16/09/2026
Em nota oficial enviada ao REMADOR e assinada pelo advogado Fabrício Parente, defesa afirma que pai e filho não têm relação com os fatos investigados e confia na Justiça para restabelecer a verdade.
Após a repercussão da Operação Dinastia do Lago, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quarta-feira (16), a defesa do prefeito afastado de Coari, Manoel Adail Amaral Pinheiro, e do deputado federal Adail José Figueiredo Pinheiro, veio a público se posicionar. Em nota oficial assinada pelo advogado Fabrício Parente (OAB/AM 5.772), a defesa rechaçou qualquer envolvimento de pai e filho com o escândalo investigado.
De acordo com o comunicado, o inquérito policial tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes, tendo como foco inicial a apuração sobre a origem de cerca de R$ 1,2 milhão apreendidos em maio de 2025 na posse de três empresários no aeroporto de Brasília (DF).
Na nota, a defesa sustenta que a realização de buscas e apreensões não pode ser interpretada como condenação prévia ou formação de culpa. Os representantes legais enfatizam que, dentro de um Estado Democrático de Direito, investigações servem para apurar fatos, mas reiteram que Manoel Adail e Adail José “não possuem relação com os fatos que deram origem a esse procedimento”.
A nota oficial destaca ainda que a equipe jurídica já iniciou o trabalho de contraposição e esclarecimento há um prazo razoável, com o firme propósito de elucidar o caso e restabelecer a verdade diante das acusações levantadas pela investigação federal.
Por fim, os investigados afirmam por meio de sua assessoria jurídica que mantêm total confiança nas instituições da República e aguardam que a normalidade institucional seja retomada o mais breve possível.