08/12/2025
Você tem problemas com varroose no seu apiário?
Vocês sabiam que a solução para este grande problema está ao seu alcance, dentro da colmeia?
Para quem não sabe o que são ácaros varroa e por que eles ameaçam as colmeias e, obviamente, a apicultura.
Varroose: A varroose é causada por um ácaro (Varroa destructor), um parasita externo de adultos e pupas principalmente de zangões e está espalhada praticamente em todo o mundo.
Os primeiros sinais da presença do ácaro, normalmente passam despercebidos e somente quando a infecção é pesada é que ela se torna aparente, com ácaros adultos sendo vistos nas abelhas.
A infecção se espalha pelo contato direto entre abelhas adultas. O ácaro também pode atuar como um vetor para vírus da abelha.
Entre os principais danos estão à má formação de diversos órgãos e a redução do peso de zangões e operárias, o que compromete a longevidade da população da colônia (DUAY et al., 2003), pois o ácaro se alimeVocês sabiam que a solução para este grande problema está ao seu alcance, dentro da colmeia?
Para quem não sabe o que são ácaros varroa e por que eles ameaçam as colmeias e, obviamente, a apicultura.
Varroose: A varroose é causada por um ácaro (Varroa destructor), um parasita externo de adultos e pupas principalmente de zangões e está espalhada praticamente em todo o mundo.
A infecção se espalha pelo contato direto entre abelhas adultas. O ácaro também pode atuar como um vetor para vírus da abelha.
Entre os principais danos estão à má formação de diversos órgãos e a redução do peso de zangões e operárias, o que compromete a longevidade da população da colônia (DUAY et al., 2003), pois o ácaro se alimenta da hemolinfa. No Brasil não é permitido o uso de medicamentos para o controle da doença.
Nenhuma das doenças das abelhas é infecciosa para os humanos.
Própolis Contra Varroa
O uso da própolis como um remédio ef**az contra o ácaro Varroa continua a ganhar popularidade, beneficiando apicultores, abelhas e apicultura menos poluente.
Vale lembrar que o reconhecimento da própolis como uma solução ef**az contra o ácaro Varroa começou com sua aplicação contra um ataque de Loque Americana, onde a própolis se mostrou extremamente ef**az no controle.
Posteriormente, a própolis também tem sido usada para tratar a ninhada cigana e a nosemose, com bons resultados.
Extensos ensaios de campo e estudos científicos conduzidos em Berlim, Alemanha, demonstraram que a própolis em baixas concentrações mata o ácaro Varroa por contato, talvez devido a um efeito mecânico, bloqueando os espiráculos respiratórios do ácaro. Vale ressaltar que a própolis passa para a hemolinfa das abelhas e larvas e, de lá, também é sugada pelas Varroas, que — ao atacar a ninhada — morrem dentro das células. Essa circunstância sugere que a própolis pode ter outro mecanismo para eliminar o Varroas. Não se pode ignorar que a própolis nas abelhas — ou na colmeia — também atua como um imunomodulador (ou seja, corrigindo ou elevando as defesas), daí o "lifting" frequentemente observado em colmeias tratadas com própolis.
No entanto, especular sobre seus mecanismos de ação não é decisivo para os apicultores, visto que sabemos que sua aplicação é ef**az. Os apicultores estão trabalhando, e os pesquisadores terão que descobrir essas respostas.
A preparação é extremamente simples, barata e sem risco de desabastecimento.
Como em qualquer preparação de própolis, precisamos obter o Extrato Macio, ou seja, a resina pura, e então usá-la para fazer os produtos. Se não começarmos com o Extrato Macio (BE), estaremos trabalhando com doses desconhecidas e incertos sobre o que estamos fazendo.
Como Preparar Própolis para Combater Ácaros Varroa
Coloque a própolis bruta em um recipiente e adicione álcool etílico a 96%. Sempre use mais álcool do que própolis, independentemente das quantidades e/ou proporções.
Use álcool próprio para bebidas, lojas de bebidas ou panif**ação (ou seja, para consumo humano) - álcool etílico.nta da hemolinfa. No Brasil não é permitido o uso de medicamentos para o controle da doença.
Nenhuma das doenças das abelhas é infecciosa para os humanos.
Própolis Contra Varroa
O uso da própolis como um remédio ef**az contra o ácaro Varroa continua a ganhar popularidade, beneficiando apicultores, abelhas e apicultura menos poluente.
Vale lembrar que o reconhecimento da própolis como uma solução ef**az contra o ácaro Varroa começou com sua aplicação contra um ataque de Loque Americana, onde a própolis se mostrou extremamente ef**az no controle.
Posteriormente, a própolis também tem sido usada para tratar a ninhada cigana e a nosemose, com bons resultados.
Extensos ensaios de campo e estudos científicos conduzidos em Berlim, Alemanha, demonstraram que a própolis em baixas concentrações mata o ácaro Varroa por contato, talvez devido a um efeito mecânico, bloqueando os espiráculos respiratórios do ácaro. Vale ressaltar que a própolis passa para a hemolinfa das abelhas e larvas e, de lá, também é sugada pelas Varroas, que — ao atacar a ninhada — morrem dentro das células. Essa circunstância sugere que a própolis pode ter outro mecanismo para eliminar o Varroas. Não se pode ignorar que a própolis nas abelhas — ou na colmeia — também atua como um imunomodulador (ou seja, corrigindo ou elevando as defesas), daí o "lifting" frequentemente observado em colmeias tratadas com própolis.
No entanto, especular sobre seus mecanismos de ação não é decisivo para os apicultores, visto que sabemos que sua aplicação é ef**az. Os apicultores estão trabalhando, e os pesquisadores terão que descobrir essas respostas.
A preparação é extremamente simples, barata e sem risco de desabastecimento.
Como em qualquer preparação de própolis, precisamos obter o Extrato Macio, ou seja, a resina pura, e então usá-la para fazer os produtos. Se não começarmos com o Extrato Macio (BE), estaremos trabalhando com doses desconhecidas e incertos sobre o que estamos fazendo.
Como Preparar Própolis para Combater Ácaros Varroa
Coloque a própolis bruta em um recipiente e adicione álcool etílico a 96%. Sempre use mais álcool do que própolis, independentemente das quantidades e/ou proporções.
Use álcool próprio para bebidas, lojas de bebidas ou panif**ação (ou seja, para consumo humano) - álcool etílico.
Para preparar o extrato de própolis, recomenda-se o uso de álcool etílico (etanol) de alto teor alcoólico, geralmente entre 70% e 96%. Esse teor alcoólico permite a obtenção de uma tintura que pode ser usada tanto interna quanto externamente.
Aqui estão mais detalhes sobre o uso do álcool no extrato de própolis: Álcool etílico (etanol): Este é o tipo de álcool recomendado para a extração de própolis, pois é um bom tampão para os componentes da própolis.
Teor Alcoólico: O álcool etílico deve ter alto teor alcoólico (70°C ou 96°C) para garantir a extração adequada dos componentes da própolis.
Uso: O extrato de própolis em álcool etílico é usado como tintura, que pode ser ingerida internamente ou aplicada externamente em feridas ou áreas afetadas.
Proporção: A proporção comum para o preparo da tintura é de aproximadamente 2 partes de álcool para 1 parte de própolis em pó.
É importante lembrar que o extrato de própolis em álcool não deve ser usado por menores devido à presença de álcool.
Este recipiente com própolis e álcool, ao qual se pode adicionar 5% de água destilada, deve ser mantido em local escuro. Certifique-se de que seja mexido, agitado ou remexido diariamente por pelo menos duas semanas. Após esse período, filtre com papel de filtro de café. A solução hidroalcoólica resultante, de concentração desconhecida, pode ser colocada na geladeira para separar e remover o excesso de cera dissolvida em álcool. O resíduo deixado no filtro contém própolis, e uma segunda extração pode ser realizada.
A solução resultante deve então prosseguir para a próxima etapa: a ev***ração do álcool. Isso será feito com um jato de ar quente o suficiente para evitar que aqueça ou danifique o produto. Essa tarefa é lenta e pode levar vários dias, dependendo do volume a ser ev***rado. Quando o nível parar de cair, podemos presumir que não há mais ev***ração ou álcool para ev***rar. Essa tintura terá uma consistência semelhante à do mel. Se o recipiente for inclinado, ele não tombará; ele deslizará lentamente para baixo. Este é o Extrato de Própolis Macio, a partir do qual todas as outras preparações devem ser feitas.
Instruções de Preparo
Para o preparo da solução terapêutica, podemos falar de duas receitas, que na verdade são uma, da dose mínima à máxima.
Este extrato macio é reconstituído em uma solução alcoólica, de 8,5% a 17%. Por exemplo, para um litro, usaremos 85 centímetros cúbicos (cc) de extrato macio em 915 cc de álcool no primeiro caso, e 170 cc de extrato macio em 830 cc de álcool no segundo caso. Teremos a solução alcoólica, diferentemente da inicial, com uma concentração conhecida.
Esta solução alcoólica será misturada com algum tipo de xarope.
O xarope utilizado é apenas um veículo; deve ser um líquido doce, açúcar, xarope de milho rico em frutose ou, de preferência, mel, mas sem dar muita importância à concentração. Além disso, como no caso anterior, existem limites mínimos e máximos: o mínimo é 2% de solução em xarope a 98%. O máximo é 10% de solução em xarope a 90%.
A aplicação é feita por pulverização ou aspersão nos quadros (não nos cabeçalhos) e nas colmeias-mãe. Isso garante que, ao ingerirem o produto para limpeza, o distribuam para o restante da colmeia. Não deve ser aplicado no alimentador, pois é muito pequeno e as abelhas não gostam dele. Em caso de surto de doença, 50 ml devem ser administrados por colmeia, uma vez por semana, durante três semanas consecutivas.
Dependendo se cura ou previne e da intensidade do surto, será utilizada uma concentração maior ou menor, e o produto curará uma, três ou mais vezes. Isso f**a a critério das colmeias ou das circunstâncias. Pode ser usado durante o fluxo de melada, néctar e pólen, ou durante a colheita, pois não contamina.
Boas práticas de apicultura são muito importantes para a saúde dos apiários, é possível promover a criação de abelhas em condições que garantam sua saúde e bem-estar, além de otimizar a produção de mel e outros produtos apícolas. A prática de boas práticas, que inclui manejo adequado, higiene, prevenção de doenças e perdas e uso sustentável dos recursos, é essencial para garantir a longevidade das colmeias e a qualidade dos produtos.