25/02/2024
Ontem fui ver o espetáculo (espetáculo mesmo!) “Antes do Ano que Vem”, da 🎭
E foi um mix de sentimentos, né…
Primeiro, porque conheci Mari com 16, 17 anos. Fazendo Teatro. Revê-la, inevitavelmente, foi rever aquele tempo. Foi me rever.
Logo no começo da peça (spoilers), ela, ainda como Mariana, entra pela plateia e conversa com a gente. E diz que muita gente a conhece das telas. Mas - isso aqui foi lindo - quando ela sobe no palco, as luzes se apagam e sob um único spot, ela diz “mas foi aqui, no palco, que eu nasci” (não lembro se exatamente com essas palavras).
Daí, começa a peça que parece mais uma maratona! Elas faz 7 (eu disse SETE) personagens. Só que não é um de cada vez não… Ela intercala as personagens sem sair de cenaaaaa!! E você ri, depois você chora, aí você ri de novo, aí chora rindo, ri chorando…
E é nesse Teatro, o que nos invade, que nos provoca, que vai além do entretenimento, que se aproveita das nossas emoções pra nos fazer questionar e repensar a vida, que eu acredito.
A gente termina a peça numa energia muito louca! Rola uma catarse coletiva ali. E especialmente, rola uma boa dose de esperança coletiva também. Isso é o que de mais bonito a gente leva de “Antes do Ano que Vem”.
Eu esperei a Mari pra dar um beijo nela depois. E pude dizer que assisti-la naquele dia, naquela hora, era exatamente o que eu precisava. E que - obrigado por isso, Mari! - eu recebi o recado dela pra mim. Me senti especial, querido… E senti que aquelas conexões que a gente acha que são só coisas da nossa cabeça, às vezes, não são não.
Hoje é o último dia de “Antes do Ano que Vem” no Teatro Adolpho Bloch. Os ingressos estão esgotados. Mas tem sempre gente que compra antecipadamente e não vai. Então, se tiverdes disposição, brota lá no Teatro umas 2h antes de começar que tem uma lista de espera e de repente rola de tu conseguir.
Ela volta a rodar o Brasil depois. Pra espalhar essa mensagem tão doce e tão necessária.
Valeu demais, Mari! Foi muito MUITO bom te rever! ♥️