TV Trapiche

TV Trapiche Notícias e assuntos de cultura e entretenimento para o litoral paranaense, você verá na TV Trapiche.

Está no ar "Cultura Urbana Antonina". Clique aqui para assistir completo:https://www.youtube.com/watch?v=pmGUDcRUi_0"Cul...
13/07/2024

Está no ar "Cultura Urbana Antonina". Clique aqui para assistir completo:
https://www.youtube.com/watch?v=pmGUDcRUi_0

"Cultura Urbana Antonina" é um documentário resultado da oficina , patrocinada pela . Envolveu estudantes, artistas e agentes culturais, e traça através de entrevistas um panorama histórico e atual da cultura hip-hop e do skate da cidade.

Entrevistados por ordem de aparição:
João Gabriel - Lango
Pedro Thiago
Kaiin
Jairo Ricardo
Felipe Ribeiro
Felipe Lemos
João Pedro
Cauã Honorato
Hendryo Carioca
VH Beats
Pedro Alcava

Participações especiais:
Matheus Christopher
Luiz Guilherme
Jorge Veiga
Gabe
Everton Cabeça
Marvyn Ferraz
Pedro Henrique

Roteiro:
Claudia Ivanfy
Karina Lima de Araujo
Lohana de Paula Batista
Marcela Bettega
Marilize Pinheiro Alves
Renan Augusto Costa da Silva

Fotografia e entrevistas:
Bryan Santos
Claudia Ivanfy
Enzo Francesco Fuzari
Jairo Ricardo
Karina Lima de Araujo
Lohana de Paula Batista
Marilize Pinheiro Alves
Renan Augusto Costa da Silva

Som direto:
Claudia Ivanfy
Karina Lima de Araujo
Marilize Pinheiro Alves
Renan Augusto Costa da Silva

Produção:
Claudia Ivanfy
Karina Lima de Araujo
Marilize Pinheiro Alves
Renan Augusto Costa da Silva

Edição:
Antony Gabriel de Santa
Claudia Ivanfy
Hevellyn da Silva Soares
Karina Lima de Araujo
Mayara Cristine de Souza Lira
Marilize Pinheiro Alves
Renan Augusto Costa da Silva
Richard Cassemiro Garcia
Vitor Fernandes dos Santos

Direção e finalização:
Beli Bertalha

Imagens de acervos:
Arquivo pessoal de João Gabriel - Lango
Arquivo pessoal da Banca da Feira
Arquivo pessoal de Bryan Santos
Arquivo pessoal de Wilsinho
Arquivo virtual e pessoal da Família Alien's
Arquivo Histórico de Antonina

Músicas:
Água na boca - Banca da Feira
Atividade na laje - Função RHK - Especial Pateta 43 e convidados - Produção de Pedro Alcava
Cypher - Flor do Deserto 4 - Palmares - Produção de Pedro Alcava
SKATE (homenagem) - Tom Função RHK - Produção de Pedro Alcava
Beats produzidos por VHBeats

Oficina "Poética Cine Sonora"
Beli Bertalha
Antony Gabriel de Santa
Bryan Santos
Claudia Ivanfy
Enzo Francesco Fuzari
Hevellyn da Silva Soares
Karina Lima de Araujo
Lohana de Paula Batista
Marcela Bettega
Marilize Pinheiro Alves
Mayara Cristine de Souza Lira
Renan Augusto da Costa Silva
Richard Cassemiro Garcia
Vitor Fernandes dos Santos

Agradecimentos:
Anderson Gordinho
Angélica Ripari
Felipe Ribeiro
Hanin Dawud
Jairo Ricardo
João Gabriel - Lango
Kamila Fernanda Anzen
Karine Oliveira Rodrigues
Pedro Alcava
VH Beats
Wilson Clio de Almeida Filho

Patrocínio e sede da oficina:
Ademadan

Distribuição:
TV Trapiche

"Cultura Urbana Antonina" é um documentário resultado da oficina , patrocinada pela . Envolveu estudantes, artistas e agent...

Já segue o nosso canal no YT? Pois lá você encontra documentários e matérias com figuras incríveis aqui do litoral do Pa...
11/07/2024

Já segue o nosso canal no YT? Pois lá você encontra documentários e matérias com figuras incríveis aqui do litoral do Paraná.
E nesse sábado tem novidade no canal, o documentário "Cultura Urbana Antonina", realizado por meio de oficina na Ademadan. O doc tem 24'51" e você poderá conhecer um pouco mais da cultura hip hop, do skate, do grafite, da dança de rua e do rap feito em Antonina.

Nesse sábado, a partir das 8h em nosso canal. Inscreva-se e não perca nossos conteúdos, que tem mais por vir!
YT / tvtrapiche - Link do canal nos Stories

𝗔𝗱𝗲𝗺𝗮𝗱𝗮𝗻 𝗿𝗲𝗮𝗯𝗿𝗲 𝗲𝗺 𝘀𝗶𝗻𝘁𝗼𝗻𝗶𝗮 𝗰𝗼𝗺 𝗼 𝗺𝗲𝗶𝗼 𝗮𝗺𝗯𝗶𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗲 𝗮 𝗰𝘂𝗹𝘁𝘂𝗿𝗮Sob nova direção, a ADEMADAN reabre suas portas com projetos ...
29/01/2024

𝗔𝗱𝗲𝗺𝗮𝗱𝗮𝗻 𝗿𝗲𝗮𝗯𝗿𝗲 𝗲𝗺 𝘀𝗶𝗻𝘁𝗼𝗻𝗶𝗮 𝗰𝗼𝗺 𝗼 𝗺𝗲𝗶𝗼 𝗮𝗺𝗯𝗶𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗲 𝗮 𝗰𝘂𝗹𝘁𝘂𝗿𝗮

Sob nova direção, a ADEMADAN reabre suas portas com projetos gratuitos de circo, cerâmica, cinema e turismo. A organização conta com uma equipe interdisciplinar composta por Lilian Brandão- pedagoga, Carolina Sobreira- Produtora cultural, Maria de Lourdes Mazza de Farias- Educadora, Hanin Dawud- Educadora e Produtora Cultural, Lia Pinheiro da Veiga- Professora de História e Arte, Wagner Corrêa Santos- Engenheiro Florestal, Jaqueline Monteiro Oliveira- Bióloga, Ezequiel Ferdmann- Artista Circense, Jéssica de Castro-Gestora Administrativa e liderança indígena e Khamila Julianny- Gestora Ambiental.

A característica fundamental para a nova organização partiu da combinação entre educação ambiental e cultural, promovendo como metas de trabalho a inclusão digital, acesso a arte e cultura, qualif**ação da população e geração de renda. Projeto que já se inicia esse ano com o funcionamento da sede pedagógica e disponibilização do espaço para uso de computadores, cinema, cursos livres totalmente gratuitos e feiras de produtores locais para fomentar as cadeias produtivas da cultura, arte e turismo no município.

Acompanhe as ações da ONG pelo instagram ou pelo facebook na página .
Whatsapp: 41987379902

A sede f**a localizada na rua Oscar Renaud, 316, em frente a praça Coronel Macedo, em Antonina.

O ato por Julieta aconteceu em várias cidades do Brasil, inclusive aqui no litoral. Trouxemos algumas narrativas de como...
16/01/2024

O ato por Julieta aconteceu em várias cidades do Brasil, inclusive aqui no litoral. Trouxemos algumas narrativas de como foram as manifestações por aqui.
Segue o fio!!

Imagens:
1- ato em Matinhos; autor desconhecido.
2- ato em Paranaguá; autor desconhecido.
3- ato em Paranaguá; autor desconhecido.
4- ato em Paranaguá; foto por .soul .



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10/01/2024

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Nessa sexta, ciclistas e pedestres de todo Brasil ocuparão as ruas em solidariedade à Julieta Hernández, para gritar contra a barbárie, o feminicídio, a violência e o extermínio que as mulheres sofrem diariamente.

Em Paranaguá, a caminhada ocorrerá com início às 15h na Praça Fernando Amaro, seguirá para a Praça Mário Roque e encerrará às 18h no Terminal Urbano de Paranaguá.

O ato público está sendo organizado coletivamente por movimentos, associações e companhias de teatro que atuam no litoral: Instituto Ecoe, Cia Cultural Rainha Maçã, Cia Povaréu de Teatro, UBM Paraná e Coletivo Roda D'Água.

O encontro é um manifesto contra o feminicídio de Julieta, brutalmente assassinada quando fazia uma cicloviagem pela Amazônia até a Venezuela, sua terra natal.

Julieta chegou ao Brasil em 2015 e viveu no Rio de Janeiro por três anos. Em 2019 começou uma cicloviagem em direção ao nordeste e norte brasileiros a fim de conhecer a cultura do interior do país. Sobre duas rodas, na Carnavalita (sua bicicleta), ela desbravou caminhos em sertões de terra laranja e vegetação cinza, beira de mar, e rios, levando sua alegria de viver e tocando corações com sua palhaçada. Em dezembro passado, Julieta iniciou uma viagem de retorno à Venezuela para passar as festas de fim de ano com sua família, mas teve os sonhos e a vida interrompidos. Julieta entrou para a estatística de vítima de feminicídio em nosso país.

Nesse mundo violento mulheres não são livres, não têm o direito de ir e vir, falar e vestir o que desejam, pois qualquer fuga do padrão é entendida como convite para o assédio. A sensação para as mulheres é de não ter poder sobre seus próprios corpos.

Todas as pessoas estão convidadas a se unirem nesse ato nacional em favor de um lugar melhor para as mulheres.

Cronograma do ato

15 h– Ato na Praça Fernando Amaro
16 h– Caminhada em direção à Praça de Eventos Mário Roque
17 h – Retorno pela rua da Praia
18 h – Ato no Terminal Urbano e encerramento

Imagem: .jugatto


𝕊.𝕆.𝔹. 𝟙𝟛 𝕕𝕖 𝕄𝕒𝕚𝕠 - 𝕍𝕒𝕢𝕦𝕚𝕟𝕙𝕒 𝕡𝕒𝕣𝕒 𝕢𝕦𝕚𝕥𝕒çã𝕠 𝕕𝕖 𝕕í𝕧𝕚𝕕𝕒𝕤Com mais de 135 anos de história, a Sociedade é um marco da presenç...
22/11/2023

𝕊.𝕆.𝔹. 𝟙𝟛 𝕕𝕖 𝕄𝕒𝕚𝕠 - 𝕍𝕒𝕢𝕦𝕚𝕟𝕙𝕒 𝕡𝕒𝕣𝕒 𝕢𝕦𝕚𝕥𝕒çã𝕠 𝕕𝕖 𝕕í𝕧𝕚𝕕𝕒𝕤

Com mais de 135 anos de história, a Sociedade é um marco da presença negra no país, sendo o terceiro Clube Social Negro mais antigo em funcionamento.

A Sociedade que f**a em Curitiba, pede a sua ajuda para manter a sede que corre risco de ser vendida a terceiros por conta de dívidas. A mais urgente, ultrapassa os R$87.000 e coloca a sede em RISCO.

Sua contribuição é importante e URGENTE!

O prazo é até o dia 24 de novembro para reverter esse quadro.

Clique aqui e faça sua contribuição:
https://tipa.ai/soc13demaio

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18/11/2023

🄾 🅀🅄🄴 é 🄼🄴🄻🄷🄾🅁 🄿🄰🅁🄰 🄰 🄴🄳🅄🄲🄰çã🄾 – 🄼🄸🄻🄸🅃🄰🅁🄴🅂 🄾🅄 🄿🅂🄸🄲ó🄻🄾🄶🄾🅂?

Está em processo no Paraná mais uma onda de militarização das escolas. O governo estadual publicou uma lista de 127 colégios que passarão, este mês, por uma consulta com a comunidade. Se aprovado pela maioria, estas escolas serão militarizadas já em 2024.
Hoje, há 194 colégios estaduais com este modelo em todo o Paraná. Nestes, a polícia militar assume parcialmente a gestão escolar, tendo um diretor civil e um diretor militar atuando na escola. Além do diretor, são contratados outros funcionários também militares, todos da reserva. Policiais aposentados, que ganham um adicional de 5,5 mil reais para atuar nas escolas, além do seu salário de aposentado. Há ainda outros gastos como os uniformes específicos para os alunos dos colégios militares, que geram gastos para os cofres públicos com esta implementação.

Em paralelo, a lei federal 13.935 aprovada em 2020 e que obriga a contratação de psicólogos e assistentes sociais para atuar nos estabelecimentos de ensino ainda não foi implementada. Já são 3 anos de lei, e o estado do Paraná ainda não contratou nenhum profissional da área para a atuação na educação. Aprovada em plena pandemia, a lei busca atender os crescentes problemas sociais e de saúde mental que a escola e a sociedade tem enfrentado. Questões familiares, de violência ou de dificuldades na aprendizagem, além de alunos com ansiedade e depressão crescentes no cenário atual.

Falta de dinheiro na pasta de educação talvez não seja o motivo para que ainda não tenhamos esses profissionais nos colégios. Tendo em vista que são pelo menos 3 militares da reserva em cada colégio que se pretende militarizar, serão gastos ao menos dois milhões a mais por mês com a folha de pagamento desses profissionais, dinheiro que poderia servir para atender os alunos e a comunidade escolar de outras maneiras.

Na sua opinião, qual seria o melhor investimento feito com o dinheiro do seu imposto para o desenvolvimento dos estudantes do Paraná? A contratação de policiais aposentados ou de psicólogos?

piche

𝑼𝒎 𝒈𝒆𝒏𝒐𝒄í𝒅𝒊𝒐 𝒂𝒏𝒖𝒏𝒄𝒊𝒂𝒅𝒐: 𝒂 𝒅𝒊𝒔𝒄𝒓𝒊𝒎𝒊𝒏𝒂çã𝒐 𝒅𝒆𝒕𝒆𝒓𝒎𝒊𝒏𝒂 𝒐 𝒂𝒍𝒗𝒐 𝒅𝒂 𝒈𝒖𝒆𝒓𝒓𝒂 A mesma imprensa que glorif**a a resistência dos ucra...
16/10/2023

𝑼𝒎 𝒈𝒆𝒏𝒐𝒄í𝒅𝒊𝒐 𝒂𝒏𝒖𝒏𝒄𝒊𝒂𝒅𝒐: 𝒂 𝒅𝒊𝒔𝒄𝒓𝒊𝒎𝒊𝒏𝒂çã𝒐 𝒅𝒆𝒕𝒆𝒓𝒎𝒊𝒏𝒂 𝒐 𝒂𝒍𝒗𝒐 𝒅𝒂 𝒈𝒖𝒆𝒓𝒓𝒂

A mesma imprensa que glorif**a a resistência dos ucranianos retrata como terrorismo a tentativa de transposição do regime de apartheid imposto pela ocupação israelense aos palestinos. A comunidade nativa vive hoje sitiada entre a Cisjordânia e a Faixa de Gaza desde a determinação britânica pela criação de um Estado exclusivamente judeu, em apoio a um movimento político nacionalista denominado sionismo.

A ocupação, que a principio se estabeleceu sustentada pela profecia do retorno dos judeus a terra santa, em seus bastidores expropriou massivamente árabes palestinos, culminando na quase erradicação desse povo e transformando a rotina dos sobreviventes na mais viva experiência de terror.

Sob a segregação de um cerco aéreo, marítimo e terrestre, bloqueio das nascentes de água, prisões arbitrárias, mutilação e massacre, a Faixa de Gaza tornou-se um gueto sob constante abuso e violência, assombrado pelas forças armadas mais brutais do mundo.

Diante da dramaturgia coercitiva da mídia, as reivindicações palestinas seguem ignoradas pelos chefes de Estado e comunidade internacional, encenação que condicionou os mecanismos de enfrentamento do Hamas- organização política que administra a região da Faixa de Gaza, a orquestrar o rompimento do cerco israelense, ativando a maquina de guerra.

Em resposta, o primeiro ministro de Israel Benjamin Netaniahu, prometeu uma reação assentada nas aniquilações de uma “vingança poderosa” que “mudará o Oriente médio”, anunciada pelo ministro da defesa Yoav Gallant, como um cerco total: “Nem eletricidade, nem comida, nem água, nem gás. Tudo bloqueado. Estamos lutando contra animais humanos e agindo de acordo”, declarando em seu discurso supremacista, o ato de limpeza étnica.

Acompanhado de seu exército de colonos, em sua maioria imigrantes europeus e norte-americanos rebatizados em hebraico e financiados por doações bilionárias do governo estadunidense, declaram que a solução final é o extermínio total do povo que ousou cruzar a linha do mais longo campo de concentração a céu aberto da história moderna.

Texto: Hanin Dawud, via Jornal América Profunda

Para saber mais:

https://fepal.com.br/
Butler, Judith. “Quadros de guerra: quando a vida é passível de luto?.” (2015)
Said, Edward. “A questão da Palestina.” São Paulo: Unesp (2012)..

31/05/2023

𝘈𝘨𝘳𝘦𝘴𝘴ã𝘰 𝘯𝘰 𝘐𝘍𝘗𝘙 𝘥𝘦 𝘗𝘢𝘳𝘢𝘯𝘢𝘨𝘶á é 𝘳𝘦𝘴𝘱𝘰𝘯𝘥𝘪𝘥𝘢 𝘤𝘰𝘮 𝘮𝘢𝘯𝘪𝘧𝘦𝘴𝘵𝘢çã𝘰

Ontem, 30 de maio, as mulheres do Instituto Federal de Paranaguá organizaram um ato contra a violência. A ação é uma resposta direta para um caso de agressão que ocorreu no último dia 19, onde após uma repreensão por fumar em lugar proibido, um aluno do curso de Ciências Sociais, agrediu uma funcionária. A investida violenta contra a funcionária foi de tal proporção que o agressor precisou ser retirado do campus pela Polícia, chegando a ser detido por uma noite. À funcionária foi concedido um período de licença, em decorrência de problemas psicológicos gerados na agressão
A violência já provocou um primeiro ato na semana passada. Nessa, alguns alunos defenderam a postura do aluno, justif**aram seu ato e questionaram a organização contrária. Os alunos narram que o ambiente se tornou de grande disputa, com mais agressões entre eles. Um aluno que participou da organização do ato alega ter sido pressionado e discriminado por um dos defensores, e em um segundo conflito aconteceu outra agressão, desta vez por parte de quem estava se mobilizando contra a violência.
O próprio agressor chegou a fazer uma postagem em suas redes sociais desaprovando a violência como resposta, em um discurso em nome da paz. E seus defensores pediram para que toda violência seja avaliada pela instituição.
Os manifestantes ponderam que as violências são diferentes, em gravidade e complexidade. Isto porque o primeiro agressor tem um histórico de violência. Alunas relatam que se sentiram assediadas por ele desde o início do ano, que constantemente frequenta o ambiente universitário embriagado e ultrapassa noções mínimas de respeito na convivência. Para além da passagem no Instituto Federal, foi averiguado que ele tem passagens anteriores pela polícia, entre elas, uma denúncia de importunação sexual. Além de já ter se envolvido em outros casos de violência contra mulher do conhecimento público na cidade, como em uma situação em que a vítima foi agredida em uma festa e postou seu relato nas redes sociais.
A manifestação que se forma hoje pressiona para a expulsão, uma vez que as mulheres do campus se sentem intimidadas e inseguras com a convivência de um agressor com tal histórico. Pedem ainda que as violências sejam tratadas devido a sua proporção de maneiras diferentes, uma vez que o aluno que cometeu a segunda agressão não oferece riscos e nunca se envolveu em conflitos nos quatro anos de faculdade cursados.
T.M., o autor da primeira agressão contra a funcionária, foi afastado pela instituição por oito dias. E antes do seu retorno, foi afastado por mais 20 dias. D.J., que cometeu a segunda agressão, também foi afastado por oito dias, ainda não completados.
O Instituto Federal se pronunciou hoje por uma nota oficial, se posicionando contra “quaisquer atos ou manifestações de todo tipo de violência e
agressão, desrespeito à dignidade humana, discriminação e preconceito, praticados no âmbito
da Instituição e na sociedade em geral”. Reforçaram ainda o comprometimento com a apuração dos fatos e as devidas providências.

A TV Trapiche reitera a postura de repúdio a atos de violência, sobretudo em situações em que o agressor tem chances de reparação e não se compromete com o processo de assumir suas responsabilidades, reparar as vítimas e buscar novos caminhos. Prestamos toda solidariedade à funcionária que foi vítima de uma violência irreparável em seu espaço de trabalho, que muitas vezes como uma prestadora de serviços não tem visibilidade e voz para ser defendida da mesma forma como seria se a agressão fosse contra um professor ou uma pessoa considerada de maior poder na hierarquia da instituição. Prestamos nossa solidariedade também às mulheres que sentiram a dor da funcionária e estão se mobilizando.

No último final de semana tivemos um triste episódio em Antonina durante a “Festa Calçadão Cultural”. Após uma linda apr...
16/05/2023

No último final de semana tivemos um triste episódio em Antonina durante a “Festa Calçadão Cultural”. Após uma linda apresentação do grupo “Aroeira - Grupo Percussivo de Maracatu de Baque Virado” com um cortejo pelas ruas do centro da cidade, um dos componentes do grupo entrou ao mar no Trapiche e foi surpreendido por uma correnteza. Seu corpo foi encontrado apenas na segunda, 15.
Ivan Gonçalves Figueiredo tinha 28 anos, era estudante da UFPR. Sua família é de Minas Gerais e está com dificuldades para arcar com os custos de translado do corpo. É com esta finalidade que está sendo arrecadado doações por meio de uma vaquinha virtual.
A TV Trapiche se solidariza neste momento com a família e os amigos, nossos sentimentos a todos que se envolveram nessa tragédia. Para reforçar, pedimos a todos que contribuam para que a família possa prestar suas últimas homenagens com dignidade. A vaquinha já atingiu o valor estipulado, mas mantemos aqui o pedido com o link nos storys.
Ressaltamos também que o projeto Calçadão Cultural finalizou as suas atividades com maestria e proporcionou para toda a população do litoral ricas e diversas experiências culturais durante o último ano. Muitas dessas acompanhamos e divulgamos aqui na TV Trapiche.
É desolador esse conflito de sentimentos entre o lamento do acidente e os ganhos de um evento cultural prestigioso. Acima das experiências inoportunas, deixamos aqui os agradecimentos por toda contribuição e retorno para a população que o projeto gerou. E que seja anunciação para mais iniciativas culturais para o litoral.
As situações acidentais sempre trazem um alerta, e reforçamos aqui o quanto que tragédias como essa podem ser prevenidas ou minimizadas. São recorrentes os afogamentos no Trapiche, o que exige um estudo maior da área para que haja informação e sinalização adequados, ef**az em sua manutenção, sobre os riscos.





Endereço

Paranaguá, PR

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