Cinco Miligramas de Misantropia

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Pois é. Faltou o Sarcófago — e vocês fizeram questão de lembrar. 😂O carrossel sobre os pioneiros do co**se paint virou e...
23/08/2026

Pois é. Faltou o Sarcófago — e vocês fizeram questão de lembrar. 😂

O carrossel sobre os pioneiros do co**se paint virou exatamente a discussão que esse tipo de linha do tempo provoca: onde termina a maquiagem de palco e onde começa a estética que depois seria associada ao black metal?

E aí entra o elefante na sala.

Com I.N.R.I., de 1987, o Sarcófago aparece muito antes da explosão norueguesa já usando uma imagem extrema, agressiva e reconhecível: co**se paint, spikes, couro, munição e uma postura que ajudaria a marcar o imaginário do metal extremo.

🇧🇷 Sarcófago no meio dessa história
💀 I.N.R.I. lançado em 1987
🔥 Visual extremo antes da segunda onda norueguesa
⚔ Uma influência que continua rendendo discussão até hoje

Então f**a a correção, mas também f**a a provocação:

o Sarcófago deveria estar naquela linha do tempo desde o começo?

Ou ele merece um capítulo à parte justamente porque representa uma transição mais direta para aquilo que depois virou linguagem no black metal?

Agora quero ver a treta continuar. 😈

Compartilha com quem entrou nos comentários procurando o Sarcófago.

**sepaint

Co**se paint não começou na Noruega  e essa história f**a bem mais interessante quando a gente volta algumas décadas.Ant...
23/08/2026

Co**se paint não começou na Noruega e essa história f**a bem mais interessante quando a gente volta algumas décadas.

Antes de Dead, Darkthrone e Immortal transformarem o rosto branco e preto em uma das imagens mais reconhecíveis do black metal, músicos de estilos completamente diferentes já usavam pintura facial para criar personagens, provocar, assustar ou simplesmente romper com a aparência tradicional do rock.

Arthur Brown apareceu em 1968 com o rosto pintado e um capacete em chamas. Ney Matogrosso já subia ao palco fortemente maquiado com o Secos & Molhados em 1972. Alice Cooper transformou maquiagem em personagem. O KISS criou quatro identidades visuais. King Diamond levou essa estética para dentro do metal extremo. E Tom G. Warrior já experimentava algo muito mais cru entre Hellhammer e Celtic Frost.

💀 Com Dead, no Mayhem, a intenção muda: ele não queria parecer um artista maquiado. Queria parecer um cadáver.

A partir dali, o co**se paint deixa de ser apenas pintura facial e passa a carregar outra ideia — morte, desumanização, anonimato e pertencimento a uma cena.

Então vem a pergunta que certamente vai dar confusão: quem inventou o co**se paint

Arthur Brown? Ney Matogrosso? Alice Cooper? KISS? King Diamond? Dead?

Ou estamos tentando encontrar um único inventor para uma estética construída aos poucos por artistas que nem faziam parte da mesma cena?

E a pergunta mais perigosa: quem está faltando nessa linha do tempo?

Manda para aquele amigo que vai entrar nos comentários dizendo que está tudo errado. 😈

**sepaint

Quem inventou a expressão “death metal”?A resposta parece simples até colocar 1983 e 1984 numa linha do tempo.Em *Swedis...
22/08/2026

Quem inventou a expressão “death metal”?

A resposta parece simples até colocar 1983 e 1984 numa linha do tempo.

Em *Swedish Death Metal*, Daniel Ekeroth reúne alguns dos primeiros usos conhecidos da expressão — e eles aparecem em contextos diferentes.

📄 Em 1983, integrantes do Hellhammer editaram um fanzine chamado *Death Metal*. É o registro impresso mais antigo apresentado por Ekeroth, mas isso não prova que o gênero já tivesse esse nome.

💿 Em 1984, a Noise Records lançou uma coletânea *Death Metal* com Hellhammer, Helloween, Running Wild e Dark Avenger. O título já circulava, mas ainda reunia bandas muito diferentes.

📼 No mesmo ano, o Possessed lançou a demo *Death Metal*. Ekeroth registra que ela passou a ser geralmente considerada a primeira gravação de death metal “puro”.

🔥 Em outubro de 1984, Quorthon, do Bathory, afirmou ter inventado o termo. O problema é que já existiam usos anteriores — embora Ekeroth admita que Quorthon talvez nunca tivesse visto nenhum deles.

⚰️ Pouco antes do Natal, Mantas virou Death e adotou o slogan “co**se grinding death metal”, outro passo importante no batismo do gênero.

A discussão f**a ainda mais interessante porque Ekeroth não informa os meses exatos da demo do Possessed nem da coletânea da Noise. Ou seja: a sequência de 1984 não pode ser fechada com precisão.

No fim, “quem inventou?” pode signif**ar coisas diferentes: quem imprimiu primeiro, quem colocou o nome numa gravação ou quem ajudou a transformá-lo em rótulo musical.

💬 Qual reivindicação pesa mais para você: Hellhammer, Possessed, Quorthon ou Death?

📲 Compartilhe com aquele amigo que já discutiu a origem do death metal numa mesa de bar.
🖤 Siga o Cinco Miligramas de Misantropia para mais histórias do metal extremo.

W.A.S.P. — Live... in the Raw: até onde esse álbum ao vivo de 1987 era realmente “raw”?Gravado durante a turnê de Inside...
08/08/2026

W.A.S.P. — Live... in the Raw: até onde esse álbum ao vivo de 1987 era realmente “raw”?

Gravado durante a turnê de Inside the Electric Circus, com material de Long Beach e San Diego, Live... in the Raw acabou registrando o último momento daquela primeira fase exagerada, vulgar e teatral do W.A.S.P.

🔥 Blackie Lawless ainda transformava a guerra com o PMRC em parte do espetáculo.

🐷 “Animal (F**k Like a Beast)”, justamente a música que colocou a banda na Filthy Fifteen, ficou fora do álbum.

🎤 Antes de “Harder Faster”, Blackie ironiza as “Washington Wives” e br**ca com a própria sigla da banda: “We Are Sexual Perverts”.

🎚️ E existe outra discussão que acompanha o disco há décadas: quanto dessas performances permaneceu realmente ao vivo? O som muito limpo e os relatos de correções posteriores tornam o título Live... in the Raw ainda mais curioso.

👹 Para completar a maluquice, a edição original termina com “Scream Until You Like It”, uma gravação de estúdio ligada ao filme Ghoulies II.

No fim, esse primeiro álbum ao vivo oficial do W.A.S.P. ficou como uma fotografia perfeita de uma banda prestes a mudar. Dois anos depois viria The Headless Children, com outra atmosfera e outra postura.

E pra você: retoques de estúdio estragam um álbum ao vivo ou, se o resultado funciona, tanto faz?

📲 Compartilhe este carrossel com aquele amigo que conhece cada barulho suspeito de um disco ao vivo.

💾 Salve para voltar depois e comparar as versões.

Decade of Aggression não é perfeito. E talvez seja exatamente por isso que ele seja tão brutal.Na Parte II do LIVE EVIL ...
07/08/2026

Decade of Aggression não é perfeito. E talvez seja exatamente por isso que ele seja tão brutal.

Na Parte II do LIVE EVIL #02, a gente entra no que acontece quando o Slayer sobe ao palco em 1991 sem rede de proteção: velocidade absurda, guitarras vazando, pequenas escapadas, Dave Lombardo empurrando a banda inteira e Tom Araya cantando como se cada música precisasse sair pela força.

O que me pega nesse álbum ao vivo é justamente o que poderia ser tratado como defeito. Você ouve a banda respirando, errando, recuperando, acelerando e tocando no limite. Não parece uma reconstrução de estúdio tentando fabricar um show perfeito.

E tem outra coisa que Decade of Aggression preserva muito bem: a relação física entre Slayer e público. No especial do Headbangers Ball Europe, músicos e fãs descrevem praticamente a mesma sensação — agressividade, adrenalina, descarga, energia.

⚡ Dave Lombardo como motor da banda
🎤 Tom Araya mais rasgado e brutal
🎸 Hanneman e King sem aquela limpeza artificial de estúdio
🔥 Uma plateia devolvendo para o palco tudo o que recebe

Para mim, é justamente esse perigo que faz o disco funcionar mais de três décadas depois.

Num álbum ao vivo, você prefere a execução impecável ou quer ouvir a banda de verdade, inclusive quando alguma coisa escapa?

Se você conhece alguém que acha que disco ao vivo precisa soar perfeito, manda este carrossel pra essa pessoa.

Nem toda cultura imaginou o inferno como um lugar reservado aos maus.Em algumas tradições, o mundo dos mortos era um des...
06/08/2026

Nem toda cultura imaginou o inferno como um lugar reservado aos maus.

Em algumas tradições, o mundo dos mortos era um destino comum. Em outras, havia julgamento, travessia, punição temporária ou caminhos diferentes de acordo com a forma da morte.

Neste carrossel, atravessamos sete visões do além:

⚖️ o julgamento do coração no Egito
🌉 a Ponte Chinvat da antiga Pérsia
🏛️ Hades, Tártaro e Campos Elísios
❄️ Hel e o destino dos mortos nórdicos
🌀 Naraka e o ciclo de renascimentos
🗿 Mictlan e os caminhos astecas
🌑 Kur ou Irkalla, o submundo mesopotâmico

A palavra “inferno” ajuda a iniciar a conversa, mas não explica sozinha o que essas culturas imaginavam para a morte, a justiça e o destino da alma.

Qual dessas visões do além parece mais inquietante para você: um julgamento moral, uma travessia perigosa ou um destino comum para quase todos?

💬 Comente sua escolha.
📤 Compartilhe com alguém que gosta de história, mitologia e religiões antigas.
🔖 Salve para consultar depois.

🎸 Tribute não continua vivo apenas por ser uma homenagem a Randy Rhoads.Quando o disco começa a tocar, a história f**a e...
04/08/2026

🎸 Tribute não continua vivo apenas por ser uma homenagem a Randy Rhoads.

Quando o disco começa a tocar, a história f**a em segundo plano por alguns instantes — e Randy toma conta do palco.

Na Parte II do LIVE EVIL #01, entramos nas performances, no som e nos excessos do primeiro álbum ao vivo da carreira solo de Ozzy Osbourne.

⚡ Ao vivo, as músicas f**am mais rápidas, pesadas e urgentes.

Randy aparece mais agressivo e solto do que nas gravações de estúdio. Em “Mr. Crowley”, deixa tudo ainda mais dramático. Em “Suicide Solution”, transforma o longo solo em um dos grandes momentos de Tribute.

🔥 Até o repertório do Black Sabbath ganha outra cara.

“Iron Man”, “Children of the Grave” e “Paranoid” recebem mais ataque, velocidade e solos carregados da personalidade de Randy — sem qualquer tentativa de imitar Tony Iommi.

Mas Tribute também está longe de ser perfeito.

🥁 O solo de bateria de Tommy Aldridge pode cansar fora do espetáculo.

💿 A produção de Max Norman divide opiniões.

📖 E faz falta ouvir muito mais de Diary of a Madman.

Nesta segunda parte, a gente também passa pelo ranking atual do Spotify e chega a “Dee”, a peça acústica escrita para Delores Rhoads que encerra o álbum com Randy sozinho no estúdio.

E aí vem aquela frase casual:

✈️ “There’s a jet.”

“Tem um jato.”

Não é premonição. Mas, sabendo o que aconteceu depois, é impossível ouvir da mesma maneira.

Para mim, Tribute tem falhas, excessos e um som discutível em alguns momentos.

Mas quando Randy Rhoads assume o centro do palco, f**a fácil entender por que esse disco atravessou tantas décadas.

💬 Qual é a sua faixa favorita de Tribute?

Curta, salve e compartilhe este carrossel com aquele amigo que também coloca Randy Rhoads entre os grandes guitarristas do heavy metal.

Antes da “Condessa de Sangue”, o nome Báthory já carregava séculos de poder.A dinastia esteve entre as famílias mais inf...
02/08/2026

Antes da “Condessa de Sangue”, o nome Báthory já carregava séculos de poder.

A dinastia esteve entre as famílias mais influentes da Hungria e da Transilvânia. Seus integrantes acumularam terras, ocuparam cargos importantes, governaram principados e chegaram ao trono da Polônia.

👑 Estêvão Báthory

Rei da Polônia, fortaleceu a presença do país no Báltico, derrotou as forças de Ivan, o Terrível, e negociou em meio à pressão dos Habsburgos e do Império Otomano.

⚔️ Sigmund Báthory

Abandonou e retomou o governo da Transilvânia diversas vezes. A instabilidade política, o casamento arranjado e os rumores sobre sua vida íntima ampliaram sua fama de governante desequilibrado.

📜 Klára Báthory

Foi associada a histórias de maridos assassinados, amantes e uma morte brutal nas mãos de um paxá otomano.

Mas há um problema: é difícil separar os acontecimentos reais dos exageros acrescentados por cronistas posteriores.

🩸 Elisabeth Báthory

Viúva, grande proprietária de terras e uma das mulheres mais poderosas da região, ela foi alvo de uma investigação secreta em 1610.

O centro das acusações envolvia:

• empregadas desaparecidas;
• corpos com sinais de violência;
• testemunhos sobre tortura;
• relatos de jovens assassinadas.

Mas o caso também envolvia propriedades, herdeiros, dívidas, influência política e interesses de outros aristocratas.

Elisabeth foi presa dentro do próprio castelo e permaneceu confinada até a morte.

Nunca, porém, recebeu uma condenação formal em tribunal.

⚖️ E é justamente aí que a história se divide.

Elisabeth Báthory foi uma assassina protegida por sua posição social?

Ou uma aristocrata poderosa derrubada por uma investigação conduzida também por interesses políticos?

Séculos depois, documentos, acusações e lendas continuam misturados — e o nome Báthory permanece preso entre a história e o horror.

💬 Qual é a sua interpretação do caso?

❤️ Curta o carrossel.
📌 Salve para consultar depois.
📤 Compartilhe com alguém que gosta de história, mistérios e crimes antigos.
👥 Marque aquela pessoa que certamente entraria nessa discussão.

Dez anos. Três shows. Nenhum overdub. 🔥O segundo episódio do LIVE EVIL mergulha em Decade of Aggression, o álbum ao vivo...
01/08/2026

Dez anos. Três shows. Nenhum overdub. 🔥

O segundo episódio do LIVE EVIL mergulha em Decade of Aggression, o álbum ao vivo que congelou a primeira década do Slayer quando aquela formação ainda parecia capaz de atropelar qualquer coisa colocada à sua frente.

Nesta Parte I, voltamos a 1990 e 1991 para entender como nasceu o monstro.

⚔️ A ideia de um disco ao vivo que o Slayer recusou anos antes
⚔️ O presente de aniversário pensado para os fãs
⚔️ O título Decade of Decadence, abandonado depois que o Mötley Crüe chegou primeiro
⚔️ A competição brutal da Clash of the Titans
⚔️ As gravações feitas em Wembley, San Bernardino e Lakeland
⚔️ Rick Rubin, Brendan O’Brien e a proposta de registrar tudo sem correções posteriores de performance

Decade of Aggression não foi planejado como uma coletânea disfarçada nem como um lançamento para preencher catálogo. A intenção era capturar os primeiros dez anos do Slayer enquanto aquela banda ainda existia exatamente daquele jeito.

E isso é só o começo.

Na Parte II, a gente entra no som: erros, vazamentos, desequilíbrios, Dave Lombardo empurrando tudo para a frente e uma locomotiva quase saindo dos trilhos.

🎧 Você prefere um álbum ao vivo cru, com os riscos da apresentação preservados, ou um registro corrigido depois em estúdio?

Compartilhe este carrossel com aquele amigo que considera Decade of Aggression um dos maiores discos ao vivo do metal.

🔥 HOJE O 5MG INAUGURA O LIVE EVIL.Uma nova série dedicada a resenhar e contar a história de 30 grandes álbuns ao vivo do...
01/08/2026

🔥 HOJE O 5MG INAUGURA O LIVE EVIL.

Uma nova série dedicada a resenhar e contar a história de 30 grandes álbuns ao vivo do heavy metal e do hard rock.

Em cada episódio, vamos mergulhar nas gravações, nos bastidores, nas formações, no repertório, na produção e nas performances que transformaram esses discos em registros históricos.

🎸 E a estreia não poderia ser outra:

OZZY OSBOURNE — TRIBUTE

Antes de se tornar uma homenagem a Randy Rhoads, Tribute era simplesmente o primeiro álbum ao vivo gravado da carreira solo de Ozzy.

As fitas já existiam quando Randy morreu, em 19 de março de 1982. Ozzy, porém, considerou mórbido transformar aquelas gravações imediatamente em um lançamento póstumo.

📼 O material foi guardado.

A Jet Records ainda queria um álbum ao vivo. Para cumprir a obrigação, Ozzy gravou Speak of the Devil, inteiramente baseado em músicas do Black Sabbath, enquanto as apresentações com Randy permaneciam engavetadas.

Só em 1987, depois de receber a aprovação de Delores Rhoads, mãe do guitarrista, Ozzy finalmente lançou Tribute.

📖 Nesta Parte I do LIVE EVIL #01:

🔹 as gravações de 1980 e 1981;
🔹 o disco que entrou no lugar de Tribute;
🔹 as duas formações presentes no álbum;
🔹 a montagem do repertório;
🔹 os rótulos do vinil;
🔹 as cartas de Ozzy e Delores Rhoads no encarte.

Na Parte II, a gente entra nas músicas, na performance dos músicos, na produção e no som do álbum.

💬 Qual faixa de Tribute é a sua favorita?

Salve o carrossel, compartilhe com outro fã de Randy Rhoads e acompanhe o 5MG nessa viagem pelos grandes álbuns ao vivo da história.

Endereço

Rua Jorge Batista Sampaio, 180
Resende, RJ
27524-110

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