22/09/2026
Conheço Pithon há três anos, mas foi nos últimos meses que tive a oportunidade de conhecê-lo de verdade.
Na rotina, nas conversas, no trabalho, dentro da sua casa e perto da sua família.
Perguntei muito sobre ser homem, sobre honra, família, pai e mãe, responsabilidade, postura e sobre como agir quando a vida coloca a gente diante de situações difíceis.
E talvez ele nem saiba o quanto algumas dessas conversas f**aram comigo.
Porque uma coisa é ouvir alguém falar sobre princípios. Outra é conviver de perto e observar essa pessoa tentando viver aquilo que fala.
Pithon me apresentou uma referência de homem muito diferente de muitas das que eu tive durante a vida.
Força sem precisar diminuir ninguém.
Autoridade sem precisar gritar.
Responsabilidade pelas próprias escolhas.
Respeito pela família.
Honra com aqueles que vieram antes.
Fui acolhido pela sua família e tive a oportunidade de conhecer não apenas o profissional ou a figura pública, mas o homem por trás de tudo isso.
E talvez dizer que alguém se tornou uma referência quase paterna seja algo grande. E é.
Mas existem pessoas que aparecem na nossa vida sem precisar ocupar oficialmente um lugar para ensinar coisas que aquele lugar deveria ter ensinado.
Sou grato pelas conversas, pelos conselhos, pela confiança, pelo espaço e, principalmente, pelo exemplo.
Independentemente de qualquer projeto ou caminho profissional que tenha nos aproximado, f**a algo muito maior:
minha gratidão por poder chamar você de amigo e de referência.