11/04/2026
1. Tudo nosso. Nada deles. Pode mudar ano, formato, narrativa… no fim, o roteiro é o mesmo: Brasil no topo.
🇧🇷🏄🏻♂️🏆
2. E em Bells a gente não só ganhou, a gente espancou. Pódio inteiro: Miguel Pupo (1º), Yago Dora (2º) e Gabriel Medina (3º). Três goofies dominando uma direita travada, previsível e honestamente… chata pra um caraio. Ainda bem que o Finals Day foi pra Winkipop, que pelo menos oferece alguma emoção sem precisar apelar pra nostalgia.
🇧🇷🏄♂️🏆
3. E o campeão? Miguel Pupo. Sim, ele mesmo. Depois de 10 anos competindo ali sem vencer uma bateria sequer em Winkipop, resolveu ganhar logo quatro seguidas, incluindo a final. Subiu as escadas carregado pra tocar o sino. Roteiro que nem a WSL escreveria.
🇧🇷🏄🏿♂️🏆
4. A final até parecia aberta depois da incrível virada do Yago sobre o Medina no último minuto. Mas o favoritismo ainda era do Yago: já venceu em point de direita, tava encaixado, confiante. Só que o Miguel trouxe um pacote difícil de competir: treino com Mineiro, 15 anos de Tour e quatro filhos pra cuidar…
🇧🇷🏄🏽♂️🏆
5. E o Medina voltou. E voltou daquele jeito: modo “sai da frente”. Aparentemente também comprou o pacote Mineiro de estratégia e disciplina. Se isso encaixar de vez, o resto do Tour que lute, ou chore.
📣🐒
Bônus 1:
Samuel Pupo no Finals Day e agora top 5 do ranking. Depois de dois anos brigando com o corte, começou 2026 como gente grande. Acho que ele estava esperando o amigo Mateus para começarem juntos a bagunça.
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Bônus 2:
Adriano de Souza agora treina Miguel e Medina. Primeiro campeonato da dupla com ele: um campeão e um 3º. Tem técnico que fala. Tem técnico que resolve rápido.
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Bônus 3:
Bells + fuso australiano = combo complicado. Não vi tudo, confesso. Mas deu pra ver a Luana fazendo um 5º lugar de respeito, eliminando Stephanie Gilmore e Tyler Wright no caminho. E destaque pra Gabriela Bryan, que começou o ano com cara de quem não tá muito afim de dividir esse título com ninguém.