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Maratona do Rio bate recorde de inscritos e consolida seu nome no calendário internacional de corridasDurante cinco dias...
02/06/2026

Maratona do Rio bate recorde de inscritos e consolida seu nome no calendário internacional de corridas

Durante cinco dias, o Rio de Janeiro vai respirar corrida. Mesmo às vésperas do início da Copa do Mundo de futebol. Entre os dias 3 e 7, no feriado de Corpus Christi, a Maratona do Rio reunirá uma multidão de apaixonados por correr nas ruas em um evento que vai além do esporte, misturando turismo, estilo de vida e entretenimento em diferentes pontos da cidade. Em sua 24ª edição, a prova registra cerca de 70 mil inscrições, segundo os organizadores. O número bate o recorde do evento no ano passado, que atraiu 60 mil corredores.

A Maratona do Rio é posicionada como um festival: compreende quatro distâncias (5k, 10k, 21k e 42k), shows de músicas, uma feira com artigos do universo da corrida e ações de marcas parceiras (que chegaram a 40). Nesta edição, 75% dos inscritos são de fora da cidade, gerando renda para o município. Os corredores costumam permanecer, em média, cinco dias na capital fluminense. Em 2025, a Maratona do Rio movimentou perto de R$ 587 milhões na economia, enquanto a ocupação hoteleira atingiu 79,77% em junho, acima da média histórica anual (73%).
Segundo os organizadores, atualmente, o evento reúne, em número de participantes, a maior meia maratona do Brasil e a maior maratona da América do Sul.

Neste ano, a prova consolida seu nome no calendário internacional com mais um feito: recebeu o selo Elite Label da World Athletics, liga que responde pelas mais concorridas e famosas maratonas do mundo, as chamadas majors. Esse é um passo para qualificar a competição do Rio nesse grupo seleto, formado hoje pelas maratonas de Tóquio, Boston, Londres, Berlim, Chicago, Nova York e Sydney (desde 2025).

Fonte: Revista Isto É

A arte renasce no Parque LageNinguém das últimas gerações viu o que começa a emergir das paredes do Parque Lage. Sob suc...
13/05/2026

A arte renasce no Parque Lage

Ninguém das últimas gerações viu o que começa a emergir das paredes do Parque Lage. Sob sucessivas camadas de tinta branca aplicadas ao longo de décadas, pinturas, texturas e elementos decorativos voltam à superfície num processo quase cirúrgico. O processo exige precisão milimétrica e, como descrevemos próprios técnicos, “paciência de Jó”. —O restauro é, por natureza,um processo minucioso e demorado. Cada etapa exige estudo e definição criteriosa das técnicas— explica o arquiteto e urbanista Igor Carneiro, da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Obras Públicas.

À frente da recuperação das pinturas e elementos decorativos, a restauradora
Alice Medina coordena uma equipe que atua quase como em um laboratório.
— As surpresas acontecem no início, quando abrimos as primeiras“janelas” na pintura. É ali que começamos a ver a qualidade do material e o que pode ser
recuperado—explica. Segundo ela, mais do que descobrir as pinturas, o impacto foi perceber sua resistência ao tempo: — A maior surpresa foi ver a qualidade desses materiais e como conseguiram se preservar ao longo das décadas.

Fonte: O Globo

Ao longo de 300 metros, entre a Praça XV e o CCBB, a Rua Primeiro de Março será tomada nas tardes do fim de semana de 9 ...
07/05/2026

Ao longo de 300 metros, entre a Praça XV e o CCBB, a Rua Primeiro de Março será tomada nas tardes do fim de semana de 9 e 10 de maio de 2026 por artistas, câmeras, equipamentos de filmagem, telões, efeitos sonoros, música e uma série de efeitos especiais na performance interativa que tem arrebatado o público em cidades como Sydney (AUS), Valencia e Cadiz (ESP), Santiago (CHI), Buenos Aires (ARG) e Salvador (BRA).

O espetáculo site-specific mistura cinema, dança e teatro e simula a filmagem de uma cena ao vivo, que o público não só assiste, mas é instigado a participar da ação que se desenrola em um percurso de aproximadamente 300 metros. O performer – são três artistas locais ao todo, escolhidos dias antes – vive uma espécie de sobrevivente, que em sua ‘fuga’ enfrenta intempéries e obstáculos, como bombas de fumaça colorida, ventania, chuva e neve, ao som de efeitos sonoros, que incluem tiros e sirenes, e uma trilha musical executada ao vivo por um DJ – tudo isso filmado por uma equipe que conta também com profissionais locais. A performance, filmada em plano-sequência, dura 6min e é repetida outras duas vezes, cada uma com um artista diferente, que ao imprimir sua assinatura artística, transforma cada performance em uma experiência única. Ao final de cada uma, a anterior é exibida para o público em um telão.

“A proposta é de uma experiência imersiva e sensorial, que elimina a fronteira entre a plateia e a cena. E em todas as cidades por onde o espetáculo passou, impressiona como o público rapidamente se engaja na proposta e participa intensamente e experimenta uma dinâmica coletiva muito próxima das festas de rua como o Carnaval”, analisa Felipe de Assis, produtor da 7oito, responsável pela vinda do espetáculo a Salvador e Rio. “É um espetáculo para todas as idades, que celebra a vida cotidiana e os desafios que enfrentamos – sempre com leveza, criatividade e muita arte”.

Fotos: Wendell Teodoro e Victor Frankovisky

TEATROApós uma estreia marcante no Teatro Cândido Mendes, o espetáculo “Grito Mudo” retorna à cena carioca para uma nova...
03/05/2026

TEATRO

Após uma estreia marcante no Teatro Cândido Mendes, o espetáculo “Grito Mudo” retorna à cena carioca para uma nova temporada nos dias 6, 7, 13, 14, 20 e 21 de maio, às 19h, no Espaço Rogério Cardoso, localizado na , em Ipanema. Concebido e interpretado pela bailarina e coreógrafa Marcella Dale, o solo propõe uma investigação sensorial sobre o corpo como território de resistência diante do silêncio. “Grito Mudo” é uma realização da SpaçoSala Produções, produtora fundada em 2023 e dedicada à criação e circulação de projetos voltados à dança contemporânea e à pesquisa em dramaturgia física, com atuação na cena cultural do Rio de Janeiro.

Com linguagem centrada na dança contemporânea e na dramaturgia física, a obra parte de um processo íntimo para construir uma narrativa que transita entre contenção e ruptura. Em cena, o silêncio deixa de ser ausência e passa a operar como matéria viva, traduzido em gesto, tensão e presença.

“Grito Mudo” nasce de uma travessia pessoal da artista e se estrutura como um espaço de memória. A cena é composta por elementos mínimos, uma cadeira de madeira e a iluminação assinada por Francisco Hashiguchi, que instauram uma atmosfera de densidade e expectativa. A partir de seus próprios escritos e da influência do poema “A infanticida Marie Farrar”, de Bertolt Brecht, Marcella Dale desenvolve uma partitura corporal que privilegia a economia de movimentos para alcançar uma expressividade intensa.

“Esse trabalho é sobre o que transborda quando não podemos mais calar. Voltar com o ‘Grito Mudo’ em 2026 é entender que esse corpo mudou, a escuta está mais apurada e a urgência de comunicar o invisível é ainda maior”, afirma a artista.

Serviço

“Grito Mudo” – solo de dança contemporânea com Marcella Dale
Datas: 6, 7, 13, 14, 20 e 21 de maio
Horário: 19h
Local: Espaço Rogério Cardoso (Casa de Cultura Laura Alvim) - Av. Vieira Souto, 176 - Ipanema
Ingressos: R$60 (inteira) e R$30 (meia-entrada)
Classificação: 16 anos
Duração: 40 minutos
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Chega terça à   a mostra “World Press Photo 2026”, com as 42 imagens vencedoras da 69ª edição do concurso anual de fotoj...
03/05/2026

Chega terça à a mostra “World Press Photo 2026”, com as 42 imagens vencedoras da 69ª edição do concurso anual de fotojornalismo, que apresenta registros sobre temas urgentes, como conflitos armados, crise climática e poluição.

Rua do Passeio 38, Centro.
Ter a sáb,
das 10h às 20h. Dom e feriados, das 11h às 18h.
Até 28 de junho.
Abertura terça, às 17h.

A “Ópera do meiodia” está de volta à escadaria do   Desta vez, com “Gianni Schicchi”, do italiano Giacomo Puccini (1858-...
02/05/2026

A “Ópera do meiodia” está de volta à escadaria do

Desta vez, com “Gianni Schicchi”, do italiano Giacomo Puccini (1858-1924). Com a pianista Eliara Puggina, os solistas do Coro do TMRJ interpretam, com humor afiado, a história de uma família em disputa por dinheiro e poder

Cinelândia.
Qui, seg e ter, às 12h.
Ingressos distribuídos na lateral da Rio Branco, uma hora antes da
apresentação

TEATRO“Uma personagem que salta do livro”. É assim que Debora Lamm  define Cecília, protagonista da peça “A pediatra”, q...
30/04/2026

TEATRO

“Uma personagem que salta do livro”. É assim que Debora Lamm define Cecília, protagonista da peça “A pediatra”, que ela estreia amanhã com Luis Antônio Fortes no Teatro Firjan Sesi Centro após temporada esgotada em São Paulo. Baseada no aclamado romance de Andréa Del Fuego, a montagem adaptada e dirigida por Inez Viana acompanha uma neonatologista amoral que detesta crianças e é amante de Celso, homem casado cujo filho, Bruninho, ela ajudou a fazer o parto.

—O livro é escrito em primeira pessoa, mas achamos mais interessante trazer esse
casal para a encenação. O Celso é uma figura tão horrível quanto a Cecília, aquele
cafajeste clássico, e que contribui para o avanço da história — explica Inez Viana.
Tendo escolhido a profissão puramente pela conveniência de trabalhar no consultório do pai, a pediatra leva uma carreira bem-sucedida até começar a perder espaço para um médico de abordagem humanista, o que a obriga a encarar o universo dos partos naturais, que sempre desprezou. Com ironia e humor vil, ela revela para a plateia atos questionáveis e diversos pensamentos perversos que esconde por trás do jaleco branco.

Onde: Teatro Firjan Sesi Centro.
Quando: Qui e s*x, às 19h. Sáb e
dom, às 17h. Até 24 de maio.
Estreia amanhã, dia 1
Quanto: R$ 40.
Classificação: 12 anos.

Rio Show

A  , na Barra, vira território de brincadeira neste fim desemana com a 2ª edição do Festival Mundo Melhor, que estreia n...
30/04/2026

A , na Barra, vira território de brincadeira neste fim de
semana com a 2ª edição do Festival Mundo Melhor, que estreia no Rio após nascer, no ano passado, em Maceió. Gratuita, a programação mistura arte, cultura, educação e meio ambiente em uma maratona para crianças (e adultos) que inclui
shows, teatro, circo e oficinas.

A farra começa amanhã, com o premiado espetáculo “Azul”, que trata de forma lúdica do universo do Transtorno do Espectro Autista (11h), e segue com o grupo Tapetes Contadores de Histórias, que apresenta “Sol, chuva e tapete” (12h); espetáculo circense da Intrépida Trupe (14h); e show da Farra dos Brinquedos (16h). No sábado, a Banda Mirim apresenta “A criança mais velha do mundo” (11h); os Tapetes voltam com “E o sol se abre como um livro” (12h); mais Aqualoucos, grupo de acrobatas e malabaristas do Gigantes da Lira (14h), e show do Grupo Triii (16h). No domingo, a Cia Sonharteiros encena ‘Borboletas” (11h); os Tapetes trazem “Palavras andantes” (12h); e a farra encerra com Circo Dux (14h); e O Teatro Mágico, com “A primeira cabeça na lua”, unindo música, poesia e circo (16h).

Retirada de ingressos uma hora antes de cada atração.

Rio Show

Noite de Música Preta BrasileiraIntegrantes do primeiro time do samba carioca, as bambas .oficial   e   têm encontro mar...
30/04/2026

Noite de Música Preta Brasileira

Integrantes do primeiro time do samba carioca, as bambas .oficial e têm encontro marcado com o público no palco do Blue Note Rio nesta s*xta-feira (1) para apresentar “A Vida Que Se Quer”, um projeto que reúne composições de artistas negros da música brasileira. O espetáculo traz cavaquinho, bandolim, violões e baixo como alicerces sonoros, complementados pelas vozes das duas cantoras e pela percussão minimalista de Paulino Dias.

Cria de Nova Iguaço, Nilze iniciou sua carreira aos cinco anos tocando cavaquinho e gravou sua série “Choro De Menina” entre os 11 e 14 anos. Bandolinista, cavaquinista, compositora e cantora, ela trabalha com choro, samba e MPB, tendo
co-fundado o grupo Sururu na Roda em 2000. Cantora, compositora, instrumentista e produtora musical, Ana começou sua carreira nos anos 1990 em grupos como Coeur-Sambá e Roda de Saia, consolidando-se como referência em
samba e música popular brasileira.

O repertório selecionado pela dupla passa por pérolas do jongo e do samba-enredo de criadores como Arlindo Cruz e Dona Ivone Lara, além de outras vozes negras que marcaram a história musical do país. Segundo Nilze, o projeto busca trazer “canções que falam de cor, que lembram das lutas negras e trazem ritmos bastante africanos”. “Pensamos neste Brasil preto, selecionamos inúmeras possibilidades e
ficaríamos aqui por meses saudando essa temática com o que há de melhor na música”, completa Ana.

Av. Atlântica, 1910 - Copacabana
1 de Maio
20h
Ingressos a partir de R$ 60

Correio da Manhã RJ

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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