17/07/2026
Pesquisadores brasileiros desenvolveram um stent bioabsorvível produzido com um polímero derivado do amido, uma alternativa aos modelos metálicos tradicionais usados para manter artérias desobstruídas após procedimentos cardíacos. A estrutura foi projetada para sustentar o vaso durante o período de recuperação e, ao mesmo tempo, liberar óxido nítrico, uma substância que favorece a cicatrização da parede da artéria e ajuda a reduzir o risco de novas obstruções.
Depois de cumprir sua função, o material começa a se degradar de forma controlada até ser absorvido pelo organismo, sem a necessidade de permanecer permanentemente no corpo. A tecnologia foi desenvolvida por uma equipe da Unicamp com o objetivo de oferecer uma solução mais biocompatível e reduzir complicações associadas aos stents convencionais. Embora os resultados obtidos em pesquisas sejam promissores, a inovação ainda depende das etapas de te**es e aprovação regulatória antes de se tornar uma opção amplamente disponível para pacientes.