Revista Foz

Revista Foz Informação a serviço do bem comum, com foco no indivíduo, principal agente da ação de fato transformadora.

Em tempos de transformações rápidas nos costumes e nos afetos, morar junto tornou-se, para muitos casais, não apenas uma...
13/08/2026

Em tempos de transformações rápidas nos costumes e nos afetos, morar junto tornou-se, para muitos casais, não apenas uma possibilidade, mas quase um rito de passagem. A iniciativa, antes restrita a exceções ou apressada por limitações econômicas, hoje é uma escolha deliberada. Mas o que, afinal, está em jogo ao dividir o mesmo teto antes do casamento formal — se é que ele virá?

A decisão de morar junto envolve mais do que logística. Em geral, surge como um desdobramento da vontade de estar mais presente na vida do outro. Para uns, representa um passo à frente na vida a dois; para outros, uma forma de testar a relação sem os compromissos legais e simbólicos do casamento. A psicanalista e escritora Regina Navarro Lins, autora do best-seller O livro do amor, sugere mais uma razão.

“O que mais se deseja hoje nos relacionamentos é o vínculo afetivo com liberdade. Morar junto pode ser uma tentativa de compatibilizar os dois desejos”, diz. Mas é possível — e até comum — que nem sempre ambos estejam alinhados quanto ao objetivo da convivência. Enquanto um enxerga a coabitação como um estágio prévio ao casamento, o outro pode estar apenas buscando mais proximidade cotidiana.

Por Redação Foz
Foto: Lookstudio/Freepik

Leia a matéria completa (Link nos stories e ou visite revistafoz.com.br).

Quando se fala em distrações, é comum imaginar notificações insistentes, ambientes barulhentos ou a avalanche de abas ab...
12/08/2026

Quando se fala em distrações, é comum imaginar notificações insistentes, ambientes barulhentos ou a avalanche de abas abertas no navegador. Mas as principais causas da falta de concentração nem sempre estão do lado de fora. Muitas vezes, é a mente que se autossabota: pensamentos dispersos, preocupações recorrentes, fantasias mentais, impulsos emocionais. É o que especialistas chamam de distrações internas.

Trata-se de estímulos produzidos pelo próprio indivíduo, que desviam sua atenção das tarefas em curso. Abrange desde o simples ato de se perder em pensamentos até a autocobrança paralisante ou a ruminação sobre problemas passados. Segundo estudos, a origem das interferências pode ser emocional, cognitiva ou até fisiológica. Fome, estresse, fadiga ou ansiedade são gatilhos frequentes.

Há, porém, formas práticas de neutralizar ou ao menos reduzir o impacto delas. Primeiro, reconhecê-las conscientemente. Nomear a distração que está capturando a atenção — medo de falhar, tentação de procrastinar ou tédio — já ajuda a enfraquecer sua influência. Técnicas como respiração consciente, anotações dos pensamentos intrusivos ou pausas para reorganizar o foco mental também costumam ter eficácia.

Por Redação Foz
Foto: Krea

Leia a matéria completa (Link nos stories ou visite revistafoz.com.br).

11/08/2026

Gostar de alguém não significa, necessariamente, combinar com essa pessoa.

A atração aproxima, a química cria intensidade, mas são os valores, os objetivos, o estilo de vida e a maneira de enxergar o futuro que ajudam a determinar se duas pessoas conseguem construir uma vida em comum.

Compatibilidade não exige que o casal seja igual. Exige que as diferenças não coloquem em conflito aquilo que cada um considera essencial.

O que faz um casal combinar?

Na Revista Foz, boas reflexões começam com boas perguntas.

Siga o perfil e acompanhe os próximos conteúdos.

O que separa quem empreende daqueles que apenas sonham em empreender não é um talento inato, nem uma ideia mirabolante. ...
10/08/2026

O que separa quem empreende daqueles que apenas sonham em empreender não é um talento inato, nem uma ideia mirabolante. É a forma de pensar. De acordo com o consultor financeiro Ramit Sethi, autor do best-seller Como ficar rico e apresentador de programa homônimo na Netflix, a mentalidade empreendedora não nasce com ninguém — é construída. E pode ser cultivada por qualquer pessoa.

Basta querer treinar o olhar para oportunidades, aceitar riscos calculados e manter a consistência mesmo diante do desconforto. Para Sethi, tudo começa com uma mudança de perspectiva: onde a maioria vê obstáculos, empreendedores identificam possibilidades. A capacidade de enxergar a causa do problema, muitas vezes, é o que os motiva a abrir o próprio negócio ou testar ideias empreendedoras.

“Eles veem problemas como oportunidades”, diz Sethi. “Quando percebem uma dificuldade comum, pensam: ‘Como posso resolver isso de forma diferente — e talvez melhor?’”. Aceitar riscos sem ser imprudente é também uma característica da mentalidade empreendedora. Em vez de se deixar paralisar pelo medo do fracasso, empreendedores avaliam probabilidades e aprendem a agir mesmo sem garantias.

Por Redação Foz
Foto: Jack Moreh/Freerange

Leia a matéria completa (Link nos stories ou visite revistafoz.com.br).

Dormir oito horas seguidas deixou de ser garantia de disposição. Acordar com o corpo cansado e pesado, mesmo após uma no...
09/08/2026

Dormir oito horas seguidas deixou de ser garantia de disposição. Acordar com o corpo cansado e pesado, mesmo após uma noite inteira de descanso, tem sido comum para muita gente. A causa, contudo, pode estar relacionada a simples fatores comportamentais, e não ao acúmulo de tarefas diárias ou a problemas de saúde. Conhecê-los, portanto, é o primeiro passo para buscar restaurar a energia e o bem-estar.

Conforme alguns especialistas, descuidos aparentemente inofensivos costumam estar por trás do esgotamento físico. “Em geral, a fadiga persistente está ligada a hábitos cotidianos, como beber pouca água e não ter uma dieta balanceada. E todos são reversíveis”, destaca um guia clínico da Mayo Clinic. O sedentarismo, muitas vezes justificado por uma rotina intensa de trabalho, também contribui.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que cerca de 23% dos adultos no mundo não seguem a recomendação mínima de atividade física, o que diz muito sobre o aumento da sensação de corpo cansado. A falta de exercício não afeta só os músculos, mas também a circulação e a oxigenação dos tecidos — condição fértil para a persistência da fadiga, mesmo em pessoas que mantêm outros cuidados básicos.

Por Redação Foz
Foto: Jcomp/Freepik

Leia a matéria completa (Link nos stories ou visite revistafoz.com.br).

Em meio à rotina cada vez mais acelerada e à proliferação de modismos culinários, a segurança alimentar perece ser ainda...
08/08/2026

Em meio à rotina cada vez mais acelerada e à proliferação de modismos culinários, a segurança alimentar perece ser ainda um tema subestimado nas cozinhas domésticas. Embora tratada como política pública e amparada por um conjunto de normas e recomendações, o zelo pela higiene de alimentos e utensílios muitas vezes se dilui no dia a dia das casas, abrindo brecha para riscos sanitários.

Em toda cozinha, os utensílios se desgastam com o uso constante, tornando-se focos de contaminação. Portanto, adiar a substituição dos mais gastos pode comprometer a qualidade dos alimentos servidos. Rachaduras e fissuras nem sempre visíveis a olho nu costumam abrigar bactérias, que se proliferam no ambiente. Renová-los periodicamente é essencial para garantir a segurança alimentar.

As tábuas de corte — de madeira e plástico — são um exemplo clássico. Aparentemente inofensivas, as fissuras superficiais decorrentes do uso são um refúgio perfeito para bactérias como a Salmonella e a E. coli. Conforme estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), “mesmo bem higienizadas, superfícies desgastadas de tábuas conservam microrganismos resistentes”.

Por Redação Foz
Foto: Magnific/Freepik

Leia a matéria completa (Link nos stories ou visite revistafoz.com.br).

Algumas amizades parecem ter sido feitas para durar desde os primeiros anos de vida, seladas espontaneamente na infância...
07/08/2026

Algumas amizades parecem ter sido feitas para durar desde os primeiros anos de vida, seladas espontaneamente na infância. Com o tempo, porém, mudanças internas começam a testá-las. E entre o que foi e o que permanece, surgem dilemas inevitáveis e naturais: até onde conservar vínculos antigos? Quando aceitar que certas relações já não fazem mais sentido no presente?

Na infância, os critérios que definem uma amizade costumam ser simples e diretos. As aproximações nascem de brincadeiras, gostos em comum ou da mera convivência diária, sem maiores exigências de compatibilidade profunda. O ambiente escolar ou a vizinhança são territórios férteis para amizades espontâneas, muitas vezes marcadas mais pela proximidade do que por afinidades essenciais.

Com a chegada da adolescência e da vida adulta, começam as transformações pessoais. Experiências se diversificam, valores amadurecem, interesses se ampliam. Vínculos que pareciam sólidos, podem não resistir a desalinhamentos sutis — ou profundos. Mesmo que o afeto pelo passado se mantenha, nem sempre basta para sustentar relações que não mais se baseiam em trocas reais.

Por Redação Foz
Foto: Freepik

Leia a matéria completa (Link nos stories ou visite revistafoz.com.br).

O hábito de se comparar com os outros nunca foi tão constante quanto agora. Se antes se restringia ao círculo próximo — ...
06/08/2026

O hábito de se comparar com os outros nunca foi tão constante quanto agora. Se antes se restringia ao círculo próximo — colegas, amigos, vizinhos —, hoje ele ganhou amplitude digital e ritmo ininterrupto. As redes sociais, ao exporem apenas fragmentos idealizados da vida alheia, tornaram-se vitrines que distorcem a realidade e alimentam um ciclo contínuo de insatisfação.

No rastro da comparação, vem o desânimo, a ansiedade e a sensação de não ser o bastante, ainda que aparentemente tudo esteja bem. É que o costume de se comparar com os outros afeta em cheio a autoestima, roubando a confiança e a paz interior. Portanto, abandonar a régua alheia e passar a medir a própria vida é um passo fundamental — e possível — para viver com mais satisfação, verdade e liberdade.

Comparar-se não é algo recente. A tendência de medir o próprio valor a partir de parâmetros externos acompanha a humanidade há séculos. No entanto, enquanto em outras épocas o hábito estava ligado à sobrevivência ou à posição social, agora está atrelado à performance e à imagem. O problema não é exatamente se comparar, mas o quanto a comparação distorce a percepção de si mesmo e enfraquece a autoestima.

Por Redação Foz
Foto: Reprodução

Leia a matéria completa (Link nos stories ou visite revistafoz.com.br).

Manter as finanças pessoais sob controle não se resume a pagar as contas em dia. Envolve, acima de tudo, ter responsabil...
05/08/2026

Manter as finanças pessoais sob controle não se resume a pagar as contas em dia. Envolve, acima de tudo, ter responsabilidade financeira. Ou seja, investir para o futuro, priorizar gastos essenciais e criar uma reserva de emergência. Não menos importante é também viver dentro das possibilidades, o que na prática significa não gastar mais do que se ganha — não importa se R$ 30 mil ou R$ 200 mil anuais.

Um sinal comum de descontrole das finanças pessoais é não conseguir pagar a fatura do cartão de crédito na íntegra. Embora o pagamento parcial evite que ele seja bloqueado, a solução está longe de ser sustentável; e mostra que as despesas já são maiores que a renda. Assim, para impedir a escalada do endividamento com juros, o mais responsável a fazer é identificar os excessos e reequilibrar o orçamento.

É claro que imprevistos podem surgir — o que reforça a importância da reserva de emergência —, e exigir um gasto extraordinário no cartão de crédito. Embora a circunstância seja outra, a saída é parecida: deve-se reduzir as despesas até o saldo ser quitado. Em condições normais, porém, cartões devem ser usados visando benefícios — cashback, milhas etc. —, e não para sobreviver ou pagar algo inesperado.

Por Redação Foz
Foto: Magnific/Freepik

Leia a matéria completa (Link nos stories ou visite revistafoz.com.br).

04/08/2026

Às vezes, o maior desafio não é seguir em frente. É reconhecer que algo já cumpriu o seu papel e encontrar coragem para deixar ir.

Pode ser uma mágoa, um hábito, uma relação, uma crença ou até a necessidade de corresponder às expectativas dos outros. Quando algo deixa de fazer sentido, insistir em carregá-lo pode consumir tempo, energia e tranquilidade.

Deixar ir não significa desistir. Muitas vezes, significa abrir caminho para novas experiências, crescimento e uma vida mais leve.

E, para você, o que foi mais difícil deixar ir?

Acompanhe a Revista Foz para mais reflexões sobre desenvolvimento pessoal, relacionamentos, bem-estar e escolhas que fazem diferença no cotidiano.

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Revista Foz posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Revista Foz:

Atalhos

Compartilhar

Categoria