25/08/2025
Bom Dia! Entre um pensamento e outro, a hora de levar se apresenta... É bom iniciar com pensamento positivo e com leveza... As dificuldades fazem parte do cotidiano, mas elas não são maiores do que nossa vontade... Feliz dia! “Nesses tempos tão difíceis, não se trata de forçar a felicidade. Trata-se de não deixar a tristeza vencer.” (Cris Garcia). Guardo comigo que a tristeza não é a ausência da felicidade, é somente a ausência da alegria. Somos felizes pelo simples fato de existir. Porém, estamos passando um momento exigente enquanto humanidade. Mas vai passar. Sim, os tempos difíceis costumam testar a nossa resistência interior e revelar a dimensão da nossa esperança. Há dias em que não conseguimos sorrir facilmente, em que o peso da realidade parece se sobrepor a qualquer tentativa de leveza. É nesse momento que descobrimos que não precisamos fingir alegria, mas apenas não permitir que a tristeza assuma o governo de nossas vidas. O coração humano é feito de delicadeza e força ao mesmo tempo, e ambas se entrelaçam quando enfrentamos adversidades. Forçar felicidade seria negar a nossa humanidade, sufocar o que sentimos e mascarar as dores que nos atravessam. Mas escolher não ceder à tristeza é afirmar que, ainda que as lágrimas corram, há algo maior sustentando nossa existência. Esse algo maior é a esperança que vem da fé, que nos lembra que nada é definitivo e que até o sofrimento pode ser ressignificado. Há beleza escondida até nas lutas, porque nelas brotam aprendizagens, fortalece-se a coragem e amadurece o coração. Manter-se de pé diante da tristeza não significa ausência de dor, mas presença de fé. É uma escolha diária, feita em pequenos gestos: levantar da cama, respirar fundo, estender a mão a alguém, rezar em silêncio, agradecer por detalhes que resistem ao caos. Assim a tristeza não vence, porque a esperança ocupa o espaço que poderia ser tomado pela desesperança. Quando a dor insiste, a esperança insiste mais ainda, porque foi feita para atravessar noites escuras até a chegada da aurora. É nesse movimento interior que descobrimos uma alegria mais profunda, não aquela que depende de circunstâncias, mas a que nasce da certeza de que Deus continua cuidando de tudo. No fim, a vitória não é sorrir sem motivo, mas não permitir que a tristeza roube o nosso desejo de viver.