior, rodas de 18 polegadas e para-brisa com tecnologia LiDAR (detecção e telemetria da luz) para funcionamento dos sistemas de assistência à condução. Nas laterais, há maçanetas semi-ocultas e colunas C com fendas horizontais (recurso semelhante ao empregado pela Volkswagen no ID. Cross Concept). A traseira, por sua vez, têm lanternas com formato retangular e que destoam do esquema visto nos modelos B10 e C10.

Painel do A10 tem difusor de fragrâncias
O interior, até então desconhecido, finalmente é revelado. Destaque para volante multifuncional de dois raios, quadro de instrumentos digital de 8,88 polegadas e central multimídia de 14,6 polegadas com resolução 2.5K. Há ainda uma barra de controle flutuante, localizada abaixo da tela principal, que oferece opções personalizáveis, como iluminação ambiente, difusor de fragrâncias e umidif**ador.

Na lista de equipamentos, há bancos dianteiros e volante com aquecimento, além de sistema ADAS com assistentes de condução e estacionamento.Mecanicamente, o A10 tem motor elétrico único disponível com duas opções de potência: 94 cv ou 121 cv, ambas com torque máximo de 15,3 kgfm. As baterias podem ser de 39,8 kWh ou 53 kWh, com autonomia de 403 km no primeiro caso e 505 km no segundo (padrão CLTC). Há ainda suporte para carregamento rápido com recarga de 30% a 80% em 16 minutos.

Uma pequena esportiva 250 Yamaha 2026 que faz até 37,5 km/lConheça a R25 2026, irmã de R3, oferecida em certos mercados ...
30/03/2026

Uma pequena esportiva 250 Yamaha 2026 que faz até 37,5 km/l
Conheça a R25 2026, irmã de R3, oferecida em certos mercados com 35 cavalos de potência; fotos e detalhes A Yamaha R25 2026 é uma opção de pequena esportiva disponível em determinados mercados. O modelo é uma "irmã" da R3 que chega para mais uma temporada disponível em novas opções de cores, incluindo uma nova cor ver claro pensada para a geração Z, disse a empresa.

A R25 convive com a R3 no Japão, mas serve como uma opção abaixo das 250 cc para se enquadrar a regras locais que incentivam motos de menor cilindrada. Com exceção do motor, a moto é praticamente igula a R3 que temos também no Brasil.UMA PEQUENA ESPORTIVA
A motocicleta preserva características já conhecidas, como a ciclística de proposta esportiva e a ergonomia equilibrada. A ideia segue sendo atender quem busca uma esportiva acessível tanto para uso urbano quanto em rodovias. MOTOR E DESEMPENHO
A R25 2026 está equipada com motor bicilíndrico paralelo de 249 cc. O propulsor entrega 35 cv a 12.000 rpm e torque de 2,3 kgfm a 10.000 rpm. O modelo também segue equipado com embreagem assistida e deslizante, que reduz o esforço no acionamento das marchas em cerca de 17%.O sistema ainda ajuda a evitar o travamento da roda traseira em reduções mais bruscas. TECNOLOGIA E CONECTIVIDADE
Na parte tecnológica, a moto traz painel LCD com conectividade via Y-Connect. O sistema permite visualizar informações como chamadas e mensagens, consumo médio, alertas de manutenção e dados de utilização. Há ainda uma porta USB para carregamento de dispositivos DESIGN E ERGONOMIA
No design, a R25 2026 adota linhas inspiradas em modelos de maior cilindrada da marca, como a Yamaha YZF-R7 e a Yamaha YZF-R9. As carenagens foram redesenhadas com foco em eficiência aerodinâmica. Imagem: Yamaha
A altura do assento permanece em 780 mm. O peso total é de 169 kg com tanque cheio, que tem capacidade para 14 litros. As cores disponíveis são Tech White, X-Black e Racing Blue, esta última com rodas em azul.

SUSPENSÕES, FREIOS E DIMENSÕES
A estrutura utiliza chassi do tipo diamante em aço. Na dianteira, há suspensão invertida (USD) com tubos de 37 mm e curso de 130 mm. Na traseira, o monoamortecedor conta com ajuste de pré-carga e curso de 125 .Imagem: Yamaha
O sistema de freios inclui ABS nas duas rodas, com disco dianteiro de 298 mm. As rodas são de 17 polegadas, com pneus 110/70 na dianteira e 140/70 na traseira.

Três navios cargueiros são atingidos por ataques no Estreito de Ormuz Três navios foram atingidos por projéteis nesta qu...
11/03/2026

Três navios cargueiros são atingidos por ataques no Estreito de Ormuz Três navios foram atingidos por projéteis nesta quarta-feira (11) nas proximidades do Estreito de Ormuz, importante rota marítima para o transporte global de petróleo e que se tornou um ponto central da guerra com o Irã.Um dos navios de carga relatou ter sido atingido por um “projétil desconhecido” enquanto navegava próximo a Dubai, informou a UKMTO, autoridade marítima do Reino Unido responsável pelo monitoramento da região.

Segundo o relatório do órgão britânico, a tripulação da embarcação está segura e não houve danos ao meio ambiente.
Um dos navios de carga relatou ter sido atingido por um “projétil desconhecido” enquanto navegava próximo a Dubai, informou a UKMTO, autoridade marítima do Reino Unido responsável pelo monitoramento da região.

Segundo o relatório do órgão britânico, a tripulação da embarcação está segura e não houve danos ao meio ambiente.

Cozinheira processa Neymar após trabalhar até 16h por dia em mansão Uma cozinheira entrou com processo contra Neymar Jr....
06/03/2026

Cozinheira processa Neymar após trabalhar até 16h por dia em mansão Uma cozinheira entrou com processo contra Neymar Jr. Segundo a ação, que tramita no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, a mulher trabalhava até 16 horas por dia em uma mansão do craque do Santos, em Mangaratiba, no Rio de Janeiro, além de cozinhar para mais de 150 pessoas diariamente.Neymar é processado juntamente com uma empresa terceirizada, por meio da qual a cozinheira foi contratada para prestar serviços na residência do atleta.

De acordo com o documento, ao qual a coluna teve acesso, a cozinheira trabalhou de julho do ano passado a fevereiro deste ano na residência principal do jogador, chamada Casa Hotel Portobello, além do condomínio ao lado, o Condomínio Portobello. horário previsto em contrato era das 7h às 17h, de segunda a quinta-feira, e das 7h às 16h às sextas-feiras. Segundo o processo, porém, a jornada nunca era cumprida nesses moldes, e a trabalhadora f**ava além do horário, chegando a atuar mais de 14 horas por dia, em média. A funcionária afirma que chegou a estender a jornada até as 23h e até a meia-noite em algumas ocasiões, preparando refeições para até 150 pessoas — do café da manhã ao jantar para o atleta e amigos de Neymar.
Além da carga excessiva de trabalho, a reclamante sempre executou atividades que exigiam esforço físico intenso desde o início do contrato, carregando constantemente peças de carne com peso médio de 10 quilos, realizando controle de geladeiras, bem como carregando e descarregando compras do supermercado, com grande quantidade de sacolas pesadas, permanecendo longos períodos em pé durante toda a jornada”, dizem os advogados no documento encaminhado à Justiça.
Esforço físico Segundo a cozinheira, o esforço físico para carregar carnes e outros utensílios pesados na casa do jogador da Seleção Brasileira teria provocado problemas na coluna e inflamação no quadril. Ela afirma ter realizado consultas e exames médicos para diagnosticar as lesões e pede que Neymar lhe pague pensão.

Embora tivesse salário registrado de cerca de R$ 4 mil, a cozinheira afirma que recebia, em média, R$ 7,5 mil mensais com horas extras e adicionais. Segundo a ação, mesmo contratada para trabalhar apenas durante a semana, ela também teria desempenhado funções aos fins de semana, especialmente aos domingos.

Cozinheira processa Neymar após trabalhar até 16h por dia em mansão - destaque galeria
7 imagens
Registro mostra grande quantidade de alimentos armazenados para preparo das refeições
Planilha com registro de jornadas de trabalho apresentada no processo trabalhista
Travessa com ovos cozidos preparados para servir grande número de pessoas
Farofa preparada em grande quantidade na cozinha da mansão
Panela com feijão preparado durante a rotina de trabalho na residência
“A reclamante não usufruiu regularmente do intervalo intrajornada. Durante todo o pacto laboral, a reclamante era obrigada pela reclamada a registrar o ponto relativo ao intervalo intrajornada, embora permanecesse em efetivo labor nesse período”, afirma a defesa da profissional na petição.
Nos termos do artigo 71 da CLT, é obrigatória a concessão de um intervalo para repouso ou alimentação de, no mínimo, uma hora para jornadas superiores a seis horas de trabalho.

Ao todo, a cozinheira pede que Neymar e a empresa terceirizada que a contratou para prestar serviços na mansão paguem R$ 262 mil, valor que inclui verbas rescisórias, FGTS e multa, pagamento de horas extras e intervalos, indenização por dano moral, além de despesas médicas e pensão.

Procurada, a assessoria de Neymar não quis se manifestar.

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Mansão
Neymar é dono de duas mansões em Mangaratiba, sendo uma delas avaliada em R$ 28 milhões, com 5 mil metros quadrados, seis suítes, piscina, área de lazer e até um “puxadinho” com 10 suítes para acomodar os amigos. É nessa que a funcionária trabalhava.

A outra casa f**a no condomínio Aero Rural e ficou conhecida por ter um lago artificial. O imóvel chegou a ser alvo de interdição pela Secretaria de Meio Ambiente de Mangaratiba. O atleta foi multado em R$ 16 milhões, mas conseguiu suspender o valor e acabou absolvido no caso.

Cresce 24% o número de brasileiros se mudando para essa cidade com alta qualidade de vida e próxima ao Paraguai. Ruas la...
06/03/2026

Cresce 24% o número de brasileiros se mudando para essa cidade com alta qualidade de vida e próxima ao Paraguai. Ruas largas, terra roxa nos canteiros e o som do tereré nas calçadas ao fim da tarde. Dourados, no sul de Mato Grosso do Sul, é a maior cidade do interior do estado e uma das que mais crescem no Centro-Oeste De colônia militar a segunda maior cidade do estado
A história do município começa em 1861, quando o tenente Antônio João Ribeiro comandava uma colônia militar às margens do rio que batizou a cidade. A região era território dos povos Guarani, Kaiowá e Terena, cujos descendentes mantêm presença marcante até hoje. O município foi criado oficialmente em 1935, desmembrado de Ponta Porã. Nas décadas seguintes, levas de migrantes gaúchos, paulistas e paranaenses chegaram atraídos pela fertilidade do solo. Um dado surpreende: em 1960, Dourados era o município mais populoso de todo o antigo Mato Grosso, superando Campo Grande e Cuiabá. A criação de novos municípios reduziu os números, mas o crescimento nunca parou. população alcançou 243.367 habitantes no Censo 2022, um salto de 24% em doze anos. A taxa de crescimento anual de 1,84% é quase o dobro da média estadual. A estimativa para 2025 já aponta 264 mil moradores.

Os motivos são práticos. O custo de vida é menor que o de qualquer capital da região, os deslocamentos raramente passam de 15 minutos e o mercado de trabalho gira em torno do agronegócio, do comércio e dos serviços de saúde e educação. A cidade funciona como centro de referência para mais de 30 municípios vizinhos e parte do Paraguai, a cerca de 120 km.Essa concentração acadêmica atrai estudantes de todo o país, injeta jovialidade nos bairros e mantém bares, restaurantes e centros culturais sempre movimentados. O IDH de 0,747, terceiro maior do estado, reflete os bons indicadores de educação e renda. Hospitais como o Hospital da Vida e o Hospital Universitário da UFGD atendem pacientes de dezenas de cidades e até do lado paraguaio da

EUA e Israel atacam assembleia que escolherá novo líder supremo do Irã, dizem agênciasTodos os 88 aiatolás que compõem o...
04/03/2026

EUA e Israel atacam assembleia que escolherá novo líder supremo do Irã, dizem agências
Todos os 88 aiatolás que compõem o órgão estavam presentes no momento do ataque, segundo imprensa israelense
Estados Unidos e Israel atacaram nesta terça-feira, 3, a Assembleia de Especialistas, órgão responsável pela eleição do novo líder supremo do Irã, em Qom, ao sul de Teerã, segundo a imprensa local. Agências de notícias do Irã relataram que o prédio foi “arrasado” por um bombardeio. Imagens que circulam nas redes sociais mostram o prédio parcialmente destruído Morte do líder supremo
O líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, foi morto durante uma ofensiva conjunta dos EUA e Israel no final de semana. Khamenei governou como líder supremo por 37 anos, O presidente Masoud Pezeshkian definiu a morte de Khamenei como “um grande crime” e decretou um período de luto de 40 dias, além de sete dias de feriados públicos. Informações da agência de notícias e...
O presidente Masoud Pezeshkian definiu a morte Conflito no Oriente Médio
Os ataques desta terça-feira representam uma escalada do conflito no Oriente Médio, desencadeado no último final de semana por ataques dos Estados Unidos e Israel contra

Enquanto Filipe Luis recebia R$ 2,1 milhões por mês no Flamengo, Leonardo Jardim vai receber ainda maisPor Caio César Go...
04/03/2026

Enquanto Filipe Luis recebia R$ 2,1 milhões por mês no Flamengo, Leonardo Jardim vai receber ainda mais
Por Caio César Gomes Filipe Luís foi desligado do comando técnico do Flamengo em um movimento que pegou de surpresa grande parte da nação rubro-negra — inclusive o próprio treinador — poucas horas depois de uma goleada por 8 a 0 sobre o Madureira e a classif**ação para a final do Campeonato Carioca para enfrentar o Fluminense saída ocorre em um momento em que a diretoria já vinha avaliando outras opções para substituir o técnico, e a troca ganha contornos ainda mais polêmicos quando se considera o valor de mercado envolvido no futebol brasileiro. Filipe Luís tinha um dos salários mais altos entre os treinadores do país, recebendo na casa dos R$ 2,1 milhões por mês.

Com a demissão, Leonardo Jardim surgiu como o principal candidato a assumir o comando do time. Bastidores indicam que o Flamengo já tem conversas avançadas para contratar o treinador português, que está livre no mercado depois de sua saída do Cruzeiro. Nos debates, a perspectiva salarial para Jardim gira em torno de R$ 2,5 milhões mensais. Surpresa e incredulidade na demissão de Filipe Luís
A demissão de Filipe Luís do comando técnico do Flamengo não foi apenas um corte em um contrato: ela causou enorme surpresa e incredulidade dentro do clube. O treinador, que vinha de uma das temporadas mais vitoriosas da história recente rubro-negra, foi comunicado da decisão logo após uma entrevista coletiva concedida após a goleada por 8 a 0 contra o Madureira.

O choque não se restringiu aos corredores do Ninho do Urubu: Filipe Luís foi pego completamente de surpresa.choque não se restringiu aos corredores do Ninho do Urubu: Filipe Luís foi pego completamente de surpresa com a demissão, que foi comunicada em uma conversa rápida pelo diretor de futebol José Boto logo após a coletiva, sem que tivesse tido tempo sequer de se despedir dos jogadores no vestiário.

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