Psicóloga Cris Braga

Psicóloga Cris Braga 👩‍⚕️ Ensino psicólogas avaliarem o TDAH com segurança e aumentar seu faturamento mensal.

Especialista TDAH CRP.05/52094

👇 Informações:
https://psicrisbraga.com.br/bio Nosso trabalho é auxiliar pais e professores a compreenderem como acontecem os processos de desenvolvimento, aprendizagem e comportamento de crianças e adolescentes. Para colaborar com as relações interpessoais entre pais, professores e alunos.

11/08/2026

Ser referência não significa saber tudo. Significa ter clareza, método e responsabilidade para conduzir bem. 🧠✅

Na avaliação do TDAH, a segurança não vem de uma formação perfeita. Ela vem da capacidade de investigar, organizar hipóteses, integrar evidências e comunicar o processo com clareza.

Não é sobre nunca ter dúvida.
É sobre saber o que fazer com ela.

Você quer ser lembrada por qual área dentro da psicologia? 💬

Qual é a bateria ideal para avaliar TDAH? 🧠Essa é uma das dúvidas que mais aparece quando a psicóloga começa a estrutura...
10/08/2026

Qual é a bateria ideal para avaliar TDAH? 🧠

Essa é uma das dúvidas que mais aparece quando a psicóloga começa a estruturar suas avaliações.

Quais te**es usar?
Quantos instrumentos são necessários?
Existe uma bateria pronta que serve para todos os casos?

A resposta é: não deveria ser assim.

Dois pacientes podem chegar com a mesma suspeita de TDAH e, ainda assim, precisarem de investigações completamente diferentes. Por isso, a escolha da bateria não pode acontecer por hábito, por medo ou por repetição de um modelo pronto.

Ela precisa nascer do raciocínio clínico. ✅

Hoje, às 20h20, eu vou te mostrar em aula ao vivo como definir a bateria de te**es ideal para cada avaliação de TDAH, quais critérios precisam orientar essa escolha e por que repetir sempre a mesma bateria pode deixar informações importantes do caso de fora.

Ativa o lembrete e vem comigo ao vivo hoje, às 20h20 💛

10/08/2026

O paciente chega ao consultório dizendo: “Eu tenho certeza de que é TDAH. Só preciso do laudo.”

Ele já pesquisou os sintomas, fez te**es pela internet e se identificou com vários conteúdos. Mas será que isso é suficiente para direcionar uma avaliação? 🧠

É nesse momento que a psicóloga precisa ter cuidado para não entrar na urgência do paciente e apenas confirmar uma hipótese que já veio pronta.

No vídeo, eu explico como conduzir essa demanda sem desconsiderar a percepção do paciente e sem abrir mão do raciocínio clínico.

Você já recebeu alguém querendo “só o laudo”? Comenta “já”. 💬

08/08/2026

Você aplica os te**es, corrige, interpreta os resultados… mas ainda sente dificuldade para chegar a uma conclusão segura?

Talvez isso aconteça porque nenhum teste consegue responder, sozinho, se o paciente tem ou não TDAH. 📄🧠

Então, se o teste não deve ocupar o centro da avaliação, o que realmente sustenta o raciocínio clínico?

É sobre isso que eu falo neste vídeo.

Assista até o final e me conte: você já sentiu que estava dependendo demais dos resultados dos te**es?

07/08/2026

Cristiane Braga | Neuropsicóloga Sempre ❤️

Psi, divulgar avaliação de TDAH não significa vender diagnóstico. Significa comunicar um serviço clínico de forma ética,...
05/08/2026

Psi, divulgar avaliação de TDAH não significa vender diagnóstico. Significa comunicar um serviço clínico de forma ética, clara e responsável. 🧠✅

O problema é quando a comunicação promete uma resposta pronta, como se a avaliação servisse apenas para confirmar se a pessoa “tem ou não tem TDAH”.

A avaliação psicológica é muito mais do que isso.

Ela investiga sintomas, prejuízo funcional, história de vida, linha do tempo, contexto, diferenciais e comorbidades.

Por isso, quando você se posiciona, o caminho mais seguro é educar o público: explicar sinais que merecem investigação, mostrar a diferença entre queixa e diagnóstico e reforçar que o processo é construído com responsabilidade clínica.

Quando você comunica processo, você não parece oportunista. Você se posiciona como referência.

Me siga por aqui para mais conteúdos práticos sobre avaliação do TDAH 💛✅

04/08/2026

Você estuda, se atualiza, conhece os critérios… mas, na hora de conduzir uma avaliação de TDAH, a insegurança continua aparecendo?

Talvez o problema não seja falta de conhecimento.

Existe uma diferença entre saber muito sobre TDAH e conseguir organizar esse conhecimento para tomar decisões clínicas com segurança.

E é justamente sobre essa diferença que eu falo neste vídeo. 🧠

Assista até o final e depois me conte: hoje, o que mais pesa para você — a falta de teoria ou a dificuldade de colocar tudo em prática?

Sempre que eu converso com psicólogas sobre avaliação de TDAH, percebo que a preocupação costuma estar nos te**es.“Qual ...
03/08/2026

Sempre que eu converso com psicólogas sobre avaliação de TDAH, percebo que a preocupação costuma estar nos te**es.

“Qual teste você usa?”
“Qual bateria é melhor?”
“Esse instrumento é suficiente?”

São perguntas importantes. Mas existe algo que, na minha experiência, pesa muito mais no resultado de uma avaliação: as decisões clínicas que tomamos ao longo da investigação.

São elas que direcionam as perguntas, orientam a escolha dos instrumentos, ajudam a integrar os dados e dão sustentação à conclusão.

Hoje 20h20, na live, quero conversar sobre três decisões que, para mim, fazem toda a diferença na condução de uma avaliação de TDAH.

Não é uma aula sobre decorar protocolos. É uma aula sobre raciocínio clínico.

Se você busca conduzir avaliações com mais segurança e coerência, espero você ao vivo.

Endereço

EStrada Do Mendanha, 789. Sala 210. Campo Grande/Rio De Janeiro/
Rio De Janeiro, RJ
23087-283

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
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