19/09/2026
O tiro ecoou no meio da zona rural de Itupiranga, no Pará, mas o que o homem encontrou depois do disparo transformou uma ida para a pescaria em uma tragédia irreversível.
Ele teria visto um movimento próximo a uma árvore e acreditado que era um animal.
Só depois percebeu que havia atingido a própria esposa, Maria Félix da Conceição Oliveira, de 79 anos.
Segundo as informações divulgadas pelas autoridades, Maria estava na região, enquanto o marido, de 77 anos, seguia com uma espingarda.
O movimento no meio da vegetação levou o homem a acreditar que havia uma caça por perto.
Um único disparo foi feito, e a realidade que veio em seguida não podia mais ser desfeita.
Equipes da Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros foram acionadas, mas encontraram a idosa já sem vida.
O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, que precisa esclarecer as circunstâncias do disparo.
Uma regra precisa ser lembrada por qualquer pessoa que carregue uma arma no campo: nunca se deve atirar contra um movimento, barulho ou silhueta sem identif**ar com absoluta certeza o alvo e o que existe atrás dele.
Na dúvida, a arma deve permanecer apontada em direção segura e o disparo não deve acontecer.
Na roça, um segundo de decisão pode mudar a vida de uma família inteira.
Segurança com arma não é excesso de cuidado: é responsabilidade.