13/05/2026
Acolha o choro e a frustração: Dizer frases como “não foi nada” ou “engole o choro” invalida o sentimento. Em vez disso, use “eu sei que você está triste, estou aqui com você”.Não eduque pelo medo: Impor limites através de gritos, ameaças de abandono ou agressões físicas gera insegurança profunda. O respeito deve vir pela conexão, não pelo pavor.Separe frustração de trauma: Estabelecer regras, dizer “não” e manter rotinas firmes faz parte do crescimento saudável e não traumatiza. O problema é a hostilidade e a falta de afeto.Reconheça seus próprios erros: Se você perder a paciência e gritar, converse com a criança mais tarde. Peça desculpas, explique que você errou e reforce que a culpa não foi dela.Crie previsibilidade: Explique mudanças de rotina com antecedência para que o mundo pareça um lugar seguro e confiável.