26/01/2026
Hoje é um daqueles dias em que a notícia não apenas informa — ela esp4nca a alma. Tira o chão, aperta o peito e deixa um nó na garganta.
PAULA BORROSO teve sua história interrompida. Sua coragem, sua beleza e seu talento foram brutalmente silenciados pela violência de um covarde.
Mais uma vez a pergunta ecoa dolorosa e urgente: até quando?
Os casos se repetem nos noticiários dia após dia e para nós, mulheres, eles soam como um alerta cruel: “E se eu for a próxima?”
A verdade é dura e precisa ser dita: todas nós estamos vulneráveis. O feminicídio em sua maioria não vem de um estranho. Vem de quem diz amar, de quem convive, de quem se acha no direito de possuir, controlar e decidir sobre a vida de uma mulher — seja namorado, marido, pai, amigo, chefe ou colega de trabalho.
Não é ciúme.
Não é amor.
É violência!
Infelizmente, continuaremos contando vítimas em vez de histórias.
Lutar é indispensável.
Por Paula.
Por todas nós.