05/06/2026
A morte de Laiane Cardoso Noleto, de 19 anos, no último dia 3 de junho, chocou o Tocantins e gerou uma onda de indignação após a revelação do passado criminal de seu padrasto, Ivano Vaz Cunha, de 49 anos.
A jovem foi encontrada carbonizada dentro de um quarto ao lado dele, em circunstâncias que a polícia ainda investiga.
No local, foram encontrados vestígios de gasolina, e os corpos sem as roupas de baixo, o que aumentaram ainda mais o mistério em torno do caso.
O que revoltou a população foi a descoberta de que Ivano já havia sido condenado a 35 anos de prisão por um crime extremamente semelhante.
Em 2009, ele estuprou, matou e queimou o corpo de outra enteada, Laila Araújo, que também tinha 19 anos. Na época, ele confessou ter asfixiado a jovem, incendiado seu corpo e colocado fogo na residência para tentar apagar os vestígios do crime.
Mesmo condenado em regime fechado, Ivano conseguiu reduzir parte da pena por meio de trabalho no presídio, avançou para o semiaberto e passou a utilizar tornozeleira eletrônica.
Agora, diante de mais uma tragédia envolvendo uma enteada da mesma idade e encontrada carbonizada, moradores questionam como um homem com um histórico tão brutal estava novamente em liberdade.
Enquanto a investigação busca respostas sobre o que aconteceu com Laiane, cresce a revolta de familiares e da população, que cobram explicações das autoridades.