Universo MADM

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26/05/2026
Universo MADM Máfia de Gotham7.2. Confrontando a realidadeGotham.Enquanto se organiza a festa na casa de William, em Pon...
18/05/2026

Universo MADM

Máfia de Gotham

7.2. Confrontando a realidade

Gotham.

Enquanto se organiza a festa na casa de William, em Ponta Porã, em Gotham, a noite cai, tingindo o ar com tons de cinza e neblina. Bruce Wayne, após o confronto com Rachel, estaciona seu carro diante do restaurante Iceberg Dinner, um prédio imponente, iluminado por luzes verdes que piscam sobre a neblina, envolto por uma atmosfera sombria. Com a C**t Python 357 Magnum na mão, ele respira fundo, seus pensamentos giram com raiva e determinação. “Vou acabar com Falcone, o verdadeiro câncer de Gotham”, pensa, saindo do veículo.

Dentro do restaurante, ele avista Carmine Falcone, um homem de meia-idade com cabelo negro e olhar frio, jantando solitário em uma mesa de canto. Sem hesitar, Bruce se aproxima e se senta à sua frente, encarando-o com os olhos ardendo de ódio.

Falcone, com um sorriso cínico, o recebe:
— Veio me agradecer por fazer justiça ao assassino de seus pais?

Bruce, cerrando os punhos, rebate:
— Não! Vim fazer justiça a quem realmente faz mal a Gotham!

Falcone, percebendo a ira nos olhos de Bruce, ergue a mão calmamente, sinalizando para os capangas nas mesas ao redor que se mantenham quietos. Durante o dia, Bruce meditou sobre as palavras de Rachel: Joe era apenas um viciado, mas Falcone é o mestre do crime. Ele agora busca os verdadeiros culpados.

Falcone percebe a arma apontada para ele embaixo da mesa e, com voz pausada, começa:
— Sabe quem está naquela mesa, filho? — Ele aponta para o chefe do departamento de polícia, rindo baixo. — Quantos seguranças particulares estão a meu serviço, disfarçados? Você acha que o Comissário Loeb, chefe de polícia, defenderia você, filho, ou me protegeria?

Bruce abaixa a cabeça, sentindo a raiva crescer, mas se cala. Falcone prossegue:

— Aqui estão comerciantes que são meus aliados, empresários, policiais que participam da minha folha salarial, injustiçados pelos ba....

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Universo MADM Escolhidos e Enviados7.1. A Festa e o MandamentoResidência de William, Ponta Porã – MTO sol começa a se pô...
14/05/2026

Universo MADM

Escolhidos e Enviados

7.1. A Festa e o Mandamento

Residência de William, Ponta Porã – MT

O sol começa a se pôr em Ponta Porã, tingindo com tons de laranja e rosa o céu sobre a casa de William. Dentro da sala, a atmosfera está carregada de emoção após a constatação do milagre da cura de Ângela. Madm, com os olhos brilhando, reúne seus amigos — Amada, Menslike, Nokram, Luk, Healer e Bebeto — e se dirige a William e Ângela, que ainda se abraçam, com a voz cheia de propósito.

— Eu queria que vocês atribuíssem o milagre a Deus e não citassem nossa participação nisto tudo! — Pede ele.

Ângela, abraçando William com mais força, responde com a voz trêmula de gratidão:

— Claro! Foi Deus quem nos abençoou!

William, assentindo vigorosamente, acrescenta com um tom respeitoso:

— Se é o seu desejo, é uma ordem que acatarei! — Ele faz uma pausa, sorrindo, e explica: — Convidei diversos vizinhos, amigos e colegas de batalhão para a festa que farei à noite para celebrar a cura de minha esposa.

Menslike, sempre curioso, inclina-se para frente e pergunta, com um sorriso simpático:

— Capitão, vai ser um churrasco grande, né? Quantas pessoas você acha que virão?

— Pelo menos umas cem pessoas, Menslike! Quero que todos saibam da bênção que recebemos. — Responde William.

Bebeto, com seu jeito brincalhão, dá um tapa leve no ombro de Menslike e diz, rindo:

— Melhor preparar o estômago, amigo! Se for como o churrasco do Healer na nossa realidade, vamos precisar de mais carne!

Healer, sério, diz:

— Você quase nem viveu conosco na nossa realidade, não tem como saber como eram nossos churrascos.

William os interrompe e dispara:

— Fiquem tranquilos, teremos carne suficiente para todos.

— Que a festa glorifique o Altíssimo, e não a nós. Que todos vejam apenas a mão dele nisso. — Insiste, Mad...

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Universo MADMEscolhidos e Enviados6.3. O questionamento de CarlisleDourados, 1963, fina da manhã de quinta-feira, 3º Dia...
10/05/2026

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Escolhidos e Enviados

6.3. O questionamento de Carlisle

Dourados, 1963, fina da manhã de quinta-feira, 3º Dia dos Escolhidos e Enviados na nova realidade – 3/1 no calendário da Bíblia.

Enquanto Gotham vivencia a morte do assassino de Thomas e Martha Wayne, em Dourados, a tranquilidade aparente da Clínica Cullen é cortada pelo zumbido constante dos equipamentos. O ambiente é limpo, quase asséptico — paredes brancas, cheiro de éter, instrumentos reluzindo sob a luz fria das lâmpadas cirúrgicas.

Carlisle Cullen, o médico de pele alva e semblante sereno, analisa os resultados dos exames de Ângela sobre a mesa. O som metálico do relógio de parede marca o tempo com precisão clínica.

Ele se inclina, observando atentamente cada detalhe das lâminas sob o microscópio. Os resultados o deixam em silêncio — e o silêncio, nele, é mais eloquente do que qualquer espanto.

— Não acredito… — murmura, por fim, com voz baixa e controlada. — Miguel Harker está realmente apaixonado pela jovem Letícia William. Curou sua cunhada e não deixou nenhum traço de DNA vampiro no sangue dela.

Ele se recosta na cadeira giratória, o olhar perdido por um instante no vidro do laboratório, onde o sol reflete uma luz dourada sobre o metal dos instrumentos.

— Será que os Volturi têm razão? E esse sentimento pode ser um problema para nós, vampiros? — Pensa em voz alta, sem emoção visível, apenas lógica e cálculo.

Em seguida, faz uma breve anotação em seu caderno de couro, de caligrafia precisa:

“Paciente humana, completamente estável. Sinais vitais normais. Nenhum resquício genético anômalo.”

Ele fecha o relatório, o tom sereno de quem formula uma hipótese científ**a:

— Até aqui, não tenho nada para acusá-lo.

Do lado de fora, o vento move as cortinas brancas. Naquele lugar de luz fria e controle absoluto, apenas a dúvida permanece, discreta, mas viva, como um sopro que não se deixa medir.

Residência de William em Ponta Porã, duas horas depois.

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Universo MADM Máfia de Gotham6.2. Entre a fome e o luxoGotham, 1963.A luz da manhã banha o pequeno apartamento de Selina...
06/05/2026

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Máfia de Gotham

6.2. Entre a fome e o luxo

Gotham, 1963.

A luz da manhã banha o pequeno apartamento de Selina Kyle, agora uma jovem de 18 anos, com paredes descascadas e móveis simples. Ela toma café com sua amiga, uma mulher de pele clara e sorriso astuto, que mexe no cabelo loiro.

— O que vamos fazer hoje à noite? — Pergunta, Selina, cortando uma fatia de pão.

A moça, orgulhosa, responde:

— Hoje eu fui convidada para servir Dom Romano. Ele é o chefe de toda a máfia de Gotham!

— Você sempre ganha bem durante estes eventos. Quero ir também, Annika. — Comemora Selina.

Annika limpa a garganta e diz com voz ríspida:
— Dom Romano me convidou. Você não irá!

Selina franze a testa, irritada:

— Por que Dom Falcone não gosta de mim?

Annika dá de ombros, evitando o olhar:

— Só eu fui convidada, Selina. Não sei o que ele pensa de você.

Tribunal de Gotham.

No mesmo instante, no corredor do Tribunal de Gotham, Bruce Wayne, agora com 18 anos, caminha sozinho rumo ao julgamento de Joe Chill. Ele verif**a a C**t Python 357 Magnum escondida no coldre sob a blusa, com o peso da arma reforçando sua determinação.

“Estou pronto para fazer justiça”, pensa, com os punhos cerrados.

As portas se abrem, revelando Joe Chill, cercado por procuradores e advogados. Bruce encara o assassino com os olhos queimando de ódio.

Com cada passo apressado de Joe, Bruce respira fundo, sua a mão direita desliza para a arma.

“É agora!” decide ele, colocando o dedo no gatilho, com a arma ainda escondida dentro de sua blusa.

— “Pow, pow, pow” — um barulho abrupto, três tiros cortam o ar e o ambiente é tomado por gritos.

Advogados e procuradores correm, e Bruce se aproxima, vendo o corpo de Chill no chão, cheio de sangue, se espalhando.

Rachel Dawes, estagiária de olhos lindos, toca o cadáver ainda quente e nota a mão de Bruce no casaco. Olhando para o andar superior, de onde vieram os tiros, ela percebe que não foi ele. Puxando-o para longe da multidão, o repreende:

— O que você pensava em fazer? Seu pai dedicou sua vida a algo que você não aprendeu?

Bruce, cheio de cólera, sussurra:

— Eu ia fazer a just....

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Universo MADMMáfia de Gotham 46.1. A noite mais escuraGotham, 1953.A névoa noturna envolve as ruas estreitas de Gotham, ...
04/05/2026

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Máfia de Gotham 4

6.1. A noite mais escura

Gotham, 1953.

A névoa noturna envolve as ruas estreitas de Gotham, tingindo com sombras o ar com tons de cinza e preto, enquanto o brilho fraco dos postes reflete nas poças d’água do beco ao lado do cinema Monarch Theatre.
O silêncio é quebrado pelo som de passos apressados. O recém-chegado detetive James Gordon, de sobretudo amarrotado e olhar determinado, avista um movimento suspeito e sinaliza para seu parceiro, Harvey Bullock, um homem robusto com um charuto na boca. Eles descem do carro e se aproximam.

— O que ocorreu aqui? — Pergunta, Gordon, com a voz firme, apesar da tensão.
— Bem-vindo a Gotham, parceiro. — Responde Bullock, puxando o distintivo. — Saiam da frente, Detetive Bullock, DP de Gotham!

A multidão se dispersa, revelando uma cena trágica.
Uma garotinha, com cabelos claros e olhos marejados, consola um garotinho que chora inconsolavelmente sobre dois corpos inertes.
O cheiro de sangue e pólvora paira no ar, misturado ao frio cortante.

— Vai f**ar tudo bem! — Diz a garotinha, abraçando Bruce.

Gordon se aproxima, o coração apertado ao ver as vítimas.
Por um instante, o tempo parece parar — o barulho da cidade se apaga, e só o som do vento e do pranto da criança preenche o bec....

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Universo MADM Escolhidos e Enviados 5.3. Sete como setentaPonta Porã, Manhã de quinta-feira, 28 de março de 1963, no cal...
03/05/2026

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Escolhidos e Enviados

5.3. Sete como setenta

Ponta Porã, Manhã de quinta-feira, 28 de março de 1963, no calendário católico — 3º dia dos Escolhidos e Enviados na nova realidade — 3/1 no calendário da Bíblia.

Em sua casa, na cidade, Thomaz Muller desperta ao lado de sua esposa — uma mulher robusta, de pele clara, olhos verdes penetrantes e cabelos castanhos presos em um coque firme.
Ele se levanta, coça a barba e murmura, com voz áspera de quem não dorme em paz:

— Dois dias de pura confusão. Esses falsos anjos apareceram com rostos iluminados, dizendo que vinham do céu, mas, na verdade, eram amigos da irmã do William. Golpistas se passando por santos, você acredita, Jady?

Jady, ainda deitada, ajeita o travesseiro e o observa com preocupação discreta:

— Não gosto de pensar que aquele policial esteja aprontando alguma para você. Eles podem ser gente perigosa.

Thomaz bufa, olhando pela janela como quem fareja ameaça no vento:

— Será que realmente são amigos da irmã dele na Inglaterra… ou talvez seja um plano maior?

Ele se cala. E o silêncio que f**a é mais barulhento do que qualquer resposta.

Residência de William.

Nesse ínterim, o café da manhã transcorre em clima de paz e risos na casa de William. A luz da manhã entra pela janela da cozinha, tocando as xícaras fumegantes e o pão recém-assado. Madm, Amada, Menslike, Nokram, Luk, Healer e Bebeto dividem a mesa com William, Ângela e Let — uma comunhão simples, mas cheia de propósito.

Madm, segurando a xícara, cita com voz serena:
— Lembram do livro de Lucas, quando Yeshua enviou os setenta? Ele deu instruções claras: entrem na casa de quem os receber, fiquem por lá e recebam tudo que lhes oferecerem. Nós faremos assim enquanto estivermos na sua casa. E, se você permitir, William, f**aremos aqui.

Menslike ri, o sorriso aberto quebrando a solenidade:
— Yeshua os mandou de dois em dois nos seus dias, mas somos sete! Vamos dar prejuízo!

Risos se espalham. O clima é leve, humano, quase familiar.
William retribui o riso, sincero:
— Se vocês vieram realmente a serviço de Deus para nos abençoar, não nos ca...

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Universo MADMEscolhidos e Enviados5.2. Assalto na óperaManhã de quinta-feira, 28 de março de 1963, no calendário católic...
03/05/2026

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Escolhidos e Enviados

5.2. Assalto na ópera

Manhã de quinta-feira, 28 de março de 1963, no calendário católico — 3º dia dos Escolhidos e Enviados na nova realidade — 3/1 no calendário da Bíblia.

Após o desabafo do dia anterior com Alfred Pennyworth, Bruce acorda com o coração em chamas. “Eu vou matar aquele desgraçado!”, pensa ele, com a mente obscurecida pela raiva.

Ele se dirige a um cofre escondido e o abre com mãos firmes, mas trêmulas de fúria. O metal frio exala um leve cheiro de óleo e pólvora antiga. Ele retira uma C**t Python 357 Magnum — uma arma elegante e poderosa de 1963, adequada a um bilionário — e a oculta sob a blusa com um coldre discreto.

Sai intempestivo, ignorando Alfred, que o observa da escada, perplexo.

“O que será que o patrão vai fazer?”, murmura o mordomo em seus pensamentos, o coração apertado pela mesma pergunta que o silêncio da mansão parece fazer ecoar.

Gotham City, 1953.

O ar da noite cheira a inverno e a perfume caro. A mansão Wayne, banhada por uma luz dourada que atravessa os vitrais, é um retrato de elegância e inocência prestes a ser ferida. Martha penteia com doçura os cabelos do pequeno Bruce, enquanto o menino balança as pernas, impaciente.

— Mamãe, eu não gosto de ópera. — Reclama ele, franzindo o nariz.

— Ópera é uma das melhores formas de expressão de arte. A sociedade seria diferente se apreciasse as melhores manifestações culturais. — Justif**a, Martha, sem perder o sorriso.

Thomas entra, ajustando o paletó, o cheiro leve de colônia mistura-se ao brilho da gravata impecável.

— E a ópera de hoje é especial, não será tão tradicional. É inovadora! Você vai gostar, Bruce.

— Espero que sim, papai. — Responde o garoto, relutante, mas respeitoso.

A família segue para o carro. No banco traseiro, Bruce observa as luzes de Gotham passando pela janela — o brilho dos letreiros, os becos úmidos, as sombras que parecem se mover por conta própria. Thomas e Martha conversam, com a leveza de quem ainda acredita no poder da bondade.

— Me preocupa o aumento desta onda de violência. — Diz Mar...

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Universo MADM Escolhidos e Enviados5.1. A Queda na CavernaGotham City, 1953. O medo não avisa. Ele simplesmente abre o c...
30/04/2026

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Escolhidos e Enviados

5.1. A Queda na Caverna

Gotham City, 1953.

O medo não avisa. Ele simplesmente abre o chão sob seus pés.

A névoa fria da manhã envolve a mansão Wayne como um manto vivo. Bruce, com apenas oito anos, caminha cabisbaixo pelo bosque particular, chutando folhas secas. Seus sapatos novos já estão sujos de terra.

— Bruce! Bruce, onde você está?

A voz de Martha ecoa distante. Ele abre a boca para responder, mas o chão cede.

O garoto desliza por um buraco oculto entre raízes e folhagem, engolido num instante. A mente gira. Ele desce por uma rampa natural de pedra úmida, arranhando joelhos e cotovelos, gritando enquanto cai cada vez mais fundo na escuridão. O ar f**a gelado. Cheiro de terra molhada, musgo e algo selvagem invade suas narinas.

Ele bate com força no fundo da caverna.

Por um segundo, só há silêncio.

Então vem algo assustador. Milhares de asas batendo ao mesmo tempo — um rugido vivo, ensurdecedor. Centenas de morcegos explodem da escuridão, roçando seu cabelo, suas mãos, seu rosto. Bruce grita até a garganta arder, encolhendo-se contra a parede fria enquanto as criaturas voam em pânico ao seu redor.

— Mamãe! Papai! Socorro!

As lágrimas queimam. O peito dói tanto que parece que vai explodir. Ele fecha os olhos com força, mas o som das asas não para. Parece que a própria escuridão tem dentes e quer devorá-lo.

Lá em cima, na mansão, Martha Wayne vira-se bruscamente.

— Alfred! Você ouviu isso? Era o Bruce!

O mordomo já corre.

Dentro da caverna, o tempo perde o sentido. Bruce treme, encolhido, sentindo o cheiro do próprio medo. Quando finalmente desm....

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Endereço

Ponta Porã, MS
79904544

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