MUNDO NOVO Transparente

MUNDO NOVO Transparente Mundo Novo Terra Amada

04/06/2026

MUNDO NOVO MERECE MAIS. MUNDO NOVO MERECE RESPEITO À SUA HISTÓRIA.
O São Pedro de Mundo Novo sempre foi muito mais que uma simples festa. É uma tradição construída ao longo dos anos, um patrimônio cultural que representa a alegria, a identidade e o orgulho do nosso povo.
Por isso, ao ver a programação apresentada este ano, muitos mundo-novenses expressam um sentimento de tristeza e indignação. Não porque sejam contra a realização da festa, mas porque sentem falta da grandiosidade e da valorização da cultura nordestina que marcaram épocas inesquecíveis da nossa cidade.
Durante a gestão do ex-prefeito Dr. Adriano, o São Pedro de Mundo Novo ganhou força, reconhecimento e se consolidou como uma das maiores festas da região. Foi uma administração que compreendeu que investir na cultura é investir na autoestima do povo, no comércio local e no fortalecimento das nossas raízes.
E não era apenas o São Pedro. A valorização cultural acontecia durante todo o período junino, com iniciativas que f**aram na memória da população, como o tradicional Forró da Feira, o animado Forró do Ônibus, o acolhedor Forró da Praça e o emocionante Encontro dos Sanfoneiros, eventos que mantinham viva a essência do verdadeiro forró e davam espaço aos artistas e às tradições nordestinas.
Eram dias em que Mundo Novo respirava cultura. Dias em que a cidade recebia visitantes, movimentava a economia e se transformava em um grande palco de celebração das nossas origens.
Hoje, o que se vê nas redes sociais e nas conversas pelas ruas é um sentimento de saudade. Saudade de quando a cultura era prioridade. Saudade de quando o São Pedro era planejado para emocionar, encantar e fazer o povo sentir orgulho de dizer: "Eu sou de Mundo Novo."
O povo de Mundo Novo merece uma festa à altura da sua história. Merece ver suas tradições preservadas, seus artistas valorizados e sua cultura tratada com o respeito que ela conquistou ao longo dos anos.
Porque o verdadeiro São Pedro não é feito apenas de palco e atrações. Ele é feito de memória, de identidade, de pertencimento e de amor pela nossa terra.
E é justamente por conhecer a grandeza que o São Pedro de Mundo Novo já teve que hoje tantas pessoas sentem saudade e defendem que essa tradição volte a ser valorizada como merece. 🌵🎶❤️

03/06/2026

*O caso da eleição onde só faltava o eleitor. Ah, Mundo Novo!*

Em Mundo Novo, parece que resolveram reinventar a democracia.

A proposta era moderna. Um novo formato de se escolher os diretores escolares.

Era tão moderna que o povo ficou ultrapassado, deixado de lado.

Professor não escolhia.
Pai não escolhia.
Mãe não escolhia.
Aluno não escolhia.
Comunidade escolar não escolhia.

Mas o processo continuava sendo chamado de eleição. Vai entender!

Aí o povo começou a coçar a cabeça e perguntar:
“Oxente… se a comunidade não escolhe, quem escolhe?”

Pergunta simples.
Resposta complicada.

Porque quando tiram justamente o povo do processo, a impressão que f**a é que alguém já tinha uma ideia muito clara de quem gostaria de ver sentado na cadeira de diretor.

Só esqueceram de um detalhe. A lei.

E foi justamente ela que bateu na porta do fórum.

A Justiça olhou o edital.
Olhou a lei.
Olhou o edital de novo.
Coçou a cabeça.
Respirou fundo. E disse:

“Calma, Paulinha. Assim não!”

A lei manda ouvir a comunidade escolar.

A lei manda respeitar a participação popular.

A lei não foi escrita para f**ar de enfeite na gaveta da prefeitura Paulinha.

Resultado?

Freio puxado.
Processo suspenso.
Liminar mandando anular tudo.
E ordem direta para refazer, ou desfazer a tal eleição.

Porque eleição sem participação da comunidade é igual São Pedro sem parque de exposição, sem atração de verdade, sem alegria de verdade.

Pode até tentar chamar de outro nome. Mas todo mundo percebe que está faltando alguma coisa. E está,

No final, a grande descoberta de 2026 foi essa:

Quando a lei diz que o povo deve participar, talvez a melhor estratégia seja deixar o povo participar.

Dá menos trabalho do que explicar para uma juíza por que resolveram deixar o povo de fora.

Ah Paulinha, vocês não aprendem, né?

Processo seletivo em Mundo Novo Ba está suspenso por ordem judicial.A APLB, por meio de sua Delegacia Sindical de Mundo ...
03/06/2026

Processo seletivo em Mundo Novo Ba está suspenso por ordem judicial.

A APLB, por meio de sua Delegacia Sindical de Mundo Novo, após identif**ar graves ilegalidades no Edital n.º 001/2026, no processo seletivo para escolher Diretores e Vice-Diretores das escolas municipais, entrou na Justiça no dia 02 de junho de 2026 para suspensão do processo.

A Juíza Dra Renata Santos Nadyer Barbosa, da Comarca, após análise concedeu a liminar — ou seja, a suspensão imediata do processo seletivo, no momento em que as provas estavam sendo realizadas.

A Prefeitura de Mundo Novo publicou o Edital n.º 001/2026, criando um processo seletivo para escolher Diretores e Vice-Diretores das escolas municipais. O certame era baseado exclusivamente em provas escritas, títulos e plano de gestão — sem nenhuma participação da comunidade escolar (professores, pais e alunos) na escolha.

A APLB, por meio de sua Delegacia Sindical de Mundo Novo, identificou graves ilegalidades e entrou na Justiça no dia 01 de junho de 2026, véspera da prova que estava marcada para o dia seguinte.
O sindicato apontou quatro problemas principais:
1.⁠ ⁠Violação da Lei Municipal n.º 1.501/2025 A lei do próprio município exige que Diretores e Vice-Diretores sejam escolhidos por eleição direta, com participação da comunidade escolar. O edital ignorou completamente essa exigência e substituiu a eleição por um concurso técnico burocrático.
2.⁠ ⁠Participação indevida de servidores temporários Os cargos de Diretor e Vice-Diretor são classif**ados como Funções Gratif**adas, que pela Constituição Federal (art. 37, inciso V) só podem ser exercidas por servidores efetivos e estáveis. O edital permitia que professores temporários concorressem em igualdade com os concursados, o que é inconstitucional e prejudica a carreira dos professores de quadro permanente.
3.⁠ ⁠Proibição de recurso administrativo O edital determinava que a banca examinadora privada era a única e última instância para qualquer questionamento, vedando recursos à autoridade pública. Isso viola o direito constitucional ao contraditório, à ampla defesa e ao recurso hierárquico garantido pela Lei do Processo Administrativo.
4.⁠ ⁠Decisões administrativas anônimas A resposta dada ao sindicato pela comissão administrativa e a Errata do edital foram assinadas apenas como "Comissão de Acompanhamento", sem identif**ação de nenhum membro, o que torna esses atos juridicamente nulos.
Ponto adicional: risco ao FUNDEB A lei federal do FUNDEB (Lei n.º 14.113/2020) condiciona o repasse da complementação-VAAR ao município à exigência de que a escolha de gestores escolares combine critérios técnicos com participação da comunidade. O certame irregular colocava em risco esses recursos federais, essenciais para a educação do município.
A APLB pediu à Justiça a suspensão imediata da prova e de todas as etapas do certame, enquanto o processo fosse analisado pelo juiz. No mérito, pediu a anulação completa do edital e a obrigação de refazer o processo seletivo respeitando a eleição direta com participação da comunidade escolar.
A Juíza Renata Santos Nadyer Barbosa, da Comarca de Mundo Novo, analisou o pedido no mesmo dia e concedeu a liminar — ou seja, a suspensão imediata do processo seletivo.
Os fundamentos da decisão foram:
•⁠ ⁠A Lei Municipal n.º 1.501/2025 é clara ao exigir eleição direta, e o edital contrariou frontalmente esse comando legal;
•⁠ ⁠A Constituição Federal reserva as funções gratif**adas exclusivamente a servidores efetivos, e o edital desrespeitou essa regra ao abrir espaço para temporários;
•⁠ ⁠Com a prova marcada para o dia seguinte e nomeações previstas para julho, havia urgência real — deixar o processo continuar tornaria muito difícil desfazer os efeitos depois;
•⁠ ⁠Havia também risco concreto de o município perder repasses federais do FUNDEB por descumprir as regras de gestão democrática.
A juíza também reconheceu que o sindicato não precisa pagar custas neste processo, pois age na defesa coletiva da categoria.
O processo seletivo está suspenso por ordem judicial. A Secretária Municipal de Educação tem 10 dias para apresentar sua defesa ao juízo. Após isso, o Ministério Público será ouvido e o juiz decidirá definitivamente sobre a anulação do edital.
Esta vitória garante que nenhum professor temporário poderá assumir a direção de escola em condições ilegais, protege o direito dos servidores efetivos à carreira e à progressão funcional, e assegura que a comunidade escolar — professores, pais e alunos — terá voz na escolha de seus diretores, como a lei determina.
A luta é de todos. A APLB seguirá acompanhando o processo até a decisão final

Será?
29/05/2026

Será?

29/05/2026

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Mundo Novo, BA
44800000

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Terça-feira 07:00 - 13:00
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