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A primeira semana oficial de campanha eleitoral trouxe um fenômeno que merece atenção: Augusto Cury se tornou, em determ...
29/08/2026

A primeira semana oficial de campanha eleitoral trouxe um fenômeno que merece atenção: Augusto Cury se tornou, em determinado momento, o candidato mais buscado no Google, superando temporariamente até o presidente Lula.

O dado ainda não representa intenção de voto, mas sinaliza movimentos importantes. Pode indicar cansaço com a polarização, fragilidade da liderança oposicionista e uma possível abertura, ainda estreita, para uma candidatura que consiga ocupar o espaço de “terceira via”.

Entre 23 e 27 de agosto, Cury registrou um forte pico de buscas após o debate e, diferentemente dos demais candidatos, não voltou ao patamar anterior. O interesse se manteve acima de Flávio Bolsonaro e próximo ao de Lula.

Ronaldo Caiado, Renan Santos e Romeu Zema também tiveram picos ligados à exposição na mídia, mas retornaram rapidamente ao nível anterior. Flávio Bolsonaro permaneceu em um patamar intermediário, sem demonstrar expansão relevante.

O ponto central talvez não seja apenas o crescimento de Cury, mas a dificuldade dos demais candidatos de direita em transformar exposição em interesse sustentado.

Isso sugere um eleitorado oposicionista fragmentado e ainda pouco mobilizado pelas opções disponíveis.

Cury pode estar ocupando, provisoriamente, um espaço deixado por eleitores que rejeitam Lula, mas também não se identificam com o bolsonarismo.

Ainda é cedo para saber se esse interesse será convertido em votos. Por enquanto, sua ascensão digital funciona mais como um sinal de que existe demanda por novidade na eleição.

Confira análise completa no canal V News no Whatsapp. Link na Bio.

28/08/2026

O fim da escala 6x1 pode voltar ao centro das atenções no Congresso justamente em meio à campanha eleitoral.

A proposta está na Comissão de Constituição e Justiça do Senado e tem como relator o senador Omar Aziz, que já se manifestou favoravelmente à matéria. Com forte apelo popular, a discussão ganhou também peso político: governo e oposição disputam espaço para se associar a uma pauta diretamente ligada aos trabalhadores.

Enquanto o Planalto busca transformar o tema em uma entrega de grande repercussão social, a oposição trabalha para evitar que Lula monopolize politicamente a agenda. Mas, mesmo com um eventual avanço na CCJ, ainda há uma peça decisiva nessa equação: a definição da pauta do plenário pelo presidente do Senado.

A jornalista Melissa Fernandez explica os movimentos e os bastidores políticos em torno da possível retomada da discussão sobre o fim da escala 6x1.

Acompanhe o Grupo VOTO e a Revista V para mais análises e bastidores da política nacional.

Nesta semana, representantes econômicos das principais candidaturas apresentaram propostas para 2027 em meio ao avanço d...
27/08/2026

Nesta semana, representantes econômicos das principais candidaturas apresentaram propostas para 2027 em meio ao avanço de um tema que deve ganhar espaço na eleição: a relação entre dívida pública, juros altos e crescimento.

Os recentes casos de recuperação judicial de grandes empresas deram dimensão política ao debate. A oposição passou a associar o crédito caro à condução da política fiscal do governo. Flávio Bolsonaro já explorava o caso das Casas Bahia e a recuperação judicial do grupo controlador do Habib’s tende a reforçar esse discurso.

Com isso, a discussão sobre como criar condições para a queda dos juros trouxe as contas públicas para o centro da campanha.

Dario Durigan, ligado à agenda econômica de Lula, mencionou um esforço fiscal próximo de 2% do PIB em um eventual novo mandato. Daniella Marques, representante de Flávio Bolsonaro, fala em ajuste de 1,5%. Até agora, porém, os números vieram antes das medidas.

E é justamente aí que começa o problema político.

Segundo o Valor Econômico, integrantes da equipe econômica discutem mudanças na política de valorização de benefícios previdenciários e assistenciais. A reação dentro do PT foi rápida, e Durigan afirmou que o Orçamento de 2027 manterá as regras atuais.

A oposição aproveitou o episódio para atacar Lula, embora proposta semelhante tenha sido discutida no governo Bolsonaro.

O caso antecipa um dos dilemas da eleição: defender responsabilidade fiscal é relativamente simples; explicar quais despesas crescerão menos é muito mais difícil.

Por isso, aumenta a chance de as decisões mais duras ficarem para depois das urnas, em uma nova negociação com o Congresso.

O risco é que um ajuste considerado lento ou insuficiente piore as expectativas sobre dívida, juros e câmbio. O precedente de 2024 mostrou isso.

Para 2027, não bastará anunciar ajuste fiscal. O próximo governo precisará apresentar rapidamente um plano crível, robusto e politicamente sustentável.

Confira a íntegra da análise, no Canal V News no Whatsapp.
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No Tocantins, a sucessão estadual começa com vantagem para a senadora Professora Dorinha (União Brasil).A pesquisa Quaes...
27/08/2026

No Tocantins, a sucessão estadual começa com vantagem para a senadora Professora Dorinha (União Brasil).

A pesquisa Quaest mostra Dorinha com 37% das intenções de voto, enquanto Vicentinho Júnior (PSDB) aparece com 28%. A diferença de nove pontos coloca a senadora na liderança da disputa.

Dorinha também conta com um ativo importante: o apoio do atual governador, Wanderlei Barbosa (Republicanos). A gestão registra 61% de aprovação, e 51% dos eleitores acreditam que o governador merece eleger um sucessor.

Esse ambiente fortalece a candidatura governista e amplia as dificuldades para seus adversários. Caso consiga converter a aprovação de Barbosa em apoio eleitoral, Dorinha pode consolidar ainda mais sua vantagem ao longo da campanha.

O cenário inicial aponta, inclusive, para a possibilidade de uma disputa resolvida ainda no primeiro turno.

Análise do Cientista Político Leonardo Barreto.

Rodada de pesquisas Quaest mostra as condições de largada das eleições para governador de 18 estados!

Unidades da Federação divulgadas:

Sudeste: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Sul: Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Nordeste: Pernambuco, Alagoas, Maranhão e Rio Grande do Norte.

Centro-Oeste: Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Norte: Amazonas, Amapá, Rondônia e Tocantins.

No Amapá, a corrida pelo governo começa com uma vantagem expressiva para Dr. Furlan (PSD).A pesquisa Quaest mostra Furla...
27/08/2026

No Amapá, a corrida pelo governo começa com uma vantagem expressiva para Dr. Furlan (PSD).

A pesquisa Quaest mostra Furlan com 55% das intenções de voto, contra 35% de Clécio Luís (União Brasil), atual governador e candidato à reeleição. A diferença de 20 pontos percentuais coloca o líder em posição muito confortável e abre a possibilidade de vitória ainda no primeiro turno.

O resultado também tem impacto direto na dinâmica política do estado. Furlan é um dos principais adversários do senador Davi Alcolumbre, e uma eventual vitória significaria a chegada de um rival relevante ao comando do governo estadual.

Mais do que uma disputa eleitoral, o cenário desenha uma possível mudança na correlação de forças do Amapá.

Análise do Cientista Político Leonardo Barreto.

Rodada de pesquisas Quaest mostra as condições de largada das eleições para governador de 18 estados!

Unidades da Federação divulgadas:

Sudeste: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Sul: Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Nordeste: Pernambuco, Alagoas, Maranhão e Rio Grande do Norte.

Centro-Oeste: Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Norte: Amazonas, Amapá, Rondônia e Tocantins.

Em Rondônia, a disputa pelo governo começa equilibrada, mas com um fator político bastante claro: o peso do bolsonarismo...
27/08/2026

Em Rondônia, a disputa pelo governo começa equilibrada, mas com um fator político bastante claro: o peso do bolsonarismo.

A pesquisa Quaest mostra Marcos Rogério (PL) com 24% das intenções de voto e Adailton Fúria (PSD) com 21%, configurando um cenário de empate técnico. Hildon Chaves (União) e Expedito Netto (PT) aparecem com 10% cada.

Além da disputa entre os candidatos, o levantamento revela um eleitorado com forte desejo de mudança: 44% defendem uma mudança total no governo, enquanto 34% preferem mudar apenas o que não está funcionando.

O componente ideológico também pesa. Para 43% dos eleitores, ser bolsonarista é uma qualidade importante em um candidato, enquanto apenas 23% preferem que o próximo governador seja aliado de Lula.

Os números indicam que, em Rondônia, a capacidade de mobilizar o eleitorado identificado com o bolsonarismo pode ser decisiva para a definição da corrida.

Análise do Cientista Político Leonardo Barreto.

Rodada de pesquisas Quaest mostra as condições de largada das eleições para governador de 18 estados!

Unidades da Federação divulgadas:

Sudeste: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Sul: Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Nordeste: Pernambuco, Alagoas, Maranhão e Rio Grande do Norte.

Centro-Oeste: Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Norte: Amazonas, Amapá, Rondônia e Tocantins.

No Amazonas, Omar Aziz (PSD) começa a disputa pelo governo na liderança, mas a briga pela segunda vaga segue completamen...
27/08/2026

No Amazonas, Omar Aziz (PSD) começa a disputa pelo governo na liderança, mas a briga pela segunda vaga segue completamente aberta.

A pesquisa Quaest mostra Omar com 26% das intenções de voto, enquanto três nomes aparecem muito próximos na sequência: Roberto Cidade (União), com 18%, Professora Maria do Carmo (PL), com 16%, e David Almeida (Avante), com 15%.

A diferença mínima entre os três torna arriscado apontar, neste momento, quem enfrentaria Aziz em um eventual segundo turno.

O levantamento revela, portanto, uma eleição com um líder mais destacado, mas com forte indefinição logo atrás. O desempenho das campanhas, as alianças e a capacidade de crescimento de cada candidatura devem ser decisivos para definir quem avançará.

No Amazonas, a largada está dada, mas a segunda vaga permanece em aberto.

Análise do Cientista Político Leonardo Barreto.

Rodada de pesquisas Quaest mostra as condições de largada das eleições para governador de 18 estados!

Unidades da Federação divulgadas:

Sudeste: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Sul: Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Nordeste: Pernambuco, Alagoas, Maranhão e Rio Grande do Norte.

Centro-Oeste: Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Norte: Amazonas, Amapá, Rondônia e Tocantins.

Na Paraíba, Lucas Ribeiro (PP) começa a disputa pelo governo em posição de vantagem.A pesquisa Quaest mostra Ribeiro com...
27/08/2026

Na Paraíba, Lucas Ribeiro (PP) começa a disputa pelo governo em posição de vantagem.

A pesquisa Quaest mostra Ribeiro com 38% das intenções de voto, abrindo 19 pontos de diferença sobre Cícero Lucena (MDB), que aparece com 19%. Logo atrás está o senador Efraim Filho (PL), com 18%.

Além da liderança numérica, Lucas Ribeiro conta com uma coalizão política robusta. Sua candidatura reúne o apoio do PSB, legenda do ex-governador João Azevêdo, do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), e também do PT.

Essa concentração de forças amplia a vantagem competitiva do candidato e dificulta, neste momento, a construção de uma alternativa capaz de ameaçar sua liderança.

O cenário paraibano, portanto, começa com Ribeiro como favorito, sustentado não apenas pelos números da pesquisa, mas também pela força da coligação que o cerca.

Análise do Cientista Político Leonardo Barreto.

Rodada de pesquisas Quaest mostra as condições de largada das eleições para governador de 18 estados!

Unidades da Federação divulgadas:

Sudeste: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Sul: Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Nordeste: Pernambuco, Alagoas, Maranhão e Rio Grande do Norte.

Centro-Oeste: Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Norte: Amazonas, Amapá, Rondônia e Tocantins.

No Maranhão, a oposição começa a disputa pelo governo em posição de vantagem.A pesquisa Quaest mostra Eduardo Braide (PS...
27/08/2026

No Maranhão, a oposição começa a disputa pelo governo em posição de vantagem.

A pesquisa Quaest mostra Eduardo Braide (PSD) com 44% das intenções de voto, abrindo 19 pontos de vantagem sobre Orleans Brandão (MDB), que aparece com 25%. Felipe Camarão (PT) vem em terceiro, com 6%.

O cenário chama atenção porque Orleans conta com o apoio do atual governador, Carlos Brandão (MDB), cuja gestão registra 54% de aprovação. Ainda assim, o candidato enfrenta uma rejeição de 38%, fator que pode limitar seu potencial de crescimento.

A disputa também ocorre em meio a um ambiente político marcado por investigações, decisões judiciais e pelo embate envolvendo o grupo de Brandão e Flávio Dino, ministro do STF.

Neste momento, Braide larga com vantagem expressiva e transforma a eleição maranhense em uma das disputas mais delicadas para o grupo que hoje controla o governo estadual.

Análise do Cientista Político Leonardo Barreto.

Rodada de pesquisas Quaest mostra as condições de largada das eleições para governador de 18 estados!

Unidades da Federação divulgadas:

Sudeste: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Sul: Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Nordeste: Pernambuco, Alagoas, Maranhão e Rio Grande do Norte.

Centro-Oeste: Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Norte: Amazonas, Amapá, Rondônia e Tocantins.

Em Pernambuco, Raquel Lyra começa a corrida pela reeleição em posição de vantagem.A pesquisa Quaest mostra a governadora...
27/08/2026

Em Pernambuco, Raquel Lyra começa a corrida pela reeleição em posição de vantagem.

A pesquisa Quaest mostra a governadora com 44% das intenções de voto, enquanto João Campos (PSB) aparece com 36%. A diferença de oito pontos, somada à baixa expressão dos demais candidatos, desenha uma disputa concentrada entre os dois principais nomes.

Raquel também chega fortalecida pela avaliação de sua gestão: 68% dos eleitores aprovam o governo, e 61% afirmam que ela merece ser reeleita.

Nesse cenário, João Campos precisa encontrar meios de reduzir a vantagem da governadora e ampliar sua força fora da própria base. O apoio de Lula pode se tornar um ativo relevante nessa estratégia, especialmente se houver capacidade real de transferência de votos.

Por enquanto, Raquel Lyra larga na frente e transforma Pernambuco em uma das disputas mais importantes do Nordeste em 2026.

Análise do Cientista Político Leonardo Barreto.

Rodada de pesquisas Quaest mostra as condições de largada das eleições para governador de 18 estados!

Unidades da Federação divulgadas:

Sudeste: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Sul: Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Nordeste: Pernambuco, Alagoas, Maranhão e Rio Grande do Norte.

Centro-Oeste: Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Norte: Amazonas, Amapá, Rondônia e Tocantins.

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