25/05/2026
Durante muitos anos, eu também me abandonei.
Amava por dois.
Sustentava relações sozinha.
Tentava ser forte o tempo inteiro.
Mas meu maior medo não era ficar sozinha.
Era que descobrissem que, por trás da armadura, existia uma mulher emocionalmente fragilizada.
Eu tinha medo de que usassem minhas dores contra mim.
E foi assim que me vi em relações onde, mesmo contando o que vivia, ninguém acreditava.
Parecia que todos tinham mais direitos do que eu.
Direito de descansar.
De errar.
De falar.
De existir.
Eu me acostumei tanto com relações tóxicas…
que o caos começou a parecer normal.
Até que um dia, algo em mim disse: basta.
E esse dia não chegou como um grito.
Chegou como uma brisa… depois de um terremoto.
Pela primeira vez, eu disse sim para mim.
Investi em mim.
Na minha reconstrução.
Na minha saúde emocional.
Na mulher que eu havia deixado para trás.
E eu não fazia ideia de que aquela decisão silenciosa me levaria para outro nível de vida.
Porque não era uma mudança rasa.
Era uma revolução.
A quebra de padrões transgeracionais que marcaram mulheres ensinadas a acreditar que amar é se perder.
E foi aí que eu disse basta para isso também.
Amar não é se abandonar.
Amar é se reencontrar.
Prazer, eu sou Fran.
Alguns acham que eu me arrumo demais.
Outros pensam que sou “forte” o tempo inteiro.
Mas ninguém que me vê hoje imagina quem eu fui antes de me escolher.
Já fui a mulher que não fazia as unhas.
Que queria ter nascido homem pois parecia ser mais leve.
Que não gostava do próprio cabelo.
Que não se reconhecia mais.
Hoje, como Psicóloga e Mentora Junguiana, conduzo mulheres no reencontro de si mesmas.
Mulheres que perderam a própria identidade em relações que aprisionam, adoecem e silenciosamente roubam a alma feminina.
O verdadeiro reencontro começa quando você se escolhe.
E essa postura não transforma apenas a própria vida.
Ela muda gerações. ✨
Se você leu até aqui, me conta mais sobre você 💚