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A integridade na criação de conhecimento - e, com ele, nosso futuro - depende da eficácia com que podemos combater a dis...
21/05/2019

A integridade na criação de conhecimento - e, com ele, nosso futuro - depende da eficácia com que podemos combater a disseminação de desinformação e democratizar o acesso a fontes de informação confiáveis ​​e verificáveis ​​para estimular o progresso em todas as áreas da atividade humana.

A missão do MIT Knowledge Futures Group (KFG) (uma iniciativa conjunta do MIT Media Lab apoiado por Reid Hoffman, co-fundador do LinkedIn), é transformar a publicação de pesquisas de um processo fechado e sequencial em um processo aberto e comunitário, implantando tecnologias de código aberto para apoiar a disseminação rápida e aberta e um ecossistema compartilhado para revisão, proveniência e verificação de informações.

O KFG é um laboratório de te**es, incubação e uma plataforma de preparação para o desenvolvimento e lançamento de tecnologias de publicação de código aberto e publicações de acesso aberto. A abordagem de código aberto não apenas reduz a dependência precária que a maioria dos editores acadêmicos sem fins lucrativos tem em tecnologias terceirizadas caras e uma rede limitada de fornecedores comerciais, mas também fornece uma base para maior experimentação e inovação.

https://mitpress.mit.edu/kfg

Por Michel Zaidan FilhoAS CIÊNCIAS HUMANAS E O TEMPO PRESENTEUma fusão de horizontes temporais, onde presente se projeta...
14/05/2019

Por Michel Zaidan Filho
AS CIÊNCIAS HUMANAS E O TEMPO PRESENTE
Uma fusão de horizontes temporais, onde presente se projeta sobre o passado e o passado se realiza no presente. O conceito alemão fala em ”Jetztzeit”, tempo do agora, ou o agora da recognoscibilidade. Dizia o filósofo, o trabalho do pensador é salvar o passado, antes que ele seja apagado da memória das gerações seguintes pela enésima vez. O que impõe ao estudioso da Filosofia o desafio de atualizar nos dias de hoje as utopias e sonhos das gerações passadas, sob o risco de sermos cúmplices da barbárie do momento presente.

Estas reflexões surgiram de uma palestra para professores num curso ministrado pela Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE, intitulada "Arte, História e Filosofia", no ano de 2017.

Por Michel Zaidan FilhoA HISTÓRIA COMO MITO, COMO PROPAGANDAMais uma vez, encenou-se a peça da chamada “Insurreição Pern...
09/04/2019

Por Michel Zaidan Filho
A HISTÓRIA COMO MITO, COMO PROPAGANDA
Mais uma vez, encenou-se a peça da chamada “Insurreição Pernambucana”, com a data apelativa ao “sentimento de nativismo e de pertencimento nacional” do povo pernambucano. Bem que poderia ser um motivo carnavalesco, como gostam as nossas elites dirigentes de fazer com eventos e personalidades consideradas importantes para a nossa história.

Mais uma vez, encenou-se a peça da chamada "Insurreição Pernambucana", com a data apelativa ao "sentimento de nativismo e de pertencimento nacional" do povo pernambucano. Bem que poderia ser um motivo carnavalesco, como gostam as nossas elites dirigentes de fazer com eventos e personalidades cons...

Por Michel Zaidan FilhoA POLÍTICA EXTERNA BOLSONARIANAFoi John Foster Dulles que definiu melhor o espírito da política e...
01/04/2019

Por Michel Zaidan Filho
A POLÍTICA EXTERNA BOLSONARIANA
Foi John Foster Dulles que definiu melhor o espírito da política externa norte-americana, ao dizer que um país não tem amigos, tem interesses. Interesses econômicos e estratégicos. No Brasil, nem os militares, durante a ditadura de 1964, foram tão obtusos a ponto de restringirem a política comercial à uma ideologia anticomunista e xenófoba: negociaram com os soviéticos e chineses.

Nem os militares, durante a ditadura de 1964, foram tão obtusos a ponto de restringirem a política comercial à uma ideologia anticomunista e xenófoba.

Por Michel Zaidan Filho0 PACOTE DE MOROHá no Brasil uma cultura do encarceramento, em total desprezo pela mediação e a c...
27/03/2019

Por Michel Zaidan Filho
0 PACOTE DE MORO

Há no Brasil uma cultura do encarceramento, em total desprezo pela mediação e a conciliação promovida pelos juizados especiais. Acredita-se que só a cadeia e o sistema penal resolvem o problema da criminalidade, sem se atentar para outras causas mais profundas do desajuste social.

Há no Brasil uma cultura do encarceramento, em total desprezo pela mediação e a conciliação promovida pelos juizados especiais.

Por Michel Zaidan FilhoO MUNDO ANTES DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTACortar pura e simplesmente a contribuição obrigatória, com...
19/03/2019

Por Michel Zaidan Filho
O MUNDO ANTES DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA
Cortar pura e simplesmente a contribuição obrigatória, com sindicatos pouco representativos e num ambiente de feroz desemprego e crise social, era como se fosse aplicar um golpe criminoso no movimento sindical, colocando nas costas dos trabalhadores, individualmente, a responsabilidade de contribuir ou não para a organização sindical. Resultado: muitos não entenderam a importância da intermediação associativa nas negociações trabalhistas.

Cortar a contribuição num ambiente de desemprego era como aplicar um golpe, colocando nos trabalhadores a decisão ou não pela organização sindical.

Por Michel Zaidan FilhoO DIABO VENCEUJá não bastasse a representação grotesca do carnaval como festa do inferno, bacanal...
10/03/2019

Por Michel Zaidan Filho

O DIABO VENCEU
Já não bastasse a representação grotesca do carnaval como festa do inferno, bacanal do diabo ou sabá das bruxas, agora surge um personagem, também grotesco, que resolveu se transformar na palmatória dos costumes e folguedos momescos.

Já não bastasse a representação grotesca do carnaval como festa do inferno, bacanal do diabo ou sabá das bruxas, agora surge um personagem, também grotesco.

RECONHECIMENTO PELO STATUS SOCIALEste artigo pretende apresentar os argumentos trazidos ao debate filosófico pela autora...
26/02/2019

RECONHECIMENTO PELO STATUS SOCIAL
Este artigo pretende apresentar os argumentos trazidos ao debate filosófico pela autora americana Nancy Fraser, especialmente no que se refere aos contra argumentos críticos e complementares aos posicionamentos clássicos defendidos por Alex Honneth e Charles Taylor, ao tratarem da denominada Teoria do Reconhecimento.

Por Michel Zaidan Filho (Professor-Doutor da Pós-graduação em Direito da UFPE - PPGD UFPE) e;
Raissa Saldanha de Menezes Malagueta (Mestranda do programa de Pós-graduação em Direito da UFPE - PPGD UFPE).
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CADERNO ESPECIAL DE DISCUSSÕES TEÓRICAS
CadernosDevir - História & Filosofia - nº 1 (JAN/FEV - 2019): ANO I
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E-book em formato PDF - Disponível em:http://www.revistadevir.com.br/wp-content/uploads/2019/02/RevistaDevir-Artigos-Selecionados-N1-JANFEV-2019-ANOI.pdf

Este artigo pretende apresentar os argumentos trazidos ao debate filosófico pela autora americana Nancy Fraser, especialmente no que se refere aos contra argumentos críticos e complementares aos posicionamentos clássicos defendidos por Alex Honneth e Charles Taylor, ao tratarem da denominada Teor...

Por Michel Zaidan FilhoA REFORMA DO SISTEMA PREVIDENCIÁRIO BRASILEIROA previdência social não é só uma das grandes conqu...
23/02/2019

Por Michel Zaidan Filho
A REFORMA DO SISTEMA PREVIDENCIÁRIO BRASILEIRO

A previdência social não é só uma das grandes conquistas sociais e trabalhistas brasileiras, que em muito se assemelha à concessão da “renda mínima universal”, ou seja, um benefício para todos os brasileiros, independentemente do vínculo do emprego formal ou não.

A previdência social não é só uma das grandes conquistas sociais e trabalhistas brasileiras, que em muito se assemelha à concessão da “renda mínima universal”, ou seja, um benefício para todos os brasileiros, independentemente do vínculo do emprego formal ou não.

BRASIL, 2019. SERÁ QUE PRECISAMOS DE UMA TRAGÉDIA GREGA? (OU MARTELADAS?)Por Reginaldo NetoNão somos costumeiramente con...
17/02/2019

BRASIL, 2019.
SERÁ QUE PRECISAMOS DE UMA TRAGÉDIA GREGA? (OU MARTELADAS?)

Por Reginaldo Neto

Não somos costumeiramente confrontados com a realidade; carregamos estereótipos que detonam a nossa capacidade de evolução. Há um conjunto de questões culturais que tornam o brasileiro contraditório entre anseios e escolhas. Não tem, sequer, muita noção sobre a própria realidade e os desdobramentos das escolhas que são feitas no campo político.

Criamos vários “mitos” salvadores, vestidos com a 'capa do Batman'. Salvadores que delegamos a responsabilidade de entender alguma coisa, já que essencialmente somos completamente ignorantes (?).

Em “Crepúsculo dos Ídolos, ou Como Filosofar com o Martelo” (1888), Nietzsche faz uma verdadeira “declaração de guerra” aos “ídolos”. É preciso destroçar os ídolos, desconfiar que toda verdade é oca. É preciso destruir crenças, principalmente valores doentios que a humanidade insiste em deixar prevalecer. Ser cômico não é virtude, é apenas jocoso.

Certamente, o que precisamos é de uma verdadeira Tragédia Grega e, mais ainda, marteladas.

Não somos costumeiramente confrontados com a realidade; carregamos estereótipos que detonam a nossa capacidade de evolução; Não temos, se quer, muita noção sobre a nossa própria realidade e os desdobramentos das escolhas que são feitas no campo político.

Por Bruno Reikdal LimaO GOVERNO E O “CLERO PROGRESSISTA”: DE 1964 A 2019Governo ataca Igreja Católica e declara guerra a...
12/02/2019

Por Bruno Reikdal Lima
O GOVERNO E O “CLERO PROGRESSISTA”: DE 1964 A 2019
Governo ataca Igreja Católica e declara guerra ao Sínodo Pan-Amazônico. Evento organizado pelo Vaticano pretende debater questões indígenas, quilombolas, aquecimento global e preservação da Amazônia. Governo viaja à 1964 e, contra movimento progressista, reivindica falácias de segurança nacional.

IMAGEM: 1964 DA MODERNIDADE - freepik.com / RevistaDevir - www.revistadevir.com.br

Governo ataca Igreja Católica e declara guerra ao Sínodo Pan-Amazônico. Evento organizado pelo Vaticano pretende debater questões indígenas, quilombolas, aquecimento global e preservação da Amazônia. Governo viaja à 1964 e, contra movimento progressista, reivindica falácias de segurança n...

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