TV CIDADE PIRES DO RIO

TV CIDADE PIRES DO RIO TV CIDADE NOTÍCIAS - BRASIL
(1)

02/06/2026

| Pires do Rio Goiás

Pré Candidato ao Governo de Goiás, Marconi Perillo faz visita à Cidade de Pires e reencontra amigos, populares e lideranças políticas.

23/05/2026

Essa composição é uma homenagem ao maior cantor sertanejo dos últimos anos


"Se Melhorar Vira Show do Zezé"

NOTA DA COORDENAÇÃO DE PRÉ-CAMPANHA Marconi Perillo 2026A pesquisa Quaest/Genial divulgada hoje é parte legítima do proc...
30/04/2026

NOTA DA COORDENAÇÃO DE PRÉ-CAMPANHA Marconi Perillo 2026
A pesquisa Quaest/Genial divulgada hoje é parte legítima do processo democrático e tem o nosso respeito como instrumento de medição da opinião pública. Mas a coordenação da pré-campanha tem o dever de oferecer ao eleitor goiano alguns pontos que precisam ser ditos com franqueza.
Primeiro, sobre o que a própria pesquisa diz quando é lida por inteiro. A pesquisa mostra um governo estadual com 84% de aprovação. E mostra, ao mesmo tempo, que 64% dos goianos querem mudança no próximo governo, sendo que 25% querem mudança total. Apenas um em cada três goianos querem que o próximo governo seja a continuação pura do atual. Esses números convivem na mesma página da pesquisa, e a leitura honesta deles é uma só. Aprovar uma gestão é uma coisa. Querer que ela se reproduza por mais quatro anos é outra. O eleitor goiano reconhece o que existe e, ao mesmo tempo, quer mais. Quer ir além.
Segundo, sobre o que o goiano disse à própria pesquisa quando perguntado sobre o tipo de governador que quer. 46% dos goianos disseram que querem um governador independente, que não seja aliado nem de Lula nem de Bolsonaro. E na mesma pesquisa, 37% identificam um dos pré-candidatos como o herdeiro político do governo atual, contra 2% que fazem essa associação com Marconi Perillo. Quando 46% pedem independência e a maior fatia da identificação com a continuidade está concentrada em um único nome, o que a pesquisa mostra é uma fenda, não uma decisão. O eleitor goiano não quer carimbo de Brasília. Quer um governador que olhe para Goiás antes de olhar para qualquer padrinho.
Terceiro, sobre o tamanho da indecisão. A própria pesquisa registra que 84% dos goianos, no voto espontâneo, ainda não escolheram em quem vão votar. E que 52% dos eleitores afirmam que sua escolha pode mudar até outubro. Quando uma pesquisa mostra esse grau de indefinição no seu próprio corpo, qualquer leitura que a transforme em sentença de urna é uma leitura tendenciosa. A pesquisa fotografa um eleitorado em formação. Não uma decisão tomada.
Quarto, sobre o calendário. Pesquisas conduzidas a seis meses da eleição fotografam um eleitorado que ainda não entrou no debate eleitoral. Institutos do mais alto reconhecimento já apresentaram, em abril, números que não se confirmaram em outubro. A própria série histórica da Quaest em Goiás mostra movimentações expressivas em poucos meses. Quem estava em primeiro deixou de estar. Quem aparecia atrás chegou na frente. Tratar uma fotografia de abril como sentença de outubro é desrespeitar a inteligência do eleitor goiano.
Quinto, sobre o próprio instituto. Aferições recentes da Quaest em Goiás, em momentos próximos entre si, apresentaram resultados sensivelmente distintos em pontos que não se explicam apenas pela passagem do tempo. Isso não é acusação. É um chamado à prudência na leitura. Pesquisa não é ferramenta de pressão sobre o eleitor. É instrumento de aferição. Quando passa a ser usada para induzir voto útil em primeiro turno, deixa de cumprir sua função democrática.
Sexto, sobre o ambiente em que essa pesquisa é divulgada. Goiás vem assistindo, há anos, a um esforço publicitário governamental de proporções inéditas no estado. Verbas oficiais movimentam, em volume expressivo, a mesma cadeia de comunicação que produz e divulga as pesquisas que hoje circulam. Essa observação não desqualifica nenhum ator do processo, e a coordenação faz questão de registrar isso. Mas é dever da coordenação alertar o eleitor goiano: o ambiente em que a opinião pública é medida importa. Pressão de máquina não é detalhe técnico. É fator de campo.
Sétimo, sobre o perfil do eleitorado goiano. Goiás é um dos estados mais conservadores do Brasil. Esse traço ideológico está consolidado em todas as séries históricas eleitorais do estado, e foi confirmado nas urnas em 2018, 2020, 2022 e 2024. É estranho, portanto, que uma fotografia da preferência eleitoral goiana de hoje não reflita com clareza essa orientação. Marconi Perillo construiu, em quatro mandatos, uma trajetória de oposição firme e consistente ao PT. Daniel Vilela, por sua vez, é quadro do MDB, partido que protagonizou alianças nacionais e estaduais com o PT em diferentes momentos da história recente. Esses são fatos públicos. O eleitor goiano os conhece, e vai pesá-los na hora certa.
Oitavo, sobre o contato direto com o eleitor. A pré-campanha de Marconi Perillo está nas ruas dos municípios goianos, em encontros, visitas, reuniões e diálogos com lideranças locais e com cidadãos comuns. O que a coordenação testemunha em cada agenda é incompatível com o índice de rejeição apresentado pela pesquisa. Há respeito, há acolhida, há reconhecimento. Pesquisa mede declaração. Rua mede vínculo. As duas coisas precisam conversar, e quando não conversam, é a pesquisa que precisa ser olhada com cuidado redobrado.
Por fim, sobre o que de fato está em jogo em 2026. O debate eleitoral goiano não é uma disputa de personagens. Não é Marconi contra Daniel. É uma decisão sobre o tamanho do futuro que Goiás vai escolher. É decidir se Goiás vai dar um novo salto de desenvolvimento ou vai aceitar parar onde está. Estradas não podem mais matar quem vai para o trabalho. Saúde pública não pode ser sorteio. Custo de vida não pode seguir asfixiando quem ganha por mês o que outros ganham por dia. O entorno do DF não pode continuar sendo tratado como periferia distante. Goiás está bom. Pode ser muito melhor.
A eleição de 2026 não vai ser decidida em abril. Vai ser decidida pelo eleitor goiano, na hora certa, depois de olhar trajetória, projeto e compromisso de cada candidatura. A coordenação confia nesse eleitor. E é a ele que continua se dirigindo.
Coordenação de Pré-Campanha Marconi Perillo 2026

Gabinete do ódio de Caiado e Daniel Vilela tenta transformar trabalho em crime para atingir Marconi Perillo • Narrativa ...
14/04/2026

Gabinete do ódio de Caiado e Daniel Vilela tenta transformar trabalho em crime para atingir Marconi Perillo

• Narrativa forçada
Uma estrutura de comunicação ligada ao governo de Ronaldo Caiado e Daniel Vilela passou a disseminar ataques contra o ex-governador Marconi Perillo, tentando associar um escândalo de agora ao contrato feito em 2022.

O serviço foi prestado por empresa ligada a Marconi a um banco autorizado pelo Banco Central. O contrato ocorreu dentro da legalidade, com prestação técnica, emissão de notas e pagamento de impostos. À época, não havia qualquer denúncia contra a instituição.

• Onde está o crime?
Pergunta: desde quando trabalhar passou a ser tratado como irregularidade? Caiado criou um sistema de perseguição anunciado por toda parte, com ameaças inclusive, para qualquer empresa que desse emprego a Marconi Perillo em Goiás.

A única coisa que tudo isso prova é que o ex-governador precisou trabalhar para sobreviver, diferente das mentiras tão divulgadas contra ela desde 2019, tentando associar sua imagem a denúncias vazias e mentirosas que caíram uma a uma na justiça.

• Contradição evidente
Enquanto tenta criar narrativa contra um contrato privado, o próprio governo Caiado realizou reunião com o Banco Master dentro do Palácio e, posteriormente, analisou mudanças na lei de consignações que ampliariam descontos no salário de servidores públicos.

Urgente: Assembleia Legislativa aprovou e governo Caiado sancionou lei criada após articulação com o Banco Master dentro...
14/04/2026

Urgente:

Assembleia Legislativa aprovou e governo Caiado sancionou lei criada após articulação com o Banco Master dentro do Palácio.

• Lei Banco Master foi sancionada por Caiado
No dia 4 de junho de 2024, a imprensa oficial do governo Caiado publicou uma reportagem informando que o governador sancionou a Lei Estadual nº 22.709, que alterou regras de consignação em folha dos servidores públicos de Goiás. A proposta partiu da própria Governadoria e tramitou na Assembleia Legislativa como processo nº 10217/24 a pedido do Banco Master.

A nova legislação aumentou de 96 para 144 meses o prazo para pagamento de empréstimos consignados, financiamentos e operações ligadas à folha salarial. Na prática, o servidor pode ficar até 12 anos pagando dívida.

• Origem dentro do Palácio
Segundo o portal de transparência do governo, o projeto de lei nasceu dentro do próprio governo, após reunião com representante do Banco Master. O encontro ocorreu em 28 de março de 2023, quando foi apresentado o produto “CredCesta”, voltado a servidores públicos.

Segundo o despacho da Procuradoria, a proposta incluiu a criação de cartão de benefício consignado, com ampliação da margem e destinação específica para esse tipo de operação financeira.

• O esquema
O anteprojeto previa aumento da margem consignável e abertura de espaço para novos produtos financeiros vinculados diretamente ao salário dos servidores, ampliando o alcance das instituições financeiras dentro da folha de pagamento.

O governo Caiado alegou que mais de 38 mil servidores estavam sem acesso ao crédito consignado ou com margem comprometida, defendendo que a ampliação do prazo permitiria “alívio” financeiro.

O projeto preparado para beneficiar o grupo do Banco Master em Goiás nasceu no Executivo, foi aprovado na Assembleia e sancionado por Caiado. E tudo começou com uma articulação interna envolvendo apresentação de produto financeiro dentro do próprio Palácio.

Marconi Perillo

Daniel Vorcaro orientou lei dos consignados criada e assinada por Caiado, com dedo de ACM Neto, em Goiás.• Grupo de Vorc...
14/04/2026

Daniel Vorcaro orientou lei dos consignados criada e assinada por Caiado, com dedo de ACM Neto, em Goiás.

• Grupo de Vorcaro orientou lei de Caiado
O “compadre” de Caiado, ACM Neto é responsável pela chegada triunfal do Banco Master em Goiás. Documentos oficiais mostram que a mudança na lei dos consignados foi pautada durante reunião do governo de Ronaldo Caiado com o Banco Master, em 28 de março de 2023. No encontro, foi apresentado o cartão “CredCesta”, voltado a servidores públicos .

• O que o banco pautou?
Após a apresentação, o plano de ação do governo foi pautado com as seguintes prioridades:

1. criação de cartão de benefício consignado;
2. ampliação da margem para permitir esse tipo de operação;
3. mudanças nas regras para viabilizar novos produtos vinculados à folha;

Essas alterações dependiam de mudança na legislação estadual .

• O que o Caiado fez?
Meses depois, o governo enviou projeto à Assembleia e sancionou a Lei nº 22.709, alterando a Lei nº 16.898/2010 .

Na prática, a lei:

1. ampliou o prazo de pagamento de consignados de 96 para 144 meses
2. criou condições para expansão de operações de crédito ligadas ao salário
3. ajustou a legislação para permitir novos formatos de consignação

• Alinhamento
Os pontos apresentados pelo banco — necessidade de ampliar espaço para crédito consignado e criação de novas modalidades — aparecem refletidos nas mudanças efetivadas na mudança da lei assinada por Caiado no dia 10 de maio de 2024.

Marconi Perillo

Endereço

Rua 6 Quadra 6 Lote 18
Pires Do Rio, GO
75200000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 19:00
Terça-feira 08:00 - 19:00
Quarta-feira 08:00 - 19:00
Quinta-feira 08:00 - 19:00
Sexta-feira 08:00 - 19:00
Sábado 08:00 - 19:00
Domingo 08:00 - 19:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando TV CIDADE PIRES DO RIO posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para TV CIDADE PIRES DO RIO:

Compartilhar