11/05/2026
O subsecretário de Esportes do Município do Rio, Marcello Barbosa, fala sobre o potencial de transformação de vidas dos projetos esportivos.
O esporte é um fenômeno social praticado por pessoas de diferentes classes e idades, sendo assim constatado em todo o mundo. Seu conceito sofreu transformações ao longo dos últimos anos, deixando de ser visto apenas como um simples lazer ou competição. Pode ser entendido como um campo de estudo composto de incontáveis formas de relações humanas, todas elas passíveis de serem examinadas pela ótica das orientações educacionais e dos valores morais e de extrema relevância para a formação integral e humanizadora.
Essa universalidade da prática esportiva, em todas as suas possibilidades, fundamentou, em 1998, a Lei nº 9.615, conhecida como Lei Pelé, como forma de estabelecer diretrizes, incentivar e garantir o Direito Essencial à prática esportiva, definindo e instituindo suas 4 Manifestações: Esporte Educacional, Esporte de Rendimento, Esporte de Formação e Esporte de Participação. Cada uma dessas manifestações esportivas possuem conceitos, objetivos, metodologias e aplicabilidade complementares, porém distintas, específicas, que se sustentam de acordo com escopo do seu propósito e projeto de intervenção.
Os projetos esportivos são uma importante ferramenta de desenvolvimento humano que contribuem de maneira significativa para formação integral de crianças e adolescentes, principalmente em situação de vulnerabilidade social.
Projetos sociais esportivos são projetos paralelos à educação formal, que visa proporcionar uma forma de aprendizagem através do esporte, trazendo assim mais interesse pelas aulas, uma perspectiva é uma chance de ter uma vida melhor, uma vez que os esportes abrem cada vez mais portas para um futuro melhor (MATOS, 2017). No Brasil, diversas políticas públicas utilizam as práticas esportivas como um meio para combater as situações de desigualdade social...
Leia o texto na íntegra em www.conexaofluminense.com.br (link na bio).