JHM Transcrevendo as sensações e emoções em forma de palavras!

Conheço Pithon há três anos, mas foi nos últimos meses que tive a oportunidade de conhecê-lo de verdade.Na rotina, nas c...
22/09/2026

Conheço Pithon há três anos, mas foi nos últimos meses que tive a oportunidade de conhecê-lo de verdade.

Na rotina, nas conversas, no trabalho, dentro da sua casa e perto da sua família.

Perguntei muito sobre ser homem, sobre honra, família, pai e mãe, responsabilidade, postura e sobre como agir quando a vida coloca a gente diante de situações difíceis.

E talvez ele nem saiba o quanto algumas dessas conversas f**aram comigo.

Porque uma coisa é ouvir alguém falar sobre princípios. Outra é conviver de perto e observar essa pessoa tentando viver aquilo que fala.

Pithon me apresentou uma referência de homem muito diferente de muitas das que eu tive durante a vida.

Força sem precisar diminuir ninguém.
Autoridade sem precisar gritar.
Responsabilidade pelas próprias escolhas.
Respeito pela família.
Honra com aqueles que vieram antes.

Fui acolhido pela sua família e tive a oportunidade de conhecer não apenas o profissional ou a figura pública, mas o homem por trás de tudo isso.

E talvez dizer que alguém se tornou uma referência quase paterna seja algo grande. E é.

Mas existem pessoas que aparecem na nossa vida sem precisar ocupar oficialmente um lugar para ensinar coisas que aquele lugar deveria ter ensinado.

Sou grato pelas conversas, pelos conselhos, pela confiança, pelo espaço e, principalmente, pelo exemplo.

Independentemente de qualquer projeto ou caminho profissional que tenha nos aproximado, f**a algo muito maior:

minha gratidão por poder chamar você de amigo e de referência.

E aqui se finaliza os registros de São Paulo.Essa foi, acredito, minha quarta ida para São Paulo, e a primeira vez em qu...
17/09/2026

E aqui se finaliza os registros de São Paulo.

Essa foi, acredito, minha quarta ida para São Paulo, e a primeira vez em que me senti realmente tranquilo. Não senti tanto o peso da cidade, do trânsito, do ar. Dessa vez, foi diferente.

Foram momentos especiais e pessoas especiais. Não pelo que elas têm, mas pelo que foi visto e vivido em meio às circunstâncias, aos acasos da vida, aos encontros e às pontas soltas que, de alguma forma, acabam se conectando.

É muito gratif**ante olhar para esses registros e perceber que, dessa vez, eu também consegui me registrar ali.

Isso é algo que quase nunca faço. Até uma selfie, para mim, é complicada. Mas essas fotos são só o registro do meu momento nesse pequeno pedaço do mundo.

E seguimos em frente.

Sempre quis fazer umas fotos de rua. Só não esperava que fosse acontecer de forma tão repentina e sem aviso que iríamos ...
16/09/2026

Sempre quis fazer umas fotos de rua. Só não esperava que fosse acontecer de forma tão repentina e sem aviso que iríamos nos deslocar a pé, com aquele receio em relação à segurança e tendo que andar rápido, porque já estávamos atrasados.

E lá fui eu: correndo no meio do povo, abaixando para encontrar os melhores enquadramentos, sem medo e sem vergonha. 🤣🤣

Apesar dos olhares tortos na rua, afinal são apenas olhares 💪🏼

Existem patamares que alcançamos sem que um dia tenham feito parte dos nossos objetivos.Conhecer pessoas, ocupar novos l...
15/09/2026

Existem patamares que alcançamos sem que um dia tenham feito parte dos nossos objetivos.

Conhecer pessoas, ocupar novos lugares, participar de conversas e negociações que despertam uma única pergunta:

“O que eu consigo compreender de tudo isso?”

Essa pergunta ecoava tão alto em minha mente que chegava a incomodar, mesmo em uma sala quase vazia. Era a vontade incessante de conseguir dialogar em conversas que eu nunca imaginei presenciar.

Dias depois, parei para refletir sobre a grandeza de estar envolvido naquele exato momento, não apenas naquele, mas em cada experiência da qual consigo extrair algum aprendizado, ainda que seja apenas 1%.

Hoje, é gratif**ante ter consciência dos lugares por onde passo e reconhecer o valor de cada oportunidade. E, principalmente, poder agradecer a mim mesmo por não atravessá-los de maneira vazia.

A fé na vitória precisa ser inabalável.

Porque vencer não é apenas alcançar um novo patamar. É ter consciência suficiente para reconhecer que cada aprendizado também é uma vitória.

15/09/2026

Você NUNCA vai ver Douglas Pithon 35 💀⚡️ andando no carro do governo. Pode cobrar, sem história triste. O carro é do povo, para o povo!

Tenho me perguntado se sou digno dos caminhos que estão se abrindo diante de mim.Se estou preparado para os lugares, as ...
10/09/2026

Tenho me perguntado se sou digno dos caminhos que estão se abrindo diante de mim.

Se estou preparado para os lugares, as pessoas e as responsabilidades que começam a surgir. Ainda carrego dúvidas, falhas e partes de mim que ninguém vê.

Sei que preciso me libertar das correntes, dos pesos, das mágoas e das mazelas que insisto em carregar, mesmo sabendo que nada disso me pertence mais.

Ainda existe apego. Talvez porque até a dor se torne familiar quando permanecemos nela por tempo demais. E soltar exige mais do que força: exige confiança.

Não nego: ainda tenho dificuldade em crer. Mas, a cada dia, me sinto mais próximo de algo que fala comigo. Não por meio de palavras, mas pelos sinais, pelos encontros, pelas portas que se abrem e pelos caminhos que mudam sem que eu consiga explicar.

Talvez a fé seja a nossa maior aproximação do divino, enquanto a incapacidade de crer seja a nossa maior prisão.

A fé nos pede para seguir, mesmo sem conhecer o destino. A dúvida nos convence a permanecer em lugares aos quais já não pertencemos.

E é entre essas duas direções que continuo caminhando.

Talvez eu não precise me sentir digno antes de seguir. Talvez seja durante o caminho que eu descubra quem preciso me tornar.

10/09/2026

Que Deus abençoe poderosamente sua caminhada!

Sonhar, fortalece você!

Levei minha câmera para a FitCon porque queria criar material para a minha equipe em campo.Queria registrar quem estava ...
08/09/2026

Levei minha câmera para a FitCon porque queria criar material para a minha equipe em campo.

Queria registrar quem estava ali trabalhando comigo, quem estava entregando, correndo, resolvendo e fazendo tudo acontecer. É uma das formas que eu encontro de retribuir quem é muito bom no que faz e escolhe estar comigo na entrega.

No meio disso, também fiz algumas fotos dos artistas e do show. Tony Salles, Papazoni e outros momentos que fui registrando sem pressão e sem obrigação de entrega.

Foi mais uma oportunidade de testar, aprender e evoluir meu lado na fotografia.

E quando o time apertava, eu também entrava em campo.

Pegava o gimbal, cobria alguém por alguns minutos, deixava alguém respirar e seguia dando suporte no que fosse necessário.

Pra mim, estar à frente de uma equipe não é só montar quem vai trabalhar e esperar a operação acontecer.

É estar ali de verdade.

Dar suporte moral, físico e técnico. Criar material para a equipe, fazer meus registros, também ser registrado e, no final do dia, tentar deixar o trabalho mais leve para todo mundo.

No fim, eu gosto que cada pessoa saia com a sensação de que fez parte de algo bom.

Swell

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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