06/11/2025
Adriane Galisteu defende que "quanto mais obras relacionadas à vida de Ayrton Senna, melhor". Para ela, o piloto, que morreu em maio de 1994, precisa ser eternizado. O que incomoda a apresentadora, de 52 anos, é o apagamento que sofre em muitas versões da história. Afinal, ela foi a última namorada do atleta, mesmo a contragosto da família, que insiste em dar protagonismo a Xuxa Meneghel, 62, com quem Senna namorou por quase dois anos. Por isso, a apresentadora de "A Fazenda 17" acaba de lançar um documentário com sua própria versão da história.
"Essa história é minha, ela me pertence. Estava tudo bem resolvido, mas mexer (no passado) é triste. Achei que fosse ser muito mais fácil, mas tem coisas que mexem comigo e me tiram do prumo", confessou ela na estreia de "Meu Ayrton", na HBO Max.
O primeiro episódio, intitulado "Conto de fadas", foca em como Adriane e Senna se conheceram. Na época, ela era modelo das pistas da Fórmula 1. No primeiro dia de trabalho, o piloto pediu que amigos fossem atrás dela para pegar seu telefone. Inicialmente, ela negou, mas acabou cedendo após insistência. O encontro presencial aconteceu em uma festa pós-vitória do piloto, sem beijo imediato, mas com a insistência dele para se ver novamente.
"Estava na agência, a minha booker (agente) me chamou: 'Adriane, o Ayrton Senna está na porta e veio te procurar'. Saí correndo, entrei no carro... Ele, sem graça, não tinha o que me falar: 'Não acredito que você veio'. Senna: 'Não te convidei para tomar um suco de laranja? Então, vamos'. Fui treinando o que tinha que falar para ele: que eu tinha namorado, a situação do meu irmão (então usuário de dr**as)... foi tudo tão diferente. Não rolou nada, a gente só conversou", relatou.