25/04/2026
O posicionamento e o curso ministrado pelo ator Juliano Cazarré, não mata mulheres.
O ator Juliano Cazarré convidou homens para um curso sobre as responsabilidades de um pai na vida dos filhos. O curso intitulado “ Farol & a forja” é voltado para debates sobre masculinidade, família e paternidade.
Em seus discursos, Juliano Cazarré diz “ Vc Homem, honre sua mulher, sua família, assuma esta responsabilidade, dê o seu melhor para seus filhos, busque ajuda em Deus...”
A esquerda o chama de que? Macho escroto!
A esquerda está caindo de pau em cima dele, promovendo cancelamento e outras coisas. Segundo os criticos de esquerda, ao promover um curso sobre a importancia paterna, ele desqualificou as relações homoafetivas.
Mentira! É tudo em nome de ideologia esquerdista. .
Juliano Cazarré toca num ponto sensível e importante da sociedade: a ausência paterna. Mas isso acabou também revelando como esse tema pode ser rapidamente interpretado de forma polarizada.
Vamos aos fatos sem ideologias.
A presença de pai e mãe, quando existe de forma saudável, oferece à criança referências que sao complementares: diferentes formas de cuidado, autoridade, escuta, afeto e construção de identidade. Isso sao dados observado em áreas como a Psicologia do Desenvolvimento. A convivência com figuras parentais diversas pode enriquecer a formação emocional, social e até cognitiva de um filho.
Mas para alguns da esquerda, se tornou errado ou antiquado a figura de pai e mãe e o papel de cada um.
Reconhecer esse valor não significa desqualificar outras formas de família.
Famílias homoafetivas, monoparentais, avós que criam netos, todas essas configurações podem oferecer um ambiente super saudável quando há presença REAL, responsabilidade e afeto. O que estrutura uma criança não é apenas o formato da família, mas a qualidade dos vínculos. Crianças precisam de adultos que estejam ali de verdade, que cuidem, orientem, protejam e amem.
O ponto levantado por Cazarré mira um outro problema, bem concreto: a ausência paterna.
No Brasil, milhões de crianças não têm o nome do pai na certidão, e muitas outras convivem com pais que, embora presentes biologicamente, são ausentes emocional e financeiramente. Isso não é uma discussão ideológica: é uma realidade social com impactos diretos em indicadores de educação, renda e saúde mental.
Falar da importância do pai, nesse contexto, não é excluir outros modelos. É chamar atenção para uma responsabilidade que, historicamente, muitos homens evitam ou negligenciam.
Penso que é honesto defender a importância da presença paterna. Pai é fundamental , e isso nao significa desqualificar outras formas de amor e família. Para defender outras formas nao é necessario atacar o modelo tradicional pai e mae, porque é uma forma real e importante. No fim, o que realmente faz diferença na vida de uma criança não é um modelo idealizado: é a presença concreta de quem decide ficar.
Antes de qualquer crítica, pergunte a si mesmo que tipo de mãe e pai é você. E se for honesto consigo mesmo, talvez irá descobrir que ha em você, muito mais falhas do que aquelas que critica nos outros.
Vai fundo, Cazarré!