Cristiane Vargas - TPM e Perimenopausa

Cristiane Vargas - TPM e Perimenopausa 🩸 Para mulheres 35+ que já não se reconhecem na TPM/perimenopausa
🌿 Psicologia Cíclica: corpo, emoções, relações e história ☾
↓ Comece pelo Mapeamento

Autoconhecimento, Autoestima, Mulheres e Ciclos Menstruais

21/09/2026

Barba Azul me interessa porque coloca uma pergunta incômoda na mesa:

"O que fazemos quando uma parte nossa percebe algo e outra parte imediatamente tenta invalidar?"

Isso não signif**a que toda sensação seja uma verdade absoluta. Signif**a que talvez ela mereça ser investigada antes de ser descartada.

No dia 24/09 vamos entrar nesse território juntas na Leitura Vivencial.

Me chama com BARBA AZUL para receber as informações, ou clica no link da Bio.

Talvez você já tenha dito:“Hoje eu estou insuportável.”“Deve ser a TPM.”“Meu hormônio está todo bagunçado.”“Eu não sei o...
19/09/2026

Talvez você já tenha dito:

“Hoje eu estou insuportável.”
“Deve ser a TPM.”
“Meu hormônio está todo bagunçado.”
“Eu não sei o que está acontecendo comigo.”

Mas um dia difícil, sozinho, conta muito pouco sobre você.

O que começa a contar uma história é o padrão.

Em que momento do seu ciclo você costuma f**ar mais sensível?
Como estava o seu sono nos dias anteriores?
Sua energia mudou?
Sua libido?
Seu apetite?
Seu intestino?
Seu corpo começou a doer?

E tem uma parte que muitas vezes f**a de fora dessa observação: O que estava acontecendo na sua vida enquanto tudo isso acontecia no seu corpo?

Isso não signif**a que “é tudo emocional”.
Assim como também não signif**a que “é só hormônio”.

Corpo, ciclo, sono, contexto, emoções, relações e fase de vida podem estar acontecendo juntos.

Por isso eu gosto tanto da auto-observação — e gosto ainda mais de acompanhar mais de um ciclo.
Porque perceber que hoje você está irritada é uma coisa.
Descobrir que essa irritação aparece repetidamente em determinado período, especialmente depois de dias de pouco sono, excesso de demandas e necessidades adiadas, é outra.

Aí você começa a conhecer o seu padrão.

E quando você conhece o seu padrão, pode começar a fazer escolhas antes de chegar ao limite.

🌿 Eu criei uma ferramenta prática de auto-observação para te ajudar a acompanhar seu corpo, emoções, energia, libido, sintomas e contexto ao longo dos dias.
Se quiser receber, comente OBSERVAR aqui embaixo.
Eu te explico como começar. 🤍

**Auto-observação não substitui avaliação médica ou psicológica quando necessária.

Autoconhecimento

Talvez a melhor forma de eu me apresentar não seja começar pelos meus títulos.Mas sim, contar por que eu faço o que faço...
17/09/2026

Talvez a melhor forma de eu me apresentar não seja começar pelos meus títulos.
Mas sim, contar por que eu faço o que faço.
Eu comecei a me encontrar como mulher depois de já ser esposa e mãe.

Durante muito tempo, fui atravessando os lugares que a vida ia me apresentando: filha, esposa, mãe, profissional.

E foi só depois que algumas perguntas começaram a ganhar mais espaço:
📌Do que eu gosto?
📌Do que eu preciso?
📌Onde estão os meus limites?
📌Quem sou eu para além de tudo aquilo que sustento?

Meu próprio corpo também participou desse caminho.

A experiência com o meu ciclo, com TPMs intensas, irritação, enxaqueca e com os meus próprios limites foi me ensinando a observar o que acontecia comigo antes de simplesmente tentar dar conta.

Foi aí que estudar o feminino deixou de ser apenas parte da minha formação e passou também a transformar a maneira como eu compreendia a mim mesma — e, mais tarde, a maneira como eu escutava outras mulheres.

Hoje, existe uma ideia que atravessa profundamente o meu trabalho:
"Não é tudo hormonal. E também não é tudo psicológico."

Existe um corpo. Existe uma história. Existem relações, sono, carga mental, desejos, limites, ciclos e uma fase de vida acontecendo ao mesmo tempo.

Talvez seja por isso que eu tenha tanto interesse pelas travessias que acontecem depois dos 30. Pela mulher que olha para si e pensa:
“Eu não era assim.”

Nem sempre a questão é descobrir como voltar a ser quem você era.

Às vezes, é começar a escutar quem você está se tornando.

Se você chegou agora, Seja Bem-Vinda. 🌿

E se sente que está na hora de olhar para a sua própria história com mais profundidade, no destaque Mapeamento eu explico por onde podemos começar.

14/09/2026

Você olha para si e pensa: “Eu não era assim.”

O sono mudou. A paciência diminuiu. A libido já não funciona da mesma maneira. Você se irrita com mais facilidade, se sente mais cansada e começa a estranhar a mulher que está se tornando.

Mas a perimenopausa não é apenas hormonal — e também não é apenas emocional.

Ela é uma travessia em que corpo, ciclo, história, relações e sobrecarga precisam ser olhados juntos.

Talvez o caminho não seja tentar voltar a ser quem você era antes.

Talvez seja descobrir quem você está se tornando agora — e de quem essa nova fase precisa que você seja.

É isso que começamos a investigar na Sessão de Mapeamento Cíclico e Emocional.

Se você se reconheceu, escreva MAPEAMENTO no Direct e vamos conversar. 🌿

11/09/2026

Quanto tem custado continuar se deixando para depois?

Nem todo sofrimento aparece de forma evidente. Às vezes, ele se esconde no cansaço constante, na irritação, na dificuldade de colocar limites, na desconexão do próprio corpo e na sensação de estar vivendo uma vida que já não cabe mais.

Investimos na carreira, nos estudos, na casa e em tantas pessoas… mas ainda hesitamos quando o investimento é em quem sustenta tudo isso: nós mesmas.

Cuidar da saúde emocional não é luxo. Também não é apenas “sentir-se melhor” durante uma sessão. Esse cuidado atravessa suas escolhas, seus relacionamentos, sua maternidade, seu trabalho e a maneira como você ocupa a própria vida.

Talvez a pergunta não seja somente:
“Quanto custa fazer terapia?”

Talvez seja:
“Quanto está me custando continuar vivendo dessa maneira?”

Se você percebe que vem se deixando para depois há tempo demais, escreva MAPEAMENTO nos comentários ou me envie essa palavra pelo Direct. Eu te explico como funciona a nossa primeira sessão. 🌿

E se você estiver enfrentando um sofrimento intenso ou pensamentos de não querer mais estar aqui, procure ajuda imediatamente. Ligue gratuitamente para o CVV, no 188, ou busque um serviço de urgência da sua região.

TerapiaParaMulheres

Quando uma mulher chega dizendo “minha TPM está acabando com a minha família”, eu não quero descobrir apenas como fazê-l...
09/09/2026

Quando uma mulher chega dizendo “minha TPM está acabando com a minha família”, eu não quero descobrir apenas como fazê-la f**ar menos irritada.

Eu quero entender o desenho inteiro.

Porque ciclo, sono, sobrecarga, relações, história, corpo e limites podem se encontrar de maneiras muito diferentes em cada mulher.

E é por isso, que minha primeira sessão não é uma fórmula pronta para TPM.

É uma Sessão de Mapeamento Cíclico e Emocional.

Comente MAPEAMENTO e eu te explico como funciona. 👇

07/09/2026

14 anos de casamento e 20 anos juntos. 🤎

Eu não fui uma mulher que viveu muitos anos sozinha antes de construir uma vida a dois.

Saí da casa dos meus pais para a nossa casa.

Fui filha.
Profissional.
Virei esposa.
Depois, mãe.

E foi só depoisdos 30 anos, que comecei, de verdade, a me perguntar:
📌Quem sou eu para além dos papéis que ocupo?
📌Do que eu gosto?
📌Do que eu preciso?
📌Onde estão os meus limites?

Essa descoberta também atravessou o nosso casamento.

Houve épocas em que eu sofria muito com a TPM.
Tive enxaquecas, muita irritação e momentos em que descontei no Pablo coisas que eu ainda não sabia reconhecer, nomear ou comunicar.

Me conhecer melhor não fez com que eu deixasse de me irritar ou que nossa relação se tornasse perfeita.

Mas me ajudou a distinguir melhor o que era meu, o que era nosso, o que eu precisava comunicar, onde precisava colocar um limite e onde eu também precisava assumir responsabilidade.

E talvez essa seja uma conversa importante para muitas mulheres que chegam aos 35, 40, 45 anos sentindo que estão mudando.

Às vezes surge até o medo:
“Se eu começar a descobrir quem eu sou agora, o que vai acontecer com o meu relacionamento?”

Mas se encontrar não signif**a necessariamente romper.

Às vezes, signif**a que o relacionamento também precisa conhecer a mulher que você está se tornando.

Hoje, depois de 14 anos de casamento, eu consigo olhar para trás e perceber que quanto mais eu fui me encontrando, mais inteira eu consegui estar dentro do nosso “nós”.

Feliz 14 anos para nós. 🤎

E você: sente que começou a se conhecer antes ou depois de se tornar esposa/mãe?

Endereço

Rua Coronel Olímpio De Almeida, 75. Centro
Passa Quatro, MG
37460-000

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