Polifonia Periférica

Polifonia Periférica Polifonia Periférica - Nosso mundo é a periferia e sua cultura

14/09/2026

O rock independente brasileiro também pulsa fora dos grandes centros. Em São Caetano do Sul, no ABC Paulista, a Cracklin’Groove vem construindo uma trajetória marcada por guitarras, riffs, vocais compartilhados e uma mistura que aproxima o rock clássico da energia da cena independente.

A banda começou seus primeiros ensaios em 2015 e estreou no ano seguinte no Primeiro Festival de Músicas de São Caetano do Sul. Desde então, passou por diferentes formações e ocupou palcos de eventos culturais, casas de shows e espaços da cena independente.

Em 2023, veio um momento importante dessa caminhada: o lançamento do primeiro álbum, “Cracklin’Groove”, com 13 faixas autorais que passeiam por diferentes vertentes do rock. O disco traz músicas como “Little Games”, “Sweet Pitch”, “Midnight Sway”, “Joey” e “Circus of Insanity”.

A sonoridade da banda carrega referências do rock dos anos 60 e 70, do blues e também de grupos que ajudaram a renovar o gênero nas últimas décadas. Mas a Cracklin’Groove não parece interessada apenas em olhar para trás. A proposta é transformar essas referências em uma identidade própria.

Agora, a banda vive uma nova fase. A formação apresentada atualmente reúne Lorena Braco, Gabi Emiko e Lucas Elias, e o trio está em fase final de gravação do segundo álbum de estúdio.

Em 2026, a Cracklin’Groove também vem ampliando sua circulação pela cena independente, com apresentações em São Paulo ao lado de artistas como Jay Vaquer e outros nomes da nova cena.

É rock com raízes, mas sem viver preso ao passado.

Quer conhecer melhor essa história? Leia a matéria completa Em nosso: www.polifoniaperiferica.com.br

11/09/2026

A MASH está de volta.

A banda que marcou a cena pop rock independente dos anos 2000 retorna com nova formação e uma missão nada simples: revisitar sua história sem ficar presa ao passado.

Surgido no ABC Paulista em meados dos anos 2000, o MASH conquistou público com músicas como “Apenas Uma Vez”, “Mash Comigo” e “Doces Frases”. A banda também passou por programas como o Acesso MTV e participou de festivais que marcaram a cena jovem daquele período.

Agora, Gustavo Cardim retorna aos vocais. Ele esteve na formação original como vocalista e posteriormente contratado o baixo. Ao seu lado estão Raony Torres no baixo, Munyr Luque na bateria e Sammy Luque na guitarra.

Depois da nova versão de “Apenas Uma Vez”, o MASH apresenta “Quatro Paredes”, sua nova música inédita, lançada em 31 de agosto.

E tem mais: a banda prepara o álbum “Mais de Mil Motivos”, previsto para o primeiro semestre de 2027, reunindo músicas inéditas, regravações e faixas antigas que ainda não haviam chegado oficialmente às plataformas digitais.

O retorno levanta uma questão interessante: até onde a nostalgia consegue caminhar junto com uma nova fase?

A MASH quer reencontrar quem acompanhou sua trajetória e, ao mesmo tempo, conquistar quem está conhecendo a banda agora.

Quer saber como essa história começou e o que vem pela frente?

Leia a matéria completa no nosso site Polifonia Periférica.

09/09/2026

ROCK IN RIO 2026: COMO FOI O PRIMEIRO DIA NA CIDADE DO ROCK?

O Rock in Rio começou com o pé no rock. E o Polifonia Periférica esteve na Cidade do Rock para acompanhar de perto tudo o que aconteceu em 4 de setembro.

No Palco Mundo, Nova Twins, The Hives e Rise Against prepararam o terreno para o grande momento da noite: Foo Fighters.

Dave Grohl e sua banda entraram para um Palco Mundo lotados e entregaram clássicos, energia e muitos refrões cantados em coro. “All My Life”, “The Pretender”, “My Hero”, “Learn to Fly”, “Best of You” e “Everlong” transformaram a Cidade do Rock em uma gigantesca voz coletiva.

“Marigold” trouxe uma surpresa especial, enquanto “Aurora” ganhou um significado ainda maior com a homenagem a Taylor Hawkins.

No Palco Sunset, a nostalgia falou alto. Detonautas e Biquíni Cavadão reuniram gerações, enquanto Capital Inicial e Dado Villa-Lobos fizeram um dos encontros mais marcantes da noite, revisitando a história do rock de Brasília.

No Supernova, a programação colocou novos nomes e diferentes sonoridades no radar do público. Chady, Raissa Luz no projeto Rock in Gil, Venere Vai Venus e Diogo Defante mostraram que o festival também é espaço para descobertas.

Já no Espaço Favela, a noite ganhou clima de baile. Hitmaker transformou o local em uma grande pista de dança, com sucessos cantados em coro e um momento especialmente emocionante ao dividir o palco com a filha. Depois, Rodrigo do CN cerrou uma programação levando uma multidão para dançar ao som de seus hits e fechando o primeiro dia em clima de festa.

E ainda teve Dinho Ouro Preto saindo do palco para ficar no meio da galera.

Foi calor, guitarra, mosh, nostalgia, descoberta e muita gente cantando e dançando junto.

Quer saber como foi viver essa experiência de perto?

Leia a matéria completa no site Polifonia Periférica.

Nossa presença no Rock in Rio só foi possível graças à parceria com a Doritos, que nos levou para dentro da Cidade do Rock e tornou possível esta cobertura especial.

05/09/2026

Estamos presentes no primeiro dia do Rock in Rio fazendo a cobertura dos show. As pautas com as análises e fotos dos shows estarão em breve em nosso portal e resumos aqui no perfil.

Agradecemos a Doritos® Brasil pela parceria querosene proporcionou estarmos aqui.

01/09/2026

Formado em 2024, em São José dos Pinhais, a Ferkes chega com uma sonoridade que mistura rock nacional e influências de hardcore, apostando em peso, energia e na força do vocal feminino de Fer Gonçalves.

Mas não é só o som pesado que chama atenção. As letras da banda partem do cotidiano para falar de sentimentos, relacionamentos e questões sociais, sempre de maneira direta e sem transformar a música em discurso distante da realidade.

Ao lado de Fer Gonçalves estão Jean Krenski, na guitarra, Xicano, no baixo, e Eder Nogueira, na bateria.

A banda já vem movimentando sua produção em 2026 com faixas como “Delírios”, “Algoritmo”, “Mulher de Aço” e “Insônia”, mostrando que existe disposição para construir uma identidade própria e ocupar seu espaço dentro da nova cena independente.

A Ferkes representa uma geração que continua encontrando no rock uma forma de falar sobre aquilo que incomoda, machuca, provoca e faz parte da vida real.

É rock feito de perto, com atitude e vontade de dizer alguma coisa.

Endereço

Rua Estácio De Sá, 115, Apto 107/Estátio/
Rio De Janeiro, RJ
20211270

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