Jornal RioSuburbano

Jornal RioSuburbano Amigos e Amigas, aqui vocês encontrarão as principais matérias publicadas nos Jornais A Voz da Pe

No mês em que colocamos no topo das prioridades a discussão sobre a prevenção ao suicídio, o Núcleo de Apoio Pedagógico ...
02/09/2019

No mês em que colocamos no topo das prioridades a discussão sobre a prevenção ao suicídio, o Núcleo de Apoio Pedagógico da Fundação Getulio Vargas não poderia deixar de participar do debate.

Esse é o terceiro ano consecutivo em que a FGV adere à campanha, que visa conscientizar a população sobre a importância da prevenção ao suicídio

12/04/2019
11/10/2018

Informarmos que a Missa pela passagem do 1º ano de falecimento do Alberto Barbosa será no Santuário de Nossa Senhora da Penha, dia 21/10/18, às 10 horas.

Hoje foi inaugurado na Praça Marechal Maurício Cardoso o “Espaço Cultural Alberto Barbosa da Fonseca”, em homenagem ao i...
09/12/2017

Hoje foi inaugurado na Praça Marechal Maurício Cardoso o “Espaço Cultural Alberto Barbosa da Fonseca”, em homenagem ao idealizador do Jornal A Voz da Penha/RioSuburbano.
Foram momentos de muita emoção e gratidão por termos tido a oportunidade de conviver com esse ser humano tão incrível que foi o Alberto.

Valeria, Daiana e Bruna.

Nosso mundo está um pouco mais triste. Perdemos no dia 23/10/2017 um grande ser humano. Divertido, um poço de amor, exem...
12/11/2017

Nosso mundo está um pouco mais triste. Perdemos no dia 23/10/2017 um grande ser humano. Divertido, um poço de amor, exemplo de honestidade e retidão. Defeitos? Também tinha, como todos nós, mas nada que impedisse qualquer um de lhe admirar.

Por onde ele passou fez amigos, conquistou admiradores e nos ensinou a fazer sempre o nosso melhor. Foi Operário de Fábrica, Taxista, proprietário de um Depósito de Bebidas, idealizador e Diretor do Jornal de Bairro A Voz da Penha/RioSuburbano e, por último, Porteiro. Um homem trabalhador, que sempre honrou o que estivesse fazendo e batalhou até o final para oferecer uma vida digna a sua família.

Não f**am os bens materiais, que ele nunca almejou. Ficam as lições de vida, os exemplos e o amor oferecido. Ficam sua cadeira vazia no computador, a saudade e a certeza de que ele nos protege lá de cima.

Essa página continuará existindo. Não teremos novas postagens no momento mas acreditamos que ela possa ser útil como fonte de informação e pesquisa. Desejamos em algum momento conseguir retomar aqui a veiculação de fatos históricos e relevantes da nossa região que foram publicados nas edições impressas do Jornal A Voz da Penha / RioSuburbano.

Valeria, Daiana e Bruna

* Imagem veiculada na página do Jornal Pauta Popular.

Prezados amigos e amigas, aqui começa a edição de Março 2012 do Jornal RioSuburbano no Facebook.Nosso projeto é resgatar...
15/10/2017

Prezados amigos e amigas, aqui começa a edição de Março 2012 do Jornal RioSuburbano no Facebook.
Nosso projeto é resgatar todas as edições publicadas na versão impressa dos jornais "A Voz da Penha / RioSuburbano".
Estamos contando a nossa história...
Com esta, as últimas 65 edições já estão publicadas.
Façam uma boa leitura e se possível, curtam e compartilhem nossa página.
Importante também é continuar prestigiando nossos parceiros...

Nota:
Caso deseje colaborar conosco publicando seu anúncio em nossa página entre em contato.
Estamos publicando uma edição por semana, ou seja, semanalmente seu anúncio estará sendo veiculado.

Obrigado e até a próxima!

Alberto Barbosa da Fonseca
Jornal RioSuburbano
e-mail: [email protected]
Tels.: 3869-7229 / 98854-7257 Zap

CRÔNICA DE CARNAVAL(Por Alberto Barbosa da Fonseca)                                         Obrigado a passar o carnaval...
15/10/2017

CRÔNICA DE CARNAVAL
(Por Alberto Barbosa da Fonseca)

Obrigado a passar o carnaval com a família em Saquarema, já que por vontade própria teria me esbaldado nos blocos, quase morri engasgado com a salsicha do cachorro-quente (maldita salsicha, ma***to cachorro-quente, presentes em todos os dias de folia) quando, durante o desfile da Mangueira, o apresentador da Globo informou que: “a Igreja da Penha f**a em Ramos”. Caí da cadeira e depois de recuperado do susto, me pus a pensar: vai ser terrível voltar para casa e não ter mais o nosso cartão postal para apreciar. Como deve ter f**ado o morro sagrado sem a nossa igreja? Será que levaram a escadaria também? Será que o padre a vendeu? Onde a colocaram?
Quase entrei em depressão. Os dias não foram mais os mesmos, mas o cachorro-quente e as salsichas continuavam lá. As outras opções eram macarrão com salsicha ou salsicha à francesinha (nunca tinha ouvido falar nisso!).
Apavorados com o meu estado, os amigos da casa ao lado, Victor e Ana, me convidaram para passar a outra noite lá, ia ter um rodízio, como não aguentava mais comer cachorro-quente resolvi aceitar o convite. Ao chegar, uns potinhos branquinhos, bonitinhos, enfeitavam as mesas. Cada um com um tipo diferente de amendoim: com casca, sem casca, com sal, sem sal, com pimenta, tinha uns verdinhos, outros vermelhinhos, foi aí que descobri que tinha sido convidado para um rodízio de amendoins. Educadamente peguei alguns poucos de cada e papo vai, papo vem, fiquei sabendo que toda a noite tinha este rodízio.
Um fato curioso: lá na casa do Victor tem umas 15 cadeiras, daquelas de plástico e cada um que levantava mostrava o “traseiro” todo molhado. Pensei: será que estes amendoins são diuréticos? Depois o vídeo do Lenilton (“o santinho”) entregou que um “malandrinho” jogava água nas cadeiras.
Lá pelas tantas, voltei para a casa que nos hospedava, a do Sandoval e da Miriam e falei para a Valeria: estou com fome! Ela: - Quer que esquente o cachorro-quente? Meu Deus! Que pesadelo sem fim!
Saquarema é um local aprazível, o pôr do sol na praia de Itaúna é um dos mais belos, o condomínio que f**amos é muito legal, oito casas, piscina, churrasqueira, os pássaros soltos, os cachorros também, mas devo fazer uma denúncia séria: a prefeitura de lá deve gastar muito dinheiro colocando gelo na água da praia. Em seis dias, não consegui molhar a canela, aquela parte que f**a entre o pé e o joelho, a água devia estar uns 30º abaixo de zero.
No domingo chegou de Barbacena (MG), o meu cunhado Eduardo, com a esposa Beth, a filha Bianca, duas garrafas de cachaça mineira (“Purinha” era o nome da infeliz) e o mais surpreendente, ele levou a minha sogra. Sabe aquele momento em que você pensa um monte de coisas em fração de segundos: cachorro-quente, salsicha, cunhado, sogra, água da praia super gelada, calor infernal, cachaça, amendoim, Igreja da Penha em Ramos...tudo isso passou pela minha cabeça.
Ele, o Eduardo, é doido por pescaria, acostumado a pescar em rios, foi umas dez vezes lá nas pedras, perto da igrejinha, para estudar a área, fazer perguntas, conhecer, pesquisar o melhor local, tipo de isca. No dia seguinte, saiu bem cedo, por volta das 5 da manhã, com todo aquele aparato e 1kg de camarão para servir de isca (e eu implorava para que ele levasse salsichas como isca e deixasse o camarão). Expectativa geral pela chegada do cunhado pescador. Éramos umas quarenta bocas aproximadamente a espera dos peixes. Minha sogra falava: - estou com pressentimento que a pesca não vai ser boa! Dito e feito. Lá vem meu cunhado, pela cara nem precisava perguntar como foi, nenhum peixe para tristeza geral. Ainda perguntei se deu para salvar o camarão (a isca), ele respondeu enfezado: - camarão é a mãe!
Nesse dia, já que não tinha peixe, resolveram que o almoço seria um churrasco e o escalado foi o amigo Serjão da Janete. Serjão é daqueles que rezam pro mundo terminar em barranco pra morrer encostado, nada o abala, é tudo na maior calma. Depois de umas duas horas já tinha colocado o carvão na churrasqueira, faltava acender – cadê o álcool? Pergunta Serjão. Um dos condôminos, o dono da casa 2 (não vou entregar o nome assim de bandeja) entrega-lhe uma garrafa de álcool cheia de água, que é toda despejada sobre o carvão. Conclusão: já passava das oito da noite e nosso amigo Serjão ainda não tinha conseguido acender o fogo. O outro amigo, o Victor, antes de ir embora, me convida: Betão, vamos lá em casa, vai ter um rodízio (era o tal do rodízio de amendoins). Fingi que não escutei.
O Tarcio e a Daiana também chegaram para passar apenas um dia (carregados de malas e bolsas), assim como o Wellington que também chegou com a família. Ele tem uma padaria e adivinhem o que ele levou: muito pão para cachorro-quente e umas latinhas com as malditas salsichas.
A Bruna não foi citada, porque, parece que ela veio para dormir, está grávida, parece um “pacotinho com duas figurinhas repetidas”, isso mesmo, grávida de gêmeos ou gêmeas. Meninos ou Meninas? Não, não importa!
Dizem que “Saquarema é lugar de ser feliz e amar” – tudo bem, mas para mim virou lugar de cachorro-quente e amendoim!
Feliz é o Bernardo, com pouco mais de um aninho, ainda está na fase da papinha, do suquinho, livre, por enquanto, do ma***to cachorro-quente. Ele não larga da Flavinha.
E como “amar” numa casa com cerca de trinta pessoas hospedadas, corpos, malas e bolsas para todos os lados, cinco cachorros, papagaio e o Fabinho acordado a noite toda, assistindo aos desfiles, se informando, com o único intuito de ganhar o Bolão.
Mas nada é tão ruim que não possa piorar: minha sogra falou assim: – aqui não falta água? Pronto! Faltou a bendita água. O pior foi o suspense, liga ou não liga a água do poço, aquela que está ali há mais de três anos parada, sem ser usada, fedida. Não! Vamos ligar para o Gima (da Elaine) que ele dá um jeito de mandar um caminhão p**a, o irmão dele é o responsável pelo abastecimento.
No dia seguinte fui o escolhido para f**ar aguardando a chegada do caminhão (quanta sorte!), os outros foram todos para a praia. Bem, pelo menos este problema foi resolvido. Graças ao Gima da casa 8.
O Eduardo, envergonhado foi embora sem ninguém ver, sem se despedir e sem peixes. Talvez, cheio de histórias de pescador para contar lá em Minas Gerais.
Na quarta-feira todos perceberam meu estado debilitado, nem fui à praia pela manhã com eles. Quando voltaram, vieram em minha direção, felizes, com um pratinho na mão, o Nilton da Fortine disse: - para curar sua tristeza trouxemos lá do “Pepico” esses camarões fritos. Não acreditei, conhecendo esses caras, devo confessar que na hora pensei: são salsichas fritas!
Ah! A maldita da cachaça do meu cunhado derrubou o Edinho, que até agora está doidão com a derrota do seu Flamengo para o Vasco, na quarta-feira de cinzas.
Após o jogo, não vou lembrar de novo que finalmente o Vasco ganhou do Flamengo, por volta de 1 hora da manhã, embarcamos a bordo da nossa Caravam do ano, do ano de 1976, rumo à cidade maravilhosa, rumo à Penha, onde percebemos ao chegar que a Igreja da Penha está no mesmo local e que nem tudo que se diz na televisão é verdade!
Quando deixávamos o condomínio lá em Saquarema, a dona Miriam vem correndo e diz para a Valeria: - Pelo amor de Deus Valeria, leva um pouco de salsicha, ainda tem muitas lá na geladeira, vai estragar! Danem-se as salsichas! Acelerei o possante e deixei o local rapidamente. Verdade, ela deve ter comprado uns 80 quilos de salsichas ou mais.

Este texto é uma pequena homenagem a cada um de vocês que nos acolheram tão bem mais uma vez.
Valeu pelo cachorro-quente, pelas salsichas, pelos amendoins, pela água da praia gelada, pela cachaça, pelos amigos, parentes, pela sogra, pelo pôr do sol, e pela sa*****em carinhosamente preparada pelo Victor (sa*****em aqui é aquela onde se enfiam nos palitos pedacinhos de pimentão, cenoura, queijo e salsicha – Salsicha NÃO!!!).
Obrigado pela amizade e pelos momentos felizes em Saquarema!

Esta crônica serve também para justif**ar nossa ausência na cobertura do carnaval e os nomes utilizados são fictícios...ou não! Qualquer semelhança terá sido mera coincidência.

CARNAVAL 2012 NA PENHABANDA DEVASSAPresidente: Arizoli Sucesso total os desfiles da Banda Devassa, nos dias 11 e 25 de f...
15/10/2017

CARNAVAL 2012 NA PENHA

BANDA DEVASSA
Presidente: Arizoli

Sucesso total os desfiles da Banda Devassa, nos dias 11 e 25 de fevereiro, pelas ruas da Penha e na Rua Patagônia, local da concentração, que ficou lotada de foliões.
O hino da agremiação foi composto por Walter Coragem e G. Martins.

Fotos:
1 - Intérprete Mario Chagas, Walter Coragem e Arizoli;
2 - Bellini – Presidente do Olaria Atlético Clube;
3 - Mestre Jonas e La Toy Jetson (Rádio Rayyzes 102,5 FM);
4 - A Banda abrilhantou o Carnaval da Devassa;
5 - O público lotou a Rua Patagônia;
6 - Fugitivo do hospital caiu no samba;
7 em diante - Momentos do desfile.

EM DIA COM A SAÚDE ORAL(Por Dr. Wellington Vasques)Implantes dentários em idosos: Uma realidadeOs idosos nos dias de hoj...
15/10/2017

EM DIA COM A SAÚDE ORAL
(Por Dr. Wellington Vasques)

Implantes dentários em idosos: Uma realidade
Os idosos nos dias de hoje vivem mais e melhor do que comparado com as gerações anteriores. É um fato. Hoje eles são um grupo especial com estilo de vida, condições sociais e de saúde e necessidades bastante diferentes do restante da população.
Hoje em dia, os implantes dentários assumiram grande importância entre a população geriátrica, onde além de melhorarem a estética e a função, as próteses implantossuportadas podem prevenir a perda de autoestima e combater o isolamento social, causados pela ausência dos dentes, bem como a estética. Permitindo ao idoso desfrutar de um envelhecimento com boa qualidade de vida física, social e psicológica.
Os implantes dentários funcionam como retentores para próteses removíveis ou mesmo fixas. São feito de titânio, material que é biocompatível com os tecidos bucais. O tratamento com implantes leva em consideração a saúde geral do paciente. Pode ser necessário o contato entre o dentista e o médico que acompanha o idoso para o melhor planejamento da cirurgia.
A cooperação do paciente é muito importante para a correta adaptação do implante e da prótese que ele retém. Boa higiene bucal, motivação e ausência de hábitos para-funcionais como ranger dentes ou unhas são imprescindíveis.
O idoso será avaliado pelo dentista com a ajuda de exames de imagem para ver a quantidade e a qualidade óssea e serão necessários exames laboratoriais para o correto planejamento da cirurgia.
Procure seu dentista e converse sobre todos os pontos aqui descritos, pois os implantes devem durar muitos anos, mas precisam ser muito bem planejados, baseado nas características individuais daquele paciente. Aí é só sorrir e aproveitar a melhor idade.

Fale conosco: [email protected]
Conheça nosso site: www.plenosorriso.com
Unidade de Tratamento e Ensino Dr. Wellington de Oliveira Vasques
Tels.: 3301-1147 / 3459-8973

SOBRE ANIMAIS DE ESTIMAÇÃOAlterações Gastro-Intestinais em AnimaisO vômito pode ser causado por dor abdominal, problemas...
15/10/2017

SOBRE ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO

Alterações Gastro-Intestinais em Animais

O vômito pode ser causado por dor abdominal, problemas renais, hepáticos e torções no intestino e estômago. Uma intoxicação por produtos comuns usados em casa, como desinfetantes, pode levar o animal a vomitar. Doenças virais, bacterianas e verminose intensa também. Animais com problemas cardíacos podem vomitar devido ao esforço constante em tossir. O vômito pode ser incolor e espumoso (suco gástrico) ou ter coloração amarelada por refluxo de bílis.
A diarréia é um sinal clínico que pode ter diversas causas. Em animais jovens, é comum ser causada por vermes e protozoários intestinais e, em infestação, pode-se observar o parasita nas fezes. A mudança alimentar, intolerância a um ingrediente ou a ingestão em excesso também levam a diarréia, com fezes pastosas e amareladas. Doenças sérias como parvovirose, coronavirose e erlichiose podem levar a um quadro de diarréia líquida com sangue e odor fétido.
A diarréia pode ocorrer ainda em animais com insuficiência hepática ou renal, pancreatites, tumores intestinais, dentre outros. Nestes casos, a diarréia será um sintoma associado a outras manifestações. Muitos medicamentos podem causar diarréia, por isso, nunca medique seu animal sem orientação veterinária.
Se o vômito ou a diarréia forem muito intensos, o animal pode apresentar rapidamente desidratação. Mesmo que ele esteja bebendo líquidos, a perda pode ser maior que a reposição. O animal f**a apático, fraco e com dor abdominal causada por cólicas.
Não se pode ter um diagnóstico preciso somente com estes sinais clínicos, devendo-se buscar a causa principal (através de anamnese e exames como exame de fezes, ultrassonografia), mas estes sinais devem ser tratados o mais rapidamente possível, com o uso de analgésicos, antiespasmódicos, antieméticos e principalmente hidratação (oral ou venosa).

Drª. Andrea R. Henriques e Drª. Helena Klem, Médicas Veterinárias da Xerimbabo (Rua Leopoldina Rego, 370 – Olaria – telefone 2270-1534).

Endereço

Rua Drive Weischenk, 70
Rio De Janeiro, RJ
21070-005

Telefone

21986695363

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