Meus Discos de Vinyl

Meus Discos de Vinyl Apaixonado por "música", colecionador "discos de vinyl" a quase 50 anos. Um dos maiores colecionadores de Eric Clapton da América do Sul. Espero que gostem !!!

MEUS DISCOS DE VINYL
www.facebook.com/meusdiscosdevinyl

Sou um apaixonado por "música" e coleciono discos de vinyl, os antigos "LPs" ou mesmo os saudosos "Long Players" a quase 50 anos. Além de ser um "Eric Clapton Record Collectors", decidi compartilhar algumas informações e comentários sobre discos em vinyl, desse meu modesto acervo de Rock & Blues, que inclui principalmente discos dos anos 50, 60 & 70. Leo Machado

REVISTA GUITAR PLAYER (EUA) - ANUNCIA O FIM DE SUA EDIÇÃO IMPRESSA"Você testemunhou uma revolução."O fechamento da revis...
13/10/2024

REVISTA GUITAR PLAYER (EUA) - ANUNCIA O FIM DE SUA EDIÇÃO IMPRESSA
"Você testemunhou uma revolução."
O fechamento da revista Guitar Player!
O fim de uma era - e o início de uma nova!

Após quase 58 anos impresso, a revista Guitar Player deixará de ser publicada em sua edição de dezembro de 2024.
O editor da revista, Christopher Scapelliti, se tornará editor-chefe digital da GuitarPlayer.com, onde ele e os colaboradores da revista continuarão a atender aos interesses e necessidades da comunidade de guitarristas.

Fundada em 1967, a Guitar Player é a revista mais antiga do mundo publicada continuamente dedicada a guitarristas, equipamentos de guitarra - incluindo guitarras elétricas e violões - e instrução. Ao longo de quase seis décadas de publicação, a GP apresentou alguns dos guitarristas mais importantes e icônicos da música, começando com sua reportagem de capa de dezembro de 1968 sobre Jimi Hendrix.

Para sua capa final, a revista apresenta uma nova entrevista com Jimmy Page, que discute as próximas recriações das guitarras e amplif**adores que ele usou nas gravações e turnês clássicas do Led Zeppelin. A edição sai em 15 de outubro e pode ser comprada nas bancas.

O editorial final de Scapelliti está impresso na íntegra abaixo:
Você testemunhou uma revolução. Quando o Guitar Player fez sua estreia há 58 anos, em 1967, marcou uma nova era para a guitarra. Pela primeira vez, o instrumento foi celebrado em uma revista publicada regularmente dedicada a promover guitarristas, equipamentos de guitarra e seus fabricantes e virtuosismo da guitarra. O que o fundador Bud Eastman começou lançou a primeira pedra de um império que lançaria muitas outras revistas - incluindo Bass Player, Frets and Keyboard - publicaria livros, lançaria discos e vídeos e muito mais. O sucesso do Guitar Player também abriu as portas para vários outros títulos, incluindo nossa revista irmã Guitar World, enriquecendo ainda mais a vida dos guitarristas em todos os lugares.

E agora nossa tiragem chegou ao fim. Com esta edição, o Guitar Player passará a ser totalmente online para GuitarPlayer.com, onde continuaremos a trazer a você o mesmo conteúdo excelente que você espera, bem como entrevistas e aulas em vídeo e muito mais.

O "porquê" será óbvio mesmo que você não mantenha cada edição escondida cronologicamente nas prateleiras. Esses volumes cada vez mais escassos demonstram nossos esforços quase heróicos para persistir em uma era em que os anunciantes encontram maiores oportunidades online. Ao longo dos altos e baixos desses anos, agradecemos o apoio dos leitores e anunciantes que mantiveram a edição impressa do Guitar Player em funcionamento.
Embora os leitores de longa data lamentem essa mudança, há muito mais por vir no futuro do Guitar Player. Quanto a esta edição final, que melhor maneira de encerrar nossa história do que ter Jimmy Page nos ajudando a fazer o que sempre fizemos de melhor - trazer a você as melhores entrevistas com seus jogadores favoritos.

O FIM DE UMA ERA!
Texto Original: Guitar Player Magazine
Tradução e Adaptação de Texto: Leo Machado

JOE BUSSARD - COLECIONADOR OBSSESSIVO DE DISCOS RAROS EM VINYL Joe Bussard nasceu a 11 de Julho de 1936, em Frederick, M...
24/08/2024

JOE BUSSARD - COLECIONADOR OBSSESSIVO DE DISCOS RAROS EM VINYL

Joe Bussard nasceu a 11 de Julho de 1936, em Frederick, Md. Desde muito jovem, a sua paixão era a preservação discográf**a. Ao longo da sua vida procurou discos obscuros de 78 rpm que, de outra forma, teriam desaparecido para sempre: discos de jazz, blues, bluegrass, country e folk do início do século XX – a história da América, da sua música e, por consequência da música mundial,

Com o tempo, acumulou milhares de discos, todos armazenados no sub-solo de sua casa.

Mas Joe Bussard não se limitou a recolher e arquivar registos antigos, ele criou novos também. Ainda adolescente, fundou a Fonotone, uma editora que lançava discos de 78 rotações quando mais ninguém o fabricava, e concentrou-se na música de guitarra dedilhada ao estilo "hillbilly" e "bluegrass" que estava a sendo feita naquela altura, incluindo algumas das primeiras gravações do famoso guitarrista John Fahey.

De 1956 a 1969, a Fonotone documentou aquilo a que Mike McGonigal chamou: um lado diferente (e raramente visto) do ressurgimento do folclore.

Em 2005, Bussard trabalhou com a editora "Lance Ledbetter" para catalogar seu acervo, no que viria ser o “Fonotone Records: Frederick, Maryland (1956-1969)” – Um Conjunto de cinco CDs, maravilhosamente alojado numa caixa de charutos, com edição limitada angariado um Grammy em 2006.

A colecção pessoal de Bussard também permitiu a criação de “Down in the Basement: Joe Bussard’s Treasure Trove of Vintage 78s” e “Joe Bussard Presents: The Year of Jubilo — 78 rpm Recordings of Songs from the Civil War”, compilações que transportavam o ouvinte para outros lugares e outro tempo.

Mas mais do que tudo, Bussard adorava partilhar a música, tocá-la e divulgar.

"Se começo a tocar discos, não consigo parar", dizia Bussard a Steve Inskeep, da NPR, em 2003. Essa generosidade resultou mesmo em vários programas de rádio que apresentou, mas também, e especialmente, na sua casa em Maryland.

"Ele adorava pessoas", disse Ledbetter à NPR. "Ele adorava criar ligações entre as pessoas através da música. Ele era um poço de sabedoria, que adorava partilhá-la". Mesmo durante este ano, em que a doença já estava tão avançada, os fãs visitavam a "caverna" de Bussard para ouvir discos da sua colecção – "isso signif**ava muito para ele", acrescenta Ledbetter.

Os relatórios estimaram que sua coleção tinha entre 15.000 e 25.000 discos,

Joe Bussard adquiriu seu hábito de colecionar depois de ouvir uma música do astro country Jimmie Rodgers no rádio e decidir que precisava pegar todos os discos de Jimmie Rodgers que pudesse encontrar. Ele cresceu e passou a vida na área de Frederick, Maryland, e depois de abandonar o ensino médio, pegou e serviu na Guarda Nacional, mantendo seu hábito de colecionar.

Durante as décadas de 1950 e 1960, ele viajou pelos Estados Unidos em busca de 78s cada vez mais raros, pesquisando vendas de imóveis, às vezes comprando de revendedores e trabalhando em dicas boca a boca.

Joseph Edward Bussard Jr.
(11 de julho de 1936 / 26 de setembro de 2022)

Pesquisa & Adaptação de Texto: Leo Machado
Pagina: Meus Discos de Vinyl

ÁLBUM DO DIA: "FREDDIE KING - GETTIN READY ... " - 197103 de agosto de 2024 - "Dia Internacional do "Blues".Freddie King...
03/08/2024

ÁLBUM DO DIA: "FREDDIE KING - GETTIN READY ... " - 1971
03 de agosto de 2024 - "Dia Internacional do "Blues".

Freddie King era conhecido como um dos "Três Reis da Guitarra Blues" - Outros discos, como: "Live in Cook County Jail" de BB King, e "Born Under a Bad Sign" de Albert King (lançado pela Stax!) são outros dos meus álbuns de blues favoritos.

Gravado e lançado na segunda metade de uma carreira frutífera, o álbum de Freddie King "Getting Ready"... É um ótimo argumento sobre por que Freddie é colocado entre as boas companhias no panteão do blues.

As escolhas acústicas de Freddie King em "Dust My Broom" fornecem um destaque inicial - essa música é uma das minhas favoritas porque é muito simples. Em outros faixas, ouvimos principalmente guitarra elétrica, e King a rasga em "Five Long Years" - um clássico de Elmore James.

"Going Down" começa o lado 2 com o que pode ser considerado o maior sucesso de King. O piano "honky-tonk" de Leon Russell é destaque num acompanhamento para cima - Russell gravou "Getting Ready..." pela sua própria gravadora Shelter Records, que colocou uma marca preta sobre seu logotipo por sua semelhança litigiosa com o logotipo do Superman.

"Walking by Myself", com seu acompanhamento de cordas e violão, é talvez a faixa mais bonita neste disco, A interpretação de Freddie King é de um vocalista forte. Em "(I'm) Tore Down" Freddie é simplesmente notável, e é a única música escrita por Feddie King neste disco, cuja saúde e hábitos precários ... Infelzmente levaram à sua morte prematura de úlceras e pancreatite aos 42 anos.

Um discaço! Leo Machado
Um dos Meus Discos de Vinyl
Prensagem original: 1973
Gravadora: Philips

MICK JAGGER - 81 ANOS "She's The Boss" primeiro álbum solo de Mick Jagger Alguém ai já ouviu alguma coisa da carreira so...
27/07/2024

MICK JAGGER - 81 ANOS
"She's The Boss" primeiro álbum solo de Mick Jagger

Alguém ai já ouviu alguma coisa da carreira solo de Mick Jagger? Apesar de não conter diversos discos e de qualidade inquestionável, tem coisas muito boas e vou aproveitar o espaço para recomendar o disco que pra mim é a grande obra prima pop de Mick Jagger, o grande ”She’s The Boss”!

E qual foi o motivo de Mick Jagger começar a compor músicas para uma carreira solo, já que ele tem a oportunidade de fazer mais um disco com uma das maiores bandas de todos os tempos? A história é a seguinte, quando os Rolling Stones assinaram com a Columbia em 1983, uma das opções disponíveis em contrato era a via aberta para possíveis discos solo de cada um.

Vale lembrar que naquela época a maré não estava muito boa para a banda, eles haviam lançado ”Undercover” que se bobear é o pior disco da carreira da banda, e o clima estava pesado entre Mick Jagger e Keith Richards, já que Keith não havia sido informado sobre os novos contratos antes de Mick assiná-los e isso deu uma desgastada no clima entre eles.

Mick focou 100% em seu primeiro disco solo, as gravações seriam tomadas em 1984 e para tal missão, Mick convidou um time de músicos de elite, entre eles, Pete Townshend, Jeff Beck, Carlos Alomar, Herbie Hancock e os Compass Point Allstars, sem contar Nile Rodgers na produção!

O resultado não poderia ser diferente, Mick Jagger conseguiu fazer um disco pop oitentista simplesmente perfeito, sem gordura, direto ao ponto e bem na contra mão do estilo Rolling Stones, até porque não faria muito sentido fazer uma carreira solo exatamente como sua carreira principal.

”She’s The Boss” é um disco meio que obscuro da carreira de Mick Jagger, até hoje ouvi pouquíssimas pessoas falando sobre, oque é uma pena já que o resultado ficou maravilhoso. Eu espero que os nossos caros leitores possam averiguar mais esse que é um dos grandes discos do ano de 1985!

F**a a recomendação!

Texto de: Neto Rocha
Extraído do site: Entre Acordes

Faz parte dos Meus Discos de Vinyl

ANIVERSARIANTE DO DIA - 57 ANOSDisco de estreia da "The Jimi Hendrix Experience"Lançado em 12 de maio de 1967Uma pérola ...
12/05/2024

ANIVERSARIANTE DO DIA - 57 ANOS
Disco de estreia da "The Jimi Hendrix Experience"

Lançado em 12 de maio de 1967
Uma pérola a frente de seu tempo!

Faz parte de meu acervo!

Meus Discos de Vinyl - Leo Machado

30 DE MARÇO DE 1945 - ERIC CLAPTON COMPLETA HOJE 79  ANOSEric Clapton guitarrista, cantor, compositor que foi integrante...
30/03/2024

30 DE MARÇO DE 1945 - ERIC CLAPTON COMPLETA HOJE 79 ANOS

Eric Clapton guitarrista, cantor, compositor que foi integrante das bavndas: "The Roosters", "Casey Jones and the Engineers", "John Mayall's Bluesbreakers", "The Yardbirds" e "Cream", que teve o single nº 11 do Reino Unido de 1967 'I Feel Free'.

Ele fez parte também do "Blind Faith", e mais tarde formou "Derek and the Dominoes" que teve o single nº 7 do Reino Unido de 1972, com a música 'Layla'.

Como artista solo, Clapton emplacou o single nº 1 dos EUA de 1974 'I Shot The Sheriff' e o single nº 5 do Reino Unido nº 5 e nº 25 dos EUA de 1992 'Tears in Heaven'.

Leo Machado
Meus Discos de Vinyl

05/02/2024
51 ANOS DA PÉROLA "KILLERS" DE ALICE COOPER - [1971]"Killer" é o quarto álbum de estúdio do Alice Cooper Band. Lançado e...
05/02/2024

51 ANOS DA PÉROLA "KILLERS" DE ALICE COOPER - [1971]

"Killer" é o quarto álbum de estúdio do Alice Cooper Band. Lançado em novembro de 1971, o álbum alcançou a posição 21 na parada de álbuns da Billboard 200 , e os dois singles " Under My Wheels " e "Be My Lover" chegaram à parada dos Top 100 da Billboard.

O título desta resenha do álbum "Killer", de Alice Cooper, é baseado na resenha feita pela Rolling Stone lá na década de setenta, onde o crítico Lester Bangs diz que este álbum mostra quem é Alice Cooper e que este eliminou de vez todas as impressões causadas pelos seus dois primeiros lançamentos. E é a mais pura verdade.

Se mesmo atualmente o impacto da imagem permanece, podemos imaginar como deve ter sido em 1971. A capa com o close da jibóia sibilante, por cima de um fundo vermelho, enfatiza a promessa de algo tenso, carregado de ameaça e perigo…

A promessa é efetivamente cumprida. “Killer” é, ainda hoje, um dos momentos mais altos dentro de uma carreira repleta deles. Naquele mesmo ano, a Alice Cooper Band já havia realizado a virada de jogo representada pelo disco “Love It To Death”, que definiu a personalidade da banda a partir de então, distanciando-se da psicodelia nonsense e lisérgica dos dois primeiros álbuns.

O palco, como espaço físico, é um elemento intrínseco da personalidade artística de Alice Cooper, ampliando a significância de cada verso cantado através da atuação teatral do cantor. No entanto, o contato meramente auditivo das canções consegue transmitir as emoções e sensações desejadas, independente da experiência visual.

53 anos da pérola
"Killer" foi lançado em 1971, mesmo ano que o seu antecessor "Love It To Death". Mesmo assim, a evolução é clara. Temos mais uma vez um mix de hard rock, acid rock e psicodélico, tudo com ótima qualidade e muita energia. A produção é mais uma vez de Bob Ezrin.

Não havia como esperar por menos, pois a formação que criou estes trabalhos era afiadíssima e com um entrosamento ímpar, onde eu não posso deixar de registrar o destaque para o baixista Dennis Dunaway, onipresente ao longo das canções, com linhas cheias e cativantes.

53 anos da pérola
O disco abre com rock ao pé da letra. "Under My Wheels" foi single e é um dos clássicos de Alice, assim como a segunda faixa "Be My Lover". Ambas para capturar o ouvinte e não soltar mais.

Falar de uma música como “Under My Wheels” é um exercício desnecessário, pois é um dos clássicos obrigatórios da longa discografia de Alice Cooper e já inicia o disco arrastando-o para o cume de nossas preferências. Já se vão quase cinquenta anos da data de sua criação, mas ela continua com o frescor de algo atual, permanecendo considerada como uma das melhores faixas de abertura desde sempre. Caso estivesse em algum dos mais recentes lançamentos de Alice, encontraria-se em perfeito paralelo com o padrão de sua produtividade atual. Na sequência, surge a também clássica “Be My Lover”, logo seguida por “Halo of Flies”, com seu começo maravilhosamente sinistro e perturbador. A canção é repleta de variações e mudanças em seus oito minutos e vinte segundos, numa assumida tentativa de demonstrar que poderiam realizar suítes de Rock na linha de bandas como o King Crimson, sem pender para o Progressivo, naturalmente, mas com resultados além de satisfatórios.

53 anos da pérola
Até chegar em “Desperado”, que Alice afirma ter sido feita como homenagem ao amigo falecido, Jim Morrison, o disco mantém-se em uma constante criativa, que oscila brevemente nas duas composições seguintes, “You Drive Me Nervous” e “Yeah, Yeah, Yeah”. São boas canções de Hard Rock, mas levemente aquém do nível atingido no restante. “Dead Babies” tem resultados que equiparam-se aos de “Halo Of Flies”, em termos de clima e dramaticidade. É um momento assustador que já foi, inclusive, coverizado pelo grupo americano de Metal Tradicional, Iced Earth, no álbum “Tribute To The Gods”. Por fim, "Killer" fecha os trabalhos com Alice rasgando as cordas vocais no mesmo estilo, porém agora com foco nas guitarras. O destaque aqui f**a para a cozinha detonando. A música que nomeia o disco encerra adequadamente este capítulo essencial da história do Rock, estabelecendo os alicerces de um artista líder na utilização dos elementos teatrais e que gerou uma constelação de seguidores – e imitadores – de seus ensinamentos. Ainda não foi superado e, nem sequer, igualado. A maquiagem icônica representa o mais temível mestre de cerimônias do Rock’n’Roll!

Músicas do Álbum "Killers" de Alice Cooper (1971)

Under My Wheels
Be My Lover
Halo of Flies
Desperado
You Drive Me Nervous
Yeah, Yeah, Yeah
Dead Babies
Killer

Membros

•Vincent Damon Furnier ((Alice Cooper) - vocais
•Glen Buxton - guitarra
•Michael Bruce - guitarra
•Dennis Dunaway - baixo
•Neal Smith - bateria

O disco "Killers" de Alice Cooper faz parte da minha coleção dos Meus Discos de Vinyl

Leo Machado

MEUS DISCO DE VINYL - DEEP PURPLE - MACHINE HEAD (1972)Homenagem aos 50 anos de lançamento deste álbumMachine Head é o s...
19/07/2022

MEUS DISCO DE VINYL - DEEP PURPLE - MACHINE HEAD (1972)
Homenagem aos 50 anos de lançamento deste álbum

Machine Head é o sexto álbum de estúdio da banda inglesa Deep Purple. Seu lançamento oficial se deu no mês de março do ano de 1972, sendo que as gravações do mesmo ocorreram entre os dias 6 e 21 de dezembro de 1971, no Grand Hotel, em Montreux, na Suíça. A produção ficou a cargo da banda, com o auxílio do lendário Martin Birch.

A MKII, a segunda formação do Deep Purple, que era constituída por Ian Gillan nos vocais, Ian Paice na bateria, Roger Glover no baixo, Jon Lord nos teclados e o incrível guitarrista Ritchie Blackmore. Foi concebida por este para dar uma direção à musicalidade do grupo mais voltada para o rock pesado.

O objetivo de Blackmore começou a ser conquistado com o lançamento do single “Black Night” (1970) – Top Ten na parada britânica – e o álbum lançado naquele mesmo ano, "In Rock"

Fireball é um álbum que segue a linha do Rock mais pesado (associado aos primórdios do Heavy Metal e Hard Rock), embora seja um tanto quanto mais experimental que seu predecessor, o excepcional In Rock. O fato de atingir o topo da parada britânica é demonstrativo da qualidade do trabalho, assim como o pouco tempo de permanência na posição – em comparação com In Rock – indica uma variação da sonoridade.

Blackmore sentiu essa variação e não ficou assim tão satisfeito com os resultados musicais de Fireball. Musicalmente, o guitarrista queria que o próximo álbum fosse mais direto e ainda mais pesado e com esse espírito já começou a compor canções para um futuro disco.

Assim, poucos dias após o lançamento de Fireball, Blackmore já começava a compor um riff extraordinário para uma canção, em resposta a um repórter que o perguntou como era a forma com que o grupo compunha suas canções. Em um ônibus a caminho de Portsmouth, para um show, Blackmore criou o riff do que se tornaria “Highway Star”.

Em maio de 1971, o Deep Purple fez um show em um local chamado Montreux Casino, na Suíça. O Casino era uma grande arena construída em um complexo que continha cassinos, restaurantes e outros tipos de entretenimentos facilmente acessíveis, os quais agradaram bastante o grupo britânico.

Outras grandes bandas da época como Led Zeppelin, Black Sabbath e Pink Floyd haviam se apresentado, também, no local. Como o Casino fechava para reformas durante o inverno europeu, a banda decidiu reservar o local durante esse período para realizarem a gravação de seu novo álbum, usando para isto o estúdio móvel utilizado pelos Rolling Stones.

Assim, a banda reserva tanto o Casino, quanto hotel e o estúdio móvel para a gravação do que se tornaria Machine Head.

Pouco antes disso, o Deep Purple foi obrigado a cancelar uma turnê pela América do Norte, pois o vocalista Ian Gillan acabou contraindo hepatite. Entusiasmados pelo projeto do novo álbum, a banda ignora o período de recuperação recomendado a Gillan por seu médico e em dezembro de 1971 o grupo parte para a Suíça para gravar o novo trabalho.

A banda chegou à Suíça em 3 de dezembro de 1971, sendo que ainda havia uma última apresentação no Montreux Casino antes de seu fechamento para reformas, no dia 4 de dezembro, quando Frank Zappa se apresentou no local.

Todos os planos do Deep Purple começaram a ruir quando, durante o show de Frank Zappa, uma pessoa da audiência incendiou o local com uma espécie de sinalizador. Embora não tenha vítimas fatais, o fogo colocou o Montreux Casino abaixo, com o Deep Purple assistindo a tudo de camarote. Inclusive, uma fotografia do incêndio chegou a ser colocada no encarte do álbum Machine Head.

O dono do Montreux Casino, Claude Nobs, alocou o Deep Purple em um local que se chamava The Pavilion. Nele, Ritchie Blackmore chega a gravar um riff que se chamou “Title No. 1”, o qual foi batizado pelo baixista Roger Glover de “Smoke On The Water”, que ele pensou ser um ótimo nome para uma canção sobre dr**as. Entretanto, Ian Gillan iria a escolher para descrever os acontecimentos no Montreux Casino.

The Pavilion se mostrou um local impraticável. Os moradores do entorno do local f**avam irados com o barulho que a banda produzia, acionando a polícia local para evitar que o grupo continuasse com as gravações. Embora os roadies do grupo tivessem conseguido impedir os policiais de entrarem no local, o Deep Purple acabou sendo expulso do The Pavilion.

Nos arredores de Montreux, o Purple conseguiu encontrar um local chamado Grand Hotel, com o estúdio móvel f**ando estacionado na entrada principal e o grupo montando a base de gravação no final de um dos corredores do edifício, próximo ao saguão principal. Com colchões e outros equipamentos, a banda construiu uma espécie de isolamento acústico, que forçava a todos a se moverem por entre quartos e varandas para chegarem até o estúdio móvel para ouvirem o resultado da gravação.

Isto se mostrou tão dificultoso que os próprios músicos resolveram parar de f**arem se movendo para ouvirem as gravações, preferindo permanecerem gravando até se satisfazerem com o que haviam conseguido.

Além das 7 faixas do álbum, uma outra canção também foi gravada durante o período, “When A Blindman Cries”, que não entrou no trabalho final, sendo lançada como lado B do single “Never Before”. A canção também seria incluída em relançamentos posteriores de Machine Head.

Formação:
Ritchie Blackmore – Guitarra
Ian Gillan – Vocal
Roger Glover – Baixo
Ian Paice – Bateria, Percussão
Jon Lord – Teclado

Faixas:
01. Highway Star (Blackmore/Gillan/Glover/Paice/Lord) - 6:05
02. Maybe I'm a Leo (Blackmore/Gillan/Glover/Paice/Lord) - 4:51
03. Pictures of Home (Blackmore/Gillan/Glover/Paice/Lord) - 5:03
04. Never Before (Blackmore/Gillan/Glover/Paice/Lord) - 3:56
05. Smoke on the Water (Blackmore/Gillan/Glover/Paice/Lord) - 5:40
06. Lazy (Blackmore/Gillan/Glover/Paice/Lord) - 7:19
07. Space Truckin' (Blackmore/Gillan/Glover/Paice/Lord) - 4:31

Texto Extraído: Rock Álbuns Clássicos
www.rockalbunsclassicos.com.br

Publicação: Meus Discos de Vinyl

OS MUTANTES - E SEUS COMETAS NO PAIS DOS BAURETS [1972]Existem bandas que f**am na história da música, seja pela grande ...
09/09/2020

OS MUTANTES - E SEUS COMETAS NO PAIS DOS BAURETS [1972]

Existem bandas que f**am na história da música, seja pela grande qualidade, ou pela revolução e influência que causaram. Podemos citar Beatles, Ramones, Black Sabbath, S*x Pistols, entre outras. No Brasil, em 1966 "Os Mutantes" entravam em cena.

Brincando com nomes de bandas da época, como Bill Haley and His Comets, o livro “Alice No País das Maravilhas”, e a palavra “baurete”, inventada pelo amigo Tim Maia, Os Mutantes chegaram a um título inusitado para seu quinto disco: “Mutantes e Seus Cometas no País do Baurets”. Com produção de Arnaldo, o disco traz dez faixas, com letras divertidas e irônicas, embaladas pelo rock, com solos generosos.

Com um visual diferente e um pouco teatral o grupo tinha forte influência do Tropicalismo e o Rock And Roll. Foram inovadores no uso da distorção no Brasil, e um dos grupos de mais sucesso no exterior.

"Os Mutantes E Seus Cometas No País Dos Baurets" lançado em 1972, foi um dos primeiros discos brasileiros produzidos em um estúdio de 16 canais, eles aproveitaram bem a vantagem. Com forte influência do progressivo, o disco reinventou o conceito de rock no país. Com pesadas linhas de baixo, vocais em coral e guitarras estonteantes, o álbum é de qualidade surpreendente.
A palavra "bauret" é uma citação à TIM MAIA, que usava essa gíria para designar seus ci****os de maconha. Talvez uma das inspirações para a sonoridade deste disco, que ora progressivo, ora psicodélico faz o ouvinte viajar no universo da cena musical brasileira em 1970.

Este disco é o último com RITA LEE, que deixou o grupo alegando diferenças musicais com o grupo. Vale lembrar que Rita era casada com ARNALDO BAPTISTA, os quais se divorciaram após o lançamento do disco de 1972, um possível motivo para o desligamento.

O grupo contava com uma série de músicos muito importantes para nossa música, como por exemplo Liminha, que viria a ser um dos maiores produtores do Brasil, que produziu inclusive o clássico dos TITÃS, "Cabeça Dinossauro". ARNALDO BAPTISTA, que lançou discos solos geniais como por exemplo "Lóki?". SÉRGIO DIAS que ainda dá continuidade ao grupo. E não esquecendo da rainha do rock nacional, RITA LEE.

"Posso Perder Minha Mulher, Minha Mãe, Desde Que Eu Tenha Meu Rock And Roll", é típica dos clássicos do rock, um ritmo dançante e arranjo vibrante. "Vida De Cachorro" é uma balada muito bela e bem composta. "Dune Duggy" é sensacional, uma linha de baixo genial cheia de swing. "Cantor de Mambo" é a mais psicodélica do álbum, com efeitos de percussão que dão uma pitada latina na música. "Todo Mundo Pastou" é bem no estilo CHUCK BERRY, mas claro que com muita originalidade.
"Balada Do Louco" é linda, com uma letra que lhe faz pensar, ouça com o coração. "À Hora E A Vez Do Cabelo Nascer" possui uma linha de baixo com distorção na medida certa, uma das minhas favoritas. "Rua Augusta" lembra um pouco JERRY LEE LEWIS passando por CARLOS SANTANA, acha difícil? Escute e verás. "Os Mutantes E Seus Cometas No País Dos Baurets" é cheia de efeitos alucinantes, muito boa mesmo. "Todo Mundo Pastou II", fecha o disco deixando-o bem característico, psicodélico, louco, e grandioso.

Um Disco com influências que vão de EMERSON, LAKE & PALMER à CREAM que você não pode deixar de conferir. Venha por meio deste, conhecer o fabuloso mundo mutante.

Faixas:

Lado - Um
1- Posso Perder Minha Mulher, Minha Mãe, Desde Que Eu Tenha Meu Rock And Roll
2- Vida De Cachorro
3- Dune Duggy
4- Cantor de Mambo
5- Todo Mundo Pastou

Lado - Dois
6- Balada Do Louco
7- À Hora E A Vez Do Cabelo Nascer
8- Rua Augusta
9- Os Mutantes E Seus Cometas No País Dos Baurets
10- Todo Mundo Pastou II

Fabricante : Polysom BR
Rótulo : Polysom BR
ASIN : B073YD8QWB
Número de discos : 1

Texto: Lucas Troglio
Extraído: Whiplash
www.whiplash.net

Este é mais um dos Meus Discos de Vinyl
Acervo: Leo Machado

GERRY AND THE PACEMAKERS - FERRY CROSS THE MERSEY [1965]Álbum produzido por George MartinÁlbum da trilha sonora do filme...
11/04/2020

GERRY AND THE PACEMAKERS - FERRY CROSS THE MERSEY [1965]
Álbum produzido por George Martin

Álbum da trilha sonora do filme "Ferry Cross The Mersey" da banda inglesa Gerry And The Pacemakers
Lançado: 1965
Gravado: 1964
Estúdio: Estúdios da EMI , Londres [1]
Gênero: Merseybeat
Gravadora: Fermata (Brasil)
Gravadora Original: Columbia (EMI) (Reino Unido)
Produtor George Martin

"Ferry Cross the Mersey" é a trilha sonora do filme de 1965 com o mesmo título . No Brasil foi lançado com título de "Frenéticos do Ritmo".

As edições do Reino Unido e dos EUA apresentam músicas do Gerry And The Pacemakers , além de outros artistas, como: a George Martin Orchestra , Cilla Black , The Fourmost , The Black Knights, Earl Royce and the Olympics e The Blackwells.

Disco original lançado pela gravadora Columbia no Reino Unido e pela United Artists nos EUA. Ele continha os singles "It's Gonna Be Alright" (lançado anteriormente em agosto de 1964) e " Ferry Cross the Mersey " (lançado em dezembro de 1964 como "single" para divulgação do filme).

Uma reedição de CD em um digipak consiste nas versões mono e estéreo do álbum. A gravação original não tem vocais de apoio - apenas a voz solitária e reverberada de Gerry Marsden.

Lista de faixas:

Lado - A
1. "It's Gonna Be Alright" 2:22
2. "Why Oh Why" 1:47
3. "Fall In Love" 1:45
4. "Think About Love" 1:45
5. "I Love You Too" (Jacques - Ryan) - The Fourmost 2:02
6. "All Is Quiet On The Mersey Front" (Martin) - George Martin Orchestra 2:07

Lado - B
1. "This Thing Called Love" 2:08
2. "Baby You're So Good To Me" 2:33
3. "I'll Wait For You" 2:09
4. "She's The Only Girl For Me" 2:30
5. "Is It Love?" (Willis) Cilla Black 2:55
6. "Ferry Cross The Mersey" 2:20

Este é mais um dos Meus Discos de Vinyl

Texto: Leo Machado

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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