13/08/2026
Em tempos de transformações rápidas nos costumes e nos afetos, morar junto tornou-se, para muitos casais, não apenas uma possibilidade, mas quase um rito de passagem. A iniciativa, antes restrita a exceções ou apressada por limitações econômicas, hoje é uma escolha deliberada. Mas o que, afinal, está em jogo ao dividir o mesmo teto antes do casamento formal — se é que ele virá?
A decisão de morar junto envolve mais do que logística. Em geral, surge como um desdobramento da vontade de estar mais presente na vida do outro. Para uns, representa um passo à frente na vida a dois; para outros, uma forma de testar a relação sem os compromissos legais e simbólicos do casamento. A psicanalista e escritora Regina Navarro Lins, autora do best-seller O livro do amor, sugere mais uma razão.
“O que mais se deseja hoje nos relacionamentos é o vínculo afetivo com liberdade. Morar junto pode ser uma tentativa de compatibilizar os dois desejos”, diz. Mas é possível — e até comum — que nem sempre ambos estejam alinhados quanto ao objetivo da convivência. Enquanto um enxerga a coabitação como um estágio prévio ao casamento, o outro pode estar apenas buscando mais proximidade cotidiana.
Por Redação Foz
Foto: Lookstudio/Freepik
Leia a matéria completa (Link nos stories e ou visite revistafoz.com.br).