18/05/2026
Universo MADM
Máfia de Gotham
7.2. Confrontando a realidade
Gotham.
Enquanto se organiza a festa na casa de William, em Ponta Porã, em Gotham, a noite cai, tingindo o ar com tons de cinza e neblina. Bruce Wayne, após o confronto com Rachel, estaciona seu carro diante do restaurante Iceberg Dinner, um prédio imponente, iluminado por luzes verdes que piscam sobre a neblina, envolto por uma atmosfera sombria. Com a C**t Python 357 Magnum na mão, ele respira fundo, seus pensamentos giram com raiva e determinação. “Vou acabar com Falcone, o verdadeiro câncer de Gotham”, pensa, saindo do veículo.
Dentro do restaurante, ele avista Carmine Falcone, um homem de meia-idade com cabelo negro e olhar frio, jantando solitário em uma mesa de canto. Sem hesitar, Bruce se aproxima e se senta à sua frente, encarando-o com os olhos ardendo de ódio.
Falcone, com um sorriso cínico, o recebe:
— Veio me agradecer por fazer justiça ao assassino de seus pais?
Bruce, cerrando os punhos, rebate:
— Não! Vim fazer justiça a quem realmente faz mal a Gotham!
Falcone, percebendo a ira nos olhos de Bruce, ergue a mão calmamente, sinalizando para os capangas nas mesas ao redor que se mantenham quietos. Durante o dia, Bruce meditou sobre as palavras de Rachel: Joe era apenas um viciado, mas Falcone é o mestre do crime. Ele agora busca os verdadeiros culpados.
Falcone percebe a arma apontada para ele embaixo da mesa e, com voz pausada, começa:
— Sabe quem está naquela mesa, filho? — Ele aponta para o chefe do departamento de polícia, rindo baixo. — Quantos seguranças particulares estão a meu serviço, disfarçados? Você acha que o Comissário Loeb, chefe de polícia, defenderia você, filho, ou me protegeria?
Bruce abaixa a cabeça, sentindo a raiva crescer, mas se cala. Falcone prossegue:
— Aqui estão comerciantes que são meus aliados, empresários, policiais que participam da minha folha salarial, injustiçados pelos ba....
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